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Smartphone Motorola G7 64GB Ônix 4G - 4GB RAM Tela 6,24” Câm. Dupla + Câm. Selfie 8MP Preto

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O smartphone G7 da Motorola deixa sua vida em tela cheia para assistir seus filmes, jogos e fotos, já que conta com uma tela FHD+ de 6,24", assim nenhum detalhe vai passar despercebido. Se você curte tirar fotos, vai adorar a câmera traseira dupla de 12MP e 5MP, você vai ter qualidade e nitidez em todas as fotos, porque as duas câmeras tiram a foto ao mesmo tempo, melhorando ângulo, foco e iluminação. E tem também a câmera frontal de 8MP pra fazer aquela selfie com os amigos. Se gosta de games e vídeos, o desempenho do processador Octa-core 1.8 Ghz e 4GB de RAM vai manter a performance, sem aquelas travadinhas. Quer salvar fotos e vídeos sem se preocupar?! O Motorola G7 tem 64GB de memória interna para salvar tudo que precisa. Fique conectado em qualquer lugar, pois esse aparelho na cor ônix conta com a tecnologia 4G e é dual chip, que dá pra aproveitar as promoções de duas operadoras.


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A dúvida de Lula sobre a facada em Bolsonaro

Lula, em entrevista à BBC Brasil, repetiu a suspeita infame de que a facada em Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral, foi uma fraude:

“Não, eu não disse que não tinha tomado, eu disse que não acreditava (que Bolsonaro levou uma facada). Mas você garante a mim o direito da dúvida? Veja, eu tenho suspeitas (de que não ocorreu). Agora, se aconteceu, aconteceu.”

Ele continuou:

“Eu falei com muita tranquilidade desde o dia que aconteceu aquilo, porque não vi sangue. O Bolsonaro deu uma entrevista assim que chegou no hospital. Ele foi internado, já tinha um senador fazendo uma entrevista.”


O Antagonista

Com 500 mil ingressos vendidos, turnê de Sandy e Junior faz história

Com números-recorde, a turnê só tem ingressos para o último show no Rio de Janeiro e para as apresentações da dupla fora do Brasil

Por Eduardo F. Filho

A dupla de cantores irmãos Sandy e Junior Lima (Reprodução/Instagram)

A turnê de Sandy e Junior é um fenômeno como há muito não se via no showbiz nacional. Os números confirmam como a volta da dupla está mexendo com várias gerações de brasileiros. Até o dia 27 de agosto, foram vendidos cerca de 500.000 ingressos em todo o Brasil. Nunca na história um show atingiu vendagens tão significativas.

“O que está acontecendo é surreal, inexplicável”, disse uma pessoa ligada aos bastidores do show, e que prefere se manter no anonimato. Iniciada em 12 de julho, a turnê passará por cerca de 11 cidades. O último show da dupla ocorrerá no dia 09 de novembro no Rio de Janeiro, onde também será gravado um DVD sobre a turnê do retorno dos irmãos filhos do sertanejo Xororó.

Em São Paulo, a turnê bateu recordes. Com quatro shows, os irmãos entram no hall dos músicos que mais tocaram no Allianz Parque desde a reinauguração da arena do Palestra Italia, em 2014. Só perdem para Paul McCartney – que, além de ter sido o primeiro a fazer uma apresentação no belo estádio renovado, contabiliza cinco apresentações em cinco anos.

Também na capital paulista, a corrida para comprar ingressos serviu de termômetro do grau de excitação dos fãs. No início das vendas, houve confusão. Embora houvesse somente 90.000 ingressos disponíveis para as apresentações do final de semana de 24 e 25 de agosto, cerca de 500.000 interessados se engalfinharam nas filas para disputar a chance de ver o show da dupla. Os ingressos se esgotaram em menos de uma hora (o mesmo, aliás, se repetiria no Rio).

