Da Agência Sputnik
Sismólogos de todo o mundo registraram tremores de magnitude 4,8 a 5,3 na península da Coreia. A informação é da agência Sputnik.
O epicentro dos tremores atingiu a área do polígono norte-coreano para testes de armas nucleares. A atividade sísmica foi tão forte que até moradores da região russa de Primorsky Krai sentiram os abalos.
Fontes da estação de detecção de terremotos de Yuzhny Sakhalinsk disseram à agência RIA Novosti que o terremoto na Coreia do Norte ocorreu a uma profundidade de 12 quilômetros.
A informação sobre a realização dos testes foi confirmada em Pyongyang, a capital norte-coreana. Em edição especial, a televisão Central da Coreia do Norte informou que o país vai continuar a desenvolver o programa nuclear.
Saiba Mais
Os funcionários do Serviço geológico dos Estados Unidos foram os primeiros a registrar os sismos. Segundo eles, o epicentro foi perto de um povoado que fica a 20 quilômetros do polígono de testes nucleares Pangiri.
A Coreia do Sul e o Japão têm certeza de que os tremores foram resultado de um teste nuclear na Coreia do Norte. A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, disse que que essas ações revelam a "mania" do líder norte-coreano.
"Nós estamos acompanhando a situação em estreita coordenação com os parceiros regionais", disse o representante do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Ned Price.
Para a Coreia do Sul, o novo teste nuclear se tornou o maior em toda a história da Coreia do Norte.
A realização de testes nucleares levou à convocação de uma reunião urgente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, na noite desta sexta-feira (9).
Novas sanções
O último teste nuclear da Coreia do Norte foi feito em 6 de janeiro. Em resposta, representantes do Conselho da Segurança decidiram, por unanimidade, endurecer as sanções contra o país.
Reforma trabalhista vai formalizar jornada de 12 horas, diz ministro
Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil
A proposta de reforma trabalhista deve chegar ao Congresso até o fim do ano, informa o ministro do Trabalho, Ronaldo NogueiraArquivo/Agência Brasil
O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, informou hoje (8), em reunião com sindicalistas, que a reforma trabalhista deve ser encaminhada ao Congresso Nacional até o fim deste ano.
Entre as medidas em pauta, está a proposta que formalizará jornadas diárias de até 12 horas. Atualmente, contratos de trabalho com jornadas superiores a oito horas diárias são frequentemente questionados pela Justiça do Trabalho, que ainda não reconhece formalmente a jornada mais longa.
O documento deve contemplar também a criação de dois novos modelos de contrato. A pasta avalia considerar o tipo que inclui horas trabalhadas e produtividade, além do modelo que já vigora atualmente, baseado na jornada de trabalho. O objetivo das medidas é aumentar a segurança jurídica de contratos que não estão estipulados pela legislação trabalhista, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Ronaldo Nogueira ressaltou que não haverá retirada de direitos trabalhistas. “Não há hipótese de mexermos no FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço], no 13º [salário], de fatiar as férias e a jornada semanal. Esses direitos serão consolidados. Temos um número imenso de trabalhadores que precisam ser alcançados pelas políticas públicas do Ministério do Trabalho”, disse Nogueira, em reunião da Executiva Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).
Em agosto, o ministro já havia anunciado que o governo mandará uma proposta de atualização da legislação trabalhista ao Congresso. Na ocasião, Ronaldo Nogueira garantiu que os direitos dos trabalhadores serão mantidos. Ele disse que “o trabalhador não será traído pelo ministro do Trabalho". Para Nogueira, a reforma vai criar oportunidades de ocupação com renda e consolidar os direitos.
Nadador Daniel Dias ganha ouro na estreia e já soma 16 medalhas em Paralimpíadas
Ivan Richard e Sabrina Craide - Repórteres da Agência Brasil
Daniel Dias ganha ouro na estreia na Paralimpíada do Rio 2016Reuters/Sergio Moraes/Direitos Reservados
O multimedalhista Daniel Dias estreou com vitória na Paralimpíada na noite de hoje (8). Com o tempo de 2:27.88, ele ganhou a medalha de ouro nos 200m livre masculino, a primeira da natação paralímpica brasileira. Com a vitória, Dias soma, agora, 16 medalhas em Jogos Paralímpicos. A prata ficou com o norte-americano Roy Perkins e o bronze com o britânico Andrew Mullen.
Desde o início da prova, o maior medalhista brasileiro em paralimpíadas não deu chances aos adversários e abriu larga vantagem. Mesmo nadando forte, no entanto, Daniel Dias não conseguiu superar o recorde mundial da categoria.
