Mais uma vez, o Congresso dá a Lula mais dinheiro para desperdiçar... Nós do NOVO votamos CONTRA.
Postagem de Marcel van Hattem
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Mais uma vez, o Congresso dá a Lula mais dinheiro para desperdiçar... Nós do NOVO votamos CONTRA.
Postagem de Marcel van Hattem
Absurdo o que podem fazer com o governador Cláudio Castro! Enquanto ele enfrenta de frente o crime organizado, com operações que desmantelam facções e recuperam territórios dominados pelo tráfico, o TSE decide mirar justamente em quem está combatendo o mal que aterroriza o povo.Tudo na vida é feito de escolhas, e escolher viver no mundo do crime é uma delas!
Postagem do Delegado Zucco
O regime brasileiro segue perseguindo qualquer dissidência.Um advogado chamou Lula de "ex-presidiário" num post, e está sendo denunciado por injúria.Ora, Lula não estava preso?Alguém já foi punido por chamar Bolsonaro de "genocida", o que obviamente é calúnia e difamação? Trecho da matéria:"Entre as manifestações feitas em redes sociais, o advogado pediu o impeachment de Moraes e disse que a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), vinculada ao governo federal, tornou-se cabide de emprego "para mulher do ex-presidiário", em referência à primeira-dama.Ao Painel, o advogado disse ser "absurdo ver o Estado mobilizar tempo e recursos públicos para investigar tuítes com pouco alcance e nenhuma ofensa real". "Não cometi crime algum, apenas exerci meu direito de crítica", acrescenta.Procurado pelo Painel, o Ministério da Justiça disse que não pode se manifestar porque os inquéritos policiais correm em sigilo.Ao final do inquérito conduzido pela PF, o Ministério Público Federal concluiu que Crisóstomo praticou crime de injúria contra Lula, alegando que o advogado quis apenas ofender o decoro do presidente ao chamá-lo de "ex-presidiário" e ofereceu a possibilidade de dar início as tratativas de um acordo de não persecução penal. "A liberdade de expressão não pode ser utilizada como salvo conduto para autorizar a publicação de mensagens com claro cunho vexatório e atentatório à imagem de terceiros", escreveu a procuradora da Repúlica Polireda Madaly Bezerra de Medeiros, em seu despacho no último dia 13.Crisóstomo, no entanto, diz que irá rejeitar qualquer acordo e deverá entrar com recurso na Justiça Federal no Recife."
Postagem de Leandro Ruschel
Municípios da região Norte do Rio Grande do Sul, incluindo São José das Missões e Sarandi, foram atingidos por uma forte chuva de granizo na tarde desta segunda-feira (3).
O fenômeno foi intenso, com relatos e imagens de moradores mostrando pedras de gelo de grande volume cobrindo estradas e campos. A tempestade causou alagamentos em algumas áreas.
Situação e Monitoramento:
Defesa Civil: A Defesa Civil estadual confirmou a ocorrência em Sarandi e informou que equipes municipais foram mobilizadas para avaliar a situação e os possíveis danos.
Prejuízos: Até o momento, não há registros oficiais de feridos. Contudo, produtores rurais estão apreensivos com os possíveis prejuízos às lavouras e propriedades.
Alerta de Ciclone:
A MetSul Meteorologia alerta que os próximos dias serão de condições adversas no estado. A previsão indica a formação de um intenso ciclone extratropical, que deve provocar chuva volumosa, tempestades e ventos que podem ultrapassar 100 km/h. A sexta-feira (7) é apontada como o dia de maior impacto do sistema.
Correio do Povo
A 71ª Feira do Livro de Porto Alegre, realizada na Praça da Alfândega, registrou um aumento significativo nas vendas em seu primeiro final de semana (de sexta, 31/10, a domingo, 2/11).
Destaques:
Vendas: Foram vendidos 47.319 livros neste período inicial.
Crescimento: O volume representa um aumento de 12,58% em relação ao mesmo período da edição anterior (2024).
Otimismo: Maximiliano Ledur, presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, expressou otimismo com o resultado, que "comprova a força do encontro entre leitores, autores e livreiros".
O fim de semana de abertura foi marcado por intensa circulação de visitantes, sessões de autógrafos e atividades culturais.
Programação e Estrutura:
Duração: A Feira segue até o dia 16 de novembro, totalizando 17 dias de programação.
Bancas: O evento conta com 79 bancas, divididas nas áreas geral, infantil/juvenil e internacional.
Outras Atrações: A programação inclui centenas de atividades gratuitas, como debates, oficinas e apresentações.
