A percepção de descrédito suspeita e fraude que tenho sobre as últimas eleições no Brasil pode me enganar, pode estar em desacordo com determinados pontos de vista dos que pensam em contrário, pois em realidade ela se forjou entre minhas convicções mais profundas, sobre aquilo que convenciono chamar de certo e errado, isto é, verdadeiro ou falso.
Assim, constatei que nunca existiu o uso de urnas eletrônicas para eleições presidenciais nos últimos anos na quase totalidade dos países sul-americanos e em outros países detentores de tecnologia eletrônica bem mais avançada do que a nossa, como Coréia do Sul, Japão e nos Estados Unidos, o que nos leva a crer que elas não são confiáveis, altamente sujeitas a fraudes, portanto repudiadas pelo sistema eleitoral de governos honestos, conscientes, e responsáveis pela lisura do certame.
Então, quando o presidente declara em boa ora: “Eu quero que você me ache um brasileiro que confie no sistema eleitoral brasileiro”, ele está certo e descortina a fraude compactuada pelas autoridades do T.S.E. que nunca enxergaram aquilo que era evidente ou não queriam enxergar, por estarem compactuadas e interessadas na manutenção de um sistema corrupto, como o que elegeu Lula e Dilma no Brasil, Morales na Bolívia, Maduro na Venezuela e mantém há décadas a ditadura cubana.
Por sua vez hoje em “O Estado de São Paulo” a pseudo-jornalista Vera Magalhães fiel à sua retórica esquerdista de criticar o Presidente por tudo em tudo, o que me causa indignação, repúdio e asco, escreve: Bolsonaro “avança dia a dia no propósito de implodir as Instituições” por ter afirmado que: “a eleição vencida por ele há menos de dois anos foi fraudada”. Entendo sim, que as Instituições corrompidas e compactuadas com a fraude devem ser implodidas, bem como toda classe de políticos corruptos, toda mídia esquerdista, incluindo maus profissionais que nela gravitam, como ela, na infame cruzada de tentar derrubar o governo!.
Plínio P. Carvalho
Fonte: https://www.facebook.com/pliniopereiracarvalho/posts/10214297730311952
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