Daniel Dias tem 28 anos, e nasceu em Campinas (SP). Ele nasceu com má formação congênita dos membros superiores e da perna direita e descobriu o paradesporto ao assistir o nadador Clodoaldo Silva em uma das provas dos Jogos Paralímpicos de Atenas 2004.
Daniel já tem 15 medalhas em Jogos Paralímpicos: 10 de ouro, quatro de prata e uma de bronze. Só nos Jogos Paralímpicos de Londres (2012), ele levou seis medalhas de ouro. No ano passado, ganhou oito medalhas de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto, além de sete medalhas de ouro e uma de prata no Mundial de Glasgow. Daniel já recebeu o troféu Laureus, considerado o “Oscar do Esporte”, por três vezes: em 2009, 2013 e 2016.
Pouco antes da prova de Daniel Dias, nos 100m borboleta masculino, Thomaz Matera ficou em sexto lugar pela classe S13, para deficientes visuais. Thomaz, que tem deficiência visual, teve retinose pigmentar e era praticante da natação convencional. Com a visão sendo afetada cada vez mais, buscou a modalidade adaptada.
Mais cedo, na prova dos 100m costas masculina, classe S6, o brasileiro Talisson Glock ficou em quarto lugar. A nadadora Maiara Regina Perreira Barreto disputou nos 100m livres feminino, na classe S3, e ficou em oitavo lugar.
A classificação funcional na natação é feita por meio de letras e números e quanto maior a deficiência do atleta, menor o número da classe. As classes de S1 a S10 são para nadadores com limitações físicas e motoras. Do S11 ao S13 é para classificar nadadores cegos e o número 14 representa nadadores com deficiência intelectual. As classes sempre começam com a letra S (da palavra inglês swimming, que significa natação). O atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
No te vayas, Temer
Por Rodolfo Amstalden
Não se incomode com as vaias no Maracanã, Temer.
Faça a coisa certa e a história o reconhecerá.
Até O Antagonista o reconhecerá.
Temer começa seu mandato em circunstância inédita, invejada e desejada por todo e qualquer candidato à presidência.
Ele já tem as vaias, de antemão. Vaias suas e vaias herdadas de Dilma Rousseff.
Financistas como eu deduzem: para quem já tem vaias, todo o resto será lucro.
Não há com o que se constranger, pois as melhores ideias econômicas vêm sempre acompanhadas de vaias.
Margaret Thatcher foi vaiada cem vezes.
Simonsen e Roberto Campos eram frequentemente vaiados, inclusive aos fins de semana.
O banqueiro central americano Paul Volcker foi vaiado por elevar a taxa de juros.
Enquanto isso, o seu sucessor Alan Greenspan foi ovacionado ao reduzi-la a patamares mínimos e, com isso, inflar duas das maiores bolhas da história.
O mérito não está nas vaias ou nas palmas, mas sim em fazer a coisa certa: teto de gastos e reforma da previdência.
Reunião de Pauta - 08.09.2016 - Qual STF?
O MELHOR DO DIA
Teori nega novo julgamento do impeachment
Teori Zavascki negou o pedido de liminar feito pela defesa de Dilma Rousseff para realizar novo julgamento do impeachment, informa o Jota.
- Rosa também rejeita discutir impeachment
Teori, na mosca: "Defesa de Lula quer embaraçar as apurações"
No seu despacho a favor da manutenção do inquérito de Lula nas mãos de Moro, Teori Zavascki escreveu também: "Nesse contexto, é importante destacar que esta Corte possui amplo conhecimento dos processos...” [leia mais]
- Teori manda Lula andar
- Teori: Moro está certo
Lula ataca Teori
Teori Zavaski demoliu a defesa de Lula. E a defesa de Lula reagiu atacando Teori Zavaski: "É profundamente preocupante que o exercício do direito constitucional de defesa, com combatividade e determinação, possa ser encarado...” [veja mais]
STF: 10 a 1 contra Cunha
Concluído o julgamento que mantém o processo de cassação de Eduardo Cunha: 10 a 1. Marco Aurélio Mello foi o voto vencido.
- A alegação dos ministros
- O delator Cunha
- Cunha desmente
- A matemática contra Cunha
PF na cola de Dilma
Dilma Rousseff vai ser presa. Andreia Sadi informa que a PF pediu ao TSE dados sobre a campanha de 2010 para instruir autos de inquérito policial. Acabou a farsa da mulher honesta.
