Smartphone Asus ZenFone Max Pro (M1) 32GB Azul 4G - 3GB RAM Tela 6” Câm. Dupla + Câm. Selfie 8MP Azul

Smartphone Asus ZenFone Max Pro (M1) 32GB Azul 4G - 3GB RAM Tela 6” Câm. Dupla + Câm. Selfie 8MP

O ZenFone Max Pro (M1) da Asus traz o melhor dos 2 mundos, pois além do desempenho, tem bateria de 5000mAh, e ainda, o sistema de câmera dupla, uma com 13MP e outra com 5MP que criam retratos perfeitos com o efeito bokeh, aquele desfoque que dá um toque profissional às fotos, além da câmera Selfie com 8MP. Tudo isso com a experiência da interface pura do sistema operacional Android 8.1 Oreo. Na parte frontal temos uma tela de 6", mais ampla, com proporção 18:9 e resolução Full HD+ 2160x1080 (maior que Full HD). Apesar da tela de 6", o corpo é equivalente a um Smartphone tradicional de 5,5", porque ela ocupa quase toda a parte frontal do aparelho, tornando-o mais fácil de segurar.Produzido na cor azul, com 3GB de memória RAM, armazenamento interno de 32GB, processador Qualcomm Snapdragon SDM636 Octa-core de até 1,8GHz, possui slot onde você consegue usar 2 cartões SIM 4G LTE ao mesmo tempo que usa o cartão de memória micro SD para expandir o armazenamento para até 2TB, tem tecnologia 4G e é desbloqueado para todas as operadoras.Quando falamos em praticidade, não tem nada melhor que desbloquear o aparelho sem usar as mãos. Com o desbloqueio facial, você pode estar com as mão sujas ou molhadas e mesmo assim poderá acessar seu Smartphone. Mas também tem o sensor de impressão digital, que reconhece até 5 digitais diferentes e em até 0,3 segundos.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/smartphone-asus-zenfone-max-pro-m1-32gb-azul-4g-3gb-ram-tela-6-cam-dupla-cam-selfie-8mp/331685/

Salvini proíbe entrada de navio de ONG em águas italianas

"Eleonore", de bandeira alemã, com uma centena de migrantes a bordo, teve seu acesso negado

Itália e Malta rejeitam desembarque de navios que resgatam migrantes fora de suas águas territoriais

Itália e Malta rejeitam desembarque de navios que resgatam migrantes fora de suas águas territoriais | Foto: Vincenzo Pinto / AFP / CP

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O ministro do Interior Matteo Salvini proibiu a entrada em águas territoriais italianas do navio humanitário "Eleonore", de bandeira alemã, com uma centena de migrantes a bordo. A ONG alemã Mission Lifeline anunciou nesta segunda-feira que havia resgatado no mar Mediterrâneo uma centena de migrantes detectados a bordo de um bote, e afirmou que sua tripulação havia sido ameaçada pela guarda-costeira líbia.

Itália e Malta rejeitam sistematicamente o desembarque dos navios que resgatam migrantes fora de suas águas territoriais, se não se chegar antes a um acordo de partilha com outros países europeus. O "Eleonore" tem 20 metros de comprimento e navega sob bandeira alemã. O "Lifeline", barco com bandeira holandesa da mesma organização alemã, foi retido por ordem judicial em junho em Malta, onde havia atracado com mais de 230 migrantes a bordo. O capitão desse navio, Claus-Peter Reisch, foi acusado pelas autoridades maltesas e italianas de ter desobedecido as ordens dos guardas-costeiros líbios. Ele foi condenado com uma multa elevada, mas apelou da decisão. O mesmo capitão está no comando do "Eleonore".


AFP e Correio do Povo


ARTE & AGENDA

"A Vida Invisível", de Karim Aïnouz, vai representar o Brasil no Oscar

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SNIPER É PARA ISSO MESMO

Os tiros certeiros de um sniper do BOPE da PM do Rio de Janeiro legitimaram a sua utilização em casos onde pessoas inocentes são reféns de bandidos anormais e perigosos. A operação da última terça-feira mostrou que bem conduzida por homens treinados para aquele tipo de missão o resultado não poderia ser diferente daquilo que se esperava – a neutralização letal de uma ameaça real contra seres humanos totalmente submissos a um psicopata. Como a mídia amiga da bandidagem não teve como não aplaudir o êxito do desfecho policial, houve quem se voltasse para os gestos de comemoração do governador Wilson Wiztel criticando seu comportamento como “eleitoral”.

