Por onde começar? Guia para abrir sua própria empresa

| Foto: rawpixel.com/Pexels

Mariana Klein dá dicas de empreendedorismo para dar o primeiro passo

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Quantas vezes você já pensou em largar seu emprego e abrir uma empresa? Antes de iniciar a minha, há 8 anos, eu tive essa ideia várias vezes, mas demorou para eu criar coragem. Depois disso aprendi várias coisas sobre empreendedorismo que quero que você saiba antes de dar o seu primeiro passo, algumas delas estão na coluna de hoje. Vem comigo!

Já falei aqui sobre as características fundamentais para quem quer empreender. Antes de mais nada, você precisa se conhecer e entender se este caminho é, de fato, o melhor para você. A caminhada, muitas vezes, não é fácil, então é bom estar preparada.

Quando você decidir empreender, comece fazendo um plano. E este plano é mais simples do que você imagina:

1. O que você faz?

Essa é uma pergunta central e, às vezes, difícil de responder, porque temos a tendência de abraçar o mundo. Neste momento, reflita sobre o que faz você se diferenciar atualmente no mercado e o que você pode entregar que agregue mais valor para seus futuros clientes.

No meu caso, por exemplo, tive que resistir à tentação de entregar serviços de marketing digital que eu não dominava e foquei em entregar o que eu sabia fazer melhor: mídias sociais. Quando meus clientes precisam de outros serviços, como o desenvolvimento de um site, eu indico um profissional que tenha se especializado nessa outra área. Não tenha medo de se especializar.

2. Quem vai comprar de você?

Conhecer nosso público, saber quais são suas principais dificuldades e como podemos ajudar a resolvê-las é o ponto central para comunicar muito bem o seu produto ou serviço. Além disso, definir um público-alvo ajuda a estabelecer a faixa de preço, canais de comunicação e formatos de trabalho que você vai adotar.

3. Quanto você vai cobrar?

Você precisa ter lucro. De nada adianta fazer todo esse movimento se for para não ter uma melhoria de vida. Tendo isso claro, você precisa levar em consideração todos os custos envolvidos no seu trabalho para poder começar a pensar em quanto cobrar.

O cálculo mais básico a se fazer é: (Custo + Lucro) / Horas de trabalho = Valor de cada hora trabalhada. Para o custo leve em consideração todos os insumos necessários para o trabalho (luz, água, internet, computador, celular, aluguel, insumos, deslocamentos, etc.) e para o lucro pense em quanto você precisa ter para as demais coisas da vida, porque você precisa tirar férias, ir ao cinema, comprar coisas que te façam feliz, pagar o convênio e o supermercado.

Feito este cálculo, você poderá calcular quanto cobrar de cada cliente com base nas horas de trabalho empregadas para o trabalho.

4. E o plano B?

Antes de começar, você precisa ter um plano B. Você pode se preparar com uma poupança, pensando no caso de não assumir tantos trabalhos como precisa de começo, mas como nem sempre isso é possível, pode também ter um trabalho em meio período ou de algumas horas na semana.

Lembre que para começar direitinho você terá custos, como a criação de uma identidade visual, compra de domínio para e-mail, impressão de cartão de visita, criação de um site simples e outros que podem ser decisivos em como você vai se apresentar para o mercado.

Durante meus primeiros anos de empreendedorismo, eu era professora em uma faculdade, com aulas fixas em algumas manhãs e noites da semana. Hoje não tenho mais essa carga horária fixa, mas sigo dando aulas em cursos de especialização, dou palestras e vendo meus cursos. Tudo isso em uma estratégia de ativar frentes variadas de trabalho e ter uma segurança de que não vou me apertar.

E você, o que pode fazer no primeiro momento para não depender exclusivamente da sua nova empresa? Qual é seu plano B?

Com essas 4 perguntas imagino que eu já consiga colocar uma pulga atrás da sua orelha para iniciar um planejamento estruturado, né? Nas próximas semanas vou falar um pouco mais dos detalhes para ajudar você a empreender, temos um encontro marcado!

por Mariana Klein

Mariana Klein é professora universitária e consultora de marketing digital. Comanda a Petit Mídias Sociais e divide semanalmente aqui no Bella Mais o dia a dia do empreendedorismo.


