"O Brasil precisa controlar a saúva", diz Lira sobre cobrança de impostos

 Após reajuste na conta de luz, Câmara dos Deputados votará, nesta terça-feira (24), projeto de lei que desonera tarifa de energia



O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou neste domingo (22) que a Casa Legislativa sempre esteve a favor do que chamou ser de "essencial" ao país e que tal posição ficará "essencialmente clara" nesta semana, às vésperas da votação de projeto de lei que desonera tarifa de energia. "O Brasil precisa controlar a saúva, mais uma vez", disse.

"O Congresso Nacional, a começar pela Câmara dos Deputados, tenho certeza, sempre ficará – como sempre ficou – a favor do que é essencial para o nosso país. E esta semana isso ficará essencialmente claro", disse Lira nas redes sociais. "Ou o Brasil acaba com a taxação excessiva de bens e serviços essenciais ou a excessiva taxação de bens e serviços acaba com o Brasil", acrescentou.

De acordo com Lira, essencial é que o "Estado tenha condições de proteger a população". Ele também defendeu que haja tal previsão em lei. "O essencial é o Brasil e os brasileiros", escreveu.

Nesta semana, o presidente informou que haverá uma reunião, na terça-feira (24), com parlamentares da base e da oposição para tratar de uma matéria em tramitação na Câmara dos Deputados sobre desoneração de tarifas de energia, de telecomunicações e de transporte.

Lira afirmou que a Câmara dos Deputados votará, ainda na terça, projeto de lei complementar que trata sobre o tema, de autoria do deputado federal Danilo Forte (União Brasil-CE). A matéria considera combustíveis, energia, comunicações e transporte como itens essenciais e indispensáveis, não podendo ser tratados como supérfluos.

"Este plenário terá a oportunidade de realmente dar um passo decisivo para contribuir com [a redução] do abuso dos impostos no que se refere a telecomunicações, energia, combustíveis e transportes", disse Lira na ocasião na última quinta-feira (19).

Um dia antes, Lira pressionou o governo e cobrou publicamente sensibilidade por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica diante do reajuste aplicado em ao menos quatro estados (Ceará, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte).

Nos últimos 12 meses, até abril, a energia subiu 20,52% e superou a inflação geral de 12,13% no período. Depois das pendências com bancos, com alta de 18,75%, as dívidas não pagas de contas básicas de água e luz foram as que mais cresceram no mês passado, ante o mesmo período de 2021.

O aumento foi de 7,92%, segundo aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Com o desemprego elevado e a inflação em alta, as pessoas estão direcionando os gastos para o consumo básico de comida e até se arriscam a ter luz e água cortadas ao deixar de pagar a conta.

R7 e Correio do Povo

Massa de ar frio perde força e segunda-feira será de sol no RS

 Tardes devem voltar a ficar mais quentes, e máximas ultrapassam os 20°C



A semana começa com muito sol no Rio Grande do Sul. A massa de ar frio que atuou na semana passada perde força, e as nuvens se afastam. Assim, a segunda-feira será predominantemente ensolarada no Estado, com amplos períodos de céu claro.

De acordo com a MetSul Meteorologia, na segunda metade do dia, as nuvens começam a aparecer em pontos do Oeste e do Sul. O dia começa com neblina em setores isolados, mas que logo se dissipam. A tarde deve ser amena e agradável, e as máximas devem passar dos 20°C em quase todo o Estado.

Em Porto Alegre, o sol predomina. A mínima na Capital será de 9°C, e a máxima chega aos 22°C.

