Inter perde de virada para o Goiás apesar de vantagem numérica

Colorado teve um jogador a mais durante quase todo o jogo e ainda assim sofreu 2 a 1 no Serra Dourada

Por Bernardo Bercht

Inter envolveu com passes, mas não foi efetivo

Inter envolveu com passes, mas não foi efetivo | Foto: Ricardo Duarte / Inter / Divulgação CP

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O Inter voltou à realidade sem vitórias fora de casa neste domingo. E voltou sofrendo castigo doloroso pela falta de iniciativa contra o Goiás no Serra Dourada. Apesar de sair na frente e ter um homem a mais quase toda a partida, cedeu o 1 a 1 e acabou tomando a virada já aos 50 minutos da etapa final.

Com o resultado, o Colorado fica com 24 pontos, em sétimo lugar. O Goiás é 11º, com 21 pontos.

O Inter enfrentou um pouco dificuldade nos minutos iniciais, contra jogadas de velocidade do Goiás, mas com bom toque de bola encontrou espaços. A partir daí, virou o comando da partida.

O Goiás ensaiou jogadas de perigo com Michael e Yago Rocha, nos dois primeiros minutos. Em ambas oportunidades, Emerson Santos antecipou bem e afastou.

Colorado abre vantagem dupla

Parou por aí e, aos 11 minutos, a vantagem já era colorada. Rithely dividiu bola no meio, Wellington Silva recuperou e fez grande assistência para Parede. O centroavante correu entre dois marcadores e deslocou o goleiro para anotar 1 a 0.

Dupla vantagem, por sinal. O árbitro analisou a falta em Rithely no começo do lance e deu cartão vermelho para Léo Sena. Agora eram 11 colorados contra 10 esmeraldinos.

A vantagem numérica fez o Inter dominar amplamente a posse de bola, mas foi o Goiás que apertou pela igualdade. Aos 33, Klaus salvou. Yago Rocha ganhou na direita e cruzou na meia-lua. Michael tentou o chute forte, mas o zagueirão veio na dividida para salvar. Logo depois, Michael recebeu na intermediária, fez grande jogada ao driblar três colorados. Na hora do chute, porém, mandou fraco de chapa. Marcelo Lomba fez boa defesa.

Sarrafiore, que substituiu Rithely com dores, ainda protagonizou bom lance antes do intervalo. Ele recebeu de Nico com pouco ângulo e tentou servir Parede, mas o passe saiu forte na frente da linha do gol.

A arrancada do segundo tempo teve mais uma vez o Goiás perigoso no contragolpe. Aos 5, jogada em velocidade gerou escanteio.  Michael desviou de cabeça no escanteio e quase entrou no canto oposto. Passou tirando tinta do poste esquerdo. Aos nove, Lomba teve que trabalhar. Marcelo Hermes levantou, Rafael Vaz cabeceou sozinho, mas em cima do goleiro, que catou firme.

Falta de iniciativa é castigada

Os comandados de Odair Hellmann resolveram dar sinal de vida no setor ofensivo já aos 20 minutos. Primeiro, em cobrança de falta. Emerson Santos bateu com efeito no canto direito, mas Tadeu espalmou com qualidade. Depois, aos 21, Nico López perdeu um dos gols mais incríveis do Brasileirão. Parede foi lançado nas costas da zaga e ajeitou para o uruguaio. Com toda a meta à disposição, ele mandou um foguete que explodiu no poste esquerdo.

O castigo veio a galope. O Goiás foi recompensado por tomar a iniciativa mesmoc om um jogador a menos. Michael recebeu entre três marcadores dentro da área, fugiu dos três colorados e fulminou no canto esquerdo. Um golaço para igualar em 1 a 1.

Daí o Inter resolveu acordar, só que faltou mira. Aos 34,  Pedro Lucas acionou Nico na área. Ele fez a proteção e rolou para Sarrafiore. Veio o tiro de primeira, que Giovane desviou para escanteio. Aos 38, Parede aparou de letra um cruzamento rasteiro na área, mas Tadeu estava atento para evitar o golaço.