Correio do Povo


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Exposição de arte ganha espaço na edição de 2019

Publicado em 27 de ago de 2019

Com a proposta de transformar a feira em um lugar mais artístico, algumas iniciativas ganharam espaço esse ano, como a exposição Estância da Arte.
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Decisão do STF pode anular condenações da Lava Jato, diz força-tarefa

STF suspendeu hoje a condenação de Aldeir Bendine

Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu anular a condenação de Bendine na Lava Jato

Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu anular a condenação de Bendine na Lava Jato | Foto: Carlos Moura / STF / Divulgação

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A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba afirmou nesta terça-feira (27) que a anulação da sentença do ex-juiz Sergio Moro que condenou o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, abre precedente para derrubar "praticamente todas" as condenações proferidas na investigação, além da libertação de vários presos.

Mais cedo, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu anular a condenação de Bendine na Lava Jato. Conforme a decisão, por 3 votos a 1, Bendine tem direito de apresentar alegações finais após os delatores do caso, fato que não ocorreu no processo. Com a decisão, o processo deverá voltar para a primeira instância da Justiça Federal em Curitiba para nova manifestação da defesa e outra sentença.

Em nota, a força-tarefa disse que a decisão causa "imensa preocupação". Para os procuradores da República no Paraná, o colegiado estabeleceu nova regra, que não está prevista no Código de Processo Penal (CPP) e na lei que regulamentou as delações premiadas.

"Se o entendimento for aplicado nos demais casos da operação Lava Jato, poderá anular praticamente todas as condenações, com a consequente prescrição de vários crimes e libertação de réus presos. A força-tarefa expressa sua confiança de que o Supremo Tribunal Federal reavaliará esse tema, modulando os efeitos da decisão", afirmaram os procuradores.

Votos

O placar do julgamento foi obtido com os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. O relator do caso, Edson Fachin, foi vencido. O ministro Celso de Mello não participou da sessão por motivos de saúde.

Bendine foi condenado em março de 2018 pelo então juiz Sergio Moro. Em junho deste ano, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, reduziu a pena de 11 anos para 7 anos e 9 meses de prisão, mas manteve a condenação, que poderia ser executada em breve com base na decisão do STF que autoriza a prisão após o fim dos recursos em segunda instância.


Agência Brasil e Correio do Povo

Por 3 a 1, STF derruba decisão de Moro que condenou Bendine

É a primeira vez que Suprema anula uma condenação de Moro

É a primeira vez que Suprema anula uma condenação de Moro

É a primeira vez que Suprema anula uma condenação de Moro | Foto: Valter Campanato / Agência Brasil / CP

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Por 3 a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, derrubar uma decisão do ex-juiz federal Sergio Moro que, em março de 2018, condenou o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras a 11 anos de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. É a primeira vez que o Supremo anula uma condenação de Moro. Nesta terça-feira, a maioria dos ministros acolheu a argumentação da defesa, que criticou o fato de Bendine ter sido obrigado por Moro a entregar seus memoriais (uma peça de defesa) ao mesmo tempo que delatores da Odebrecht apresentaram acusações contra a sua pessoa. Para a defesa de Bendine, isso representava um cerceamento de defesa por impedir que o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil rebatesse na etapa final do processo as acusações feitas por delatores na entrega do seu memorial.

O julgamento desta terça-feira abre brecha para que outros condenados no âmbito da Lava Jato acionem o STF para rever suas condenações com base no mesmo argumento. "O direito de a defesa falar por último decorre do direito normativo. Réus delatores não podem se manifestar por último em razão da carga acusatória que permeia suas acusações. Fere garantias de defesa instrumentos que impeçam acusado de dar a palavra por último", disse o ministro Ricardo Lewandowski. Um dos principais críticos dos métodos de investigação da Operação Lava Jato, o ministro Gilmar Mendes voltou a atacar a atuação de Moro durante a sessão. "A República de Curitiba nada tem de republicana, era uma ditadura completa. Assumiram papel de imperadores absolutos", disse Gilmar. "A abertura de alegações finais do colaborador deve ocorrer em momento anterior aos delatados. A abertura para alegações finais deve se dar de modo sucessivo ao meu ver. Reconheço que é tema difícil porque a questão se coloca a partir dessa via-crúcis nova, por conta do uso do instituto da colaboração premiada e desse aprendizado institucional que estamos a desenvolver. Uma instituição feita de afogadilho, cheia de defeitos, genérica, permitiu preenchimento de lacunas com muita ousadia", completou Gilmar.