De fato, Wilson Witzel desembarcou do helicóptero da PM festejando o final do dramático episódio com 40 pessoas dentro de um ônibus – 38 passageiros, o motorista e o sequestrador. O viés ideológico de alguns “analistas” se encarregou de pressupor que o governador estava eufórico pela morte do bandido e não pelas vidas que foram salvas pela ação do sniper, como se Witzel não tivesse o direito de ver a sua tese confirmada do uso de atiradores de elite contra um ato criminoso que poderia se transformar numa tragédia sem precedentes no Rio de Janeiro.

Pelo jeito, seus escassos críticos na mídia estavam exigindo uma “liturgia do cargo” que não poderia ser aquele gesto de euforia nos minutos seguintes da operação se encerrar.

Wilson Witzel talvez fosse a autoridade que mais corria o risco político de um desfecho trágico e, portanto, seus nervos também estavam fervendo como os de todos que presenciavam o sequestro, ali na ponte Rio-Niterói, e de outros milhões de telespectadores conectados pela televisão, rádio e redes sociais. A euforia do governador era do chefe de todos aqueles policiais envolvidos na ação.

A mesma euforia que tomou conta de quem presenciava o sequestro aplaudindo Witzel e de quem faz parte do lado decente do Brasil. Quando o sniper apertou o gatilho neutralizando o sequestrador, milhões de brasileiros fizeram o mesmo.

Afinal de contas, sniper é para isso mesmo.


Rogério Mendelski

Irã pede primeiro passo dos EUA com retirada das sanções

Em última entrevista no G7, Trump afirmou que "certamente estaria disposto" a uma reunião com o Irã

Rohani insistiu que

Rohani insistiu que "a chave para uma mudança positiva está nas mãos de Washington" | Foto: Atta Kenare / AFP / CP

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O presidente do Irã, Hassan Rohani, pediu ao governo dos Estados Unidos que dê o primeiro passo com a retirada de todas as sanções contra seu país, um dia depois de o presidente americano Donald Trump considerar possível uma reunião com o colega iraniano.

Em viagem à Ásia, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, afirmou que durante sua visita surpresa ao G7 de Biarritz, na França, havia considerado o encontro "inimaginável" enquanto Washington não voltasse ao acordo internacional de 2015. Após anunciar que os Estados Unidos se retiraria do acordo nuclear com o Irã, Trump implementou uma política de "máxima pressão" sobre Teerã.

No entanto, o presidente americano demonstrou em Biarritz um possível avanço na crise iraniana, considerando realista uma reunião com Rohani. Reagindo a este anúncio, Hassan Rohani estabeleceu suas condições para um encontro. "A primeira etapa é retirar as sanções. Você deve retirar as sanções. Você deve retirar todas as sanções ilegais, injustas e equivocadas contra a nação iraniana", afirmou Rohani a Trump em um discurso exibido pela televisão estatal.

Rohani insistiu que "a chave para uma mudança positiva está nas mãos de Washington", porque o Irã já descartou fazer o que mais preocupava os Estados Unidos: produzir uma bomba atômica. "Se honestamente esta é sua única preocupação, esta preocupação já foi eliminada por meio de uma fatwa emitida pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei", disse Rohani. "Não (estamos tentando) fabricar uma bomba nuclear... nossa doutrina militar se baseia em armas convencionais", completou.

Khamenei emitiu uma fatwa contra as armas nucleares em 2003 e a reiterou diversas vezes desde então. "Assim que dê o primeiro passo", completou Rohani.

Em Biarritz, o presidente francês Emmanuel Macron disse que as "condições para um encontro entre Trump e Rohani "nas próximas semanas" foram estabelecidas por meio da diplomacia intensiva e das consultas. Na última entrevista coletiva do G7, Trump disse que "certamente estaria disposto" a uma reunião com o Irã e afirmou que o período proposto por Macron parecia realista.

