Grêmio empata com Votuporanguense, mas avança na liderança da Copinha

 


O Grêmio ficou no empate em 1 a 1 com o Votuporanguense-SP, na noite desta quinta-feira (8), pela terceira e última rodada da fase de grupos da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026. Mesmo com o tropeço, o Tricolor garantiu a primeira colocação do grupo 2 e segue para a próxima fase da competição.

O gol gremista foi marcado por João Borne, aos 33 minutos do primeiro tempo, em partida realizada em Votuporanga, interior de São Paulo. Na segunda etapa, aos 26 minutos, Milani deixou tudo igual para os donos da casa.

Logo após o gol de empate, o jogador Higor, do Grêmio, acabou sendo expulso, complicando o restante da partida para o time gaúcho.

Apesar da igualdade no placar, o Grêmio confirmou sua classificação e agora aguarda o próximo adversário no mata-mata da Copinha.

Fonte: Itatiaia

Vídeo - Influenciadores dizem ter recebido proposta para defender Banco Master e atacar o Banco Central

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/influenciadores-dizem-ter-recebido.html

A justiça só virá através da verdade, diz Ezequiel Silveira sobre 8 de janeiro

 


O terceiro aniversário dos eventos ocorridos em Brasília, em 8 de janeiro de 2023, foi marcado por declarações de Ezequiel Silveira, advogado da Associação dos Familiares e Vítimas do 8/1 (ASFAV). Silveira apresentou uma contraproposta à interpretação predominante sobre os atos, argumentando que o episódio, originalmente concebido como uma mobilização democrática e sem violência, foi ressignificado para sustentar a narrativa de uma tentativa de golpe de Estado. Em sua análise sobre o cenário jurídico e político, Silveira direcionou críticas à condução dos processos, afirmando que as instituições, incluindo o Tribunal Superior Eleitoral, estariam envolvidas na construção desse simbolismo de ruptura democrática. 📷 Reprodução: Agência Brasil

Entenda os interesses em jogo na ação dos EUA na Venezuela

 Por Jurandir Soares

Uma coisa já salta aos olhos: não é restaurar a democracia


Uma coisa já salta aos olhos da ação desenvolvida por Donald Trump na Venezuela: não é restaurar a democracia. Tanto que ele já descartou as figuras de María Corina Machado e Edmundo González Urrutia, os dois maiores símbolos da contestação à ditadura de Maduro. Vencedores da última eleição presidencial, conforme reconhecimento da maior parte dos países do mundo. E ela agraciada com o Prêmio Nobel da Paz. Aliás, para descontentamento de Trump, que almejava o prêmio.


O interesse, está claro, é o petróleo. Ou, mais especificamente, as maiores reservas mundiais de petróleo. Na sequência, vem a reimplantação, na região, da Doutrina Monroe, ou seja, do domínio americano sobre a região, que vigorou por muitos anos. Por último, vem o que tem sido a desculpa para o afundamento de embarcações na região do Caribe: o combate ao narcotráfico.


REGIME


Os indícios são de que o regime ditatorial venezuelano deverá continuar, agora sob o comando da vice-presidente Delcy Rodríguez, eleita na mesma eleição fraudulenta que reconduziu Maduro. O que se espera é que ela seja forçada a convocar logo novas eleições. E estas deverão ser conduzidas, ou pelo menos acompanhadas, por organizações internacionais confiáveis.


Enquanto isto, Maduro, que foi tirado espetacularmente do poder, responderá por seus crimes perante um tribunal americano. Vai passar por uma humilhação que não aconteceria se ele tivesse sido morto durante a operação militar. Irá responder como suposto líder de uma organização internacional de narcotráfico. Daí a importância da forma como foi conduzida a operação norte-americana.


OPERAÇÃO


Aliás, esta operação, realizada pelo chamado Comando Delta, merece um destaque à parte. Planejada há meses, foi executada com perfeição, a ponto de invadirem o bunker no complexo militar de Tuina, onde Maduro se refugiava. Para isto ter acontecido, e ele e a mulher serem tirados de pijama da cama, tem que ter ocorrido, obrigatoriamente, uma colaboração interna na Venezuela.