O julgamento marcou a primeira vez que Cármen Lúcia divergiu do relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, considerando os principais casos analisados pela atual composição da Segunda Turma que foram mapeados pelo Estadão/Broadcast. "Nesse caso, temos uma grande novidade no direito. O processo chegou onde chegou por causa do colaborador. Não vejo que estejam na mesmíssima condição", disse Cármen Lúcia, ao concordar com Gilmar e Lewandowski. A discussão do caso impôs uma derrota a Fachin, que se posicionou contra o recurso da defesa. "O legítimo manejo de meio atinente de ampla defesa não apresenta distinção entre colaboradores e não colaboradores. Em outras palavras, a adoção de estratégia defensiva não causa ordem de manifestação de cada acusado. O acusado ao adotar colaboração não passa a ser parte acusatória ou assistente de acusação", afirmou o relator da Lava Jato. O decano do STF, ministro Celso de Mello, não compareceu à sessão desta terça-feira por estar se recuperando de uma pneumonia.


Agência Estado e Correio do Povo

RS terá predomínio de sol e tarde quente nesta quarta-feira

Termômetros superam os 30°C em diversos pontos do Estado

Animais vão precisar de refresco em dia quente na Expointer

Animais vão precisar de refresco em dia quente na Expointer | Foto: Alina Souza

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O sol predomina nesta quarta-feira no Rio Grande do Sul, com amplos períodos de céu claro na maioria das regiões. Haverá nevoeiro e neblina em pontos principalmente do Sul e do Leste do Estado no final da madrugada e no começo da manhã. Prevê-se ainda nevoeiro costeiro na orla, especialmente entre o Chuí e Mostardas, que pode persistir ao longo do dia.

A quarta terá uma manhã amena e será quente à tarde com calor no Oeste, Noroeste e na faixa central do Estado. À noite, em Porto Alegre, na hora do jogo do Inter no estádio Beira-Rio, temperatura ao redor dos 17ºC ou 18ºC.

As mínimas rondam os 6°C em São José dos Ausentes e os 11°C em Pelotas. As máximas, por sua vez, podem chegar a 29°C em Santa Maria e 31°C em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 12°C e 28°C.

Agosto, apesar de ser mês do inverno climático, dificilmente não registra alguns dias de calor no Rio Grande do Sul. Levantamento do meteorologista Eugenio Hackbart, com base nos dados da estação de São Leopoldo, em operação desde 1987, mostra que em quase todos os anos há ao menos um dia quente no mês.

Na série histórica, somente em 1987, 1998 e em 2000 a temperatura não bateu nos 30ºC na cidade do Vale do Sinos. E as máximas não raro são dignas do auge do verão. Em 1988, no dia 24/8, fez 35,4ºC. Já em 1995, no dia 25, máxima de 35,3ºC. Fez 35,0ºC em 31/8/1997. Em 2002, 35,6ºC no dia 25. Em 16/8/2009, registro de 35,1ºC. Em 2014, máxima de 36,0ºC no dia 24. E, no ano seguinte, 36,2ºC no dia 8.

Em quase todos os anos da série são vistas máximas entre 31ºC e 34ºC com vários anos em que as máximas ficaram na casa dos 34ºC. Nesta quarta, já teremos calor em parte do Estado e na quinta ganha força com mais de 30ºC em muitas cidades do Rio Grande do Sul. A Grande Porto Alegre deve ter máximas nesta quinta entre 31ºC e 33ºC.