Fãs viraram a noite acordados em busca de um ingresso. Na bilheteria oficial do Rio de Janeiro, as pessoas passaram a madrugada debaixo de chuva e enfrentaram temperaturas baixas para garantir a entrada delas no evento. Em todo o país, o preço dos ingressos varia de 70 a 3.200 reais (o valor mais caro dá direito a um camarote para 10 pessoas no Classic Hall, em Recife).

O primeiro show aconteceu na capital de Pernambuco, também com ingressos esgotados. Os fãs se surpreenderam com a superprodução instalada, que remete a turnês de grandes astros do showbiz internacional. Apenas os figurinos utilizados por Sandy, por exemplo, são estimados em 200.000 reais.

Além disso, produtos oficiais são vendidos separadamente nos estádios. O copo da turnê custa R$ 20,00. A camiseta, R$ 80,00. O boné sai a R$100,00 e o box com todos os CDs da dupla é vendido a R$230,00.

O símbolo da turnê representa a conexão de dois triângulos – um para Sandy, outro para Junior. Em cada contagem regressiva antes da entrada dos irmãos, um telão no palco mostra as figuras geométricas se aproximando até se encostarem. E então o show começa, com cerca de 30 telões de LED  em formas triangulares de diversos tamanhos. No total, são 60 toneladas de equipamentos — peso semelhante ao da estrutura dos shows de Paul McCartney.

Os organizadores do evento não divulgaram o valor do investimento total na turnê.

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A dupla ainda fará shows extra em São Paulo nos dias 12 e 13 de outubro. Além de passar por Curitiba (31/08), Manaus (13/09), Belém (14/09), Porto Alegre (21/09), Rio de Janeiro (09/11). E haverá, ainda, apresentações em Nova York (02/10) e Lisboa (06/10). Os únicos ingressos disponíveis, mas por pouco tempo, são para os shows de 9 de novembro no Rio e nas datas fora do Brasil.

Nos Estados Unidos, a dupla se apresentará na Barclay’s Center, no Brooklyn, por onde já passaram estrelas da música como Beyoncé, Madonna, Rihanna, Coldplay e Katy Perry. Os setores mais próximos ao palco, que custam US$ 801 (R$3156), já têm todos os lugares esgotados. O valor dos ingressos que ainda estão disponíveis vai de US$59,50 (R$234) a US$581 (R$2 289).

Os ingressos para o show em Portugal já estão esgotados na maioria dos setores. Os lugares ainda disponíveis custam entre €50 (R$220) e €39 (R$172).


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FRASE DO DIA–29.09.2019

Participação é a palavra de ordem para as mudanças sociais.
R. Cutait

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Paulo Rabello de Castro - CRISE RUINOSA OU REDENTORA?- :
Pessoas, empresas e nações enfrentam dois tipos de crises: a ruinosa, que leva à desarrumação definitiva de uma história de vida, ou a modalidade redentora, que nos empurra a enxergar caminhos e evitar o afundamento. O Brasil vive e continua na crise porque o governo, apesar de novo, enfrenta monumental desgaste. Para o governo e o País se realinharem, já não basta votar o texto de uma ou duas reformas no Congresso. Isso é básico, mas não basta. O novo rumo, da conciliação nacional e da recuperação da autoestima do povo brasileiro, depende de o governo demonstrar domínio e conhecimento dos problemas nacionais, dar bom exemplo e liderar de modo a inspirar confiança no futuro.
Um líder sonha com metas e as define para a Nação. Como fez o grande mineiro JK. A orquestra, quando toca, está atenta à partitura e ao maestro. Falta-nos ambos. O País é tocado sem partitura. Ter consciência do nosso déficit de liderança é mais crucial do que reconhecer, por exemplo, que o déficit fiscal, como está, alargará o tamanho da crise. O caminho perdido do equilíbrio e da satisfação coletiva só será retraçado por cabeças livres de ideologismos e por corações sintonizados com a grandeza nacional. Exemplos? JK foi assim, um maestro do imaginário nacional. Comparemos. Ou, melhor, nem comparemos. Vamos ajustar nossa expectativa a uma época de precarização geral.
O perigo que ronda a crise é o governante da hora romper com o futuro e acelerar em direção ao passado. Seria o governo em marcha-ré, em vez do av
anço corajoso e consciente. A situação no campo ambiental fala disso. Brigamos com noruegueses e alemães e os mandamos às favas, crentes que abafamos. Esnobamos a cooperação deles, que vem de anos na conservação ambiental do bioma amazônico. Num único gesto, jogamos fora uma relação paritária e correta. A celeuma é sobre o uso dos recursos do Fundo Amazônia que tive ocasião de supervisionar à frente do BNDES. O banco é gestor do Fundo. Os auditores externos europeus consideram a política de aplicação do Fundo como padrão de referência mundial pela alta qualidade e transparência dos resultados. A gestão é feita por quem entende do riscado. Quem tem interesse, poderá constatar isso no Livro Verde que lá deixei publicado. (https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-amazonia)