Destaque Cultural: Foi inaugurada a 14ª edição da mostra bienal "Traçando Histórias", dedicada à Ilustração de Literatura Infantil e Juvenil, com 35 artistas brasileiros selecionados.
Iniciativas Adicionais:
A Secretaria Municipal de Educação (Smed) inaugurou um estande dedicado à valorização da leitura na rede pública.
O Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) lançou uma iniciativa, com emenda parlamentar, para estimular a leitura e recompor acervos atingidos pelas enchentes.
Correio do Povo
Por Percival Puggina
Pontocritico.com
CUMPRIMENTOS AO GOVERNO DO RJ
Antes de tudo, o fato de não ter manifestado opinião sobre a fantástica, sensacional MEGA OPERAÇÃO que a POLÍCIA DO RJ colocou em prática, na semana passada, nos complexos da Penha e do Alemão, isto não significa que não tenha vibrado muito com os ótimos resultados obtidos com a INTELIGÊNCIA EMPREGADA na exitosa-AÇÃO DE COMBATE AOS NARCOTRAFICANTES-. Portanto, como, ainda que com atraso, envio os meus sinceros cumprimentos ao Governo do RJ.
GILMAR MENDES SENTIU!!
A propósito, melhor do que buscar palavras adequadas para expressar a minha opinião sobre a MEGAOPERAÇÃO é compartilhar o oportuno e esclarecedor texto do pensador Rodrigo Constantino -GILMAR MENDES SENTIU!!- , publicado na Gazeta do Povo de hoje. Eis:
Até a pesquisa Quaest, alinhada ao governo, atesta: só a esquerda ficou contra a MEGAOPERAÇÃO NO RIO. É a TURMA DA BOLHA, do CABELO VERMELHO, da NARCOAFETIVIDADAE, aquele pessoal que quer continuar frequentando o apartamento do Caetano. Ocorre que quem demonstra verdadeira empatia compreendeu que o povo da favela não aguenta mais viver subjugado. Adolfo Sachsida comentou: Por razões difíceis de compreender, essa bolha — o beautiful people — parece ter extrema dificuldade em enxergar a realidade dos fuzis, das granadas e das atrocidades praticadas pelo narcotráfico. Vive-se, para esse grupo, em um mundo invertido: o bandido vira mocinho, e o policial, vilão. Não bastasse isso, alimenta-se a fantasia de que a população pobre apoia os criminosos e vive em harmonia sob o domínio do tráfico. Para essa narrativa, os traficantes seriam quase empreendedores que buscam apenas “paz para trabalhar”, ignorando — ou fingindo não ver — a violência, o medo e os abusos impostos às comunidades.
BOLHA
Mas esse é o fenômeno da BOLHA. Grosso modo, oito em cada dez favelados aplaudiram a operação no Rio, enquanto no conforto dos apartamentos da zona sul o número é menor. Diante disso, vários ícones da esquerda tentaram calibrar seu discurso. Até Lula vai cortar os improvisos para falar menos bobagem. E Gilmar Mendes produziu textão nas redes sociais, em que começa tentando ser "equilibrado":
O debate sobre a SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL é inadiável e deve buscar o equilíbrio entre o necessário enfrentamento das facções criminosas e a redução da letalidade das operações policiais. Esse equilíbrio exige o reconhecimento da importância da atuação das forças de segurança no combate ao crime organizado, com base em inteligência investigativa e na atuação técnica de seus agentes. Ao mesmo tempo, impõe a criação de um protocolo rigoroso de prevenção e responsabilização por abusos, sob fiscalização efetiva das instituições de controle da atividade policial.
É GUERRA !
Não vamos esquecer, porém, que seu colega EDSON FACHIN chamou de "tragédia" a operação no Rio e demonstrou solidariedade para com as "vítimas", no caso, os traficantes mortos. Que equilíbrio é possível quando a polícia é recebida com tiros de fuzil? Como dizer que não houve inteligência se a operação contou com meses de planejamento e eliminou várias lideranças de outros estados do Comando Vermelho?
Assim Gilmar conclui seu texto opinativo: "É urgente uma política de segurança efetiva, capaz de enfrentar o crime sem transformar as favelas em campos de guerra e de garantir às populações locais o direito elementar de viver sem medo". Mas ora bolas! As favelas do Rio já são campos de guerra, pois se tratam de territórios dominados pelo crime organizado armado até os dentes com armas de guerra. A população local já vive com medo constante, e por isso aprova operações como esta, para eliminar os que aterrorizam seu cotidiano.
