domingo, 19 de julho de 2020

Via Varejo: vida nova no caos

A varejista Via Varejo estava no meio de uma reestruturação quando a pandemia chegou e turbinou o tamanho dos desafios. Dá para executar em semanas um trabalho que não foi feito em anos? A trajetória da empresa é um dos temas da edição nº 1.214 da EXAME, cujas principais reportagens você encontra abaixo. Se ainda não é assinante, assine para ter acesso às melhores análises de negócios, mercados e investimentos. Boa leitura. 
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As duas revoluções da Via Varejo
Michael Klein, filho do fundador, Samuel: oportunidade e desejo de “salvar o legado da família”, que soma 22,75% do capital da companhia | Leandro Fonseca/Exame
“Não houve um dia normal desde que chegamos. Quando veio a pandemia, já estávamos em clima de guerra e com a faca nos dentes.” É assim que o presidente da Via Varejo, Roberto Fulcherberguer, explica seus mais que intensos 12 meses à frente da varejista dona das marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.com. A chegada do novo coronavírus acentuou a urgência de uma reestruturação que já estava revirando as entranhas da empresa que fatura 30 bilhões de reais por ano. Fulcherberguer, ex-vice-presidente e ex-conselheiro da companhia, está no cargo desde que o antigo dono, o Grupo Pão de Açúcar, vendeu as ações na bolsa e a família Klein, fundadora da Casas Bahia, reassumiu as rédeas como principal acionista. Se as varejistas brasileiras viveram meses de alta octanagem desde março, a Via Varejo somou uma revolução à outra e se dedica a fazer em semanas um trabalho que não foi feito em uma década. A faca nos dentes vai ser suficiente? O primeiro momento foi de pânico: foram horas tensas em uma reunião da diretoria antes de decidir pelo fechamento das lojas e preocupação com o baque nas finanças. Leia a reportagem completa.

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