A desconstrução da boa relação com os europeus pode levar a coisa muito pior do que a exposição negativa sofrida pelo presidente na mídia internacional. Pode pipocar, a qualquer momento, uma reação viral contra produtos brasileiros do nosso agronegócio. Consumidores de fora podem passar a rejeitar produtos de origem brasileira. Um embargo de compras pode viram parado no discurso de que o Brasil está pondo fogo na floresta amazônica. Décadas de trabalho diplomático e de campo no controle ambiental vão por água abaixo. Se houver punição ao Brasil pelos consumidores e governos - nossos clientes comerciais -, produtos como soja, milho e carnes, e até o café brasileiro, sofrerão perdas de vendas e de rentabilidade, atingindo o agronegócio de norte a sul do País.
Com as queimadas, nossos concorrentes agirão para nos bater onde somos mais vulneráveis: no bolso do produtor brasileiro. Fazendo uma rápida estimativa do prejuízo potencial, em rendas perdidas, face a um embargo ao Brasil, e tomando como base os prejuízos decorrentes da Operação Carne Fraca, chegamos facilmente a números de prejuízo potencial superiores a 50 bilhões de reais. Ou seja, um múltiplo de tudo o que precisaríamos gastar na Amazônia para fazer um ótimo controle ambiental.
O competente governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, conversando comigo esta semana, manifestou-me séria preocupação com o tema, até pela repercussão que teria sobre o grande esforço de reequilíbrio das finanças estaduais. A receitado ICMS poderá desabar, colocando muitos Estados em grande estresse fiscal num ano eleitoral.
A falta de consciência do líder produz a desgraça dos liderados. A crise se agrava e se aprofunda. Mas ainda dá tempo de mudar. A crise ruinosa ainda poderá inspirar uma reviravolta na atitude das nossas lideranças. De ruinosa, hoje, a crise pode vir a se tornar redentora.


Pontocritico.com

Argentina anuncia renegociação de dívida com FMI e credor privado

Medidas são adotadas depois de o dólar alcançar 60 pesos e de a taxa de risco país superar 2.100 pontos básicos

Por Denise Chrispim Marin

O presidente argentino, Mauricio Macri: medidas drásticas a dois meses da eleição - 15/08/2019 (Agustin Marcarian/Reuters)

A dois meses das eleições presidenciais, o governo da Argentina anunciou que vai começar um processo de extensão dos prazos de vencimento de sua dívida com credores estrangeiros e renegociar os prazos de pagamento da ajuda recebida do Fundo Monetário Internacional (FMI). As medidas foram detalhadas nesta quarta-feira, 28, pelo ministro da Fazenda, Hernan Lacunza, logo depois de a cotação do dólar ter chegado a 60 pesos e de a taxa de risco-país ter superado 2.100 pontos básicos.

“Propusemos ao FMI iniciar o diálogo sobre o reescalonamento dos vencimentos da dívida”, afirmou Lacunza, referindo-se à ajuda financeira recebida pelo país do Fundo em 2018.