- Dilma vai para a cadeia
- A campanha mais porca
O elo entre o dossiê contra FHC e o sumiço de bens da Presidência
No acórdão sobre a devolução dos 'presentes' recebidos por Lula e Dilma em seus mandatos, o TCU também determinou audiência dos ex-secretários de Administração da Presidência... [leia mais]
Carminha Lewandowski
Cármen Lúcia promete um novo Supremo, uma espécie de 'virada de página' depois de Ricardo Lewandowski. No julgamento do mensalão, Carminha foi flagrada pela imprensa... [veja mais]
"Você não terá um Gim Argello"
O atual escândalo dos grampos na política do Distrito Federal - mais um, aliás - chegou à Lava Jato. Em conversa gravada por Liliane Roriz - deputada distrital e filha do ex-governador Joaquim Roriz - em março do ano passado, o senador cassado e preso Luiz Estevão... [leia mais]
- "Bandidagem, p. e sacanagem"
Serenidade, ordem e progresso
Na Folha, há uma análise da imagem de Marcela Temer como um resumo da mensagem que Michel Temer quis transmitir durante o Desfile da Independência. Vestida toda de branco, ela representou "a serenidade, a ordem e o progresso"... [veja mais]
O preço do petrolão
Pega na Lava Jato, a Engevix pode ser vendida por 2 reais, informa Época. Os sócios Gerson Almada e Cristiano Kok estudam passar o negócio para o terceiro parceiro, José Antunes Sobrinho... [leia mais]
O governo vai a pique?
Alerta de Cláudio Frischtak, presidente da Inter. B Consultoria Internacional e ex-economista do Banco Mundial, em O Globo: “É preciso passar a PEC dos gastos de forma íntegra, e não pela metade, por assim dizer, como se fosse um navio que começa a ter furos no casco. Senão o navio vai afundar.”
Protesto é encerrado nas imediações da casa de Temer em São Paulo
Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil
Os manifestantes começaram a manifestação saindo em passeata do Largo da BatataRovena Rosa/Agência Brasil
O protesto feito na noite de hoje (8) na capital paulista pedindo a saída do presidente da República, Michel Temer, terminou em Alto de Pinheiros, na zona oeste, bairro de classe média-alta, nas proximidades da residência presidencial em São Paulo. A praça, onde fica a casa, estava cercada por grades e protegida por policiais.
Saiba Mais
- Manifestação em São Paulo volta a pedir saída de Temer e eleições diretas
- SP: secretário afasta coronel de protestos e diz que abusos serão investigados
Os manifestantes, que partiram em passeata mais cedo do Largo da Batata, na zona oeste, seguiram pela Avenida Faria Lima, depois pela Avenida Pedroso de Moraes e Avenida Professor Fonseca Rodrigues.
“A casa grande está tremendo porque a senzala veio fazer uma visita aqui, mas enquanto Temer não sair, não vamos sair das ruas”, disse o coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim.
Diante das grades, que impediu o protesto de chegar até a casa de Temer, os manifestantes entoaram palavras de ordem como “Fora Temer”, “Diretas Já”, “a favela chegou”, e “que palhaçada, bate panela, mas quem lava é a empregada”.
A manifestação, que foi acompanhada pela polícia, mas sem a presença ostensiva da Tropa de Choque, transcorreu pacificamente, e, até as 23 h, não havia registro de nenhuma ocorrência grave. Segundo os organizadores, cerca de 15 mil pessoas participaram. A polícia não divulgou uma estimativa.
Manifestação em São Paulo volta a pedir saída de Temer e eleições diretas
Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil
Movimentos sociais, estudantis e coletivos iniciaram por volta das 17h30 uma manifestação no Largo da Batata, região oeste da capital, pedindo a saída do presidente da República Michel Temer. O protesto, convocado pela internet pela Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular, também reivindicam eleições diretas e a não retirada de direitos sociais e trabalhistas.
Esse é o quinto dia de manifestações contra o presidente Michel Temer em São Paulo desde oimpeachment da presidenta Dilma Rousseff, em 31 de agosto. Todos os protestos foram encerrados com a ação da Polícia Militar, com exceção dos feitos ontem (7), quando não houve presença maciça de policiais.
Na manifestação de domingo (4), a Polícia Militar deteve 26 pessoas, sendo oito deles adolescentes. A detenção dos 18 adultos foi considerada ilegal pela Justiça e foram liberados. A apreensão dos adolescentes foi considerada irregular e todos foram soltos.
Entre os manifestantes há membros de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Coletivo Rua, Marcha Mundial das Mulheres e Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). “Fora Temer”, “Diretas Já” e “o povo tem que decidir” são as palavras de ordem mais gritadas pelos manifestantes.
“O objetivo da manifestação de hoje é permanecer resistindo contra o golpe e acumulando forças para as Diretas Já. É um esquenta para a grande manifestação do próximo domingo, que está sendo chamada para o Masp [Museu de Arte de São Paulo]”, disse Natália Szermeta, uma das coordenadoras da Frente Povo sem Medo.