Também considerou que Rohani se mostraria favorável. "Acredito que vai querer uma reunião. Acredito que o Irã quer ajustar esta situação", disse Trump.

Rohani indicou que está aberto a manter conversas com os americanos, mas este enfoque provocou críticas da ala ultraconservadora na República Islâmica. No discurso desta terça-feira, o presidente iraniano declarou que a política de seu governo de "interação construtiva" com o mundo está de acordo com o enfoque de "interação extensiva" do líder supremo.

Ele destacou, no entanto, que Washington deve "retratar-se de seus erros" e voltar a seus compromissos sobre o acordo nuclear. "Nosso caminho está claro, se retornarem a seus compromissos, nós também atuaremos completamente de acordo com os nossos", afirmou o presidente do Irã.

Ao mesmo tempo, Rohani advertiu que não quer apenas uma foto. "Nós queremos resolver problemas de uma forma racional, não buscando uma foto. Se alguém quer a fotografia com Hassan Rohani, não será possível", afirmou.

Trump e Rohani devem participar na assembleia geral da ONU no fim de setembro, um cenário que poderia ser propício para o início das conversações.


AFP e Correio do Povo

Japão ordena evacuação de 240 mil por chuvas torrenciais

Autoridades apontam "risco de desastre extremamente elevado"

Águas tomaram conta das ruas e pararam cidades

Águas tomaram conta das ruas e pararam cidades | Foto: Jiji Press / AFP / CP

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As autoridades japonesas lançaram nesta quarta-feira um alerta e ordenaram a evacuação de 240 mil pessoas diante de chuvas torrenciais e inundações no sudoeste do arquipélago, onde uma pessoa morreu. "O risco de desastre é extremamente elevado", declarou em entrevista coletiva um funcionário da agência nacional de meteorologia.

"Observamos níveis inéditos de chuva nas cidades para as quais emitimos alertas especiais. É preciso adotar o máximo de precaução", declarou o especialista Yasushi Kajiwara. A região mais afetada é Kyushu (ilha do sudoeste), em particular os departamentos de Saga, Nagasaki e Fukuoka.

A partir dos dados disponíveis, as autoridades locais determinaram a evacuação (voluntária) de cerca de 240 mil pessoas, e recomendaram o deslocamento de até um milhão de pessoas. Os canais de TV exibiram imagens de bairros inteiros inundados por água e lama, com veículos quase totalmente submersos. Em Shiga, um homem morreu quando seu carro foi arrastado pela água, informou à AFP um funcionário local.


AFP e Correio do Povo

Palocci diz que bancos doaram R$ 50 milhões ao PT em troca de favorecimento

O ex-ministro Antonio Palocci. Foto: Guilherme Artigas / Fotoarena / Ag. O Globo (Crédito: )

Segundo o ex-ministro, as doações foram feitas para as campanhas dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. De acordo com o jornal O Globo, Palocci citou casos envolvendo Bradesco, Safra, BTG Pactual, Itaú Unibanco e Banco do Brasil. Segundo Palocci, o interesse das instituições ia de informações privilegiadas sobre mudanças na taxa básica de juros à busca por apoio do governo na defesa de interesses das instituições e seus acionistas.



CBN Rádio

CCJ aprova PEC que permite atividade agropecuária em terra indígena

agropecuária em terra indígena

Texto foi aprovado por 33 votos nesta terça-feira

Indígenas protestaram contra a PEC durante a votação

Indígenas protestaram contra a PEC durante a votação | Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados / CP

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 187/16) que prevê atividades agropecuárias e florestais em terras indígenas. Foram registrados 33 votos a favor, 18 contra e uma abstenção. A PEC estabelece que as comunidades indígenas podem, de forma direta, exercer atividades agropecuárias e florestais em suas terras, com autonomia para a administração dos bens e a comercialização dos produtos. O texto da matéria propõe a inclusão de um parágrafo ao artigo 231 da Constituição Federal. "As comunidades indígenas podem, de forma direta e respeitada a legislação pertinente, exercer atividades agropecuárias e florestais nas terras mencionadas no Parágrafo 1º deste artigo, sendo autônomas para praticar os atos necessários à administração de seus bens e comercialização da produção", diz o texto da PEC.

