sexta-feira, 20 de novembro de 2020

'Pix poderá substituir outros meios de pagamento conforme a popularização do seu uso', aponta especialista

 

1_9trwyh8o68v99x4gw12by6jvm-20074525.jpg

Mais de 600 empresas, como cooperativas de crédito, bancos e fintechs, aderiram ao Pix e 'brigam' por clientes

Rio - Entre as 619 empresas cadastradas no Pix, como cooperativas de crédito, bancos e fintechs, muitas "brigam" por clientes, considerando que há um limite de chaves a serem cadastradas por CPF. Fomentando a competição, o Pix já vem mudando o mercado desde antes do seu lançamento na última segunda-feira (16).

Tanto que o Banco Central vem anunciado novas funcionalidades para popularizar seu uso. Entre as principais está o Pix Cobrança, serviço que permitirá a lojistas, prestadores de serviço e demais empreendedores emitam um QR Code para a realização de pagamentos imediatos, tanto em pontos de venda quanto em comércios eletrônicos. Com o Pix Cobrança, além de definir o valor, será possível configurar uma data futura de vencimento do pagamento, juros, descontos e multas, opções similares à emissão de boletos.

 

“Os outros meios de pagamento continuarão a existir, como DOC, TED, boletos e cheques, mas há um entendimento de que o Pix poderá substituir determinados comportamentos financeiros conforme a popularização do seu uso”, explica José Luiz Rodrigues, especialista em regulação do mercado financeiro e sócio da JL Rodrigues & Consultores Associados. “Por ser mais rápido, o Pix poderá diminuir os prazos de entrega de compras feitas pela internet. Enquanto o boleto bancário demora um dia ou dois para registrar o pagamento, o Pix fará isso em segundos. Ele é positivo também para varejo, que terá em mãos um sistema financeiro mais rápido, prático e seguro - o que deverá impactar positivamente na gestão dos negócios na própria prestação de serviços”.

Fonte: O Dia Online - 19/11/2020 e SOS Consumidor


Nenhum comentário:

Postar um comentário