Pedido foi feito pelo subsecretário-geral para Assuntos Humanitários da entidade, Martin Griffiths
A ONU "precisa de corredores seguros para levar ajuda humanitária a áreas de hostilidades" na Ucrânia, declarou o subsecretário-geral para Assuntos Humanitários da entidade, Martin Griffiths, ao Conselho de Segurança nesta segunda-feira (7).
"Civis em lugares como Mariupol, Kharkiv, Melitopol e outras cidades precisam desesperadamente de ajuda, em particular de suprimentos médicos vitais", acrescentou Griffiths durante uma reunião de emergência do Conselho dedicada à crise humanitária causada pela invasão russa da Ucrânia.
"Várias maneiras são possíveis, mas isso deve ser feito em conformidade com as obrigações das partes sob as leis da guerra", lembrou o funcionário da ONU. As partes "devem garantir permanentemente que civis, residências e infraestrutura sejam poupados em suas operações militares", continuou.
"Isso inclui permitir a passagem segura de civis para deixar voluntariamente áreas de hostilidades ativas, em qualquer direção que escolherem", insistiu Griffiths, referindo-se aos corredores humanitários planejados de Moscou que levam apenas à Rússia ou Belarus.
"Todos os civis, quer fiquem ou partam, devem ser respeitados e protegidos", declarou Griffiths, lamentando "um conflito inútil".
Ainda segundo seu subsecretário-geral para Assuntos Humanitários, a ONU também precisa urgentemente de um sistema de comunicação constante com as partes em conflito e garantias para permitir que a ajuda humanitária seja entregue.
As Nações Unidas lançaram uma pequena missão em Moscou que teve uma "primeira reunião técnica" no Ministério da Defesa russo. O objetivo é "trabalhar em uma melhor coordenação humanitária civil-militar que possa nos permitir intensificar" as operações da ONU, disse Griffiths.
De acordo com um alto funcionário da ONU que pediu anonimato, o objetivo é evitar qualquer "excesso" e que os comboios humanitários não sejam alvo de ataques russos.
Até agora, a ONU não está envolvida na criação de corredores humanitários, que são objeto de negociações entre Rússia e Ucrânia, para permitir que civis fujam em segurança dos combates, disse o porta-voz da entidade, Stéphane Dujarric, nesta segunda-feira.
AFP e Correio do Povo
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