quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Editorial: Menos ideologia e mais gestão nas eleições municipais

 


Menos ideologia e mais gestão
nas eleições municipais


Mesmo com o segundo turno ainda por resolver em muitas cidades importantes, incluindo alguns dos maiores centros urbanos do país, analistas políticos já se dedicam a encontrar “vencedores” e “perdedores” das eleições municipais deste ano. É um trabalho que, de fato, já pode ser feito, especialmente em relação aos partidos que mais ganharam ou perderam prefeituras, em número e importância. Ainda assim, tal análise tem de levar em conta uma série de nuances que fazem do pleito municipal um evento um pouco diferente das eleições para a Presidência da República, governos estaduais, Congresso Nacional e Assembleias Legislativas.

Entre essas diferenças não está apenas o fato de que a proximidade entre candidatos e eleitores na disputa municipal torna muito mais frequente o voto por afinidade – a chance, por exemplo, de alguém escolher um candidato que conhece pessoalmente é muito maior em uma eleição para vereador que numa disputa para deputado federal. Também é importante compreender o papel das ideologias e convicções sobre temas importantes na disputa municipal.

 

Muitos eleitores mais ao centro tenderão a relativizar as opiniões de um candidato sobre grandes temas caso ele tenha se mostrado um bom gestor ou demonstre bom conhecimento de quais são os problemas da cidade
 

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Gazeta do Povo

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