Mínimas e máximas no RS 

Santa Maria 9°C / 22°C
Passo Fundo 8°C / 21°C
Capão da Canoa 11°C / 22°C
Santa Cruz 8°C / 23°C
Caxias do Sul 6°C / 21°C

Correio do Povo


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Vagas de emprego em Porto Alegre - 23.05.2022

 

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Sine Municipal de Porto Alegre tem 1.184 vagas de emprego cadastradas nesta semana

 


A unidade do Sine Municipal, na avenida Sepúlveda, esquina com a Mauá, no Centro Histórico de Porto Alegre, tem 1.184 vagas disponíveis para retirada de cartas de entrevista de emprego nesta semana. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

O maior número de vagas é destinado ao setor de construção civil, como 103 oportunidades para montador de estruturas metálicas, 132 para eletricista e 100 para auxiliar de encanador. Há ainda 200 vagas exclusivas para pessoas com deficiência na área de atendente de telemarketing. No setor de serviços, são 32 vagas para cozinheiro.

O Sine Municipal disponibiliza e recomenda o agendamento eletrônico para evitar filas. O interessado pode também retirar a carta de encaminhamento pelo aplicativo Sine Fácil, disponível para download gratuito no Google Play. A retirada das cartas deve ser feita de forma responsável, com o comparecimento à entrevista de emprego, para não haver prejuízo aos demais interessados. Informações podem ser obtidas também por e-mail: duvidasSINE@portoalegre.rs.gov.br.

Feirão no Rubem Berta

No próximo sábado (28), o Feirão de Empregos do Sine será realizado na quadra da Escola de Samba Imperatriz Dona Leopoldina, na Estrada Martim Félix Berta, 38, das 8h às 17h. Os interessados devem levar um documento oficial com foto e comprovante de residência. O Sine faz a intermediação da mão de obra, encaminhando o trabalhador para possível entrevista de emprego. Também haverá estrutura para entrevistas no local.

O Sul

Ucrânia estende medida que obriga os homens a permanecer no país

 


Em meio à invasão russa, o Parlamento ucraniano aprovou neste domingo (22) a prorrogação da lei marcial e da mobilização geral até 23 de agosto.

As medidas foram sancionadas em 24 de fevereiro, quando a invasão do país começou. Os dois textos já haviam sido prorrogados, em duas ocasiões, pelo período de um mês.

A lei marcial é uma norma que um governo implanta para substituir todas as leis e autoridades civis por leis militares. Essas, por sua vez, passam a ser definidas por autoridades militarizadas. A lei marcial é implantada pelo Exército em resposta aos cenários de extremo conflito e a crises civis e políticas. Ou em situações de perigo e catástrofes que desestabilizam o governo. Ela ainda pode ser acionada em casos especiais, que os militares consideram “situações de caos”.

Junto com a lei marcial, a Ucrânia proibiu os homens de 18 a 60 anos de deixar o país. A medida permanecerá válida enquanto a lei marcial estiver em vigor.

Quase três meses depois do início de sua ofensiva, a Rússia continuava bombardeando o leste da Ucrânia neste domingo. Após o fracasso de sua tentativa de conquistar Kiev, as tropas russas concentram seus ataques, desde março, no leste ucraniano.

O Sul

As preocupantes declarações do presidente do TSE

 ELISA ROBSON , de Brasília




Fonte: https://www.facebook.com/jornalistaelisarobson/videos/494471792452418/?__cft__[0]=AZVkaCQT3bkNV5J_uvnLVIg_xy0PhsQgViJ85-G0UhoPgew49yh5JC8ZdK4Nh1-gvHOEkqEtYYBo0sQ9caUnXdEDIDAsEgg6FNLsz0b5TLU8RCO7HmSYaUB-XXhHFamOlTDS7xG-mE-aP6bEE9ZL1tDNcdzAA9P4E3RQ5KLDwqqjU7Z2u9viNRIIisIRu2UY_NyXPnOuFLtUvvBFldNaH7wi&__tn__=%2CO%2CP-y-R

