Convicção sem prova?! A Lava Jato conseguiu reunir mais de 300 provas contra Lula
Dizer que a Lava Jato não apresentou provas é pura desonestidade da militância petista
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Isso aqui foi baixo demais até mesmo para a sujeira protagonizada pelo PT.
O PT roubava diretamente do contracheque de aposentados endividados
Sem saber, funcionários públicos também alimentaram a propina desviada pelo partido
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PGR denuncia Valdir Raupp ao Supremo por corrupção e lavagem de dinheiro
André Richter - Repórter da Agência Brasil
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou hoje (16) o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em um dos inquéritos da Operação Lava Jato. Além do senador, duas pessoas ligadas a ele também foram denunciadas.
De acordo com a denúncia, o parlamentar é acusado de receber R$ 500 mil em doações eleitorais de uma empreiteira investigada na Lava Jato. Para os procuradores, o valor tem origem em desvios de contratos da Petrobras.
Desde o início das investigações, o senador sustenta que a doação, feita ao diretório estadual do PMDB de Rondônia em 2010, foi legal e aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Nota
Em nota divulgada à imprensa, o parlamentar reafirmou que a doação tem origem legal. Veja a íntegra da nota.
"O senador Valdir Raupp esclarece que a denúncia oferecida pelo Ministério Público, lamentavelmente, tem equivocada interpretação dos fatos.
Reafirma que jamais compactuou com qualquer ilícito e que a doação em questão foi feita, diretamente, ao Diretório Estadual do PMDB de Rondônia, como demonstra todos os documentos.
As doações recebidas na campanha eleitoral de 2010 foram, efetivamente declaradas, sendo as contas analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. Todo cidadão tem direito a justa investigação.
Por isso, confia nos órgãos da Justiça e aguarda, serenamente, a instrução do processo, certo de que a fragilidade das provas e dos argumentos apresentados conduzirão à sua absolvição."
Daniel Dias é ouro nos 50 metros costas
Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
Brasileiro dominou prova desde a largada e levou a torcida à loucuraReuters/Sergio Moraes/Direitos Reservados
O brasileiro Daniel Dias conquistou o ouro para o Brasil na prova de 50 metros nado de costas, levando a torcida à loucura no Estádio Olímpico de natação. A medalha de prata ficou com Andrew Mullen, da Grã-Bretanha, e a de bronze, com Zsolt Vereckei, da Hungria.
Daniel Dias dominou a prova desde a largada e terminou com 35.40, ficando acima do seu próprio recorde mundial, de 34.95.
O nadador disse que poderia ter inclusive quebrado seu próprio recorde na prova, mas que se desconcentrou com o grito de um torcedor, um instante antes da largada, quando todo o estádio estava em completo silêncio. Isso fez inclusive com que um dos nadadores largasse antes dos demais.
"Minha saída não foi das melhores e, por isso, no final eu estava vendo muita água espirrando do meu lado. Aí, pensei: 'tenho que dar um gás total agora para finalizar bem a prova'. Pelo que eu fiz no aquecimento, dava para ter chegado um pouco mais perto dele [do recorde mundial]", disse Daniel, que já havia conquistado ouro em Pequim e Londres na mesma prova.
Para o futuro, Daniel espera que sejam mantidos os investimentos paralímpicos, sobretudo rumo a Tóquio, em 2020, nos mesmos moldes do que fez a Grã-Bretanha, que atingiu um ótimo desempenho, tanto na Olimpíada quanto na Paralimpíada. "A gente tem que aprender com vários países. O incentivo que eles tiveram na base, nas crianças, foi espetacular."
Nesta sexta-feira (16), três nadadores brasileiros competiram antes de Daniel, mas não conseguiram chegar ao pódio: Ronystony Cordeiro ficou em 7º, na categoria S4, nos 50 metros nado de costas; Edenia Garcia ficou em 7º, na categoria S4, nos 50 metros nado de costas, e Carlos Farrenberg ficou em 5º, na categoria S13, nos 100 metros nado livre.
Brasil leva ouro e bronze no salto em distância feminino
Akemi Nitahara - Repórter da Agência Brasil
Silvania de Oliveira saltou 4.98m e conseguiu a ouroREUTERS/Jason Cairnduff/Direitos reservados
O Brasil fez dupla hoje (16) no pódio do salto em distância categoria T11 feminino, para deficientes visuais. Silvania de Oliveira saltou 4.98m e conseguiu a ouro e Lorena Spoladore ficou com o bronze, fazendo a marca de 4.71m. A prata foi para Fatimata Diasso, da Costa do Marfim, que saltou 4.79m. Thalita da Silva também participou da prova, terminando em quinto lugar.