A manifestação deverá sair em passeata do Largo da Batata pela Avenida Faria Lima, com destino ao bairro Alto de Pinheiros. Segundo os organizadores, o destino será a casa do presidente Michel Temer.
Hoje, no Largo da Batata, há presença expressiva da Polícia Militar, que estão com três carros blindados da Tropa de Choque, dezenas de viaturas e motos da polícia.
SP: secretário afasta coronel de protestos e diz que abusos serão investigados
Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil
Mágino Alves nega proibição de manifestações no Largo da Batata, mas diz que haverá recomendação para evitar protestos na áreaArquivo/Agência Brasil
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, informou hoje (8), que afastou o tenente-coronel Henrique Motta do comando de segurança dos protestos na capital paulista e admitiu que a Polícia Militar (PM) pode ter cometido abusos em algumas das manifestações contra o presidente Michel Temer ocorridas na cidade nas últimas semanas. Apesar de afastado dos protestos, o secretário ressaltou que Motta não perdeu suas funções.
Henrique Motta comandou a PM em diversos protestos na capital. Em uma postagem nas redes sociais nesta semana, ele compartilhou um comentário no qual ironizava o caso de uma estudante e militante do movimento Levante Popula atingida no olho por estilhaços de uma bomba. A estudante declarou, no Facebook, que tinha perdido a visão do olho esquerdo. No comentário, o coronel diz: “Quem planta rabanete, colhe rabanete”, em referência a duas postagens da estudante. Na primeira, ela defende “qualquer ato de destruição em protesto de cunho político que tenha objetivos sólidos” e, na segunda, fala sobre a perda da visão.
“Esse comentário, o oficial fez em caráter de pessoa física. Não concordo com o comentário e garanto que esta não é uma posição institucional da Polícia Militar”, disse o secretário Mágino Alves. “Para preservar o próprio policial e para preservar a ordem pública, ele [Motta] vai deixar de fazer o comando nas manifestações que estão ocorrendo.”
Além de Motta, foram afastados do trabalho nesses eventos os policiais suspeitos de ter atropelado um manifestante, de forma premeditada, em um protesto. “Eles não vão participar de manifestação. Já estamos apurando a conduta deles no âmbito da Polícia Militar”, afirmou o secretário.
Abusos
Após participar de uma reunião na sede do Ministério Público de São Paulo, em que ficou definida a criação de um grupo de trabalho para atuar em protestos e coibir a violência em manifestações, o secretário admitiu que podem ter ocorrido abusos em algumas situações verificadas em atos ocorridos na capital paulista nas últimas semanas.
“Podemos imaginar algumas situações, que já estamos investigando, e que realmente fogem de qualquer protocolo. E são situações que envolvem uma atuação que já se distanciava de manifestação. Por exemplo, a notícia de oficiais que teriam se insurgido contra frequentadores de estabelecimentos comerciais e momentos em que profissionais de imprensa tiveram dificuldades de exercer o seu trabalho. Todas essas situações estão sendo objeto de apuração no âmbito da Secretaria de Segurança”, disse Mágino.
Segundo o secretário, caso os abusos sejam comprovados, os policiais poderão sofrer punições.
Largo da Batata
O secretário negou que vá proibir manifestações no Largo da Batata, na zona oeste da capital, onde ocorre, neste momento, um protesto. Ele explicou que haverá uma recomendação para que o local seja evitado porque há dificuldades de dispersão de pessoas ao final do protesto, já que há apenas uma estação de metrô no local, a Faria Lima. “Não vamos proibir a utilização do Largo da Batata. O que vamos tentar fazer é, junto com o metrô, organizar uma forma mais adequada de acesso à estação ali existente. O Largo da Batata não é um bom local porque lá só tem uma estação de metrô."
Ele lembrou que, na Avenida Paulista, onde foram realizadas recentemente "manifestações absolutamente antagônicas", não houve incidentes porque lá há várias formas de dispersar a multidão sem que se crie tumulto. No entanto, na semana passada, em um protesto na Paulista, manifestantes contrários ao presidente Michel Temer foram impedidos de caminhar até a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sendo dispersados por bombas da Polícia Militar.
Domingo passado (4), já no final de um protesto no Largo da Batata, a PM voltou a usar bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para dispersar as pessoas. A PM alegou que precisou usar tais artifícios porque houve depredação na Estação Faria Lima, mas uma nota enviada pelo metrô, ainda na noite de domingo, contestou a versão policial.
Nenhum comentário:
Postar um comentário