MetSul e Correio do Povo

Carros&Motos: Test Drive do Jetta GLI

Publicado em 27 de ago de 2019

Renato Rossi e Alexandre Ruga avaliam e comentam o novo Jetta GLI da Volkswagen.
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Tereza Cristina altera agenda na Expointer e diminui possibilidade de visita de Bolsonaro

Ministra da Agricultura estará em Esteio na quinta e sexta-feira

Por Cintia Marchi

Inicialmente planejada para quarta e quinta, vinda da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para Esteio ocorrerá agora na quinta e sexta

Inicialmente planejada para quarta e quinta, vinda da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para Esteio ocorrerá agora na quinta e sexta | Foto: Antonio Araujo / Mapa / CP

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Inicialmente planejada para os dias 28 e 29 de agosto, a vinda da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para Esteio ocorrerá agora nesta quinta e sexta-feira, dias 29 e 30. A mudança de datas leva as entidades acreditaram que o presidente da República, Jair Bolsonaro, não participará da Expointer e será representado pela ministra durante a abertura oficial do evento, marcada para sexta-feira às 10h.

Nesta quinta-feira, inúmeras entidades farão suas reivindicações para a titular da Agricultura. Pedidos de ajuda para os setores do arroz e do leite estarão no topo da lista de demandas. A Farsul, Federarroz, Fetag irão reforçar junto à Tereza Cristina a necessidade de uma solução para o endividamento dos produtores.

Na semana passada, o presidente da Farsul, Gedeão Pereira, entregou uma proposta de renegociação de dívidas, sugerindo a utilização dos depósitos compulsórios como ferramenta para a repactuação, sem a aplicação de recursos públicos. Esta medida contemplaria produtores rurais localizados em municípios que decretaram emergência ou calamidade pública entre 2017 e 2019 em decorrência de fatores climáticos e que comprovem perdas superiores a 20% por meio de Laudo Técnico Agronômico.

O setor do leite irá reivindicar a compra de 30 mil toneladas de leite em pó e 200 milhões de litros de leite UHT, além da implantação urgente do Programa de Escoamento da Produção (PEP) para leite e derivados, já que hoje existe somente o PEP para leite cru. O Sindilat argumenta que o consumo de leite no país não se recuperou, nem mesmo no inverno, e a importação de leite segue pressionando os preços internos.

O presidente da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), Leonardo Lamachia, disse que irá propor à ministra ações para aumentar a segurança no campo. Ele deseja que a ministra articule com os governadores dos Estados para que todas as secretarias de segurança criem estruturas voltadas para atividades específicas de combate à criminalidade no meio rural. “A vida no campo era para ser tranquila, mas hoje a insegurança atinge todos os lugares”.

Questionada sobre a vinda de Bolsonaro na feira, a assessoria de imprensa da Presidência da República não informou.


Correio do Povo


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Everton brilha, Grêmio vira sobre o Palmeiras e vai às semifinais da Libertadores

Tricolor saiu atrás no marcador, mas venceu por 2 a 1 e garantiu vaga na fase aguda da competição pela 10ª vez em sua história

Everton e Alisson marcaram para garantir classificação às semifinais da Libertadres

Everton e Alisson marcaram para garantir classificação às semifinais da Libertadres | Foto: Nelson Almeida / AFP

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O Grêmio foi gigante no Pacaembu para conquistar uma das grandes classificações da era Renato. Em desvantagem graças ao primeiro jogo, saiu atrás no marcador também em São Paulo. Mas foi atrás da virada sobre o Palmeiras e venceu por 2 a 1 para chegar à 10ª semifinal de Libertadores de sua história.

Os gols saíram na primeira etapa. Luiz Adriano abriu o placar, mas logo o Grêmio construiu a vitória. Em quatro minutos, Everton e Alisson marcaram para garantir a classificação do Tricolor.

O resultado colocou o Grêmio nas semifinais e, agora, espera o vencedor do confronto entre Inter e Flamengo para conhecer seu adversário na próxima fase da Libertadores. O próximo compromisso pelo Brasileirão é no sábado, 31, às 11h, contra o São Paulo, no Morumbi, em jogo válido pela 17ª rodada.

Grêmio sai atrás, mas reage rápido e vira

A principal dúvida do técnico Renato Portaluppi era na lateral esquerda. Mas Bruno Cortez, que havia sentido justamente no jogo de ida, apresentou condições de jogo e começou como titular. No ataque, mais uma vez a opção foi por André. Já o Palmeiras de Felipão iniciou com Thiago Santos como titular no lugar de Felipe Melo, expulso no primeiro jogo.

Jogando em casa e com a vantagem, o Palmeiras explorou seus pontos fortes: as jogadas de velocidade e os contra-ataques. Pela direita com Marcos Rocha e Dudu, a equipe alviverde chegou levando perigo à defesa do Grêmio em duas oportunidades antes dos primeiros dez minutos de jogo.

