Melhor pingar que secar, mas adiamentos não resolvem. Dever-se-ia, isso sim, é resolver de vez essa questão, determinando-se que o plenário não voltará a se debruçar sobre a prisão em segunda instância até, pelo menos, o final deste ano, já que o entendimento atual foi consubstanciado há menos de dois anos.
Melhor pingar que secar, mas adiamentos não resolvem. Dever-se-ia, isso sim, é resolver de vez essa questão, determinando-se que o plenário não voltará a se debruçar sobre a prisão em segunda instância até, pelo menos, o final deste ano, já que o entendimento atual foi consubstanciado há menos de dois anos.
ResponderExcluirSim, é preciso matar esta questão logo, para não dar mais margens a ilações sobre este tema. Isso não é nada bom para o nosso país.
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