Ainda dava tempo de Nico tentar outra vez... E perder de maneira impressionante. Aos 40, recebeu na área, deu um chapéu no zagueiro e chutou forte, mas Tadeu virou um paredão na frente para evitar o gol.

O castigo era maior, contudo. Aos 49 minutos, Klaus entrou atrasado e fez falta na quina da área pela direita. Era o último lance da partida. Rafael Vaz bateu colocado, sem muita força. Marcelo Lomba pulou atrasado e roçou de leve na bola, insuficiente para evitar o 2 a 1 e a festa do Goiás.

Brasileirão

Goiás 2

Tadeu; Yago Rocha (Geovane), Rafael Vaz, Fábio Sanches, Jefferson; Léo Sena, Yago Felipe, Marcelo Hermes; Michael, Rafael Moura (Leandro Barcia), e Kayke (Renatinho). Técnico: Ney Franco

Inter 1

Marcelo Lomba; Zeca, Klaus, Emerson Santos, Natanael (Erik); Rithely (Sarrafiore), Bruno Silva, Nonato; Nico López, Wellington Silva (Pedro Lucas) e Guilherme Parede. Técnico: Odair Hellmann

Gols: Guilherme Parede (11min/1ºT), para o Inter; Michael (25min/2ºT) e Rafael Vaz (50min/2ºT), para o Goiás.

Cartões amarelos: Guilherme Parede e Klaus (I) e Leandro Barcia (G).

Cartão vermelho: Léo Sena (G).

Arbitragem: Marielson Alves Silva, auxiliado por Alessandro Alvaro Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira, trio baiano. VAR: Vinícius Gonçalves Dias Araújo, de São Paulo.

Local: Serra Dourada - GO


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Raquel Dodge contraria PF e pede fim de inquérito sobre Collor

PGR afirma que investigação não conseguiu colher provas suficientes para justificar uma denúncia contra parlamentar

Inquérito foi aberto a partir de acusações de delatores da Odebrecht

Inquérito foi aberto a partir de acusações de delatores da Odebrecht | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, contrariou entendimento da Polícia Federal e pediu o arquivamento de um inquérito contra senador Fernando Collor (PROS-AL) com base em delação de executivos da Odebrecht. O parecer foi encaminhado ao gabinete do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, a quem caberá decidir se as investigações devem prosseguir ou não.

O inquérito foi aberto a partir de acusações de delatores da Odebrecht, que relataram que Collor solicitou e recebeu "vantagens indevidas" em 2010 como contrapartida a uma suposta atuação em benefício da empreiteira, especialmente na área de saneamento básico. O pagamento teria sido executado pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, área que se tornou conhecida como "departamento de propinas" da empreiteira.

Após analisar os depoimentos dos delatores, a PF avaliou haver "indícios suficientes" de que Collor pediu dinheiro à empreiteira, o que configuraria corrupção passiva. "Estão presentes indícios suficientes de que o senador teria cometido o delito de corrupção passiva ao solicitar R$ 800 mil em contrapartida à sua atuação em benefício da Odebrecht Ambiental, na área de saneamento básico de Alagoas, em 2010", afirmou o órgão. Disse, contudo, que "não foram reunidos indícios suficientes a comprovar o efetivo recebimento dos valores".

Ao analisar o caso de Collor, Raquel discordou da PF e afirmou que a investigação não conseguiu colher provas suficientes para justificar o oferecimento de uma denúncia contra o parlamentar.

Relatos

O inquérito foi enviado no dia 1.º de julho à Procuradoria-Geral da República, que, por sua vez, enviou ontem um parecer de 36 páginas ao Supremo, 52 dias depois.

Em depoimento ao Ministério Público Federal, os delatores da Odebrecht relataram reunião ocorrida em 12 de agosto de 2010, na residência de Collor, na qual teriam sido debatidos interesses da Odebrecht na área de saneamento em Alagoas, caso o ex-presidente da República fosse eleito para o cargo de governador do Estado.