Para seguir a tramitação, é necessário que seja instalada uma comissão especial para tratar exclusivamente do tema. No entanto, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou nesta segunda-feira que não criará a comissão especial no caso de surgir "alguma polêmica". "Se for algo que sinaliza com alguma polêmica, com algum encaminhamento que gere mais narrativas negativas para o Brasil, é claro que ela vai ficar onde está, apenas aprovada na CCJ", disse Maia.

Justificativa

Ao justificar a proposta, o deputado Vicentinho Júnior (PR-TO) afirmou que a Constituição promulgada em 1988 pretendia concretizar o "paradigma de proteção, autonomia e respeito aos povos indígenas". "Essa é uma visão preconceituosa e ingênua, baseada em um desejo bucólico de retornarmos aos tempos do 'bom selvagem'. Ainda que seus defensores tenham o intuito de proteção às comunidades indígenas, não percebem serem os próprios índios os mais prejudicados", afirmou Vicentinho Júnior. Para o congressista, a Constituição Federal "não trouxe de forma expressa a possibilidade das comunidades indígenas cultivar a terra e comercializar os frutos desse trabalho". "Por isso, abriu margem para algumas interpretações desarrazoadas, que insistem em considerar o indígena, via de regra, como um 'incapaz' inadaptado por completo ao que dizem 'civilização'", argumentou o parlamentar.


Agência Brasil e Correio do Povo


JORNAL COM TECNOLOGIA

Ex-funcionário do Google é acusado de roubo de segredos sobre veículos autônomos

Protocolado pedido de CPI contra Marchezan na Câmara de Porto Alegre

Requerimento de criação conta com 15 assinaturas

Por Luiz Sérgio Dibe

Vereadores protocolam requerimento de criação de CPI para investir acusações contra o prefeito Nelson Marchezan Jr

Vereadores protocolam requerimento de criação de CPI para investir acusações contra o prefeito Nelson Marchezan Jr | Foto: Leonardo Contursi / CMPA / CP

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O pedido para instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), sobre atos da Prefeitura da Capital, foi apresentado na manhã desta terça-feira à Mesa Diretora da Câmara, contendo 15 assinaturas de vereadores e abrindo um novo front de batalha em um momento já conturbado na cena política de Porto Alegre. Serão investigados temas relacionados ao chamado "banco de talentos", instituído pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) para captação de recursos humanos, e também a participação de um servidor nomeado concomitantemente em dois cargos diretivos na administração municipal.

"O foco será na questão do banco de talentos, que foi uma estrutura criada, de fora para dentro da administração, sem licença legislativa. Por meio deste serviço houve trânsito indevido de informações pessoais e sigilosas. Além disso, os indícios são de que o serviço, o qual teve uma aura de novidade e inovação sobre si, funciona mesmo sob o critério da indicação política, com concessão e retirada de cargos conforme o interesse do governo", apontou o vereador Adeli Sell (PT).

Adeli participou nesta manhã do protocolo do pedido de CPI, na Presidência da Câmara, acompanhado de colegas de bancada e vereadores do PSol. Segundo ele, no caso do servidor nomeado para mais de uma função, "há evidente utilização do cargo para fins privados", sustentou o petista.

Vice-líder do governo, o vereador Josué Barboza (PSDB) disse considerar que não haverá problemas para o prefeito em responder aos questionamentos que lhe forem diligenciados pela CPI. Ele afirmou que, em seu entendimento, há um desejo de antecipação dos debates eleitorais. "Alguns vereadores vão se esforçar muito nos próximos meses para fazer dessa CPI um palanque eleitoral. A Câmara vai ter um ritmo diferente e vejo prejuízo à população por conta disso", contra-atacou.

Barboza garantiu que, se qualquer irregularidade chegasse ao conhecimento de Marchezan, haveria uma rápida providência. "Vamos esperar para ver se será um trabalho sério ou se farão um palco para a oposição ao governo nessa CPI", comentou o vice-líder do governo.
Crise política

Desde abril, quando a revisão da planta do IPTU intensificou sua tramitação, ocorrem episódios de desentendimentos e de trocas de farpas entre o prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), ex-aliados, integrantes da base e da oposição ao governo, em diferentes circunstâncias e atribuindo um clima mais tenso que o convencional em uma Casa Legislativa.