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COBERDROM/EDREDOM MANTA E SHERPA (IMITA PELE DE CARNEIRO) SOFT FELPUDOContém:01 Edredom Dupla Face Casal Queen 2,40m x 2,20mEste Coberdrom (mistura de edredom e cobertor) contém uma face cobertor de manta e outra em tecido de Sherpa macio peludo que imita pele de CarneiroÉ um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em tecido dos cobertores de manta macio, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em um tecido em manta extremamente macio e suave. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho Casal e Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido Sherpa Peludo com MantaComposição:Tecido 100% Poliéster.Enchimento 100% PoliésterCUIDADOS / MODO DE LAVARUtilizar sabão neutro;Misturar bem o sabão na água antes de colocar o produto;Secar logo após a lavagem, aberto e á sombra;Não passar ferro, isso pode diminuir seu volume por causa do calor e do peso do ferro, danificando a composição interna da peça;Lavar em máquinas de lavar que comportam o tamanho e peso da peça, acomodando-o com cuidado ao redor do agitador da máquina, para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem e centrifugação.

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“Vou mais escutar do que falar”, diz João Doria sobre reunião com PSDB nesta segunda

 


O pré-candidato do PSDB à sucessão presidencial, João Doria, disse que pretende “mais escutar do que falar” na reunião com a cúpula nacional do partido, marcada para a segunda-feira (23).

A reunião, que deve acontecer na capital paulista, tem como objetivo, de acordo com dirigentes do partido, tentar convencer o ex-governador de São Paulo a desistir da disputa ao Palácio do Planalto.

O tucano, no entanto, tem afirmado a um grupo de interlocutores que pretende resistir ao pedido e tem defendido que a definição de um nome seja feita apenas em julho, mês das convenções partidárias.

O nome escolhido pelo PSDB em prévias partidárias tem reclamado que já solicitou três vezes por escrito à legenda o resultado de pesquisa encomendada pelo bloco partidário, mas que até o momento não teve acesso aos dados finais.

Segundo dirigentes nacionais do PSDB, MDB e Cidadania, o levantamento encomendado pelo bloco partidário mostrou um cenário mais favorável à senadora Simone Tebet (MDB-MS), nome hoje favorito para a capitanear candidatura da chamada terceira via.

O argumento de aliados do tucano é de que, apesar de ele ter um nível de rejeição maior, a emedebista é menos conhecida do eleitorado e o percentual de pessoas que dizem que poderiam votar nela é menor.

Nesse quesito, Doria aparece com um percentual de 33% e Simone teve 14%. O argumento do tucano é de que, portanto, a sua capacidade de crescimento nas próximas pesquisas eleitorais é maior.

Nos bastidores, dirigentes nacionais do partido defendem que, caso Simone seja anunciada, Doria seja o candidato a vice-presidente. O tucano, no entanto, ainda não deu mostras de que aceitaria.

Caso ele não queira ocupar o posto, outros nomes do partido têm sido citados, como o ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite, o senador Tasso Jereissatti (CE) e o deputado federal Aécio Neves (MG).

O Sul

Entenda por que terceira via quer Simone Tebet e não Doria na disputa ao Planalto

 


A escolha de Simone Tebet (MDB) para representar a chamada terceira via na eleição presidencial não se explica pela principal informação revelada nas pesquisas de intenção de voto. Com apenas 2% da preferência, a senadora empata, dentro da margem de erro, com o ex-governador João Doria (PSDB), que chegou a 4% no mais recente levantamento do Ipespe. Em vez da intenção de voto, a resposta que lhe favorece é outra: a rejeição mais baixa. Segundo o instituto, 37% não votariam de jeito nenhum em Simone. Já em relação ao tucano, esse porcentual sobe para 53%.

Mas não é só. Há ao menos mais dois fatores que beneficiam Simone na disputa direta com Doria. O primeiro diz respeito à obrigatoriedade de partidos investirem ao menos 30% dos recursos dos fundos partidário e eleitoral em candidaturas femininas. Com uma mulher disputando a Presidência, o MDB já dará um passo importante no cumprimento da cota, uma vez que campanhas presidenciais devem ter um teto de aproximadamente R$ 70 milhões só no primeiro turno – o partido receberá acima de R$ 417 milhões.

