Em noite de golaços, São Paulo goleia Inter de Limeira

 


Resultado deixa o Tricolor na liderança do Grupo B

O São Paulo não encontrou dificuldades para golear a Inter de Limeira por 5 a 1, na noite desta quarta-feira (15) no estádio do Morumbi diante de mais de 16 mil torcedores. O triunfo manteve o Tricolor na ponta da classificação do Grupo B do Campeonato Paulista, agora com 17 pontos.

Diante de um adversário frágil, a equipe comandada por Rogério Ceni abriu o placar logo aos 14 minutos do primeiro tempo, quando Caio Paulista aproveitou bola que sobrou na área após cobrança de escanteio para escorar para o fundo da rede. A Inter ainda ensaiou uma reação ao empatar aos 26 com João Paulo. Porém, a noite era mesmo do São Paulo, que voltou a ficar em vantagem aos 42 minutos com Wellington Rato.

Mas o melhor ficou para a etapa final, na qual o Tricolor ampliou sua vantagem logo aos três minutos com o argentino Galoppo. Aos 28 minutos a equipe Rogério Ceni chegou ao quarto na partida com um golaço. Pedrinho, que entrou após o intervalo, recebeu na direita se livrou da marcação de Rael com um elástico que passou por baixo das pernas do defensor e invadiu a área antes de finalizar com precisão.

Porém, os presentes no estádio do Morumbi ainda tiveram o privilégio de testemunharem outra pintura, quando Pablo Maia chutou, de muito longe, para acertar o ângulo do gol defendido por Léo Vieira.

Após a convincente vitória sobre a Inter de Limeira, o São Paulo volta a entrar em campo pela competição na próxima terça (21), quando enfrenta o São Bento.

Agência Brasil

Fundo Amazônia recebe R$ 3,3 bilhões em doações

 


O valor foi anunciado pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante

Em processo de retomada, o Fundo Amazônia pretende financiar projetos de proteção a povos indígenas, de controle do desmatamento, combate ao garimpo ilegal e promoção do ordenamento territorial da região, afirmou o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, após a reinstalação do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa), realizada na sede do banco, no Rio de Janeiro. O comitê estava parado desde 2018.

Conforme Mercadante, o fundo já recebeu R$ 3,3 bilhões em doações, como R$ 1 bilhão provenientes da Noruega e R$ 200 milhões da Alemanha. No total, o fundo, gerido pelo BNDES, acumula R$ 5,4 bilhões, com R$ 1,8 bilhão já contratado.

O presidente disse ainda que foram liberados R$ 853 milhões para operações de comando e controle coordenadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), R$ 253 milhões para ordenamento territorial e R$ 244 milhões para ciência e tecnologia.

“O grande desafio é sair do modelo predatório para o modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia. E, para isso, nós precisamos de projetos estruturantes que impulsionam uma nova dinâmica, uma nova indústria, uma agricultura de baixo carbono, uma recuperação de pastos degradados. Esse é o grande objetivo estratégico do governo e do fundo. São 28 milhões de pessoas que precisam ter formas alternativas de vida, quando nós vamos combater, de forma implacável, o processo de devastação e destruição da Amazônia”, disse.

Novos doadores

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o governo recebeu sinalização de interesse da França, da Espanha e da União Europeia de doarem recursos para o Fundo Amazônia. Na última semana, os Estados Unidos também manifestaram interesse em participar.

Para a ministra, o interesse de doadores de peso mostra a volta da política ambiental brasileira, com participação e ações da sociedade civil, da comunidade científica e dos governos estaduais e federal.

Sobre a reinstalação do comitê, Marina Silva informou que há 14 projetos, datados de 2018 e estimados de R$ 480 milhões a R$ 600 milhões, já analisados e qualificados para aprovação pelo fundo e que podem ter continuidade se o for o desejo dos proponentes.

A ministra anunciou ainda que o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) será revisado e atualizado até abril, trazendo novas prioridades e destinação de recursos. Até a apresentação desse plano, as ações adotadas terão como base os critérios estipulados em 2018, quando o fundo foi extinto pelo governo passado.