Nessa semana, o plenário da Câmara barrou a admissibilidade de um processo de impeachment. Aliados de Marchezan acusaram a presidente da Casa, vereadora Mônica Leal (PP), de acelerar deliberadamente o trâmite da matéria para desgastar a imagem do prefeito. Mônica argumentou ter seguido rigorosamente o regimento interno e foi defendida por outros vereadores.

Recentemente, o PP retirou-se da base do governo depois de troca de notas públicas com a Prefeitura, apontando os termos do desentendimento que conduziu à ruptura. Estariam em jogo posicionamentos individuais de integrantes da bancada progressista e exonerações de indicados pelo partido para compor a administração.

Antes disso, divergências sobre o projeto do IPTU já vinham estremecendo o relacionamento entre o governo e parte de seus aliados, ocasionando contestações sobre a própria condução da matéria em seu trâmite legislativo.

Assinaram o requerimento da criação da CPI:

PSOL: Professor Alex Fraga, Karen Santos e Roberto Robaina
PT: Aldacir Oliboni, Adeli Sell, Engenheiro Comassetto e Marcelo Sgarbossa
PDT: Mauro Zacher e Márcio Bins Ely
PP: Mônica Leal, Cassiá Carpes, João Carlos Nedel e Ricardo Gomes
PSD: CLáudia Araújo
Novo: Felipe Camozzato


Correio do Povo


ECONOMIA

Dólar encosta em R$ 4,20 e BC faz leilão surpresa de dólares

Debates Correio do Povo Rural: Inovação e Tecnologia no Campo

Publicado em 27 de ago de 2019

Os especialistas abordaram as novidades do mercado e as perspectivas e necessidades do setor.
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Caixa vai analisar garantias apresentadas pela Karagounis para obras no entorno da Arena

Prefeito Nelson Marchezan Júnior e o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior se reuniram com o presidente do banco nesta terça

Presidente Jair Bolsonaro não participou do encontro

Presidente Jair Bolsonaro não participou do encontro | Foto: Rafael Carvalho / Casa Civil / CP

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O prefeito Nelson Marchezan Júnior e o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, estiveram nesta terça-feira em Brasília, onde se reuniram com a direção da Caixa Econômica Federal para discutir situação das obras do entorno da Arena. Em encontro com o presidente do banco, Pedro Guimarães, e o secretário executivo da Casa Civil da Presidência da República. Guimarães afirmou que o Conselho Gestor vai estudar a questão com a maior brevidade possível e analisar as garantias apresentadas pela Karagounis S/A, responsável pela construção de empreendimentos ao lado do estádio.

As garantias definidas em audiência com o Ministério Público, em março, serão submetidas ao Conselho Gestor da Caixa, já que um fundo de investimento do banco  tem participação na empresa. A reunião estava marcada com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mase eles tiveram que cancelar sua participação para um encontro com governadores da  Amazônia Legal. O procurador-geral do Município, Nelson Marisco, também participou da reunião.

O Grêmio tem como objetivo agilizar as tratativas que possam dar início às obras prioritárias de  infraestrutura  no bairro Humaitá. Entre as principais melhorias estão previstas a duplicação da avenida A.J. Renner, da avenida Padre Leopoldo Brentano e modificação de trecho da avenida Pedro Boessio, entre outras.

Em abril, uma reunião com membros do clube, da Prefeitura, Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), Habitasul e Ministério Público para tratar do tema acabou sem um entendimento após seis horas de conversação. As obras no entorno do estádio gremista foram interrompidas em 2015, quando a OAS, empreiteira responsável pela construção da Arena, entrou em recuperação judicial. Desde então, poder público e entes privados tentam um acordo para a retomada das melhorias no local.



Correio do Povo


COPA SUL-AMERICANA

Atlético-MG vence La Equidad e está na semifinal da Sul-Americana

ESPORTES

Brasil de Pelotas vence a Ponte Preta e sobe na tabela da Série B