Aula de pompoarismo no TSE

Reportagem do Correio Braziliense mostra que o TSE costuma oferecer a seus funcionários atividades como massagem, cinema e cursinhos de beleza e energização.

“Para se ter uma ideia, foi desenvolvido um curso para fortalecimento do assoalho pélvico das servidoras, que ocorreu em 30 de outubro, das 15h às 16h.”

Segundo especialistas ouvidos pelo jornal, o tal curso para fortalecimento do assoalho pélvico no meio do expediente nada mais é do que “aula de pompoarismo”.


O Antagonista

LULA MORREU E NÃO SABE !

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A soltura do Lula acabou precipitando o seu fim.
Saindo para a rua, viu que não tem mais apoio político, nem mesmo no seu antigo reduto.

Mantido a todo custo como o "bom de votos" o encantador das massas de ignorantes, a última esperança da esquerda no Brasil, ( e América Latina), o garoto propaganda, o coringa na manga, a cartada final ... não deu em NADA!
Lula fala sozinho,... conclama revoluções e manifestações violentas ... e ninguém se mexe! Tenta ser meigo, e ninguém engole... é hostilizado onde quer que vá!
E os "aliados políticos" já perceberam isso, Lula não foi sequer recebido por alguns deles!
LULA ESTA MORTO.
Morreu em Curitiba e não sabe!

Fonte: https://www.facebook.com/fortalezacombolsonaro/photos/a.105943324098209/152986569393884/?type=3&__xts__%5B0%5D=68.ARChnELiCyA32t-53-nbCzaXKrUdOyUpSStt-_nIhEfKNhWr_EHGhLBNKXecg3HtcngGCFjFa2HvU1W7e2mrPF19HY34sDU0HbzQfYDd1qhTBO8XFdgj1IdqhLoWePbSAOHu6kVpPNlPdqikDut8iOzmdiOYnkDj5gu2Xe4380UDItVUsepp7F26rghBF3IW8HAzQ2zF6KO4XI8_89DM6c21rGevbBf7_woIQY2Pqj36tLo4HD03NHwj9_d-RV0G8cXX74uckUYzQQ1a64TuFiDxSESAkzYnMHLwcgMrdWIcrZFjh-Utrtzqkr8RltJCvBD0bCTXErfXnBgmkaKcSI4&__tn__=-R

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Ensino técnico: não é para pobre coitado

Depois de décadas de desdém, o Brasil finalmente parece dar sinais de que vai investir no crescimento do ensino técnico — e isso deve ser comemorado

Por Humberto Maia Junior

Curso de mecatrônica na Escola Técnica Martin Luther King, em São Paulo

Curso de mecatrônica na Escola Técnica Martin Luther King, em São Paulo: preparando profissionais para o mercado (Germano Lüders/EXAME)

No Brasil, o ensino técnico profissionalizante — aquele voltado para estudantes de nível médio e que capacita os jovens em uma profissão — sempre foi visto com certo desdém. Por muito tempo, vigorou a ideia de que era algo destinado às classes menos favorecidas. Nos tempos do Império, escolas técnicas eram vistas como uma “benesse” para órfãos de famílias pobres ou crianças com alguma deficiência física. Durante o governo de Getúlio Vargas, a Reforma Capanema, liderada pelo ministro da Educação, Gustavo Capanema, fundou as bases do ensino industrial com a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e corroborou a ideia de que o ensino técnico era “destinado às classes menos favorecidas”. Felizmente, essa visão, aos poucos, vai sendo superada — e o Brasil só tem a ganhar com isso.

Um estudo da consultoria Macroplan compilou dados sobre o ensino técnico brasileiro e traz uma boa notícia: o número de matrículas cresceu 90% nos últimos dez anos, de 942.000 para quase 1,8 milhão de alunos. A alta foi puxada pelo crescimento da oferta nas instituições públicas, que avançou 111%, ante 65% nas escolas privadas. O destaque é o avanço do ensino técnico nas escolas federais e estaduais. No período, o número de matrículas em instituições federais aumentou 175%, enquanto nas estaduais cresceu 102%.

