Marta Negreiros: voz jovem do jornalismo esportivo cearense e setorista do Fortaleza

 


Marta Negreiros é jornalista formada pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e atua no Sistema Verdes Mares, com destaque na cobertura esportiva, especialmente sobre o Fortaleza Esporte Clube.

📖 Formação e trajetória

  • Formação acadêmica: Graduada em Jornalismo pela Universidade de Fortaleza (Unifor) em 2021.

  • Origem: Nascida em Jaguaribara, interior do Ceará, sempre demonstrou paixão pelo futebol desde cedo.

  • Primeiros passos: Iniciou sua carreira como estagiária no Sistema Verdes Mares de Comunicação, em Fortaleza, em 2019.

🎙️ Atuação profissional

  • Trabalhou na TV Diário e na Rádio Verdinha, veículos do Sistema Verdes Mares.

  • Desde 2020, está inserida no jornalismo esportivo, produzindo conteúdo diário sobre futebol cearense e internacional.

  • Atua como setorista do Fortaleza Esporte Clube, acompanhando de perto os bastidores, jogos e movimentações do time.

  • Colabora com o Diário do Nordeste, assinando matérias e análises sobre o cenário esportivo.

🌟 Destaques da carreira

  • Reconhecida por sua cobertura detalhada e constante sobre o Fortaleza, incluindo mudanças de técnicos e desempenho em competições.

  • Participa de transmissões e programas esportivos, ampliando sua presença no jornalismo multimídia.

  • É considerada uma voz jovem e atuante na imprensa esportiva cearense, representando uma nova geração de jornalistas que unem paixão pelo esporte e rigor informativo.

📌 Em resumo, Marta Negreiros construiu uma carreira sólida e em ascensão no jornalismo esportivo, tornando-se referência na cobertura do futebol cearense, especialmente do Fortaleza, e integrando o time de profissionais do Sistema Verdes Mares.

Mercedes Masohn: trajetória da atriz sueco-americana entre cinema e séries de sucesso

 Mercedes Masohn é uma atriz norte-americana-sueca conhecida por sua versatilidade em séries de TV e filmes, destacando-se em produções como Fear the Walking Dead e The Rookie.

📖 Vida e formação

  • Nome completo: Mercedes Masöhn (também creditada como Mercedes Mason)

  • Nascimento: 3 de março de 1982, em Linköping, Suécia

  • Mudou-se para os Estados Unidos ainda jovem e construiu carreira em Hollywood.

  • Naturalizou-se norte-americana, mantendo forte ligação com suas raízes suecas.

🎬 Carreira no cinema

Mercedes iniciou sua trajetória no cinema em meados dos anos 2000:

  • Quarantine 2: Terminal (2011) – papel de Jenny.

  • Three Veils (2011) – interpretou Leila.

  • Slightly Single in L.A. (2011) – como Stacey.

  • Sniper: Legacy (2014) – papel de Sanaa.

📺 Carreira na televisão

Sua carreira televisiva é marcada por personagens fortes e memoráveis:

  • One Life to Live (2005–2006) – participação em três episódios.

  • Entourage (2008).

  • The Finder (2012) – papel de Isabel Zambada.

  • 666 Park Avenue (2012–2013).

  • Fear the Walking Dead (2016–2017) – como Ofelia Salazar, papel que lhe trouxe reconhecimento internacional.

  • The Rookie (2018–2019) – como Zoe Anderson, chefe da divisão de polícia.

🌟 Momentos importantes

  • O papel de Ofelia Salazar em Fear the Walking Dead consolidou sua imagem como atriz de dramas intensos e séries de grande audiência.

  • Em The Rookie, interpretou uma personagem de liderança, reforçando sua versatilidade em papéis de autoridade.

  • Sua carreira reflete uma transição bem-sucedida de produções independentes para grandes franquias televisivas.

📸 Imagem da atriz

Aqui está uma imagem de Mercedes Masohn para ilustrar sua presença marcante:

  • Mercedes Masohn – Wikipédia, a enciclopédia livre
  • Mercedes Mason - IMDb
  • Mercedes Mason - Wikipedia
  • Mercedes Mason - AdoroCinema
  • Mercedes Mason - IMDb
  • Os melhores filmes de Mercedes Masohn - ator/atriz * Melhores Filmes
  • Atriz Mercedes Masohn — Foto editorial © Jean_Nelson #121281756
  • Mercedes Mashon | The Finder Wiki | Fandom

📌 Em resumo, Mercedes Masohn construiu uma trajetória sólida entre cinema e televisão, destacando-se por papéis que exploram personagens complexos e fortes, tornando-se uma figura reconhecida no cenário internacional.