Na ocasião, de acordo com os colaboradores, teria sido acertado o pagamento de "vantagem indevida" no valor de R$ 800 mil para a campanha de Collor ao governo de Alagoas, em 2010. Segundo os delatores, o senador teria se comprometido a atuar em favor dos interesses da empreiteira.

Procurado pela reportagem por meio do seu gabinete e via assessoria de imprensa, Collor não se manifestou até a conclusão desta edição. Depois de se licenciar no primeiro semestre para cuidar de sua defesa em outros processos que tramitam na Justiça, ele reassumiu sua cadeira no Senado neste mês, após o recesso parlamentar.


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Bolsonaro indica nomes para Cade e atende a senadores

Presidente segue pedidos apresentados por senadores em momento que parlamentares devem avaliar possível indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada do País nos EUA

Jair Bolsonaro indicou cinco novos nomes para Cade

Jair Bolsonaro indicou cinco novos nomes para Cade | Foto: CADE / Divulgação / CP

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O presidente Jair Bolsonaro cedeu a pressões de senadores e indicou nesta sexta-feira cinco novos nomes para integrar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Segundo apurou o Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado, pelo menos dois deles foram negociados diretamente com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) - os dos advogados Luiz Augusto Hoffmann e Lenisa Rodrigues Prado, esta última indicada para ocupar o cargo de procuradora-geral do órgão que cuida da concorrência entre empresas no País.

Além deles, Bolsonaro indicou para o conselho o também advogado Sérgio Costa Ravagnani e o economista Luiz Henrique Bertolino Braido. O atual superintendente-geral do órgão, Alexandre Cordeiro, foi reconduzido ao cargo. Todos os indicados passarão por sabatina em comissão do Senado e precisam ter seus nomes aprovados pelo plenário da Casa.

A indicação de Cordeiro foi defendida por senadores, mas, desde o início do ano, ele tem se aproximado da equipe econômica por causa de negociações de acordos com a Petrobras. Ainda há uma vaga no conselho, que também deverá ser preenchida por indicação do Senado.

A decisão de seguir os pedidos apresentados pelos senadores vem em um momento em que os parlamentares devem avaliar a possível indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o "filho 03" do presidente, para ser embaixador do País nos Estados Unidos.

No início do mês, num primeiro movimento, Bolsonaro retirou dois nomes que haviam sido apresentados por ele em maio e não teriam agradado aos senadores - eles haviam sido escolhidos pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Justiça, Sérgio Moro. Alcolumbre demonstrou resistência aos conselheiros escolhidos pelo presidente e "segurou" a tramitação até que o Planalto recuasse.

Parlamentares avaliaram que o presidente do Senado atendeu a demandas de aliados próximos nas escolhas para o Cade. Questionado na quarta-feira passada sobre se uma indicação para o órgão sairia do Senado, Alcolumbre foi irônico: "Daqui? Agora me deu medo".

Nesta sexta-feira, em nota, Alcolumbre afirmou que as indicações ao Cade ou a qualquer outra agência reguladora "são prerrogativa exclusiva do Executivo". "Todos os nomes indicados serão devidamente sabatinados no Senado, onde os indicados poderão provar suas capacidades."

"Privilegiado"

Para senadores ouvidos pelo Estadão/Broadcast, Alcolumbre tem sido um "interlocutor privilegiado" do governo no Senado e as indicações tendem a facilitar a tramitação de pautas do governo. Nos últimos dias, ele reforçou a atuação em prol da indicação de Eduardo e minimizou os riscos de o deputado ser rejeitado na Casa.

Levantamento feito pelo Estadão indica que o governo não teria hoje os 41 votos necessários para aprovar o nome de Eduardo em plenário. Dos 80 senadores com direito a voto (Alcolumbre não vota), 15 declararam apoio formal à indicação.