“Por unanimidade, nós priorizamos, dentro do foco do que já está estabelecido, projetos para atendimento à situação emergencial das comunidades tradicionais”, afirmou a ministra, elencando os yanomamis, kayapós e mundurukus.

Dia histórico

Para a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, o dia de hoje foi histórico. “É muito importante e necessário retomar o Fundo Amazônia para que a gente possa atender e tirar os povos indígenas dessa emergência em que a gente se encontra hoje, depois desses quatro anos de abandono do governo federal”, disse a ministra, acrescentando que os povos indígenas são responsáveis pela proteção de 82% da biodiversidade mundial.  

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, destacou que o fundo irá apoiar no reflorestamento de assentamentos na Amazônia e também de áreas ilegalmente desmatadas nos últimos quatro anos. “Estamos recuperando um tempo em que vamos recuperar a floresta amazônica, para que ela cumpra um papel para o clima no Brasil e no mundo. Para isso, estamos convidando os agricultores familiares, os assentados, a integrarem esse esforço de recuperação dessas matas que foram destruídas”.

Agência Brasil

Apenas 23% dos que trabalham em transporte por aplicativo pagam INSS

 


Ipea estima em 1,7 milhão número de profissionais da categoria

Estudo publicado hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que apenas 23% dos trabalhadores de transporte por aplicativo contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os dados consideram toda a categoria gig economy, expressão usada para falar daqueles que não têm vínculo formal de trabalho (sem carteira assinada), prestam serviços sob demanda e de modo temporário.

Alguns exemplos são os motoristas de aplicativo, os entregadores de moto ou bicicleta, e os mototaxistas. Nos dois últimos trimestres de 2021, havia 1,5 milhão de pessoas no país nessa modalidade. No terceiro trimestre do ano passado, o número chegou a 1,7 milhão.

No mapeamento regional, os contrastes são grandes. As maiores taxas de contribuintes estão no Sul (37%), Sudeste (27%) e Centro-Oeste (22,9%). Nordeste (16,5%) e Norte (9,6%) têm taxas bem abaixo da média nacional. Entre os demais trabalhadores por conta própria que não estão na gig economy, o percentual de contribuintes para a Previdência é maior: 33%. O Ipea compara a trajetória dos dois grupos nos últimos anos e indica que, enquanto o percentual de contribuintes dessa categoria está em queda, o percentual dos demais trabalhadores por conta própria permanece estável.

A reportagem da Agência Brasil conversou com alguns motoristas de aplicativo. Os motivos para não contribuir com o INSS podem incluir problemas financeiros, falta de conhecimento sobre os benefícios da Previdência e até desconfiança sobre o sistema de seguro social.

Rio de Janeiro (RJ), 15/02/2023 – Trabalhador de entrega por aplicativo percorre ruas no centro do Rio de Janeiro. Foto Tomaz Silva/Agência Brasil
Falta dinheiro para pagar contribuição ao INSS, afirmam trabalhadores de entrega por aplicativo - Tomaz Silva/Agência Brasil

Este é o caso de Gabriel João, de 29 anos, morador da Penha, na zona norte do Rio, que trabalha de 8 a 11 horas por dia no serviço de entrega de comida por aplicativo. Antes da pandemia, ele era atendente de telemarketing e, depois de ficar desempregado, viu nas entregas de bicicleta uma oportunidade de ter renda. Gabriel diz que todo mês sobra um dinheiro que poderia ser direcionado para o INSS, mas prefere investir em aplicações como fundos imobiliários. Ele pensa em voltar a pagar a Previdência quando terminar os estudos e conseguir um trabalho com carteira assinada na profissão dos sonhos.

“No momento, estou estudando para passar no vestibular e fazer psicologia. Eu só trabalharia na minha área. Tirando isso, não sairia do trabalho no aplicativo. Já me prometeram mundos e fundos. Cheguei a largar o trabalho com aplicativo em 2021 e não fui bem-sucedido. Eles não conseguiriam me oferecer o mesmo que eu ganhava no aplicativo”, lembra.

