Eis o texto do pensador Roberto Rachewsky - DIOGO MAINARDI É O NOSSO ORÁCULO DE VERDADE - :

Foi ele o primeiro a desmascarar e expor Lula publicamente em sua coluna quinzenal na antiga Revista Veja, quando essa ainda tinha a dignidade que lhe oferecia Roberto Civita, Mario Sabino, e tantos outros, inclusive o J.R.Guzzo que acaba de se demitir sendo aquele que apagou as luzes do jornalismo no semanário soprando a chama da própria vela.

Foi também o Diogo que, em pleno Manhattan Connection, arrancou a falsa melena, a peruca bilionária de Eike Batista para mostrar que ele, convidado especial do Lucas Mendes, era como empresário, tão careca quanto era careca sua cabeça.

Foi ele que apontou o dedo para FHC e Luiza Trajano dedurando-os como passadores de pano nos casos de Lula e Dilma Rousseff, respectivamente.

Agora, ao comentar que a popularidade do presidente peruano Martin Viscarra atingiu o nível recorde de 79% logo após a medida de dissolver o Congresso e bloquear o Tribunal Constitucional do país andino, instituições que vinham tentando obstruir os processos contra os corruptos envolvidos com a Construtora Odebrecht, Diogo destacou que no Brasil, o povo anda quieto, o que poderia estimular o STF a desidratar a Lava-Jato, inocentando Lula e seus comparsas.

Teme Mainardi que se isso acontecesse, o povo brasileiro apoiaria maciçamente que Bolsonaro fizesse a mesma coisa que foi feita no Peru, o que ele chamou de medidas antidemocráticas e autoritárias.

Ok! Mas medidas antidemocráticas e autoritárias, para usar os mesmos termos colocados na mesa pelo Diogo, é o que tem emanado dos três poderes da República, mais as do MP.

Antidemocrática, é a palavra que se tem usado de forma pervertida para conceituar o que é contra a vontade popular. Em muitos caso, a vontade popular ampara medidas liberticidas e violentas que acabam prejudicando a economia e a prosperidade do Brasil.

Autoritárias são as decisões que violam nossos direitos individuais, desde libertar assassinos confessos de crimes hediondos até financiar campeões nacionais com dinheiro arrancado à força de quem sua, sangra e chora quando o fruto do seu trabalho lhe é retirado das mãos antes mesmo de ser aproveitado por quem o plantou.

Não apoio golpes de estado, já tivemos vários e todos se provaram ineficazes. Entretanto, não acho que estejamos vivendo sob a égide da liberdade e da justiça. Pelo contrário, desde 1930, somos um dos países mais liberticidas e injustos do mundo. A culpa disso tudo se divide entre a elite corporativista, sempre atrás de ganhos imerecidos, e o povo inculto, esse que prefere abdicar do controle de suas vidas, do que responsabilizar-se pelo próprio destino, acreditando que cabe aos políticos, aos juízes e aos burocratas, donos do poder coercitivo do estado, a produção do milagre de lhes dar de comer hoje e a seus filhos no futuro, sem empobrecê-los.


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