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Estamos perdendo âncora fiscal e monetária, diz Solange Srour, economista-chefe do Credit
Solange argumenta que seria um erro que o CMN alterasse os alvos já na reunião do dia 16 deste mês, devido às incertezas em torno da política fiscal
O aumento das metas de inflação pode ampliar a desancoragem das expectativas, prejudicar a credibilidade do Banco Central (BC) e, no limite, exigir uma retomada do ciclo de aperto monetário. A avaliação é da economista-chefe do Credit Suisse no Brasil, Solange Srour, que vê uma ameaça à confiança na economia do País, especialmente diante da piora de perspectivas para a política fiscal e da falta de sinais sobre a âncora que substituirá o teto de gastos.
“Estamos voltando a um mix de perda de âncora fiscal e monetária ao mesmo tempo, que não é um mix bom de se estar”, afirma, em entrevista ao Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. “Se a meta de inflação for elevada de forma que ninguém mais acredite que vai ser cumprida no seu centro, ou se começarmos a acreditar que o BC não vai ter mais autonomia de fato, porque a qualquer momento o Conselho Monetário Nacional (CMN) pode mudar a meta de novo, esse mix acaba gerando uma perda muito grande e rápida da confiança na economia.”
Solange argumenta que seria um erro que o CMN alterasse os alvos já na reunião do dia 16 deste mês, devido às incertezas em torno da política fiscal. Para a economista, uma elevação dos alvos a um nível entre 4% e 4,5% poderia deslocar as expectativas de inflação ao topo da meta caso não haja certeza sobre o arcabouço que vai orientar as contas públicas.
O Credit Suisse espera que o IPCA atinja 5,8% este ano (6,4% caso a cobrança de impostos federais sobre combustíveis seja retomada) e fique em 4% no ano que vem, em um cenário que considera a manutenção da meta em 3%. “Essa projeção vai mudar se a meta for mudada. Rapidamente”, diz. Confira os principais trechos da entrevista:
Qual a sua avaliação sobre a discussão em torno das metas de inflação?
Quando você tem um risco fiscal elevado, e ele já começa a afetar as expectativas de inflação, a discussão de aumentar a meta de inflação é muito contraproducente, porque desancora ainda mais as expectativas e deixa a sensação de que há uma tentativa de puxar a Selic (taxa básica de juros) para baixo na marra. É contraproducente, porque estamos começando a colher os frutos do juro real alto em termos de desinflação, mas vem uma discussão sobre mudança de meta em um momento em que estamos sem âncora fiscal e com uma incerteza muito grande sobre a sustentabilidade da dívida.
Existe um nível razoável para se aumentar a meta?
Eu acho que não. Acho que qualquer mudança da meta vai acabar gerando a sensação de que, mesmo sem uma âncora fiscal, vamos tentar forçar a queda da Selic. Mesmo que seja 3,5%, vai trazer a sensação de que há uma tentativa de puxar a Selic para baixo, ainda que as expectativas continuem desancoradas. Se for 4% ou 4,5%, acho que é muito pior, porque a reação do mercado vai ser de elevar ainda mais as expectativas de inflação, e isso pode acabar até levando o BC a ter de subir os juros.
O CMN deveria antecipar a decisão sobre as metas para diminuir a incerteza ou aguardar a apresentação do novo arcabouço fiscal?
Se a decisão do CMN for chegar na quinta-feira (da semana que vem) e dizer que as metas estão mantidas, seria superpositivo, diminuiria a incerteza e o resultado seria uma melhora da confiança de que as metas vão ser cumpridas, ainda que não imediatamente. Agora, se a decisão é elevar a meta, eu não sou a favor de fazer isso logo, sem antes dar alguma sinalização sobre o fiscal. Porque isso vai ser visto como voluntarismo, de tentar forçar uma queda da Selic sem ter nenhum tipo de previsibilidade. Além de aprovar a regra fiscal, o governo vai precisar mostrar como essa regra vai ser cumprida de fato, quais são os mecanismos de controle de gastos que vão impedir que essa regra seja modificada.