Rodrigo Lopes, de 30 anos, que mora no Catete, zona sul do Rio, também trabalha com entregas de bicicleta. Assim como Gabriel, ele ficou desempregado no início da pandemia. Era atendente de telemarketing. Rodrigo diz que gostaria de contribuir para o INSS, e só não o faz por falta de dinheiro excedente. Ele mora com o pai, e a renda do trabalho é dividida entre pagar as contas de casa e as contas pessoais.

“Eu penso em contribuir para a Previdência, só que tem tantas outras coisas para pagar por fora, que não tem como encaixar esse dinheiro. Depende do planejamento de cada um, mas eu pretendo pagar quando as coisas melhorarem. Aqui, a gente tem um trabalho bem remunerado, mas o gasto é alto. E aí, acabo priorizando outras coisas, em vez do INSS.”

O pesquisador do Ipea Geraldo Góes reforça que os números baixos de contribuintes na modalidade gig economy aumentam a vulnerabilidade dos trabalhadores, que ficam desprotegidos ante eventuais riscos. Além da aposentadoria, os que contribuem para a Previdência têm direito a benefícios como os auxílios-doença, reclusão e acidente.

“É importante pensar em termos de regulação. Na União Europeia, nos Estados Unidos e no México, já se pensa em alguma maneira de essas pessoas terem uma proteção social. É uma modalidade de trabalho muito importante, mas tem essa característica de vulnerabilidade. Daí, a necessidade de regulação”, afirma Góes.

Agência Brasil

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CNJ abre investigação e afasta juíza que atacou Judiciário

 Na comarca da juíza há quase 1.300 processos paralisados

A juíza Ludmila Lins Grilo, da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Unaí, em Minas Gerais, foi afastada por unanimidade pelo Conselho Nacional de Justiça. (CNJ). O órgão abriu duas investigações contra a magistrada. Em um caso, pela recusa dela em voltar ao trabalho presencial mesmo sem autorização. Em outra por ter feito postagens em redes sociais com ataque ao Judiciário que, segundo o CNJ, ferem a Lei da Magistratura.

Nesses processos, um conselheiro do CNJ deverá ouvir as vítimas, o investigado e as testemunhas e depois submeterá o seu voto ao plenário da Casa.

O corregedor nacional de justiça, ministro Luis Felipe Salomão, votou pela instalação de um processo administrativo e pelo afastamento cautelar da juíza.  “O relatório apontou irregularidades na unidade em processos físicos paralisados em cartório, outros tantos fora do prazo aguardando sentença. Desorganização do cartório, falta de gestão da magistrada, problemas decorrentes da ausência física dela no fórum, consequente falta de fiscalização sobre o trabalho dos servidores. A magistrada insiste na legitimidade de sua ausência física todos os dias da semana, sem autorização do tribunal", afirmou Salomão. De acordo com o CNJ, na comarca da juíza há quase 1.300 processos paralisados em cartórios, outros 1.160 indevidamente parados há mais de cem dias.

Ludmila afirmou que tem recebido ameaças, por isso não comparece presencialmente ao trabalho, e ainda acusou o CNJ de querer acabar com a sua reputação. Em sua defesa, durante a sessão, ela alegou que o Gabinete de Segurança Institucional da Comarca de Minas Gerais já tinha ciência da situação: “De que essa magistrada se encontrava em situação de ameaça de morte e já havia parecer do gabinete de segurança institucional do tribunal de Minas Gerais no sentido de que, abre aspas, é fundamental que haja uma redução no nível de exposição. São contraindicadas quaisquer ações que evidenciem localização imediata e posterior da vítima, fecha aspas”, disse a juíza, ressaltando que era a primeira vez que vinha a público falar sobre o assunto.

Em relação às postagens feitas pela juíza contra o CNJ, foram juntadas manifestações públicas da magistrada com frases irônicas e montagens de fotos com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.