Atual recordista mundial, com 5.46m, Silvania destacou que foi para o "tudo ou nada" no último salto, já que estava em segundo. "Eu estava muito tranquila na primeira semana de treino e essa tranquilidade me preocupava, porque nunca entrei sem o friozinho na barriga. Faltando três dias, comecei a ficar nervosa, com tremedeira. Entrei na prova nervosa, tanto que não consegui minhas melhores marcas. Mas no último salto, quando sai da areia já foi pulando de alegria".
Emocionada, a atleta destacou as dificuldades que passou para chegar ao atletismo e dedicou a vitória à filha Letícia Gabriela, de 10 anos. "Comecei no atletismo por causa dela, na minha família não tinha atletas, meu irmão Ricardo [de Oliveira, ouro no salto em distância T11] corria mas não era profissional. Um amigo me chamou para correr 10 quilômetros e eu fui por causa da premiação de R$300, que eu precisava para pagar o leite dela. Ela já é medalhista escolar no salto em distância, a família Oliveira vem por aí!"
Lorena Spoladore ficou com o bronze, fazendo a marca de 4.71mREUTERS/Jason Cairnduff/Direitos reservados
Lorena disse que competiu com dor, após torcer o tornozelo esquerdo na segunda-feira, e que o bronze tem "gostinho de ouro". "Pra mim o mais difícil foi superar a torção do tornozelo, entrei na prova do início ao fim com dor. Graças a Deus consegui me superar, não entrei pensando em competir contra as outras, mas para superar a mim mesma. Não quero passar por essa experiência de novo".
Na final do arremesso de peso F55 masculino o búlgaro Ruzhdi Ruzhdi quebrou o próprio recorde mundial da prova, alcançado 12.33m. A marca anterior era 12.04m. A prata foi para o iraniano Hamed Amiri e o bronze ficou com o polonês Lech Stoltman.
Na mesma prova, o brasileiro Wallace Santos terminou em décimo lugar. O outro brasileiro que disputaria a prova, Ricardo Nunes sentiu dores e musculares e não participou.
Mais cedo, o corredor paraibano Petrúcio dos Santos se classificou em quarto lugar para a final dos 400m rasos categoria T47, que será disputada na tarde de amanhã.
Cadê o emprego que estava aqui?
O Brasil perdeu 1,51 milhão de empregos em 2015. É o pior resultado em 31 anos e também a primeira vez em 24 anos que o país registra corte de vagas com carteira assinada. Os dados são do Ministério do Trabalho.
Com isso, o Brasil terminou 2015 com um total de 48,061 milhões de empregos formais, número menor que em 2014 e 2013. Leia mais
As operadoras de planos de saúde querem que a ANS aumente de 7 para até 30 dias úteis o prazo mínimo para agendar consultas médicas. As operadoras pedem mais tempo por causa da falta de especialistas no interior do país e também pelo valor das multas em caso de atraso.
Atualmente, as operadoras precisam marcar consultas em, no máximo, 7 dias úteis com médicos, pediatras, ginecologistas, obstetras e clínicos ou cirurgiões gerais. Para outras especialidades, o prazo é de 14 dias. Leia mais
O ministro do STF Gilmar Mendes disse que a denúncia de corrupção e lavagem de dinheiro contra Lula é positiva para o ex-presidente e para os advogados dele.
Mendes disse que, com a denúncia, Lula vai poder fazer uma defesa mais concreta e superar o debate político. O Ministério Público Federal indicou que ele é responsável por todos os pagamentos de propina feitos pela OAS por contratos para obras em refinarias da Petrobras. Leia mais
O ator Domingos Montagner vai ser sepultado no sábado, dia 17, na zona leste de São Paulo. A informação foi confirmada pelo irmão do artista. Montagner morreu afogado no rio São Francisco, depois de gravar cenas da novela Velho Chico, da Globo.
A emissora suspendeu as gravações e trouxe toda a equipe para o Rio de Janeiro. A direção informou que não vai antecipar o fim da novela e disse que vai retomar as gravações no domingo, dia 18. Leia mais
Jogadores do futebol de 5 se preparam para final contra Irã mirando o futuro
Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
A final contra o Irã neste sábado (17) poderá deixar mais do que uma medalha de ouro no peito dos jogadores brasileiros de futebol de 5, disputado por deficientes visuais. Eles esperam que a visibilidade que o esporte paralímpico adquiriu no Rio garanta investimentos para as futuras gerações, já mirando as próximas paralimpíadas, a começar por Tóquio 2020.