Dos anos 50 em diante, a legislação brasileira alternou incentivos e desestímulos ao ensino técnico. Em 2004, o Decreto no 5.154 possibilitou o desenvolvimento da educação profissional integrada ao ensino técnico. Isso abriu espaço para que o governo federal implantasse uma série de políticas de incentivo à abertura de cursos e vagas, como o Programa Brasil Profissionalizado, de 2007, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e a Rede e-Tec Brasil, ambos de 2011. O Plano Nacional de Educação, de 2014, incluiu uma meta ambiciosa para o ensino técnico: chegar a 5,2 milhões de matrículas em 2024, quase três vezes o número atual. Para atingir essa meta — e sobretudo garantir um ensino de qualidade —, será preciso pôr em prática algumas estratégias previstas no PNE. Uma delas é criar um sistema de avaliação dos cursos. Outra é oferecer estágios aos alunos. “Em muitas escolas, os estágios são substituídos por visitas técnicas, que não propiciam ao aluno contato com a realidade profissional”, diz Karla Régnier, consultora sênior da Macroplan e uma das responsáveis pelo estudo.

Num país pobre e com alta taxa de desemprego, os cursos técnicos atraem jovens que precisam obter renda rapidamente — até para bancar o ensino superior. Um estudo do Senai mostra que um profissional que tenha feito curso técnico ganha 18% mais do que alguém com o mesmo perfil socioeconômico que tenha feito o ensino médio regular. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a remuneração média de um técnico é de 2.669 reais, ante 2.058 do conjunto de trabalhadores.

A oferta de ensino técnico no Brasil ainda é baixa. Um estudo recentemente divulgado pela OCDE, o clube dos países ricos, mostra que apenas 8% dos estudantes brasileiros completam o ensino médio com alguma formação técnica. É o segundo pior índice no grupo de 46 países avaliados — e muito abaixo da média de 40% dos países-membros da OCDE. Outra comparação em que o Brasil sai perdendo é o investimento por estudante: o gasto por aluno aqui é de 4.100 dólares, ante 10.000 na média da OCDE. Se mantiver o ritmo de crescimento da última década, o Brasil precisará de 30 anos para alcançar Portugal, onde 46% dos alunos estão matriculados em cursos técnicos.

O crescimento dos cursos de nível técnico ocorre num contexto em que o mercado exige cada vez mais profissionais que sejam especializados em suas funções e preparados para lidar com as novas tecnologias digitais, como robótica, internet das coisas e inteligência artificial. Hoje faltam profissionais capacitados para esse mundo 4.0. Segundo o estudo Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023, do Senai, profissões ligadas à tecnologia estarão entre as de maior crescimento nos próximos anos. O número de vagas para condutores de processos robotizados, por exemplo, deverá crescer quase 23% nos próximos quatro anos.

Para atender à demanda, as escolas técnicas precisam se atualizar e entregar ao mercado profissionais com as habilidades desejadas. Nem sempre é o que acontece. “Muitas empresas não conseguem contratar porque não acham profissionais com o perfil adequado”, diz Adriana Fontes, economista sênior da Macroplan. Um exemplo é a empresa de serviços digitais Locaweb. A quantidade e a qualidade dos alunos formados são cada vez menores, segundo Higor Franco, diretor-geral de varejo da Locaweb. “Precisamos treinar os jovens que chegam e, como a demanda por esses profissionais é grande, corremos o risco de perdê-los para outras empresas”, diz Franco.

Em alguns setores, a baixa oferta de trabalhadores de nível técnico é um obstáculo ao crescimento. A Saint-Gobain Abrasivos, fabricante de lixas, discos de corte e outras ferramentas, busca profissionais que aliem conhecimentos de nível técnico “raiz”, como mecânica e elétrica, com outros mais recentes, como programação. “Não é simples encontrar esse profissional no mercado”, diz Alexandre Gama, diretor industrial da Saint-Gobain Abrasivos. A estratégia tem sido encontrar e formar jovens aprendizes. “De cada 80 estudantes selecionados, conseguimos achar dois com potencial para ser bons profissionais.” A equipe de Gama tem seis profissionais focados em programação. “O ideal seria termos 12.”

Na unidade brasileira da fabricante de celulose chilena CPMC, no Rio Grande do Sul, quase 90% dos funcionários têm nível técnico. Mas ser formado técnico em celulose e papel, em um curso oferecido pela própria empresa, é apenas o requisito básico. O profissional desejado precisa, além disso, ter boa capacidade de aprendizagem, flexibilidade e iniciativa para inovação. “A forma de trabalho está mudando e esperamos de nossos funcionários capacidade analítica e de resolução de problemas”, diz Maurício Harger, diretor-geral da CPMC Brasil.