As escolhas feitas pelo presidente surpreenderam integrantes do Cade, já que advogados e economistas atuantes na área da concorrência vinham sendo sondados. Os indicados foram vistos com reservas por não terem experiência na área antitruste - a exceção é Cordeiro, que foi conselheiro do órgão antes de ocupar a superintendência.

"Espero que as indicações tardem, mas não falhem, porque, pela primeira vez na história, não vêm nem da Justiça nem da Economia", afirmou o advogado José Del Chiaro, que atua em processos no Cade.

Hoffmann é graduado em Direito e doutor em Direito Civil pela Universidade de São Paulo. É sócio de um escritório de advocacia. Ravagnani é subchefe adjunto de Política Econômica e graduado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB). Lenisa é graduada em Direito pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília e mestre em Constituição e Sociedade pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). É advogada e foi conselheira do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Já Cordeiro é graduado em Direito e Economia e mestre em Direito Constitucional pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

Moro

Apesar de o Cade ser ligado ao Ministério da Justiça, de Moro, o ministro não foi consultado e não teve influência em nenhuma das indicações. Tradicionalmente, os escolhidos para o conselho são apontados pelas equipes da Economia e da Justiça. A equipe de Guedes, porém, foi quem escolheu Braido. Ele é PHD em Economia pela Universidade de Chicago, onde Guedes estudou. Procurados, os indicados não se pronunciaram. A reportagem não conseguiu contato com Lenisa.



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Eleitores de Macri marcham em apoio à sua reeleição na Argentina

Atual presidente foi derrotado nas primárias realizadas no começo de agosto

Apoiadores de Macri foram às ruas neste sábado

Apoiadores de Macri foram às ruas neste sábado | Foto: Ronaldo Schemidt / AFP / CP

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Milhares de pessoas foram às ruas neste sábado em Buenos Aires manifestar apoio à reeleição do presidente Mauricio Macri nas eleições de 27 de outubro, depois de ter sofrido um revés nas primárias de 11 de agosto, quando obteve 32% dos votos.

Com bandeiras argentinas, os manifestantes se reuniram no Obelisco portenho e caminharam até a histórica Praça de Maio com frases de apoio ao liberal Macri, que enfrenta seu momento político mais difícil, em meio à recessão econômica e à instabilidade financeira.

A manifestação, organizada pelas redes sociais, acontece depois do revés eleitoral nas eleições primárias, favoráveis a seu principal rival político, o peronista de centro-esquerda Alberto Fernández, que obteve mais de 47% dos votos.

O resultado deixou Fernández como favorito e com a possibilidade de vencer no primeiro turno, para o que são necessários 45% dos votos ou 40% e uma diferença de pelo menos dez pontos sobre o segundo mais votado. Fernández tem como candidata a vice-presidente a ex-chefe de Estado Cristina Fernández de Kirchner (2007-2015).


AFP e Correio do Povo

André Carús é o novo presidente do MDB de Porto Alegre

Falta de consenso e influência de caciques prolongou convenção e anúncio da nova executiva

Por Flavia Bemfica

André Carús foi eleito presidente do MDB de Porto Alegre

André Carús foi eleito presidente do MDB de Porto Alegre | Foto: Giulia Secco / CMPA / CP Memória

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Após várias horas de negociações com participação dos caciques partidários, o vereador André Carús foi eleito neste sábado como o novo presidente do MDB de Porto Alegre. O 1º vice-presidente será o deputado estadual Tiago Simon. O gerente de Relacionamento da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Alexandre Borck, o Xandão, segue como secretário-geral da sigla, em quinto mandato. Não houve disputa de chapas. A nominata encabeçada por Carús foi eleita por aclamação do diretório, também escolhido neste sábado, durante a convenção municipal do partido ocorrida na sede estadual. Ao final do encontro, que terminou com mais de duas horas de atraso em relação ao inicialmente previsto, o novo dirigente disse que a principal premissa agora será a abertura da tese de candidatura própria do partido à prefeitura de Porto Alegre. Os dois emedebistas mais cotados para a disputa, o deputado estadual Sebastião Melo e o ex-secretário da Segurança, Cezar Schirmer, permaneceram no encontro até o final.