E foi justamente pelo lado direito, nas costas de Cortez, que o Palmeiras assumiu a vantagem. Após jogada pelo setor, o alviverde conseguiu escanteio. Em cobrança de Dudu, Gustavo Gómez cabeceou e Paulo Victor afastou mal, nos pés de Luiz Adriano. Aos 13 minutos, o centroavante abriu o placar.

Aos 17 minutos, a reação do Grêmio começou. Em cobrança de falta de Jean Pyerre, quase na linha de fundo, pelo lado esquerdo, a bola chegou para Everton que, de primeira, encobriu o goleiro Weverton para empatar o jogo.

Quatro minutos depois o Grêmio chegava à virada com Alisson. Everton fez grande jogada e limpou quatro defensores do Palmeiras. Em dividida com o goleiro, a a bola sobrou para Alisson, que empurrou para as redes.

O Palmeiras sentiu e demorou para conseguir se reorganizar. Só voltou a levar perigo no fim do primeiro tempo. Em duas oportunidades, quase igualou o marcador. As duas chances foram de Willian. Na mais perigosa, aos 41 minutos, após cruzamento na área, ela sobrou para o atacante palmeirense que, de primeira e de canhota, finalizou no pé da trave.

Palmeiras não consegue ameaçar e Grêmio fica com a vaga

Na segunda etapa, precisando de pelo menos um gol para avançar, Felipão promoveu uma troca já no intervalo. Deyverson veio a campo no lugar de Willian, o que ocasionou a troca de posicionamento de Luiz Adriano para o lado esquerdo de campo.

Com a necessidade de empatar o jogo, o Palmeiras passou a ficar mais com a bola na etapa final. Apesar de ter mais a posse, o alviverde não conseguia infiltrar na defesa do Grêmio. Os problemas defensivos que apareceram no início da etapa inicial diminuíram, e o Tricolor passou a se postar bem atrás, com boa atuação de Geromel.

A resposta do Grêmio veio também com uma troca. Para tentar explorar os espaços dados pelo Palmeiras, Renato lançou Pepê no lugar do centroavante André, que pouco participou do jogo.

O Palmeiras ainda insistiu. Felipão promoveu mais trocas, mas nada criou além de jogadas raras pelos lados. O Grêmio, por sua vez, teve contra-ataques e chegou mais perto de ampliar do que sofrer o empate. Assim, o Grêmio administrou a vantagem e levou a classificação para a semifinal da Libertadores.

Libertadores - Quartas de final

Palmeiras 1

Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Thiago Santos, Bruno Henrique (Raphael Veiga) e Gustavo Scarpa (Zé Rafael); Willian (Deyverson), Dudu e Luiz Adriano. Técnico: Luiz Felipe Scolari

Grêmio 2

Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Maicon (Rômulo), Alisson (Diego Tardelli), Everton e Jean Pyerre; André (Pepê). Técnico: Renato Portaluppi

Gols: Luiz Adriano (13/1T); Everton (17/1T) e Alisson (21/2T)

Cartões amarelos: Maicon, Matheus Henrique e Jean Pyerre (Grêmio)

Árbitro: Nestor Pitana

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Público: 36.081

Renda: R$ 1.847.047,50


Correio do Povo


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Levandowski trabalhou no projeto Waymo antes de fundar startup Otto, vendida para Uber

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Ex-funcionário do Google é acusado de roubo de segredos sobre veículos autônomos

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Tiririca manda recado a mulher de deputado e vídeo viraliza

A 'vítima' da vez foi o deputado Rodrigo Coelho (PSB-SC)

Por Robson Bonin

Deputado Tiririca no plenário da Câmara

Deputado Tiririca no plenário da Câmara (Sérgio Lima/Folhapress)

O deputado Tiririca não é de fazer discursos na tribuna da Câmara, como o Radar já mostrou. Mas ele leva uma vida agitada, como piadista, claro, nos grupos de WhatsApp dos deputados.

Em um deles, gravado no plenário da Câmara e que viralizou nos zaps, Tiririca manda recado para Cecília, mulher do deputado Rodrigo Coelho: “Estou aqui do lado do seu marido. Você realmente é uma mulher que não teve sorte no amor. Ô homem feio…”, diz.