Agência Brasil

Mercadante: BNDES não tem um real de risco com Americanas

 


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloízio Mercadante, disse que a instituição havia aberto uma linha de crédito para a Americanas S.A. da ordem de R$ 2,4 bilhões, mas que não corre ameaças financeiras com a empresa. “Eles ainda tinham uma pendência de R$ 1,2 bilhão, mas o BNDES foi prudente, tinha carta de fiança que já foi executada, já foi paga. Nós não temos um real em risco com a Americanas”, garantiu, em entrevista coletiva à imprensa, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (15).

O presidente do banco disse ainda que não tomará nenhuma decisão a respeito da companhia. Segundo afirmou, compete agora à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e ao Banco Central avaliar com rigor o que aconteceu, “inclusive porque os sócios principais têm um volume de capital bastante expressivo para aportar e salvar a empresa e, sobretudo, proteger os fundos de investimento, 40 mil trabalhadores e micro e pequenas empresas que são fornecedoras”.

Mercadante participou de reunião na sede do banco, no Rio de Janeiro, que reinstalou o Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa), na companhia das ministras do Meio Ambiente, Marina Silva, e dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara.

O Presidente do BNDES disse que vai discutir com o Ministério da Fazenda e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) a abertura de linha de crédito para os pequenos e médios fornecedores da Americanas, “que são vítimas dessa (suposta) fraude. Era uma empresa em que havia muita fidelização no fornecimento e você tem que dar alternativa para não agravar a crise e essas empresas poderem continuar as suas atividades. Elas não têm nenhuma responsabilidade com a crise da Americanas. Ela foram vítimas. Os indícios de fraude no balanço são muito graves, estão sendo apurados. Vamos aguardar”. Para ele, o problema da Americanas junto ao banco está resolvido. “Não há possibilidade de tratar da crise da Americanas. O que nós tínhamos que fazer já fizemos: executamos a fiança e recuperamos o nosso capital”.

Rio de Janeiro (RJ), 15/02/2023 - As ministras do Meio Ambiente, Marina Silva, e Povos Indígenas, Sônia Guajajara, o presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, falam do Comitê Orientador do Fundo Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Ministras do Meio Ambiente, Marina Silva, dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara e presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, falam do Comitê Orientador do Fundo Amazônia. - Fernando Frazão/Agência Brasil

Hospital de empresas

Aloízio Mercadante assegurou que o BNDES não vai voltar a ser hospital de empresas. Deixou claro que o BNDES não tem que concorrer com o setor privado. O BNDES pode desenvolver novos mercados, e atuar, sobretudo aonde o mercado não chega. “Esse é o papel fundamental”.

O presidente do BNDES também esclareceu que o banco não pode tratar uma pequena e micro empresa ou uma cooperativa de crédito do mesmo modo que vai tratar um projeto de infraestrutura de 35 anos. “São dois clientes totalmente diferentes, duas situações diversas e nós precisamos de instrumentos específicos”.

Ele assegurou que o período histórico de subsídios com a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) do Tesouro Nacional para o banco ficou para trás, porque isso criou instrumentos de transferência de recursos do BNDES para o Tesouro. O BNDES não pode continuar a ser um grande financiador do Tesouro, disse Mercadante. “Nós já transferimos R$ 678 bilhões para o Tesouro. E não é esse o papel do BNDES. Ele é um banco de fomento, de desenvolvimento. É um banco para gerar emprego, inovação, apoiar micro e pequena empresa, para fazer a transição para a economia verde, para financiar a transição energética, para fortalecer uma agricultura de baixo carbono. Esse é o papel histórico de 70 anos dessa casa e vai voltar a ser assim, enquanto eu estiver aqui”.

Mercadante prometeu ainda que o BNDES vai voltar a debater o Brasil, como fazia no tempo do falecido ministro do Planejamento, João Paulo dos Reis Veloso, do mesmo modo que não vai haver mais censura intelectual na instituição. “Cada um pode ter a sua visão, a sua concepção. Nós queremos pluralidade e diversidade, mas vai debater Brasil e pensar no futuro”, concluiu.