Questionado sobre como pretende equacionar uma candidatura própria ao Paço e a manutenção da sigla na base de apoio da administração do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), que disputará a reeleição, Carús declarou que até o momento não existe discussão dentro do MDB sobre uma eventual saída do governo tucano, e que o debate será levado adiante no momento adequado. Lideranças emedebistas, o novo presidente entre elas, vêm utilizando como argumento para sua continuidade na base do governo a necessidade de que sejam aprovados projetos importantes para a cidade, mas a justificativa é apontada, dentro do próprio partido, como ‘capenga.’ “O MDB não precisa estar no governo para aprovar ou rejeitar projetos na Câmara. O que segura o partido são os cargos na administração. Isso não é nenhum segredo”, rebate outra liderança partidária.

Internamente, a possibilidade com mais força hoje é de que, a partir das articulações para a disputa de 2020 e a decisão pela candidatura própria, o partido, se necessário, deixe seu posto mais visível na administração Marchezan (a pasta de Desenvolvimento Social e Esporte, atualmente sob o comando da vereadora Nádia Gerhard), e mantenha as indicações feitas para o segundo e terceiro escalões.

Falta de consenso atrasou anúncio dos nomes

A programação inicial da convenção do MDB de Porto Alegre não previa contratempos. A votação para escolha do novo diretório foi marcada para acontecer entre 9h e 12h e, pouco depois, deveria ser feito o ato de encerramento, com a presença das lideranças partidárias e o anúncio do novo comando partidário, a executiva. O vereador André Carús tinha a bênção de Antenor Ferrari e Luiz Fernando Záchia, respectivamente presidente e 1º vice-presidente da gestão que se encerrou neste sábado. E, durante a semana, havia sido anunciado como o escolhido pela bancada da legenda na Câmara de Vereadores. Mas conversas que se intensificaram também na semana, e que desembocaram na apresentação de outros dois nomes para a presidência – o do secretário-geral Alexandre Borck e o do advogado Thiago Moysés, este último a partir de um movimento da juventude do partido, tensionaram os encaminhamentos feitos pelos caciques partidários. Ao invés do meio-dia, a nova executiva só foi anunciada às 13h30.

Às 11h, os três postulantes à presidência se reuniram para tentar chegar a um acordo na sala de reuniões, mas não houve avanço. Ao mesmo tempo, ganhava corpo a reunião que acontecia na sala da presidência, em frente a primeira, e pela qual passaram Eliseu Padilha, Pedro Simon, José Fogaça, Luiz Fernando Záchia, Idenir Cecchim, Sebastião Melo, Tiago Simon, Juvir Costella, Cezar Schirmer, Luis Roberto Ponte, Ibsen Pinheiro, Antônio Hohlfeldt, Nádia Gerhard e Valter Nagelstein.

Perto do meio-dia, o entra e sai nas duas salas se tornou constante. Cerca de meia hora depois, Moysés deixou a sala de reuniões. Foi seguido por Borck e ambos continuaram as tratativas longe dos caciques, nas escadarias entre o 8º e o 9º andares do prédio. A Moysés foi oferecido um dos postos da executiva, mas não houve acordo. Carús, no discurso público de encerramento, frisou que não ocorreram imposições, que a chapa foi a da unidade e busca do diálogo, e fez uma deferência a Borck. Nos bastidores, seus partidários acusaram Moysés de ter sido irredutível e não aceitar outro posto que não a presidência. O advogado nega. “Eu aceitava negociar, não queríamos disputa. Eu, o André, o Xandão, fazer uma unificação. Porque o partido precisa se renovar. Mas aí entrou um monte de cacique para decidir junto e com alguns nomes ali nós não queríamos compor. Além disso, eles fecharam as urnas de votação antes do prazo”, resume. 


Correio do Povo