Masp demite 29 funcionários por causa da paralisia das atividades

Os cortes representam cerca de 13% do efetivo que trabalha em um dos mais importantes museus de São Paulo

MASP mandou embora 13% dos funcionários na pandemia

O Museu de Arte de São Paulo, Masp, fez uma demissão de 29 funcionários, incluindo 21 contratados em regime CLT e outros 8 estagiários, segundo confirmou ao Estadão uma fonte ligada à entidade. Os cortes representam cerca de 13% do efetivo que trabalha em um dos mais importantes museus de São Paulo.
A paralisia de mais de quatro meses das atividades em virtude da quarentena teria sido um agravante para os cortes do museu, que tem parte da receita proveniente da bilheteria, restaurantes e lojinha.
A alta do dólar também tem um impacto na realização das exposições que chegam de fora do País. A agenda das mostras foi organizada para ter entre 2021 e 2022 o tema Histórias do Brasil, ainda em 2022 os 100 anos da Semana de Arte Moderna e, em 2023, Histórias Indígenas.
A assessoria de imprensa do Museu envio ao jornal um comunicado em que explica as demissões:
"Frente ao contexto bastante adverso gerado pela pandemia de covid-19, o Museu de Arte de São Paulo tem empenhado todos os esforços na redução de despesas para manter a saúde financeira e operacional da instituição. Diversos museus no Brasil e no exterior estão enfrentando dificuldades semelhantes ao MASP, como perda de receita e de público, cancelamento e adaptações na programação de exposições e cortes de orçamento.


Agência Estado, R7 e Correio do Povo

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