Renan arquiva pedido de impeachment de Lewandowski

Brasília - Presidente do Senado, Renan Calheiros, durante sessão plenária para analisar MP 726/2016, que reduziu os ministérios de 39 para 24 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Denúncia contra o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, baseava-se somente em especulações jornalísticas

e sem justa causa, afirmou o presidente do Senado, Renan Calheiros Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta quinta-feira (8), no plenário da Casa, o arquivamento do pedido de impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

Segundo Renan, a denúncia é “amparada exclusivamente em especulações jornalísticas e sem justa causa”. O Movimento Brasil Livre (MBL), autor do pedido, alega que Lewandowski cometeu crime de responsabilidade ao permitir o fatiamento do julgamento do impeachment da presidenta Dilma Rousseff – quando os senadores votaram primeiro o afastamento e depois a manutenção dos direitos políticos.

“Ao contrário do alegado pelo denunciante, o presidente do Supremo Tribunal Federal foi reconhecidamente diligente na condução do processo, como expressamente reconhecido por senadores e senadoras que participaram do julgamento, despachando e decidindo tempestivamente as petições, questões de ordem e recursos que eventualmente lhe foram endereçados”, afirmou Renan.

Para o presidente do Senado, os autores do pedido estão ainda “inconformados” com o resultado do julgamento, que culminou no afastamento da presidenta Dilma Rousseff, mas manteve seu direito a exercer funções públicas posteriormente.
“Em qualquer processo litigioso, toda decisão agrada a alguns e desagrada a outros atores envolvidos, sem que o inconformismo com o resultado macule a independência e a imparcialidade do julgador. No caso objeto da denúncia, a solução adotada não se afasta de outras deliberações de Sua Excelência [Lewandowski] na presidência do processo no Senado Federal”, acrescentou.

 

Agência Brasil

 

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Expresso


Ministro do Trabalho irrita Planalto

Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalhou, disse ontem que a a reforma trabalhista de Michel Temer prevê elevar o limite da jornada diária de oito horas para doze horas. O teto semanal, porém, seria... [leia mais

- CNI defende a jornada de 12 horas
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- Especialista em "ruídos demais"
- Coragem, Temer
- Temer: "Seria loucura"
- Estabilidade e salários até 200% mais altos

 

 

O caldo vai engrossar?

Bruno 
Poletti/Folhapress

Depois de minimizar os protestos contra o presidente Michel Temer, integrantes do governo avaliam que as manifestações podem crescer quando as reformas da Previdência e trabalhista forem apresentadas.
A avaliação é que estes temas podem acabar virando uma pauta comum entre grupos ligados ao PT, movimentos de esquerda e parte da população que não tem ligações com eles, mas que poderá acabar aderindo às ruas. Leia mais

 

"Não é bem assim..."

Antonio Araújo/Câmara dos Deputados

Depois da repercussão sobre a reforma trabalhista que quer aumentar o limite da jornada de trabalho para 12 horas por dia, o ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho), disse que recebeu uma ligação do presidente Michel Temer pedindo para reafirmar que o governo não vai elevar a jornada de oito horas, nem tirar direitos dos trabalhadores.
O ministro reforçou que o padrão normal e legal vai continuar sendo o de oito horas diárias e 44 horas semanais. A reforma vai dar a opção de flexibilizar a forma como a jornada vai ser distribuída ao longo da semana. Leia mais

 

 

Pauta na geladeira

Sob pressão da opinião pública, senadores tucanos e parlamentares que se definem como independentes, o Senado decidiu retirar a urgência do projeto de lei que aumenta o salário dos ministros do STF e do procurador-geral da República.
A proposta prevê aumento de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. A pauta tinha um requerimento de urgência feito pelo PMDB e subscrito por outros partidos.
Leia mais

 

Seleção feminina de basquete em cadeira de rodas ganha fácil da Argentina

 

Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O time de basquete paralímpico do Brasil inicia jogando contra a Argentina na Rio 2016 (Tomaz Silva/Agência Brasil)

As meninas do basquete paralímpico do Brasil ganharam fácil das argentinas em todos os quartos da partidaTomaz Silva/Agência Brasil

Com vitória arrasadora, a seleção brasileira de basquete feminino em cadeira de rodas ganhou hoje (8) das argentinas por 85 a 19 nesta segunda partida da fase de grupos dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Logo no primeiro quarto do jogo, o Brasil já havia marcado 22 pontos contra quatro da Argentina.

A vantagem do Brasil se manteve até o fim da partida, com 18 a 4 no segundo quarto, 23 a 5 no terceiro e 22 a 6 no último quarto.

Mais cedo, as canadenses ganharam das britânicas por 43 a 36. Amanhã (9), o time feminino argentino joga às 10h contra as britânicas e a seleção brasileira enfrenta, às 15h, a da Alemanha.

O basquete em cadeira de rodas começou a ser praticado por ex-soldados norte-americanos feridos na Segunda Guerra Mundial. As mulheres passaram a disputar a modalidade em 1968, nos Jogos de Tel Aviv.

Os países com maior número de medalhas na categoria feminina são Estados Unidos, Alemanha e Israel. Os Estados Unidos também lideram na categoria masculina, seguidos da Inglaterra e Israel. O Brasil ainda não conquistou medalhas na modalidade nas Paralimpíadas.

Técnico

O técnico Martoni Moreira Sampaio comemorou os poucos erros da equipe. “Tivemos um ataque consciente, um controle de bola, quase não perdemos bola. Erramos muito pouco e isso foi um diferencial”, disse Sampaio.

“Temos de controlar a euforia, pois amanhã jogamos contra a campeã olímpica [Alemanha], mas se jogarmos com o nível de acertos que obtivemos hoje faremos um jogo equilibrado. Com essa torcida em cima, o outro lado sente um pouquinho”, comentou o técnico.

A atleta Vileide Almeida, Vivi, há oito anos na seleção feminina, disse que a participação e o entusiasmo da torcida foi fundamental para a vitória. “Não tenho palavras para essa energia, para essa torcida brasileira. No jogo contra a Alemanha, tenho certeza que a torcida vai empolgar de novo e será uma festa.”

Maior cestinha da partida, Vivi lamentou que, por questões financeiras, a família não tenha assistido a partida.

>> Veja o guia das modalidades paralímpicas

 

Agência Brasil

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