As melhores escolas parecem atentas às demandas do mercado. No Centro Paula Souza, autarquia do governo do estado de São Paulo que administra 223 escolas técnicas, a criação de cursos e a elaboração dos currículos têm sido feitas em sintonia com o ambiente de negócios. “Cursos novos nascem e morrem de acordo com a demanda do setor empresarial”, diz Almério Melquíades de Araújo, coordenador do ensino médio e técnico do Centro Paula Souza. Hoje, o foco da instituição é desenvolver cursos ligados à Indústria 4.0. Programação de jogos digitais, redes de computadores e automação industrial são alguns exemplos. Três em cada quatro alunos formados nas escolas do Centro Paula Souza conseguem se empregar em até um ano após a formatura.

Com uma postura proativa, várias empresas têm oferecido cursos por conta própria. Uma delas é a fabricante de autopeças Bosch, que trouxe para o país o modelo de ensino técnico dual alemão, no qual as aulas são integrais e ocorrem em sala de aula e na empresa. Um dos focos é formar técnicos em mecatrônica capazes de lidar com máquinas computadorizadas. “Oferecemos aos alunos a chance de vivenciar o dia a dia da produção”, diz Paula Pessoa, gerente de recursos humanos da Bosch. Por ano, passam pelo curso 60 alunos de nível médio, dos quais 90% são efetivados. Os bons exemplos mostram que há um caminho para o ensino técnico se fortalecer no país.


O VERDE E AMARELO VAI RESOLVER?

Sem atacar os verdadeiros problemas, o programa do governo de criação de empregos para jovens pode ser apenas um paliativo

Jovens em fila de mutirão de emprego: a oferta de trabalho deve ser acompanhada de capacitação | Aloisio Mauricio/Fotoarena

No dia 11 de novembro, o presidente Jair Bolsonaro assinou a Medida Provisória no 905, criando o Programa Verde e Amarelo, uma tentativa de combater um problema que atinge o Brasil e vários outros países: a alta taxa de desemprego entre jovens. Segundo dados oficiais, o índice está perto de 26% entre jovens de 18 a 24 anos, mais que o dobro da taxa do conjunto da população. O novo programa baseia-se na redução da carga tributária. A empresa que contratar jovens de 18 a 29 anos que estejam em busca do primeiro emprego não pagará a contribuição à Previdência Social, e o recolhimento ao Fundo de Garantia cairá de 8% para 2% do salário. A desoneração valerá por dois anos. A meta do governo é criar 1,8 milhão de empregos para essa faixa etária até 2022.

A medida tem a virtude de olhar para um segmento da população que merece atenção. Jovens que não conseguem emprego nos primeiros anos depois de formados podem comprometer toda uma vida de trabalho. À medida que os anos passam, a chance de colocação no mercado diminui. No atual cenário de economia ainda desaquecida, arrumar um emprego é mais difícil. “Há uma abundância de vagas para estágio, no qual não há incidência de tributos para o empregador. Mas, na hora da efetivação, o estagiário concorre com profissionais mais experientes”, diz Felipe Brunieri, sócio da empresa de recrutamento Assetz.

O Verde e Amarelo, porém, tem limitações. A primeira: não ataca o problema da má formação dos jovens. “Nossas escolas formam pessoas que, no mercado de trabalho, têm baixa produtividade”, diz Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação em economia da escola de negócios Insper. Se o país não resolver os problemas na área de educação, as empresas poderão se aproveitar do incentivo fiscal e contratar jovens, mas, após dois anos, quando os benefícios perderem efeito, poderão trocá-los por outros jovens. Outro ponto: a queda firme do desemprego depende da recuperação da economia, que ainda dá sinais pouco animadores. Segundo a consultoria Tendências, o crescimento deve ser de 0,9% neste ano e de 1,8% em 2020. “Sem o crescimento do PIB, qualquer medida será apenas um paliativo”, diz Alessandra Ribeiro, sócia da Tendências.

O Verde e Amarelo incluiu alterações na legislação que podem melhorar a relação de trabalho. Um dos efeitos esperados é maior liberdade para empresas e trabalhadores na negociação de salários e recompensas. “A medida provisória dispõe de regras claras para a distribuição de participação nos lucros e resultados, diminuindo a insegurança jurídica e os riscos de multas”, diz Paulo Saliby, sócio da consultoria SG Comp Partners, especializada em remuneração.