Abin inclui segurança econômica entre principais preocupações para 2026 após tarifaço

 


Relatório da inteligência brasileira

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgou que a segurança econômica será uma das prioridades em 2026, após os impactos do recente tarifaço. Segundo o órgão, o aumento de tarifas foi interpretado como um ato político com potencial de gerar instabilidade social e institucional.

Contexto e riscos

No relatório Desafios da Inteligência 2026, a Abin aponta que o Brasil enfrentará um cenário marcado por múltiplos desafios, entre eles:

  • Interferência externa em processos internos, especialmente no campo eleitoral.

  • Atuação do crime organizado, com influência em comunidades e no voto.

  • Desinformação digital, intensificada pelo uso de inteligência artificial e deepfakes.

  • Segurança econômica, considerada essencial para a estabilidade do país diante de pressões políticas e sociais.

Segurança econômica como prioridade

A agência destaca que a economia é um dos pilares da segurança nacional e que medidas abruptas, como o tarifaço, podem ser exploradas politicamente, ampliando tensões sociais. Nesse sentido, a Abin reforça a necessidade de monitorar riscos que envolvem políticas tarifárias, pressões externas e impactos sobre a população.

Orientações estratégicas

O relatório público traz cinco linhas de orientação estratégica para 2026, com o objetivo de promover debate e colaboração com a sociedade. Entre elas, estão a defesa da soberania digital, o combate à radicalização ideológica e religiosa, e a proteção da estabilidade econômica como fator central para a manutenção da democracia.

📌 A Abin avalia que o próximo ano será marcado por desafios complexos, em que a segurança econômica se soma às ameaças políticas e digitais, exigindo atenção redobrada das instituições brasileiras.

UOL

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Informações do Produto

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Abin alerta para riscos externos e crime organizado nas eleições brasileiras de 2026

 


Resumo rápido: A Abin divulgou relatório sobre os desafios de 2026, destacando riscos de interferência externa, crime organizado e uso de inteligência artificial para desinformação no processo eleitoral brasileiro.

Principais pontos do relatório

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) lançou o documento Desafios da Inteligência – Edição 2026, em que apresenta à sociedade e às autoridades uma avaliação sobre os riscos diretos e indiretos à segurança nacional no próximo ano.

Entre os principais alertas estão:

  • Interferência externa: possibilidade de campanhas de desinformação, ataques cibernéticos e financiamento oculto de grupos políticos.

  • Crime organizado: atuação de facções e milícias em áreas periféricas, influenciando votos e até candidatos.

  • Inteligência artificial: uso de tecnologias como deepfakes para manipular discursos e criar conteúdos falsos em larga escala.

  • Radicalização religiosa e polarização ideológica: fatores que ampliam a divisão social e dificultam o diálogo democrático.

Contexto e preocupações

A Abin relembra que desde 2018 há propagação recorrente de desinformação sobre eleições, intensificada em 2023 com os ataques golpistas em Brasília. Para 2026, o órgão considera que o pleito ocorrerá em um cenário de alta complexidade, com ameaças coordenadas e transnacionais que podem impactar a soberania nacional.

O relatório também aponta que atores estatais e não estatais podem ter incentivos para desestabilizar o processo eleitoral, favorecendo interesses geopolíticos e econômicos.

Outros desafios estratégicos

Além das questões eleitorais, a Abin lista quatro pontos críticos para o próximo ano:

  • Transição para criptografia pós-quântica, essencial para proteger dados e garantir soberania digital.

  • Ataques cibernéticos autônomos com IA, capazes de planejar e executar ofensivas sem intervenção humana.

  • Dependência tecnológica externa, que fragiliza infraestruturas críticas.

  • Reconfiguração das cadeias de suprimento globais, com impactos econômicos e estratégicos para o Brasil.

📌 O relatório reforça que o Brasil precisará enfrentar em 2026 um cenário de múltiplos riscos, exigindo atenção redobrada para preservar a democracia, a segurança digital e a estabilidade institucional.

Folha de S. Paulo

Vídeo - O carvão x narrativas

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2025/12/o-carvao-x-narrativas.html

Ex-assessor de Moraes deixa jornalistas sem resposta durante entrevista

 


Jornalistas do Metrópoles levando um choque de realidade com a resposta do ex-assessor de Moraes, Eduardo Tagliaferro, durante entrevista. 

