Estimativa da inflação tem queda pela décima semana consecutiva

a87zmvkge88q7m22hdrh78ozt.jpg

Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (9), indica leve queda do IPCA para 2018, que deve passar de 3,54% para 3,53%
Nova estimativa mantém inflação abaixo da meta de 4,5%, mas ainda acima do limite inferior de 3%

A estimativa para a inflação de 2018 foi reduzida pela décima semana consecutiva pelo mercado financeiro. Segundo o boletim Focus , divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), a projeção do mercado para Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi levemente reduzida de 3,54% para 3,53%.

Com isso, a estimativa continua abaixo do centro da meta da inflação , que é de 4,5%. No entanto, segue acima do limite inferior, que foi estabelecido em 3%. A projeção para 2019, ao contrário da previsão deste ano, agora foi ajustada com uma elevação, passando de 4,08% para 4,09%, ficando assim abaixo do centro da meta, que é de 4,25%.

O principal instrumento utilizado pelo BC para atingir a meta é a taxa básica de juros, a Selic,  que atualmente está em 6,5% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Entretanto,  quando o Copom diminui os juros básicos, acontece o efeito contrário. A tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano. A estimativa para o crescimento este ano do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, caiu pela segunda vez seguida, ao passar de 2,84% para 2,80%. Para 2019, a projeção é mantida em 3%.
Juros dos empréstimos

Em relação aos juros do crédito, mesmo após a interrupção do ciclo de cortes da Selic, previsto para junho, as taxas devem continuar caindo. Isso será possível com a recuperação da economia – que também influencia na queda da inflação – e a maior competição no mercado de crédito, avaliou o diretor de Economia da Associação Brasileira de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Fonte: Brasil Econômico - 09/04/2018 e SOS Consumidor


Pegadinhas no mercado prejudicam retorno de aplicações financeiras
Pegadinhas no mercado prejudicam retorno de aplicações financeiras
Investidor deve buscar um consultor isento Quem estiver pensando em buscar investimentos ou proteção no mercado financeiro deve tomar cuidado ...
Leia mais

Viagem sem mala: empresas aéreas condenadas a indenizar passageira
A Juíza de Direito Evelise Leite Pancaro, da 2ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Porto Alegre, condenou duas empresas aéreas por deixarem ...
Leia mais

Casa da Moeda demite 212 por crise financeira
Sindicato vai entrar na Justiça e acusa o órgão de cometer 'discriminação geracional' Rio - A Casa da Moeda ...
Leia mais

Moody's muda perspectiva da nota do Brasil de negativa para estável
Agência de classificação de risco reafirmou nota do país em Ba2, citando expectativa de que próximo governo fará reformas fiscais ...
Leia mais

Operadora é condenada por negar procedimento para paciente que sofreu aborto
A Unimed Fortaleza Cooperativa de Trabalho Médico foi condenada a pagar reparação moral de R$ 10 mil por não autorizar curetagem a paciente que havia ...
Leia mais

Nenhum comentário:

Postar um comentário