Exame

Tribunal Constitucional do Peru liberta Keiko Fujimori, presa em caso Odebrecht

Política estava presa preventivamente desde outubro de 2018

| Foto: Luka Gonzalez / AFP / CP Memória

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O Tribunal Constitucional do Peru aprovou nesta segunda-feira uma solicitação de habeas corpus para liberar a líder opositora Keiko Fujimori.

O presidente do tribunal, Ernesto Blume, anunciou que o recurso legal apresentado por Sachi Fujimori, irmã da política presa, foi aceito com quatro votos a favor e três contra. Keiko deve sair da prisão nas próximas horas.

A política estava presa preventivamente desde outubro de 2018, enquanto era investigada por suposta lavagem de dinheiro em uma operação que, segundo a acusação, ela recebeu dinheiro sujo da construtora brasileira Odebrecht para suas campanhas presidenciais de 2011 e 2016. Após sua soltura, a investigação continuará.

O pai de Keiko, Alberto Fujimori, também cumpre uma condenação de 25 anos de prisão por responsabilidade nos assassinatos de 25 peruanos nas mãos de um grupo militar clandestino durante os primeiros anos de seu governo, entre 1991 e 1992, quando o Peru sofreu ataques do grupo terrorista Sendero Luminoso.


Agência Estado e Correio do Povo



MERCADOS

A ciranda do dólar: por que câmbio em R$ 4,21 é o novo normal?

Guedes deu entrevista ontem afirmando que a alta do dólar está dentro do previsto e é reflexo de uma mudança na política econômica brasileira

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NEGÓCIOS

Alibaba abre capital em Hong Kong e acelera expansão

Para uma empresa que vale mais de 500 bilhões de dólares e com ações listadas em dois continentes, seguir crescendo fora e dentro da China é uma obrigação

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REVISTA EXAME

Ensino técnico: não é para pobre coitado

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Categoria acha baixo o reajuste dez vezes superior à inflação


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ECONOMIA

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Quer combater violência à mulher

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Análise

Criar partido desagrada eleitor de maior renda

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Motorista de caminhão com imigrantes mortos se declara culpado por "conspirar para imigração ilegal"

Norte-irlandês foi detido por conduzir veículo onde morreram 29 vietnamitas na Inglaterra

Vítimas transportadas como carga buscavam um novo futuro na Inglaterra

Vítimas transportadas como carga buscavam um novo futuro na Inglaterra | Foto: Ben Stansall / AFP / CP

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O motorista de um caminhão refrigerado no qual 39 imigrantes vietnamitas foram encontrados mortos em outubro na Inglaterra, acusado de homicídio involuntário, se declarou culpado nesta segunda-feira. Ele aceitou a acusação de "conspiração para ajudar a imigração ilegal". Originário da província britânica da Irlanda do Norte, Maurice Robinson, 25 anos, também se declarou culpado de ter se beneficiado economicamente dessa atividade, durante sua aparição em videoconferência no tribunal criminal de Londres.

Robinson é acusado de homicídio involuntário, tráfico de pessoas, conspiração para ajudar a imigração ilegal e lavagem de dinheiro, mas nesta segunda-feira ele não se pronunciou sobre as outras acusações. Outro homem, de 36 anos, também foi detido, no leste de Londres, anunciou na noite desta segunda-feira a polícia de Essex. Ele é suspeito de envolvimento na imigração ilegal e nos homicídios involuntários, e está em "detenção preventiva".

Um terceiro homem, Christopher Kennedy, também compareceu ao tribunal de Chelmsford, no nordeste de Londres. Este caminhoneiro da Irlanda do Norte, de 23 anos, foi detido na manhã de sexta-feira, nos arredores de Londres, sob a acusação de facilitar o tráfico de pessoas e a imigração ilegal entre maio de 2018 e outubro de 2019. Os dois homens permanecerão detidos até a próxima audiência, no dia 13 de dezembro.