O segundo fator adicional às pesquisas diz respeito ao apoio interno conquistado ao longo dos últimos meses. Diferentemente de Doria, a senadora tem seu nome defendido pelo presidente nacional da sigla, deputado Baleia Rossi (SP), e conta com a aprovação declarada de 20 dos 27 diretórios estaduais. Essa maioria deve lhe assegurar uma posição confortável na convenção do partido, que costuma ser acirrada.

Considerado por analistas uma espécie de confederação, por abrigar dentro do mesmo guarda-chuva diferentes correntes políticas, o MDB caminha para ter, pela segunda eleição consecutiva, candidato próprio à Presidência da República. Em 2018, a função coube ao economista Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda do então presidente Michel Temer.

Ao contrário da trajetória de conflito trilhada por Doria no PSDB, a candidatura de Simone foi ganhando musculatura. Se no início a pré-campanha era vista no MDB como uma estratégia para marcar posição no debate presidencial, a mesma ganhou terreno nos Estados, especialmente nos mais conservadores. E por um motivo claro: a defesa de Simone se tornou um muro de contenção aos aliados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se reaproxima de quadros do partido, especialmente na região Nordeste.

Não por acaso o Rio Grande do Sul, onde o MDB tem tradição e força política, tornou-se a principal base da senadora de Mato Grosso do Sul. O coordenador do programa de governo de Simone é o ex-governador gaúcho Germano Rigotto e o ex-senador Pedro Simon, decano da sigla, é um dos mais empenhados cabos eleitorais da pré-candidata.

Com o avanço nas negociações com o PSDB e o Cidadania para o lançamento de uma candidatura única, Simone começa a delimitar os rumos de sua campanha. O marqueteiro já foi escolhido. Será Felipe Soutello, que comandou várias campanhas tucanas, entre elas a disputa vitoriosa de Bruno Covas à Prefeitura de São Paulo, em 2020, e também trabalhou para o então governador paulista Márcio França (PSB), em 2018.

Ativos

Soutello disse que a baixa rejeição é um ativo importante da senadora, mas o desafio maior é torná-la conhecida. Simone será a última presidenciável a aparecer nos comerciais partidários: as inserções do MDB serão exibidas no dia 30 de junho. “O momento agora é de apresentá-la, mostrar a trajetória política e o pioneirismo enquanto mulher em espaços de poder”, disse.

De acordo com as mais recentes pesquisas Ipespe, divulgadas neste mês, a senadora ainda é desconhecida por 46% do eleitorado, ficando atrás neste quesito apenas de Luciano Bivar (União Brasil), André Janones (Avante) e Luiz Felipe d’Avila (Novo). Doria, seu adversário direto para se tornar o nome da terceira via, é desconhecido por apenas 8% dos eleitores.

Segundo Soutello, o fato de a senadora ainda ser desconhecida de quase metade da população pode se tornar uma vantagem especialmente sobre o eleitorado feminino, que é maioria também entre os indecisos.

Para o diretor do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop) da Unicamp, Oswaldo Amaral, os números até agora não sustentam tamanho otimismo. Segundo o analista, apesar de ser mais baixa que de seus concorrentes, a rejeição de Simone já lhe compromete. “Ela tem 37% de rejeição. O ex-presidente Lula tem 43%. Não é tanta diferença assim, especialmente pelo fato de ela ser desconhecida.”

Eleitorado “nem nem”

Amaral diz que para se viabilizar como opção competitiva, Simone precisaria o mais rápido possível “roubar” votos de Ciro Gomes (PDT) e atrair o eleitorado “nem nem” todo para si. “Além disso, Simone terá pela frente uma dificuldade adicional, a construção dos palanques nos Estados. O MDB é muito diverso do ponto de vista regional e isso pode fazer com que as alianças regionais não reflitam o pacto nacional em torno dela”, completa.