Quem quer continuar fazendo selfie com Caetano, como Gerson Camarotti, terá de condenar a operação para ficar bem na fita da bolha "progressista". Mas a imensa maioria do povo não quer saber do discurso da turma do cabelo vermelho. É guerra! E numa guerra, o objetivo é eliminar o inimigo...
Pontocritico.com
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul vota nesta terça-feira o projeto de lei que cria o programa "Família Gaúcha", uma iniciativa de transferência de renda de caráter temporário, nos moldes do Bolsa Família federal, destinada a famílias em situação de vulnerabilidade social.
Detalhes da Proposta (PL 382/2025):
Custo e Duração: O programa terá um custo de R$ 120 milhões, provenientes do Fundo de Reconstrução (Funrigs), e terá duração prevista de 22 meses (dois anos).
Valores (Informados pelo Governo): Embora o texto não detalhe os valores, o governo havia anunciado parcelas de R$ 200 por família, com um adicional de R$ 50 por criança.
Beneficiários: Serão contempladas famílias nos 92 municípios mais vulneráveis, de acordo com o Índice de Vulnerabilidade das Famílias do Rio Grande do Sul (IVF/RS).
Acompanhamento: Além dos recursos financeiros, os beneficiários terão acompanhamento periódico de Agentes de Desenvolvimento da Família (ADFs) para auxiliar no processo de autonomia financeira.
Outros Projetos em Votação (Pacote do Governo):
O pacote de propostas do governador Eduardo Leite (PSD) também inclui outros projetos:
Reajuste Salarial (PL 381/2025): Propõe um reajuste de 12,49% na remuneração dos guarda-civis temporários, com vigência a partir de 1º de novembro, para repor perdas inflacionárias e atrair pessoal, especialmente para a Operação Verão.
Reserva de Vagas (PL 385/2025): Altera a lei de reserva mínima de 20% das vagas para mulheres vigilantes em empresas contratadas pelo Poder Público. A mudança permite que candidatos do sexo masculino preencham as vagas se não houver mão de obra feminina capacitada suficiente no mercado (o Sindicato dos Vigilantes estima apenas 360 mulheres na categoria no estado, em 2019).
Transferência de Trechos de Rodovias: Autoriza a transferência de trechos de rodovias estaduais para os municípios de Gaurama (ERS-331) e Erechim (ERS-211).
Correio do Povo
A Suprema Corte dos Estados Unidos inicia nesta quarta-feira (5) as audiências sobre a política de imposição de tarifas pelo Presidente Donald Trump. Este caso judicial atinge o cerne da agenda econômica "America First" de Trump e terá enorme repercussão, embora a decisão final possa levar meses.
Contexto e Histórico:
Poderes de Emergência: Desde o seu retorno à Casa Branca em janeiro, Trump tem invocado poderes econômicos de emergência para impor tarifas "recíprocas" contra práticas comerciais consideradas injustas por Washington, além de impor tarifas específicas a parceiros como México, Canadá e China.
Questionamento Legal: A legalidade dessas tarifas aduaneiras foi rapidamente questionada na Justiça. Em maio, um tribunal decidiu que Trump excedeu sua autoridade. Em agosto, um tribunal de apelações federal confirmou a decisão, levando o governo a apelar à Suprema Corte.
Implicações do Julgamento:
Prerrogativa do Congresso: A Suprema Corte, de maioria conservadora, pode considerar as tarifas ilegais, argumentando que a imposição de tarifas é uma prerrogativa do Congresso, não do Executivo.
Bilhões de Dólares: Bilhões de dólares em receitas aduaneiras já arrecadadas pelo governo estão em jogo.
Impacto Empresarial: Pequenas empresas que importam se queixam de que as tarifas ameaçam sua existência, forçando-as a absorver altos custos adicionais. Um importador de vinhos e outro de papel de decoração relataram centenas de milhares de dólares em novos custos.
Precedente Amplo: Para acadêmicos, o caso tem implicações mais amplas: se a Corte permitir que o Executivo imponha tarifas sem a aprovação do Congresso, surge a questão do que mais o governo poderá fazer sem autorização legislativa.
Cenários Possíveis:
Especialistas preveem que a Corte pode validar as tarifas com algumas limitações ou considerá-las totalmente ilegais. No último caso, a administração ainda poderia recorrer a outras leis, como a Seção 301 da Lei de Comércio, para impor tarifas de 15% por um período de 150 dias e abrir novas investigações.
Correio do Povo