No mais, parabenizo o @metropoles por dar luz para as denúncias gravíssimas contra Moraes apresentadas por Tagliaferro.

Postagem de Gil Diniz

Fonte: https://web.facebook.com/reel/2572418093099867

Abin lança relatório público com prioridades e desafios para 2026

 


Reformulação da imagem

Após o episódio envolvendo Alexandre Ramagem e a chamada “Abin paralela”, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) passou por uma reformulação, especialmente em sua imagem institucional, buscando maior aproximação com o discurso democrático.

Relatório divulgado

Como parte desse processo, a agência apresenta nesta terça-feira (2) o documento Desafios da Inteligência 2026, elaborado para oferecer à sociedade e às autoridades uma avaliação sobre os riscos diretos e indiretos à segurança nacional no próximo ano.

Orientações estratégicas

O relatório reúne cinco linhas de orientação estratégica, que servirão de base para promover o debate público e estimular a colaboração com diferentes setores da sociedade.

📌 A iniciativa reforça a tentativa da Abin de se reposicionar como órgão de inteligência comprometido com a transparência e com a defesa da democracia.

R7

O AI-5 NO ESPELHO E A PRISÃO DE BOLSONARO - 01.12.25

 Por Percival Puggina    

 

     Não é porque algum professor me contou que conheço a história dos governos militares, mas porque estive bem vivo, jovem e atento no decurso dos acontecimentos.

 

Entrei na faculdade de Arquitetura da UFRGS aos 19 anos, em março de 1964 (remember the date?) e já atuava na política estudantil havia cinco anos. Quando o AI-5 foi editado, no dia 13 de dezembro de 1968, eu tinha terminado os cinco anos do curso, estava esperando os registros profissionais e ia casar.

 

Um quarto de século mais tarde, muita água corrida sob a ponte, conheci Jarbas Passarinho. À época, ele era o mais idoso que falava, em longas e proveitosas conversas, olho no olho, num gabinete do Senado; eu, o mais  jovem que ouvia a história por um de seus autores. Ele tinha sido membro do Conselho de Segurança Nacional onde se concentrava a linha dura que decretou o AI-5. Sabia muito, mas isso é outra história.

 

Com tais motivações e contradições, acabei lendo muito sobre causas e consequências daquele ato institucional. Tal conhecimento dá nitidez à minha percepção de seu espelhamento na situação atual. Ou seja, reproduzindo o que aconteceu em 1968 contra a esquerda que pegou em armas, a atual linha dura do STF “formou maioria” para assumir o protagonismo da política contra a direita desarmada. Com o poder das canetas, compôs sua narrativa, se impôs ao Congresso, se opôs ao governo Bolsonaro e calou os “manés”.

 

Nesse período, a direita emergente passou a ser vista como perigosa pelos que se proclamavam vítimas dos governos militares. Com Bolsonaro, porém, ela se popularizava, identificando-se com conservadorismo e livre mercado, ingressando numa fase de afirmação de princípios e valores cristãos, em antagonismo à agenda estatista, revolucionária, antiocidental e identitarista da esquerda.

 

O inusitado protagonismo político do Supremo se deveu, então, à expansão da direita, à retração da esquerda desacreditada após os insucessos e escândalos de três mandatos consecutivos do petismo, e à numerosa maioria oposicionista no STF. O ativismo ganhou o nome de papel “contramajoritário” do Tribunal. Como a palavra final da última instância do Judiciário é a coisa mais definitiva do país, o Supremo, politizado, foi absorvendo incumbências institucionais e ficando mais e mais parecido com o Conselho de Segurança Nacional durante os governos dos militares. A Primeira Turma é seu núcleo “linha dura”.

 

Ao longo da história universal, sem exceção, poderes que tudo podem trazem às próprias mãos todas as decisões de seu interesse. E a autoritária política sem voto das togas vai aumentando a semelhança com a política autoritária e sem voto das fardas... Agora, como antes, sem a anistia ampla, geral e irrestrita não há retorno bom às liberdades constitucionais e à democracia.

 

Na melhor tradição do Ocidente, Justiça e Política podem coabitar, mas não devem dormir na mesma cama. O AI-5 fechou por dez meses o Congresso Nacional que quis preservar sua independência. Já há alguns anos, salvo honrosas e dignas exceções, intimidado pelo poder que tudo pode, a despeito dos bravos e livres, a maioria do Congresso terceirizou essa independência. Entregou os dedos da representação para preservar os anéis da reeleição.