Lancuza expôs quatro medidas: 1) prorrogação em três a seis meses dos prazos da dívida de curto prazo nas mãos de investidores institucionais; 2) a extensão voluntária dos prazos de  bônus emitidos, sem reduzir seus capitais nem remunerações, que terá de ser submetida ao Congresso; 3) negociar com os bancos da extensão dos prazos dos bônus com jurisdição estrangeira, nas mesmas condições; 4) iniciar uma conversa com o FMI sobre o reescalonamento da dívida, como sugeriu a oposição argentina.

Os objetivos dessas iniciativas, segundo o ministro, serão “impedir que o dólar e a inflação subam ainda mais” e  “aliviar a carga financeira” do país em curto e médio prazos. A taxa de inflação nos últimos 12 meses encerrados em julho alcançou 54,4%. As medidas refletiram a instabilidade vivida no país nos últimos dois dias, com acentuada desvalorização do peso.

O presidente Mauricio Macri, que concorre à reeleição em 27 de outubro, manteve várias reuniões com sua equipe econômica até concordar com as quatro medidas anunciadas. A ordem de Macria Lancuza foi clara, segundo o jornal Clarín: “Que nem o dólar nem a inflação subam mais, porque já estão muito elevados em relação aos salários dos argentinos”.

“Há uma incerteza que o governo tem de abordar, e o fazemos com as ferramentas que acabam de ser anunciadas”, afirmou Lacunza, que acrescentou ter antecipado as medidas ao FMI. “Estas medidas relaxam a disponibilidade de reservas para atender eventuais demandas cambiais. O efeito esperado deveria ser uma pressão menor sobre o mercado cambial.”

Os jornais argentinos evitaram qualificar as medidas como uma moratória – a suspensão de pagamentos da divida por um país. Trata-se de um artifício que Buenos Aires adotou em 2001 e em 2014 e que, em ambas as ocasiões, causou danos severos à economia e à imagem do país. Até o momento, o governo argentino se propõe a renegociar prazos, sem insinuar um cenário de interrupção de pagamentos.

Eleições

Hernan Lancuza tentou trazer a oposição para a responsabilidade pelas medidas anunciadas. Em especial, porque a renegociação da dívida do país com o FMI já estava no programa econômico do líder nas pesquisas eleitorais, o peronista Alberto Fernández, que tem como companheira de chapa a ex-presidente Cristina Kirchner. “No processo eleitoral, as equipes dos candidatos em campanha também passam a tomar parte do sistema”, argumentou.

“Nenhum governo pode seguir sozinho. Sem vocações totalitárias, nem sequer deveria tentar. menos ainda em um processo eleitoral. Precisamos do apoio de todas as forças políticas para garantir a estabilidade. Se a oposição não quiser, o governo não vai poder”, completou o ministro.

Segundo o portal Infobae, o presidente do Banco Central da República Argentina (BCRA), Guido Sandleris, destacou ser prioridade da instituição preservar a estabilidade monetária e financeira do país, mesmo que isso signifique a postergação dos pagamentos da dívida. Sandleris acrescentou que o BCRA continuará a manter uma política monetária restritiva – a taxa de juros é de 74% – e a atuar no mercado cambial para conter a volatilidade do peso e manter o sistema financeiro sustentável.


Veja


O BRASIL TEM MUITOS INIMIGOS
XVIII- 219/18 - 26.08.2019

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SONHO ANTIGO

Se o sonho da maioria dos brasileiros é, de fato, fazer do nosso empobrecido Brasil um país onde impere  JUSTIÇA, LIBERDADE E DESENVOLVIMENTO, antes de tudo precisa cair na real e entender que esta vontade só será alcançada se conseguir vencer seus ferozes INIMIGOS, que têm sonhos bem diferentes.

AVANÇOS IMPORTANTES

Muitos destes INIMIGOS da JUSTIÇA, da LIBERDADE e do DESENVOLVIMENTO (capitalismo) são muitos antigos e bastante conhecidos. Entretanto, nos últimos 15 anos é que se mostraram bem mais efetivos. De forma bem organizada e muito focados nas FORÇAS DO MAL obtiveram avanços importantes.

