Como um assassino confesso foi transformado em vítima da sociedade “transfóbica”

O “desalinho” do corpo de uma pessoa e sua identidade de gênero é um dos dogmas principais da ideologia transgênero
 



Ninguém nega que o médico e apresentador de TV Drauzio Varella tem uma enorme lista de serviços prestados à sociedade. Por isso mesmo sua responsabilidade aumenta ao entrar na casa de milhões de pessoas toda semana. Essa relação de confiança foi abalada com o episódio da mulher transgênero Susy (um homem biológico chamado Rafael). Detento em um presídio na capital paulista, Susy foi retratada como uma vítima de um sistema injusto, condenada a viver na solidão. Presa há oito anos e sem receber visita neste período, recebeu um abraço do famoso médico.

Descobriu-se, menos de uma semana depois, que de vítima Susy não tinha nada, pelo contrário. Ela está na cadeia porque abusou, matou com requintes de crueldade e escondeu o corpo de um vizinho de nove anos. A informação foi omitida dos telespectadores. A população brasileira, tantas vezes tachada de “fascista” e dona de pouca empatia, se mobilizou para arrecadar dinheiro e fazer visitas para Susy. De maneira sinistra, criancinhas foram estimuladas a enviar cartas para a assassina de… criança. Tudo poderia ser evitado com o mínimo de honestidade.

Paulo Polzonoff escreveu a respeito do episódio, um claro exemplo de quando a ideologia vem na frente da verdade.

“A ideologia de gênero (algo que o próprio Drauzio Varella negou existir em artigo recente) não quer apenas que você acredite que o sexo é uma construção social. Ela quer que você veja os transgêneros de hoje como mártires visionários incompreendidos pela sociedade retrógrada. Eles não devem ser apenas protegidos por sua condição humana nem tratados por sua disforia de gênero, e sim exaltados como símbolos de uma utopia para a qual o homem deve caminhar a passos largos. Daí o abraço todo carregado de sentido político de Drauzio Varella em Suzy/Rafael.

A fim de criar essa nova categoria de pessoas superiores (e elas são superiores porque não se sujeitam ao sexo biológico), a ideologia de gênero precisa que você se sinta mal, culpado mesmo, um simplório ignorante que teima em usar pronomes masculinos e femininos e em total descompasso com o que os ativistas trans julgam ser o ápice do progresso.

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