Pontocritico.com

O CORE BUSINESS DAS ADMINISTRAÇÕES PETISTAS

 CORE BUSINESS

Mais do que sabido, o -CORE BUSINESS- essência dos governos PETISTAS- desde sempre, é PROMOVER, em abundância, -ROMBOS NAS ESTATAIS, DÉFICITS NAS CONTAS PÚBLICAS, ELEVAÇÃO BRUTAL DA DÍVIDA PÚBLICA e, por consequência, ELEVAR ÀS NUVENS A CARGA TRIBUTÁRIA. Mais: nesta 3ª edição do GOVERNO LULA, o BILIONÁRIO ASSALTO aos aposentados do INSS ganhou pontos suficientes para ocupar a lista dos NEGÓCIOS considerados como -PRINCIPAIS- no PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO do presidente petista.

RECUPERAÇÃO FINANCEIRA???

De acordo com dados do Banco Central divulgados na semana passada, o ROMBO DAS ESTATAIS -FEDERAIS- até o mês de outubro atingiu a marca de R$ 6,35 BILHÕES. Mais: até o final de dezembro, segundo o BC, o ROMBO vai bater nos R$ 10 BILHÕES. Pois, nem estes IMENSOS ROMBOS se mostram suficientes para dar início a um PROGRAMA DE PRIVATIZAÇÕES DAS ESTATAIS. Ao contrário: na última 6ª feira, 28/11, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou -publicamente- que a PRIVATIZAÇÃO dos CORREIOS NÃO ESTÁ NOS PLANOS DO GOVERNO. Mais: a -recuperação financeira- ficará por conta do aporte de R$ 20 BILHÕES -já fechado com um consórcio de bancos-, com o aval do TESOURO NACIONAL-. Que tal? 

NÃO SURGIU DE UM ERRO PONTUAL

Ora, como o CORE BUSINESS do PT é -PRODUZIR ROMBOS E ASSALTOS ILIMITADOS-, tudo leva a crer que os INSACIÁVEIS CRIMINOSOS SERÃO CONTEMPLADOS COM BOA PARTE DO APORTE DE R$ 20 BILHÕES. Como bem diz o texto do vereador de Porto Alegre, Ramiro Rosário, durante anos passou-se a ideia de que os Correios eram um símbolo de inclusão cultural, instrumento político e vitrine de governo. O rombo multibilionário que ameaça a existência da empresa, não surgiu de um erro pontual, mas de uma década de escolhas irresponsáveis, conduzidas sob Lula e Dilma, que transformaram uma das instituições mais respeitadas do país em um laboratório de aparelhamento, improviso e desperdício.

A CRISE É TRÍPLICE

Diz mais: entre 2003 e 2014, os Correios torraram R$ 770 milhões em patrocínios, editais e centros culturais, assumindo um papel para o qual nunca tiveram vocação nem estrutura. A estatal virou mecenas, não por necessidade da população, mas por ideologia política. E fez isso justamente no momento em que congelava tarifas por decisão do governo e repassava mais de R$ 6 bilhões em dividendos para reforçar o caixa da União. Era uma equação suicida – gastar mais, ganhar menos e ainda sustentar a máquina federal.


A crise dos Correios é TRÍPLICE -OPERACIONAL, PATRIMONIAL E PREVIDENCIÁRIA - e levará décadas para ser corrigida. Mas o primeiro passo é admitir a raiz do problema: a estatal foi usada como se fosse infinita, imune a erros e disponível para qualquer projeto que agradasse ao governo da vez. 


O fundo de pensão dos funcionários dos Correios foi tratado como caixa político, aplicado em títulos de países quebrados, operações temerárias e esquemas revelados pela CPI dos Fundos de Pensão e pela Operação Greenfield. O resultado? Um rombo superior a R$ 15 bilhões, dos quais R$ 7,6 bilhões sairão diretamente do caixa dos Correios, ou seja, o trabalhador paga, a empresa sofre e os responsáveis não sofrem consequência proporcional.


Defender, portanto, que os Correios vão se recuperar com gestão pública é ignorar décadas de ingerência política e rombos sucessivos. Privatizar não é ideologia, é necessidade urgente. Alemanha e Holanda, países que adotaram modelos privados, transformaram seus serviços postais em operações modernas e lucrativas. A privatização é a única saída para proteger o pagador de impostos e garantir que o serviço funcione.



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