DEMOCRACIA

Não é por acaso que tais INIMIGOS -FEROZES- estão identificados, ideologicamente, com o SOCIAL-COMUNISMO, pensamento este que simplesmente detesta a DEMOCRACIA e, por consequência, vê na JUSTIÇA, na LIBERDADE e no DESENVOLVIMENTO tudo aquilo que não pode vingar no Brasil.


RECUSA DO LEGISLATIVO

Em termos práticos, é pra lá de lamentável que tudo aquilo que o excelente ministro Sérgio Moro defende e propõe em termos de JUSTIÇA, com  o apoio direto e explícito do povo, a maioria dos deputados e senadores, com a anuência do Judiciário, simplesmente recusa. Mais: recusa de forma gritante e desafiadora. Pode?

ABUSO DA IMPUNIDADE

Ontem, mais uma vez, o povo foi às ruas. Desta vez, no entanto, para dizer, de forma muito transparente e objetiva, que apoia Sérgio Moro e suas propostas, notadamente a LEI DO ABUSO DE AUTORIDADE, que a maioria dos deputados e senadores transformaram, por interesse próprio, em LEI DE ABUSO DA IMPUNIDADE.

CORRIGIR OS EXCESSOS

Se o projeto de lei apresenta falhas de definição daquilo que possa ser considerado ABUSO DE AUTORIDADE, caberia aos deputados e senadores corrigir o texto, retirando eventuais excessos. Entretanto, no caso da Lava-Jato, por exemplo, a maioria dos congressistas, notadamente os diretamente envolvidos em casos de corrupção, resolveu aprovar uma LEI QUE OS TORNA IMPUNES dos crimes cometidos. Aí NÃO! O RECADO FOI DADO!

MARKET PLACE

CONFIANÇA DA INDÚSTRIA - O Índice de Confiança da Indústria (ICI) interrompeu três meses seguidos de queda e subiu 0,8 ponto em agosto, a 95,6 pontos, informou, hoje, a Fundação Getúlio Vargas. A melhora do indicador reflete um aumento da avaliação tanto em relação ao presente quanto sobre o futuro.

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Paulo Rabello de Castro - CRISE RUINOSA OU REDENTORA?- :
Pessoas, empresas e nações enfrentam dois tipos de crises: a ruinosa, que leva à desarrumação definitiva de uma história de vida, ou a modalidade redentora, que nos empurra a enxergar caminhos e evitar o afundamento. O Brasil vive e continua na crise porque o governo, apesar de novo, enfrenta monumental desgaste. Para o governo e o País se realinharem, já não basta votar o texto de uma ou duas reformas no Congresso. Isso é básico, mas não basta. O novo rumo, da conciliação nacional e da recuperação da autoestima do povo brasileiro, depende de o governo demonstrar domínio e conhecimento dos problemas nacionais, dar bom exemplo e liderar de modo a inspirar confiança no futuro.
Um líder sonha com metas e as define para a Nação. Como fez o grande mineiro JK. A orquestra, quando toca, está atenta à partitura e ao maestro. Falta-nos ambos. O País é tocado sem partitura. Ter consciência do nosso déficit de liderança é mais crucial do que reconhecer, por exemplo, que o déficit fiscal, como está, alargará o tamanho da crise. O caminho perdido do equilíbrio e da satisfação coletiva só será retraçado por cabeças livres de ideologismos e por corações sintonizados com a grandeza nacional. Exemplos? JK foi assim, um maestro do imaginário nacional. Comparemos. Ou, melhor, nem comparemos. Vamos ajustar nossa expectativa a uma época de precarização geral.
O perigo que ronda a crise é o governante da hora romper com o futuro e acelerar em direção ao passado. Seria o governo em marcha-ré, em vez do av
anço corajoso e consciente. A situação no campo ambiental fala disso. Brigamos com noruegueses e alemães e os mandamos às favas, crentes que abafamos. Esnobamos a cooperação deles, que vem de anos na conservação ambiental do bioma amazônico. Num único gesto, jogamos fora uma relação paritária e correta. A celeuma é sobre o uso dos recursos do Fundo Amazônia que tive ocasião de supervisionar à frente do BNDES. O banco é gestor do Fundo. Os auditores externos europeus consideram a política de aplicação do Fundo como padrão de referência mundial pela alta qualidade e transparência dos resultados. A gestão é feita por quem entende do riscado. Quem tem interesse, poderá constatar isso no Livro Verde que lá deixei publicado. (https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-amazonia)