Agência Brasil

Turquia visa reconstrução pós-terremoto; sírios buscam mais ajuda

 


Governo turco estimula a população a voltar para casa, em áreas segura

A Turquia voltou seu foco para a reconstrução nesta quarta-feira (15), encorajando aqueles em áreas atingidas pelo terremoto cujos prédios foram considerados seguros a voltarem para casa.

No Noroeste da vizinha Síria, controlado pela oposição, que já sofria com mais de uma década de bombardeios, o terremoto deixou muitas famílias se virando sozinhas em meio aos escombros, com a ajuda internacional chegando lentamente.

O número de mortos nos dois países subiu para mais de 41 mil, e milhões precisam de ajuda humanitária, com muitos sobreviventes desabrigados em temperaturas quase congelantes, e os resgates agora são poucos e distantes entre si.

Retorno para casa

Na província de Hatay, no Sul da Turquia, metade dos edifícios desabou, foi fortemente danificada ou precisa ser demolida rapidamente, disse o ministro do Interior, Suleyman Soylu.

Mas o governo encorajou as pessoas a voltarem para casa – se puderem, com base em avaliações do governo.

"Queremos que os cidadãos rastreiem o status de seus prédios no sistema online e voltem aos prédios que recebem relatórios de construção segura do Ministério de Urbanização, a fim de começar a voltar ao normal", disse o ministro do Turismo, Nuri Ersoy, em uma coletiva de imprensa em Malatya, cerca de 160 km do epicentro do terremoto.

"Vamos demolir rapidamente o que precisa ser demolido e construir casas seguras", tuitou o ministro do Meio Ambiente e Urbanização, Murat Kurum.

Enquanto isso, o índice de ações da Turquia subiu quase 10% na reabertura da bolsa, após cinco dias de fechamento por causa do terremoto, com medidas do governo para sustentar as ações parecendo estar funcionando, mas analistas alertaram que o sentimento era frágil.

Resgates

Na noite de ontem (14), o presidente turco, Tayyip Erdogan, prometeu continuar com os esforços de resgate e recuperação, depois que nove pessoas foram retiradas dos escombros com vida naquele dia.

Uma mulher de 42 anos foi resgatada dos escombros de um prédio na cidade de Kahramanmaras, no Sul da Turquia, nesta quarta-feira, quase 222 horas depois do terremoto devastador que atingiu a região, informou a mídia turca.

Mas autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram que a fase de resgate está chegando ao fim, com o foco voltado para abrigo, alimentação e educação.

O saldo turco era de 35.418 mortos, disse Erdogan. Mais de 5.814 morreram na Síria, de acordo com uma contagem da Reuters, a partir de relatos da mídia estatal síria e de uma agência da ONU.

Na Síria, os esforços de socorro foram prejudicados por uma guerra civil que fragmentou o país e dividiu as potências regionais e globais. A única passagem de fronteira da Turquia para a Síria foi fechada por dias antes que os caminhões da ONU fossem autorizados a passar.

Agência Brasil

Jair Bolsonaro: "Volto ao Brasil em março para liderar a oposição"

 #OsPingosNosIs | Jair Bolsonaro (PL): "Volto ao Brasil em março para liderar a oposição"; bancada comenta


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Repórter Brasil, 15/02/2023

 #RBaovivo

No Repórter Brasil de hoje: Mega operação desmantela esquema de contrabando internacional de ouro da Amazônia. 13 toneladas do metal foram enviadas ilegalmente para outros países. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, promete antecipar para março o envio ao Congresso de uma nova regra para o teto de gastos. Um ano dos temporais que mataram mais de 230 pessoas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Uma reportagem especial mostra o que mudou na cidade, que é Patrimônio Histórico. Carnaval: você vai ver a contagem regressiva para a abertura oficial da folia em Salvador e a expectativa da rede hoteleira no Rio de Janeiro. Na terceira e última reportagem da nossa série sobre a presença da mulher negra no carnaval de Pernambuco, a gente mostra que o estado também tem samba no pé.



Fonte: https://www.facebook.com/tvbrasil/videos/579361863814299/