O que uma elevação das metas implicaria para as expectativas do mercado?
Tudo depende de qual vai ser a meta e se vão mudar o intervalo de tolerância. Se a meta for para 4% ou 4,5%, mesmo com o intervalo de tolerância sendo mantido em 1,5 ponto porcentual, acho que as expectativas ainda têm mais a subir e vão buscar o topo da meta. Se além de tudo ainda se mudar o intervalo para dois pontos, a situação vai ficar muito ruim, sinalizando que se busca um topo mais alto ainda. Se fosse apresentada antes não só a regra fiscal mas também um meio de se alcançar a meta fiscal, as expectativas poderiam não ir logo para o topo da meta.
Podemos voltar a um equilíbrio próximo ao do governo Dilma, quando as expectativas se situavam sempre no teto da meta?
Estamos voltando a um mix de perda de âncora fiscal e monetária ao mesmo tempo, que não é um mix bom de se estar. Até essas iniciativas de tentar constranger o BC, não tínhamos âncora fiscal, que se foi na PEC da Transição. Se perdermos a âncora monetária, se a meta de inflação for elevada de forma que ninguém mais acredite que será cumprida no seu centro, ou se começarmos a acreditar que o BC não vai ter mais autonomia, esse mix acaba gerando uma perda muito grande e muito rápida da confiança na economia. Foi o que vimos justamente em 2015: essa perda de confiança gera mais inflação via câmbio e expectativas desancoradas; um juro mais alto na curva, mesmo que a Selic fique constante; e uma desaceleração do PIB. É um mix bastante inflacionário e recessivo.
Pontocritico.com
DIMENSÃO DA ENCRENCA
Mesmo que os resultados da pesquisa feita pela Genial/Quaest, divulgada ontem, 14, não tenham mostrado nada daquilo que possa ser considerado como surpreendente, ainda assim é muito importante que os leitores saibam o quanto o povo brasileiro é brutalmente DOMINADO PELA IGNORÂNCIA. A rigor, o estudo revela o tamanho das encrencas que estamos metidos assim como das reduzidíssimas chances de sair dela. Vejam que LULA tem 65% de APROVAÇÃO; 40% de avaliação ÓTIMA OU BOA; 24% como REGULAR; 20% como NEGATIVO; e 16% não responderam.
TAXA DE JUROS E BANCO CENTRAL
No que diz respeito a -TAXA DE JUROS e BANCO CENTRAL- 46% dos entrevistados não souberam responder quem é o responsável; 26% citaram o BC; 14% mencionaram o ministro da Fazenda; 8% disseram que é o presidente da República; e 6% citaram os bancos privados/mercado financeiro. Segundo a sondagem, 67% não tomaram conhecimento das críticas de Lula à política de juros do BC e apenas 30% ficaram sabendo das críticas.
INTERESSES POLÍTICOS
Mais: para 46% (maioria) dos entrevistados o presidente do BC, Roberto Campos Neto, está agindo com INTERESSES POLÍTICOS ao lidar com a inflação. Para 37% (minoria) a atuação de Campos Neto é feita com CRITÉRIOS TÉCNICOS. Questionados se Lula está certo ao tentar forçar a queda da taxa de juros, 76% responderam que SIM e apenas 16% disseram que NÃO.
ECONOMIA
Quanto a SITUAÇÃO DA ECONOMIA nos últimos 12 meses, 37% citaram que ficou do MESMO JEITO; 30% responderam que MELHOROU; e outros 30% disseram que PIOROU. Em relação ao FUTURO DA ECONOMIA, 62% acreditam que irá MELHORAR; 20% acreditam que irá PIORAR; e 14% entendem que ficará do MESMO JEITO.