A desconstrução da boa relação com os europeus pode levar a coisa muito pior do que a exposição negativa sofrida pelo presidente na mídia internacional. Pode pipocar, a qualquer momento, uma reação viral contra produtos brasileiros do nosso agronegócio. Consumidores de fora podem passar a rejeitar produtos de origem brasileira. Um embargo de compras pode viram parado no discurso de que o Brasil está pondo fogo na floresta amazônica. Décadas de trabalho diplomático e de campo no controle ambiental vão por água abaixo. Se houver punição ao Brasil pelos consumidores e governos - nossos clientes comerciais -, produtos como soja, milho e carnes, e até o café brasileiro, sofrerão perdas de vendas e de rentabilidade, atingindo o agronegócio de norte a sul do País.
Com as queimadas, nossos concorrentes agirão para nos bater onde somos mais vulneráveis: no bolso do produtor brasileiro. Fazendo uma rápida estimativa do prejuízo potencial, em rendas perdidas, face a um embargo ao Brasil, e tomando como base os prejuízos decorrentes da Operação Carne Fraca, chegamos facilmente a números de prejuízo potencial superiores a 50 bilhões de reais. Ou seja, um múltiplo de tudo o que precisaríamos gastar na Amazônia para fazer um ótimo controle ambiental.
O competente governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, conversando comigo esta semana, manifestou-me séria preocupação com o tema, até pela repercussão que teria sobre o grande esforço de reequilíbrio das finanças estaduais. A receitado ICMS poderá desabar, colocando muitos Estados em grande estresse fiscal num ano eleitoral.
A falta de consciência do líder produz a desgraça dos liderados. A crise se agrava e se aprofunda. Mas ainda dá tempo de mudar. A crise ruinosa ainda poderá inspirar uma reviravolta na atitude das nossas lideranças. De ruinosa, hoje, a crise pode vir a se tornar redentora.

FRASE DO DIA

Participação é a palavra de ordem para as mudanças sociais.
R. Cutait

Smartphone Samsung Galaxy J4 Core 16GB Preto 4G - Quad Core 1GB RAM Tela 6” Câm. 8MP + Selfie 5MP

Smartphone Samsung Galaxy J4 Core 16GB Preto 4G - Quad Core 1GB RAM Tela 6” Câm. 8MP + Selfie 5MP

O Galaxy J4 Core da Samsung será o seu novo smartphone! Com seu estilo ostensivo e resistente, ele oferece design elegante e aderente com tela infinta de 6" e 7,9mm de espessura. Na cor preta, o aparelho tem câmera traseira com 8MP, frontal de 5MP com flash LED. E ainda possui a função “Front Beauty” para personalizar suas fotos com efeitos criativos, você pode compartilhar uma outra versão sua com seus amigos e familiares. O sistema operacional Android Go 8.1 garante mais desempenho para usar seu smartphone com eficiência e sem interrupções. Ele é otimizado para suportar aplicativos Go e de terceiros para que você esteja sempre à frente e no controle.Conta ainda com 16GB de armazenamento interno, 1GB de RAM, processador Quad-Core, tecnologia 3G/4G e é Dual Chip. O smartphone vem com Gerenciador Inteligente, que permite que você gerencie seus arquivos e limpe sua memória facilmente. Além disso, o otimizador de desempenho acelera seu smartphone suspendendo aplicativos inutilizados. E pra terminar, o Galaxy J4 Core possui uma bateria duradoura com capacidade de 3.300mAh que é suficiente para ser usada durante um dia inteiro. E pra te ajudar, o aparelho conta com recursos de economia de bateria que diminuem automaticamente os níveis de brilho enquanto gerencia o desempenho de aplicativos e do processador.