A expectativa é do zagueiro Cássio Reis, que participou de coletiva, ao lado do atacante Jefferson Gonçalves, conhecido por Jeffinho, na tarde desta sexta-feira (16). Caberá a ambos a tentativa de manter a tradição do Brasil no futebol de 5, que já coleciona três títulos.
Brasil disputa o ouro no futebol de 5 neste sábadoFernando Frazão/Agência Brasil
“Eu espero, a partir o dia 19, que os Jogos Paralímpicos do Rio tenham sido o primeiro grande passo em relação a apoio, a reconhecimento, a investimento no esporte. A gente sabe que aqui tem muito a ser colhido. Temos muitos atletas de qualidade e muitas crianças que ainda não sabem o potencial de cada uma delas e com investimento isto pode acontecer. Sinceramente, eu espero que isto não pare por aqui. Que haja uma continuação e um projeto mirando 2020, mas com uma base sólida, com investimentos, pois só assim a gente vai conseguir novas metas”, disse Cássio.
Para Jeffinho, que tem sido comparado pela torcida ao atacante Neymar, não bastará vencer o goleiro iraniano. Ele também quer que os legados fiquem após o término dos Jogos.
“Se fala muito em legados dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e o que a gente quer é a continuidade no investimento no esporte paralímpico, esta visibilidade toda que a gente vem tendo nos últimos dias, pelo fato da Paralimpíada ser aqui no Brasil. Muitos atletas falam que, daqui a três meses, a maioria das pessoas nem vai lembrar do esporte paralímpico, mas a gente espera que esta Paralimpíada seja um divisor de águas neste sentido”, disse Jeffinho.
O jogo entre Brasil e Irã vai começar às 17h, com dois tempos de 25 minutos e intervalo de dez minutos. Se houver empate, haverá prorrogação. Persistinto o empate, a medalha de ouro será disputada nos pênaltis. Os atletas deficientes visuais jogam seguindo apenas o som da bola, que tem guizos para indicar sua posição.
Goalball feminino perde bronze, mas fecha Jogos com melhor resultado da história
Edgard Matsuki - Enviado Especial do Portal EBC
Depois de perder a semifinal do goalball feminino para a China na prorrogação, a seleção brasileira foi derrotada pelos Estados Unidos por 3 a 1 na disputa pelo bronze. Apesar do resultado, o time sai dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro com a melhor campanha de sua história.
Até então, a seleção brasileira feminina de goalball havia disputado três paralimpíadas, e a melhor campanha havia sido o sexto lugar em Pequim (2008). Em Atenas (2004) e Londres (2012), o Brasil terminou na sétima posição. Desta vez, a seleção terminou os Jogos em quarto lugar.
Brasil fez boa campanha, mas seleção acabou derrotada na disputa do bronzeFernando Frazão/Agência Brasil
Sentimentos contraditórios
Para o técnico Daílton do Nascimento, o resultado final não era o esperado. Mas ele fez questão de ressaltar o percurso da equipe. “Temos que avaliar os resultados desde 2014. No Mundial da Suécia, ficamos em terceiro lugar. No Parapan, ganhamos. Agora nas Paralimpíadas tivemos resultados mais fáceis do que pensávamos e outros mais complicados. Buscávamos o ouro. Mas, apesar disso, fizemos uma campanha maravilhosa”, avaliou.
Ao final da partida contra os EUA, os sentimentos eram contraditórios. Victória Amorim, muito emocionada, se dizia feliz e triste ao mesmo tempo. “Ficamos em quarto lugar, isso não é motivo de vergonha. Por um lado fico feliz por participar deste time que está em uma posição tão alta noranking. Por outro, fico triste que era uma grande sonho meu e um presente que eu queria dar para a minha mãe, Angelita, que faz aniversário na segunda-feira [19]”, disse, sem conter as lágrimas.
O jogo
Depois da derrota nas semifinais, a seleção brasileira entrou um pouco nervosa na quadra e perdeu para uma equipe que havia vencido na primeira fase. Victória Amorim, de 18 anos e uma das principais jogadoras da equipe, teve erros que não costuma cometer. Durante o jogo, ela cometeu três pênaltis por long ball. Dois gols dos EUA saíram de lances assim.