NORDESTE
Como já era mais do que esperado, LULA obteve a maior avaliação positiva na região NORDESTE, com 62%. A menor, é na região CENTRO-OESTE, com 29%. No SUDESTE e no SUL são 34%. No NORTE são 35%. DESTAQUE: a melhor aprovação é obtida pelas mulheres (44%); com os eleitores que recebem até dois salários-mínimos (47%) e aqueles que estudaram só até o ENSINO FUNDAMENTAL (49%). A menor aprovação do presidente está no CENTRO-OESTE (34%) e entre as pessoas com renda familiar acima de cinco salários-mínimos (35%).
PRIME NEWS
BAIRRO MAIS RICO DO BRASIL
Estudo da FGV mostrou onde a renda da população é mais alta e mais baixa
O bairro mais rico do país fica no Distrito Federal. É o Lago Sul, onde a renda média da população é de R$ 23.241, três vezes maior que o rendimento da cidade mais abastada, que fica em Nova Lima, em Minas Gerais, de acordo com o estudo da FGV Social.
No Lago Sul, chama a atenção o peso do funcionalismo público para a renda média da região. "Ao se colocar os mais ricos no mapa, além da reforma tributária (que tornaria o sistema menos desigual, ao tributar mais quem ganha mais), outra reforma importante é a administrativa. No Lago Sul, no Distrito Federal, com a maior renda e maior riqueza, mostra isso", diz Marcelo Neri, economista responsável pelo estudo.
Entre as cidades, Nova Lima se destaca como a primeira do ranking. Ela já era a cidade mais rica, mas aumentou a distância para o segundo colocado que é Santana do Parnaíba, em São Paulo. Os ganhos médios ficaram em R$ 8.897, 53% mais altos que os R$ 5.791 da cidade paulista.
"Mas nada que se compare ao Lago Sul. O município de Nova Lima foi beneficiado pela alta do preço das commodities na pandemia, já que é considerada a capital da mineração."
Outras cidades que não são potências industriais aparecem entre as mais ricas, em razão da boa qualidade de vida, que atrai as famílias mais abastadas, pela análise feita pelo economista. Exemplos são Florianópolis, Niterói, Santos, que estão entre as cidades onde a população ganha mais em média.
"Há dois componentes nesse ranking dos mais ricos, um é produtivo, como Nova Lima, e a agropecuária que cresceu na pandemia e outro, como Santana do Parnaíba (SP), com atrativos de qualidade de vida. As pessoas mais ricas escolhem morar nesses condomínios de luxo, mais aprazíveis."
Pontocritico.com
#OsPingosNosIs | Por Cláudio Dantas: "Zé Dirceu (PT) recebeu mais de R$ 2 milhões em propina [...] É mais um dos casos com pena reduzida"
Lancôme apresenta um novo caminho em um mundo repleto de regras e padrões: La Vie Est Belle - um perfume de alma e luz. La Vie Est Belle é um convite: escreva a sua própria história, encontre o seu caminho, faça a felicidade à sua maneira e sua vida se tornará muito mais bonita. E se a felicidade pudesse ser capturada em um frasco? Frasco: O frasco do perfume foi pensado para traduzir a mulher livre e feliz. Ele consiste na realização de um projeto inciado em 1949 por Armand Petitjean , fundador de Lancôme , e é um "sorriso de cristal". Reinterpretado em uma estética contemporânea. Levou mais de um ano para alcançar o impossível e enquadrar o círculo: criando uma impressão arredondada do sorriso no coração do quadrado de cristal. O toque final de refinamento: uma fita perolada cinza de organza amarrada em seu pescoço, formando asas gêmeas de liberdade. La Vie Est Belle está disponível em 3 tamanhos. Fragrância: Pela primeira vez, Anne Flipo, Olivier Polge e Ropion Dominique - três dos maiores perfumistas franceses - uniram seus talentos para compor uma fragrância excepcional cujo diferencial está na simplicidade. Afinal, menos é mais. Depois de 5.521 combinações, eles formularam um perfume com apenas 63 ingredientes, sendo quase metade deles de origem natural.