Os corpos de 31 homens e 8 mulheres, incluindo dois adolescentes de 15 anos, foram encontrados em 23 de outubro em um caminhão na propriedade industrial de Grays, leste de Londres. O trailer do caminhão veio do porto belga de Zeebrugge. Muitas das vítimas eram de uma região pobre do Vietnã central. Suas famílias haviam emprestado milhares de dólares para enviá-los ao Reino Unido usando traficantes de migrantes. O drama chocou o país e expôs os perigos da imigração ilegal. A maioria dos vietnamitas migrantes ilegais acaba trabalhando em salões de manicure ou plantações ilegais de maconha no Reino Unido, reduzidos a um estado de semiescravidão.


AFP e Correio do Povo

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Julgamento nesta terça interessa diretamente a Jair Bolsonaro, que tenta regularizar sua nova legenda, Aliança pelo Brasil, a tempo de concorrer em 2020

Uruguai em compasso de espera para confirmar novo presidente

Recontagem de votos começara nesta terça-feira e pode durar até sexta

Lacalle Pou teve vantagem sobre Martínez na apuração

Lacalle Pou teve vantagem sobre Martínez na apuração | Foto: AFP / CP

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O Uruguai entrou em compasso de espera após o segundo turno no domingo, que deixou o candidato opositor de centro-direita Luis Lacalle Pou à frente da apuração, mas aguardando a recontagem de votos para confirmar sua vantagem sobre o candidato governista Daniel Martínez. Após a primeira apuração, Lacalle Pou, 46 anos, líder do Partido Nacional, tem 48,71% dos votos, e Martínez 47,51%. Mas a diferença de apenas 30.000 votos é inferior à dos votos "observados", quando os eleitores votam em circuitos que não correspondem a eles ou não aparecem no registro, neste caso 35.000 cédulas.

Isso significa que é necessário aguardar que a Corte Eleitoral organize a apuração secundária (a recontagem voto a voto), que desta vez será crucial para definir o novo presidente. A lei estabelece que, nestes casos, o eleitor pode votar de forma "observada", para que depois a Corte verifique a existência do eleitor e o reinscreva no registro antes de validar o voto. Assim, a recontagem demanda mais tempo. O cenário é adverso para Martínez. Após a apuração de 100% dos circuitos, ele precisa obter 91% dos votos observados, de acordo com a empresa de consultoria Enia, que analisa as estatísticas de votação.

O presidente da Corte Eleitoral, José Arocena, anunciou que a recontagem começará na manhã de terça-feira e terminará, no mais tardar, na sexta-feira. Enquanto Martínez celebrou o resultado, ao lado de vários líderes da Frente Ampla, depois de uma campanha em que foi muito criticado dentro do próprio partido, Lacalle Pou criticou o candidato do governo por não reconhecer a derrota. "Há formas de aceitar os resultados. Formalmente saberemos em poucos dias. Lamentavelmente o candidato do governo não nos ligou nem reconheceu o resultado que, do nosso ponto de vista, é irreversível", disse Lacalle Pou. "Além de governar um país, queremos ter uma sociedade de paz e uma sociedade unida, completou, ao pedir paciência e prudência a seus partidários."

Lacalle Pou disse que o atual presidente, Tabaré Vázquez, ligou, ao contrário do candidato Martínez. Ele destacou o republicanismo do atual chefe de Estado. "O presidente, como nós, vai ater-se ao que a Corte afirmará em poucos dias, que a 'coalizão multicolor' venceu a eleição de 24 de novembro", acrescentou o líder do Partido Nacional, em referência à aliança eleitoral estabelecida com partidos liberais, de direita e social-democratas. Nesta segunda-feira, no Twitter, após as críticas por não ter reconhecido o resultado negativo na apuração, Martínez assinalou: "se for confirmado que ele (Lacalle Pou) é o eleito, vou pessoalmente cumprimentá-lo".

A votação apertada representou uma recuperação da Frente Ampla após os resultados do primeiro turno de 27 de outubro e mostrou um eleitorado dividido. O Uruguai pode dar uma guinada após três mandatos consecutivos da Frente Ampla, uma coalizão de partidos de esquerda que reúne socialistas, comunistas, social-democratas, ex-guerrilheiros e economistas ortodoxos. Em 15 anos de poder, a coalizão de esquerda aprovou o aborto em 2012, assim como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a legalização da maconha em 2013. Mas teve que enfrentar nos últimos anos o índice de desemprego de 9,5%, uma economia estagnada com persistente déficit fiscal de 4,9% do PIB, além do aumento de 45% no número de homicídios entre 2017 e 2018, em um país considerado seguro no contexto latino-americano.


AFP e Correio do Povo


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