E esta colaboração passa, inevitavelmente, pelo setor militar. Pois as informações dão conta de que agentes da CIA, a Agência Central de Inteligência, e integrantes do Comando Delta operavam há meses dentro da Venezuela. Toda esta ação humilha os setores de defesa venezuelanos e destaca a eficiência das forças americanas, que não tiveram uma baixa sequer.


PETRÓLEO


Trump fala em recuperar as perdas das empresas petrolíferas americanas que foram expropriadas pelo regime chavista. Neste rol estão a ExxonMobil, que perdeu seus negócios na faixa do Orinoco, em 2007, sob o governo de Hugo Chávez. Assim como a ConocoPhillips, que perdeu três projetos importantes – Petrozuata, Hamaca e Corocoro – pelo processo de nacionalização. Essas empresas tiveram seus projetos tomados sem uma compensação considerada justa. O assunto foi para um tribunal internacional, que deu ganho às empresas americanas. No entanto, a Venezuela nunca pagou a indenização.


Atualmente, a Chevron é a única grande empresa petrolífera com operações ativas na Venezuela, atuando em parceria com a PDVSA, Petróleos da Venezuela Sociedade Anônima. Houve ainda outras empresas norte-americanas expropriadas, como a Cargill, na agroindústria; a Owens-Illinois, em vidro; e a General Motors. Ou seja, quando Trump diz que a Venezuela tomou empresas norte-americanas, ele não está errado.


GOVERNO


Mas tudo é incerto com relação ao futuro da Venezuela. O que se tem é a advertência de Trump à vice-presidente Delcy Rodríguez para que “faça a coisa certa”. E também outra declaração, de que os Estados Unidos vão governar a Venezuela e começar a ganhar dinheiro por meio do petróleo disponível no país.


Na real, não se consegue entender o tamanho da incompetência do regime chavista, que afundou a economia do país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo: são 303,2 bilhões de barris, superando a Arábia Saudita, que tem 267,2 bilhões de barris. O que também precisa ser esclarecido é o quanto do dinheiro auferido com o petróleo será aplicado na Venezuela.

Correio do Povo

Soberania relativa

 Por Alexandre Garcia

Se o povo não pode fazer oposição, não tem liberdade de expressão, nem de escolha, então não tem soberania. Nesse caso, a soberania foi sequestrada por um estado opressor. E o regime deixa de ser democracia. Em democracia, a soberania é do povo.

Soberania entrou na pauta e tem sido evocada agora com a captura de Maduro e antes com a Magnitsky em Moraes. Por um longo período defendíamos que o povo é que é soberano. Nota do governo Lula diz que a captura de Maduro foi “uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela.” Lula, no meio do primeiro ano do atual mandato, afirmou, sobre eleições na Venezuela e defendendo Maduro, que “o conceito de democracia é relativo”. Ora, quando há democracia relativa, soberania é igualmente relativa. Quem está desesperado com perigo em sua casa, não se importa que o vizinho entre para aliviar o perigo. Entre a soberania nacional e uma ditadura que censura, sequestra, tortura e mata, tira as liberdades, frauda eleição e é narcotraficante - qual é a opção?


Além disso, de quem é a soberania? Do estado? Da nação? Uma nação é o povo. O estado é um governo, que só existe para servir ao povo. Assim, a soberania é do povo, que é o soberano. Se o povo não pode fazer oposição, não tem liberdade de expressão, nem de escolha, então não tem soberania. Nesse caso, a soberania foi sequestrada por um estado opressor. E o regime deixa de ser democracia. Em democracia, a soberania é do povo. Não de um estado opressor, injusto e bandido. Maduro era um ditador típico de república bananeira. Os Estados Unidos conviveram com muitos desses, mas eles não chamavam o Irã, a Rússia e a China - nem tinham cubanos em postos-chave da segurança do país. Os Estados Unidos já têm Cuba a 170 km de Key West; não aceitam Venezuela chinesa no sul do Caribe, sustentando outras ditaduras com seu petróleo.