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Saiba o que mudou na reforma da Previdência com o parecer no Senado

PEC paralela com mudanças no tempo de contribuição para homens e a inclusão de estados e municípios no texto

Por André Romani

Relator da reforma na CCJ da Câmara, Tasso Jereissati (PSDB-CE) propôs mudanças por PEC paralela e supressões no texto principal (Pedro França/Agência Senado)

O relator da reforma da Previdência na Comissão e Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), leu seu parecer nesta quarta-feira, 28, apontando algumas alterações em relação ao texto que foi aprovado na Câmara dos Deputados. Entre elas, está o encaminhamento de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramitaria de forma paralela à atual. Com isso, só as mudanças propostas nessa nova PEC voltariam para a Câmara, e a fixação da idade mínima, por exemplo, já começaria a valer assim que o Senado aprovasse o texto-base.

Nessa PEC paralela está prevista a inclusão de estados e municípios nas novas regras de aposentadoria dos civis e também a manutenção do tempo mínimo de contribuição em 15 anos para homens que forem entrar no mercado de trabalho vinculados ao regime geral — pela reforma aprovada na Câmara seriam 20 anos.

Tasso afirma que essa versão da reforma da Previdência trará uma economia de 1,360 trilhão de reais em dez anos, maior do que os 930 bilhões de reais previstos no texto da Câmara, e maior do que o 1 trilhão de reais que pretendia o governo federal inicialmente.

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A divisão da proposta em duas PECs surgiu de um acordo costurado entre lideranças do centrão e governo para que a proposta andasse mais rápido. Pelo regimento, para que a PEC seja promulgada pelo Congresso é necessário que seja aprovada nos mesmos termos nas duas casas. Tasso, por isso, dividiu suas mudanças em duas frentes. As supressivas, em que são retirados alguns trechos da proposta, foram modificadas no texto que a Câmara aprovou e não necessitam de novo aval dos deputados, pois não mudam o mérito da proposta; e as emendas, que serão adicionadas como uma nova PEC, porque teriam de ser avaliadas pela Câmara.

Confira o que mudou na reforma:

Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Tasso retirou as menções ao BPC que estavam no texto que veio da Câmara. Durante a tramitação por lá, os deputados retiraram as alterações, mantendo as regras atuais, mas mantiveram no texto os requisitos mínimos de acesso ao benefício (65 anos e ter renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo). E, caso a PEC fosse aprovada assim, seriam constitucionalizadas as regras que hoje estão em uma lei ordinária.

Uma vez constitucionalizada, seria mais difícil modificar essa regra, que é considerada defasada por alguns parlamentares. O próprio Supremo Tribunal Federal (STF), em 2013, constatou isso, o que abriu precedentes para que diversas famílias conseguissem o benefício com renda de até meio salário mínimo. A constitucionalização também dificultaria que novos casos assim acontecessem.

Trabalhadores em profissões de risco

O parecer também suprime parte da regra de transição para os profissionais expostos a agentes nocivos, que elevava progressivamente os requisitos para que esses trabalhadores conseguissem a aposentadoria. Ainda fica valendo a regra de pontos, mas sem progressão. Para atividades especiais que exigem 15 anos de contribuição, é preciso atingir 66 pontos (tempo de contribuição + idade); para atividades expostas a agentes que exigem 20 anos de tempo mínimo, são 76 pontos; e aquelas atividades em que o tempo mínimo de é de 25 anos, 86 pontos.

