O Plenário da Câmara dos Deputados analisa a MP 746/16, que trata da reforma do ensino médioFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
A Câmara dos Deputados aprovou hoje (7) por 263 votos a favor, 106 contra e três abstenções o texto-base da medida provisória (MP 746/16) que reestrutura o ensino médio. A medida, entre outras coisas, ampliou de 50% para 60% a composição do currículo da etapa de ensino preenchido pela Base Nacional Comum. Os 40% restantes serão destinados aos chamados itinerários formativos, em que o estudante poderá escolher entre cinco áreas de estudo: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.
A votação da MP ocorreu após acordo do líder do governo André Moura (PSC-SE) com deputados da oposição, que obstruíram os trabalhos durante toda a sessão por serem contra o debate do tema por meio de uma medida provisória.
Pela proposta, os deputados aprovariam o texto-base em votação nominal e deixariam para votar, na próxima semana, os destaques ao texto, também em votação nominal. “Em uma matéria tão importante e controversa como essa é importante que a população brasileira saiba como cada deputado votou”, defendeu a vice-líder do PT, Maria do Rosário (RS).
O texto, aprovado no último dia 30 na comissão mista que analisou a matéria, incluiu artes e educação física entre as disciplinas obrigatórias para o ensino médio, suprimidas no texto encaminhado pelo Palácio do Planalto. No caso específico da educação física, no último ano do ensino médio, a disciplina será optativa ao aluno.
Itinerário formativo e notório saber
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O projeto prevê ainda que os estudantes poderão escolher a área na qual vão se aprofundar já no início do ensino médio. Foi mantida no texto a permissão para que profissionais com notório saber, ou seja, sem formação acadêmica específica na área, possam dar aulas no ensino técnico e profissional.
A proposta também estabelece uma meta intermediária de ampliação da carga horária para pelo menos mil horas anuais no prazo máximo de cinco anos para todas as escolas do ensino médio. A MP prevê ainda que o governo federal amplie de quatro para dez anos o prazo de repasse de recursos federais aos estados para apoiar a ampliação da carga horária.
Debate
Apresentada pelo presidente Michel Temer em setembro, a MP do Ensino Médio flexibiliza os currículos e amplia progressivamente a jornada escolar. A matéria foi motivo de embates no plenário.
O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que presidiu a comissão especial da Câmara que discutiu a reforma do ensino médio, disse que a mudança na carga horária terá alcance limitado pela falta de recursos. “A proposta traz aumento de 1.400 horas só no enunciado, mas a meta é de 500 mil alunos e somos 8,3 milhões de estudantes. Estamos fazendo duas escolas no país: uma que vai ter tudo e uma que não vai ter nada”, disse.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou a MP e afirmou que a proposta não foi discutida amplamente com professores e estudantes, principais afetados pela matéria. “Qualquer mudança educacional precisa do envolvimento não só do setor docente, mas da valorização de sua formação educacional”, disse.
As críticas foram rebatidas pelo deputado Izalci (PSDB-DF), que presidiu a comissão especial. “A medida provisória pega 90% do texto já discutido pela Câmara e nós aceitamos sugestões da oposição”, disse. “Colocamos R$ 1,5 bilhão para incentivar o início do ensino integral”, acrescentou.
Já o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) afirmou que a MP rompe com um "imobilismo” na discussão de mudanças mais profundas. “O governo faz bem em romper esse imobilismo, esse tema é discutido há mais de 20 anos”, disse.
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Caciques da Câmara e do Senado articulam uma emenda à Constituição para blindar os presidentes das duas Casas.
A ideia é deixar claro que, se eles ficarem impedidos de exercer a Presidência da República quando se tornam réus, também devem partilhar o benefício do chefe do Executivo de não serem responsabilizado por fato sem relação com o mandato. Para não alimentar a crise, a proposta é apresentar o texto só em 2017. Leia mais
Emílio Odebrecht, patriarca da empreiteira que leva o sobrenome dele, vai cumprir pena de quatro anos de prisão domiciliar. A punição é consequência do acordo de delação premiada com a operação Lava Jato.
Emílio vai cumprir os dois primeiros anos em prisão domiciliar no regime semiaberto, quando vai poder trabalhar durante o dia e deverá ficar em casa à noite. Os dois anos restantes vão ser cumpridos em regime aberto, quando ele deverá estar em casa nos fins de semana. Emílio vai usar tornozeleira eletrônica neste período. Leia mais
A nova fórmula proposta pelo governo para o cálculo das aposentadorias reduz o valor dos benefícios, independentemente do tempo de contribuição ou da idade do trabalhador.
Se a proposta for aprovada, o INSS passará a considerar todos os salários do trabalhador, incluindo os mais baixos, para calcular uma renda média ao longo da vida profissional e chegar ao valor do benefício mensal a ser pago. Pelas regras atuais, salários mais baixos, correspondentes a 20% do período em que o trabalhador contribuiu com a Previdência, são descartados na hora do cálculo, o que eleva o salário médio e, portanto, o valor do benefício. Leia mais
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A Mega-Sena acumulou nesta quarta-feira, e pode premiar quem acertar as seis dezenas do próximo concurso com R$ 9,6 milhões.
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Irregularidades no esporte olímpico
O Tribunal de Contas da União encontrou irregularidades em pelo menos 61% das verbas públicas destinadas ao esporte brasileiro nos últimos três anos, em todos os níveis.
O TCU apontou uma série de problemas em repasses feitos pelo governo federal ao Comitê Olímpico do Brasil, Comitê Paralímpico Brasileiro e outras 11 confederações escolhidas por amostragem. De acordo com o relatório, de um total de R$ 337 milhões, pelo menos R$ 207 milhões são passíveis de devolução à União. Leia mais
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