O Brasil não defendeu a soberania da Guiana quando Maduro anexou Essequibo no mapa da Venezuela. Nem ligou para a soberania do Uruguai quando cercou Montevidéu para tirar o presidente blanco Atanasio Aguirre e entronizar o colorado Venancio Flores. Só quem protestou foi Solano Lopez - e essa foi uma das causas da Guerra do Paraguai. O governo Lula não se importou com a soberania nacional quando Evo Morales ocupou as dependências da Petrobras na Bolívia, nem enquanto partes do território, inclusive amazônico, foram sendo ocupadas pelo PCC e pelo Comando Vermelho. Quem condena a prisão de Maduro, por ordem de um juiz federal americano, defende a opção de manter um ditador narcotraficante; defende a legitimidade de uma fraude explícita na eleição venezuelana.


Cumprida a ordem judicial, o governo americano engole o paradoxo de manter como interlocutora a vice-presidente Delcy Rodriguez, oriunda da mesma eleição fraudada em que Maduro se proclamou vencedor. O irmão dela, Jorge Rodrigues é o Presidente da Assembléia Nacional e ambos têm controle sobre as forças armadas, o controle político e dos postos de estado preenchidos por bolivarianos fiéis. Trump opta pelo realismo. Delcy anunciou caça aos que apoiaram a captura de Maduro e ainda não há calmaria para convocar eleição tendo Maria Corina como candidata, nem é oportunidade de submetê-la a um desafio desgastante. As forças armadas, aliás, enfraquecidas pela ideologia, demonstraram não ter capacidade de garantir a soberania. Seu comandante supremo foi levado sem baixas dos captores. Um país sem força militar dissuasória só é capaz de ter a soberania relativa da saliva. Maduro temia isso; sua segurança era de cubanos. Que também fracassaram.


A Venezuela nos mostra que ter abundante riqueza natural não basta. Com socialismo e ditadura não há petróleo que dê bem-estar e liberdade. E mostra também que fraude em eleição é fraude na democracia.

Correio do Povo

Lula entra em pânico com delação de Maduro e o plano de Trump para as eleições no Brasil!

 

PP convoca reunião para definir rumo nas eleições de 2026

 


O presidente estadual do Progressistas (PP), deputado federal Covatti Filho, convocou para o dia 20 de janeiro, às 14h, uma reunião do diretório estadual. Na pauta, estarão três pontos centrais: a definição sobre a pré-candidatura ao Palácio Piratini, a decisão sobre a permanência ou saída da base do governo Eduardo Leite (PSD) e a possibilidade de alianças eleitorais.

Segundo o edital, a votação será secreta e ocorrerá entre 14h30 e 15h29. Caso haja ausência de titulares, suplentes poderão participar entre 15h30 e 16h. O encontro será realizado no Hotel Embaixador, em Porto Alegre, e promete debates acalorados, refletindo o clima de divisão interna no partido.

Disputa interna

Dois nomes estão colocados como pré-candidatos: o próprio Covatti Filho e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, que já anunciou sua saída da pasta para se dedicar integralmente à pré-campanha. Polo defende a manutenção da parceria com o governo estadual.

Internamente, o PP vive um impasse. Além da possibilidade de lançar candidatura própria, o partido recebeu propostas oficiais do MDB, liderado por Gabriel Souza, e do PL, de Luciano Zucco, que incluem vagas de vice e ao Senado nas chapas majoritárias.

Com o maior número de prefeitos, vices e vereadores no Rio Grande do Sul, o PP é considerado um dos partidos mais assediados eleitoralmente. Embora Covatti Filho tenha maioria no diretório, o caráter secreto da votação aumenta a imprevisibilidade do resultado.

Bastidores

Atualmente, além da secretaria de Desenvolvimento, o PP controla também a secretaria de Turismo, comandada por Vilson Covatti, pai de Covatti Filho, além de diversos cargos em segundo e terceiro escalão. Nos bastidores, lideranças avaliam que a candidatura própria dificilmente será sustentada até o fim e que Covatti Filho pode optar por disputar a reeleição à Câmara, articulando a deputada estadual Silvana Covatti, sua mãe, como vice na chapa de Zucco.

Polo prepara saída

Antes da reunião, Ernani Polo fará um balanço de sua gestão no dia 12 de janeiro, às 14h, no Salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini. Após o ato, deixará oficialmente a secretaria.