“Valeu, valeu…”, diz Coelho, correndo para terminar o vídeo.


Veja

NOSSA AMAZÔNIA É A MARIELLE DA VEZ NAS TELINHAS DA GLOBO

aís. É voz corrente que essa atividade constitui o objetivo de boa parte das ONGs que ali se concentram, acotovelam, disputam e conquistam território. Estimam as autoridades militares que cem mil dessas organizações atuam na região, o que faria dela uma das mais bem cuidadas do planeta. Não é de qualquer nacionalista fanático o cálculo nem o diagnóstico nestahttp://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL424386-5601,00-DEFESA+QUER+CONTROLAR+TRABALHO+DE+ONGS+NA+AMAZONIA.html:

“Grande parte dessas ONGs não está a serviço de suas finalidades estatutárias. Muitas delas escondem interesses relacionados à biopirataria.” (Tarso Genro, ministro da Justiça, em 24 de abril de 2008).

Inaceitável a conduta de quem, tendo poder de comunicação, reproduziu a denúncia chocha do ex-ministro como quem relatasse uma banalidade. Onze anos mais tarde, o Brasil com cérebro não lesado aplaudiu calorosamente a iniciativa do governo Bolsonaro para exercer efetivo controle sobre a atividade e recursos disponibilizados a tais grupos pela União. Dinheiro nosso para custear ações contrárias ao nosso interesse? Eu me levanto e aplaudo de pé quem a isso se oponha. A aplicação de recursos públicos – qualquer aplicação – deve obedecer ao interesse do país e não às simpatias dos opositores políticos nacionais e internacionais.

Perante algo tão alardeado e grave, tão provável quanto previsível, qual a matéria que a Globo e outros grandes veículos nacionais produziram, nesses anos todos, em defesa do interesse brasileiro na Amazônia? Que jornalismo é esse que esquece o fato e foge da notícia para cantar qual galo na madrugada da crise? Na entrevista de ontem pela manhã, 22 de agosto, Bolsonaro profetizou o que a Globo News faria mais tarde: a emissora recortou da entrevista o que não lhe servia e torceu o restante de modo a causar dano ao governo e ao país, ou seja, fez exatamente o que o presidente disse que ela faria. A emissora escondeu o prognóstico sobre a má linha editorial que iria adotar e adotou, e apresentou a matéria manipulando o que Bolsonaro falou a respeito do alheamento dos governadores da região e sobre as suspeitas que recaem sobre as contrariadas ONGs. Transformou-as em acusações diretas que ele não fez. Quem não sabe que há corruptos nacionais, inimigos políticos locais e pesados interesses externos atuando no salve-se quem puder regional?

Florestas são lugares expostos a incêndio. Por isso, projetos de reflorestamento operam com vigilância permanente, torres de observação e brigadas de incêndio. Não é possível fazer isso na Amazônia, uma floresta maior do que os 28 países da União Europeia. Neste momento, inúmeros focos incendeiam meio milhão de hectares na Bolívia; e a culpa é do Evo Morales? Há incêndios florestais de grande porte (33 mil quilômetros quadrados) na Sibéria e a culpa é do Putin? Outro de proporções menores, mas de significativo alcance, acontece na ilha Gran Canária, obrigando a remoção de 9 mil pessoas. E de quem é a “culpa”?

Aqui no Brasil, muitos meios de comunicação jogam contra o interesse nacional. Sugerem que ONGs apagam incêndio e zelam pela floresta... Colocam seus rancores acima da verdade e do bem da nação brasileira. Cuidam de colocar fogo e fumaça no colo de quem preside a República há sete meses e adotou, em relação às ONGs da região, providências corretíssimas. Repito: corretíssimas!

Dão oxigênio a Macron e Merkel que perderam as eleições de maio passado. Põem fogo na queimada, alimentam o intervencionismo estrangeiro, servem a mesa ao neocolonialismo e aos anseios pela internacionalização da Amazônia, jogam oxigênio nas chamas de uma crise internacional contra o Brasil. Isso beira a indignidade e a traição. Nossa Amazônia é a Marielle da vez nas telinhas da Globo.

__________________________

* Percival Puggina (74), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.