“Saímos do jogo ontem, preparamos as meninas e conversamos muito. O primeiro jogo contra os EUA havia sido tranquilo. Falei para elas esquecerem os jogos. Mas elas neutralizaram a nossa melhor jogada. Tentamos um goalball de força, mas erramos e perdemos. A questão das penalidades fez diferença no final”, apontou Daílton.
O pênalti por long ball acontece quando um jogador arremessa a bola e ela não quica no seu próprio campo. Quando isso acontece, o time adversário tem direito a um arremesso com apenas um jogador defendendo. Ou seja, é muito mais fácil marcar um gol.
Logo a um minuto, Victória Amorim cometeu um pênalti . Porém, ela conseguiu defender a cobrança de Miller. A torcida vibrou. Mas, aos três minutos, Victória cometeu outro pênalti e, desta vez, Amrbruster marcou. Victória quase defendeu a cobrança.
O jogo seguiu equilibrado. Mas, aos 8 minutos, os Estados Unidos aumentaram a vantagem. Amrbruster arremesou e conseguiu furar a barreira do Brasil. Ao tomar o segundo gol, o técnico Dailton Nascimento pediu tempo técnico. Parece que a conversa surtiu efeito: no mesmo minuto, Ana Carolina marcou o primeiro da seleção brasileira.
O jogo continuou tenso e com as defesas muito consistentes. Apenas aos cinco minutos do segundo tempo, o placar voltou a se movimentar. Victória Amorim tentou forçar em um lançamento e cometeu mais um pênalti. Mais uma vez, Amrbruster cobrou bem e marcou.
Aos 9 minutos, Victória Amorim conseguiu encaixar uma de suas jogadas. Em um arremesso cruzado, ela conseguiu diminuir o placar e dar esperanças para a seleção. Porém, o placar terminou no 3 a 2 e o Brasil ficou em quarto lugar.
Planos para o futuro
Depois da participação na Rio 2016, a equipe de goalball deve parar e pensar no futuro. “Primeiro, vamos descansar e depois sentar com a confederação e vamos avaliar como vai ser o planejamento para 2020”, disse Daílton. Para o futuro, há esperança do crescimento da modalidade no país.
“Estava há muito tempo no goalball e nunca vi uma energia assim. Não sei se vamos ter tantos brasileiros assistindo ao esporte. Mas esperamos continuar a ver ginásios cheios”, afirmou Daílton.
Para a jogadora Ana Carolina, autora do primeiro gol, o Brasil e o mundo estão tendo a oportunidade de conhecer mais sobre o goalball. "Depois dos jogos, as modalidades vão ter umup, um incentivo maior e serão mais vistas. É isso que espero de coração”, completou. A jogadora acrescentou que a Paralimpíada já é inesquecível e que está marcada em toda a sua vida: “Vou contar o para os meus filhos, mostrar vídeos e fotos e falar para eles que temos que valorizar a vida. Não importa se você é deficiente ou não. Se você quer algo, tem que correr atrás”.
Brasil conquista medalha de bronze no futebol de 7
Da Agência Brasil
Brasil conquista medalha de bronze no futebol de 7REUTERS/Pilar Olivares/ Direitos Reservados
Após derrota contra o Irã na primeira etapa das semifinais, o time brasileiro de futebol de 7 chegou às semifinais e conquistou a medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, em jogo contra a Holanda. Na tarde desta sexta-feira (15), no Estádio Deodoro, a seleção brasileira finalizou o jogo com um placar de 3x1.
Durante o primeiro tempo de jogo, o camisa 11 do time, Leandrinho, fez seu primeiro gol. No segundo tempo, o técnico da seleção holandesa colocou em campo uma formação diferente, mas não intimidou os jogadores brasileiros. Ainda no segundo tempo, o Leandrinho fez seu segundo gol, e logo em seguida, o Brasil deixou espaço para o primeiro gol da Holanda.
Nos 5 minutos finais do segundo tempo, Wanderson insistiu na área dando espaço para o camisa 11 da seleção brasileira, leandrinho, fazer seu terceiro gol.
Durante a semifinal, contra a Holanda o Brasil fez 36 finalizações contra 4 do time adversário.
O jogo contou com a presença do ex-lateral Cafu, campeão mundial de futebol com a seleção brasileira de 1994. Cafu foi o responsável por fazer a entrega das medalhas aos campeões do futebol de 7 dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro.
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