A saída de Polo do governo teria sido um dos motivos para a convocação do diretório, surpreendendo parte do partido. A medida é vista como tentativa de enfraquecer sua articulação junto às bases progressistas, já que ele é apontado como nome preferido do MDB para compor a chapa como vice.

À noite, Polo divulgou nota criticando a forma abrupta da convocação e afirmou não aceitar que o PP seja usado como “instrumento de conveniência pessoal”.

Fonte: Correio do Povo

Bolsonaro deixa hospital sem necessidade de intervenção terapêutica

 


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta na tarde desta quarta-feira (7), após passar por exames no Hospital DF Star, em Brasília. Segundo boletim médico divulgado pela instituição, não houve necessidade de intervenção terapêutica.

De acordo com a nota, os exames de imagem identificaram uma leve densificação de partes moles nas regiões frontal e temporal direita, consequência do trauma sofrido, mas sem gravidade. O hospital informou ainda que Bolsonaro deverá seguir cuidados clínicos conforme orientação da equipe médica responsável.

Contexto da internação

Bolsonaro foi encaminhado ao hospital para avaliação após sofrer uma queda em sua cela na Superintendência da Polícia Federal (PF), na madrugada de segunda-feira (5).

Os médicos solicitaram tomografia computadorizada, ressonância magnética do crânio e um eletroencefalograma. A remoção do ex-presidente ao hospital foi autorizada na terça-feira (6) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Correio do Povo

Anvisa aprova novo medicamento para fase inicial do Alzheimer

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso do Leqembi, indicado para pacientes diagnosticados na fase inicial da doença de Alzheimer. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 22 de dezembro.

O medicamento é produzido com o anticorpo lecanemabe e tem como objetivo retardar o declínio cognitivo em pessoas que já apresentam demência leve. De acordo com o registro da Anvisa, o lecanemabe atua na redução das placas beta-amiloides no cérebro — uma das principais características da doença. O produto é disponibilizado em solução para infusão intravenosa.

Estudo clínico

A eficácia do Leqembi foi avaliada em um estudo com 1.795 pacientes em estágio inicial da doença, todos com presença de placas beta-amiloides. Os participantes receberam o medicamento ou placebo.

A principal medida de eficácia foi a mudança nos sintomas após 18 meses, avaliada pela escala CDR-SB, que mede o impacto do comprometimento cognitivo na vida diária dos pacientes.

No subgrupo de 1.521 pessoas, os pacientes tratados com Leqembi apresentaram progressão mais lenta na pontuação da escala em comparação aos que receberam placebo, indicando benefício clínico relevante.

Fonte: Correio do Povo

Médico aponta quadro estável de Jair Bolsonaro após queda na PF

 


O médico Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), informou nesta quarta-feira (7) que o paciente apresenta um quadro estável, com contusões leves, mas também sintomas de tontura, desequilíbrio, oscilações de memória e possíveis efeitos de interação medicamentosa.

Bolsonaro passou por exames após sofrer uma queda na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está preso desde novembro. Foram realizados tomografia e ressonância magnética do crânio, além de um eletroencefalograma, que identificaram um traumatismo craniano leve e contusões na região frontal e temporal direita. Segundo Caiado, “a lesão não é preocupante”, mas os efeitos dos medicamentos exigem atenção.

O médico descartou a confirmação de uma crise convulsiva, que havia sido inicialmente levantada como hipótese clínica. Ele também destacou a dificuldade em definir a continuidade dos remédios contra soluços: suspender a medicação poderia agravar o quadro, enquanto mantê-la pode trazer riscos ainda não totalmente avaliados.

Família se manifesta

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que o marido está “abalado” e defendeu que ele cumpra prisão domiciliar, alegando não haver risco de fuga: “Nossa casa é um presídio. Não tem como ele fugir”.

O filho, Carlos Bolsonaro, também se pronunciou, dizendo que o pai sofre com falta de ferro e labirintite, e alertou que a ausência de acompanhamento médico integral pode ser “fatal”.

Contexto

Bolsonaro está detido na Superintendência da PF desde 22 de novembro. Em 24 de dezembro, foi internado para tratar uma hérnia inguinal e tentar reduzir as crises de soluços.

Fonte: Correio do Povo