Nesse ponto, Simone e Doria combinam. Ambos estão atrás na corrida por aliados que sustentem nacionalmente suas candidaturas e ajudem a evitar a polarização Lula versus Bolsonaro.

Doria e Bruno Araújo buscam acordo

Bruno Araújo deve se reunir com Doria até esta segunda, 22, em São Paulo, na tentativa de chegar a um acordo em torno do apoio ao nome de Simone como representante na corrida presidencial da união de MDB, PSDB e Cidadania.

Embora a escolha tenha sido anunciada pelos presidentes das siglas, os comandos partidários ainda precisam validar a decisão. Doria já deixou claro que pode recorrer à Justiça para garantir que seja o candidato tucano, fazendo valer sua vitória nas prévias da legenda, ano passado.

Na sexta (20), em Goiânia, o ex-governador adotou discurso dúbio. Mesmo sem descartar que possa ser vice de Tebet, defendeu o respeito às prévias.

O Sul

Estados Unidos analisam vacinas que possam ser usadas contra a varíola dos macacos

 


O presidente Joe Biden disse neste domingo (22) que os Estados Unidos estão analisando quais vacinas podem ser utilizadas para proteger as pessoas contra a varíola dos macacos. Ele disse ainda que “todo mundo deve se preocupar” à medida que os casos continuam se espalhando pelo mundo e alguns países reforçam seus estoques de tratamento.

“Estamos trabalhando duro para descobrir o que fazemos e qual vacina, se houver, pode estar disponível para isso”, disse Biden, durante visita oficial a Coreia do Sul.

A varíola dos macacos foi confirmada, até o momento, em 92 pacientes em ao menos 12 países, segundo balanço da OMS divulgado no sábado (21). Foi identificada em nove países europeus – Reino Unido, Espanha, Portugal, Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Suécia-, além de Estados Unidos, Canadá e Austrália. Outros 50 casos permanecem sob investigação. Os cientistas estão correndo para descobrir o que está causando as infecções e como responder.

Dois países que não estão na lista da OMS – Israel e Suíça – relataram seus primeiros casos confirmados no sábado.

Biden considera preocupante que a recente disseminação de infecções pela varíola dos macacos. “Os conselheiros de saúde ainda não me disseram o nível de exposição, mas é algo com o qual todos devem se preocupar”, disse Biden. “É uma preocupação que, caso se espalhe, pode ter consequências”, reforçou.

O conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse que os Estados Unidos têm vacinas disponíveis para tratar um possível surto de varíola e que Biden foi informado sobre o caso no país e no exterior. “Ele está sendo informado disso regularmente”, disse Sullivan ao deixar a Coreia do Sul.

Estudos sugerem que a vacina contra a varíola comum é pelo menos 85% eficaz contra a varíola dos macacos, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, que observam que os Estados Unidos licenciaram duas vacinas para prevenir a varíola comum, sendo uma autorizada especificamente para a varíola dos macacos.

A disseminação ainda inexplicável de um vírus contagioso disparou alarmes em uma comunidade científica ainda se recuperando da pandemia de coronavírus – mas alguns especialistas observam que os dois são diferentes. A varíola dos macacos transmite menos facilmente entre humanos e existem opções de vacinas que se mostraram eficazes contra a doença.

“Este não é um vírus novo para nós. Conhecemos esse vírus há décadas”, disse Ashish Jha, coordenador de resposta ao coronavírus da Casa Branca, em entrevista à ABC News. Ele disse que não ficaria surpreso ao ver mais alguns casos nos próximos dias.

“Este é um vírus que entendemos. Temos vacinas contra ele. Temos tratamentos contra ele. Não é tão contagioso quanto a covid. Então, estou confiante de que seremos capazes de manter nossos braços em torno dele”, afirmou.

O Sul