Estados e municípios

Na PEC paralela, está prevista a extensão a estados e municípios das mesmas regras da reforma. Para os estados que adotarem integralmente as regras, os municípios estarão automaticamente inclusos. Nesse caso, as cidades que não quiserem ser inclusas, terão que desfazer essa adoção integral em até 360 dias, por lei complementar. Já para os estados que não adotarem, a iniciativa de ter as regras da reforma deve partir dos próprios municípios.

Pensão por morte

A PEC paralela prevê duas mudanças nas regras de pensão por morte. Primeiramente, mantém a garantia atual de um salário mínimo para todos os pensionistas. Pela reforma aprovada na Câmara, apenas dependentes inválidos, deficientes e pessoas que tivessem o benefício como única renda formal teriam esse direito.

Outra mudança foi no sistema de cotas. Atualmente, o valor da pensão é igual ao benefício integral do segurando quando faleceu. Com a reforma, o pagamento é de 50% do valor mais 10% por dependente, respeitando o limite de 100%. Na PEC paralela, esse porcentual sobe para 20% para dependentes com até 18 anos de idade.

Tempo mínimo de contribuição para homens

Tasso propôs na PEC paralela que a carência, como é chamado o tempo mínimo de contribuição para pedir a aposentadoria, seja de 15 anos para todos os homens segurados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Pela reforma que veio da Câmara, o tempo é de 15 anos para quem já está no mercado de trabalho, mas para os novos trabalhadores a carência seria de 20 anos. O tempo de contribuição das mulheres não foi alterado e também continua nos 15 anos. As idades mínimas também não tiveram mudanças: continua a valer a regra de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres.

Impostos

Como forma de compensar as mudanças feitas que devem diminuir a economia da reforma, em dez anos, a PEC paralela aumenta a incidência de impostos para alguns setores. Entre eles, estão entidades educacionais ou de saúde com capacidade financeira enquadradas como filantrópicas, com exceção para as santas casas e as entidades de assistência. Também será instituída uma cobrança gradual, durante cinco anos, de contribuições previdenciárias do agronegócio exportador; e no Simples Nacional – sistema tributário voltado para micro e pequenas empresas – destinada, segundo o relator, “a incentivar as micro e pequenas empresas a investirem em prevenção de acidentes de trabalho e proteção do trabalho”.

Regime complementas servidores

A PEC paralela também prevê a reabertura do prazo para opção pelo regime de previdência complementar dos servidores federais, em seis meses, a partir da data de publicação da emenda. O prazo previsto pelo governo se encerrou em 29 de março.

Mudança no cálculo para aposentadoria por invalidez

No texto da PEC paralela, o senador prevê um bônus de 10% para aposentadorias por incapacidade resultantes de acidentes, que não tenham origem laboral. A PEC prevê que a aposentadoria por incapacidade seja de 60% para segurados que tiverem até 20 anos de contribuição, subindo 2% para o tempo a mais de 20 anos. O trabalhador só receberá 100% do benefício em caso de doenças ou acidentes decorrentes do trabalho.


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O recado de Gilmar ao pessoal da Lava-Jato que quer seu impeachment

Mendes é o ministro que mais teve pedidos de impeachment protocolados no Senado -- boa parte apresentada por apoiadores da operação

Por Robson Bonin

Mendes: "República de Curitiba nada tem de republicana" (Cristiano Mariz/VEJA)

Como o Radar revela nesta semana, Gilmar Mendes é o ministro que mais teve pedidos de impeachment protocolados no Senado, entre os 11 ministros do STF (leia mais em O campeão).

Boa parte dos pedidos de impedimento foram assinados por defensores da Lava-Jato. O ministro não vai trombar publicamente com esse pessoal, mas deu seu recado no julgamento da Segunda Turma nesta terça.

Ele disse, entre outras coisas, que… “A república de Curitiba nada tem de republicana, era uma ditadura completa. (…) Assumiram papel de imperadores absolutos. Gente com uma mente muito obscura. (…) Que gente ordinária, se achavam soberanos.”


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