segunda-feira, 20 de julho de 2020

Presidente do Conselho da União Europeia faz apelo por unidade

Grupo debate pacote orçamentário sem precedentes para recuperação após a pandemia

Líderes da União Europeia buscam consenso

O presidente do Conselho da União Europeia, Charles Michel, fez um apelo no fim da noite de domingo à unidade do bloco, de forma a que os 27 países superem divisões e possam chegar a um entendimento sobre o pacote orçamentário sem precedentes, de 1,85 trilhão de euros, com um fundo de recuperação frente à pandemia de coronavírus.
Em jantar oficial na noite deste domingo, Michel mencionou as 600 mil mortes ao redor do mundo e a recessão sem precedentes desencadeada no bloco pela crise de saúde pública global. "Serão capazes os 27 líderes da UE de construir unidade e confiança ou, por causa da profunda clivagem, nos apresentaremos como uma Europa fraca, minada pela desconfiança", questionou o presidente do conselho ao final de mais um dia de negociações inconclusivas. O texto do discurso, proferido em evento fechado, foi obtido pela AP.
"Eu espero que possamos chegar a um acordo e que a imprensa europeia possa noticiar amanhã que a UE foi bem-sucedida na Missão Impossível", acrescentou. Inicialmente programada para terminar no sábado, a reunião em Bruxelas ingressa neste início de segunda-feira em seu quarto dia. As conversas entre os líderes entrarão pela noite, se necessário, afirmou sob condição de anonimato uma fonte próxima a Michel.

Pressão

A cúpula está sendo realizada sob pressão. Devido à pandemia, a economia mundial poderia sofrer uma contração de 4,9% em 2020, uma queda vertiginosa que chegaria a 10,2% na zona euro e 9,4% na América Latina e Caribe, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Para sair da maior recessão de sua história, a União Europeia (UE) debate um plano de 750 bilhões de euros, um valor que a Comissão Europeia tomaria emprestado em nome dos 27, um marco inédito do projeto europeu.
Os detalhes do plano, que beneficia principalmente os países do sul do continente, mais afetados pela pandemia, não convencem os países "frugais" adeptos do rigor fiscal (Holanda, Áustria, Suécia e Dinamarca e Finlândia), que pedem um empréstimo menor e menos subsídios.
Agência Estado, AFP e Correio do Povo


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