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Mauro Iasi (PCB) defende em público o assassinato de todos da "direita"

Publicado em 17 de out de 2015
Mauro Iasi (PCB) defende em público o assassinato de todos da "direita". Literalmente. E foi aplaudido por um auditório lotado.

Ele foi candidato à presidência do Brasil na eleição do ano passado pelo PCB, partido filiado ao Foro de S. Paulo, e já foi candidato a vice-governador de São Paulo. Não é um participante inexpressivo pinçado no meio de uma manifestação, como a imprensa faz com qualquer lunático em atos contra o PT. É PhD em História pela USP e de 2011 a 2013 foi o presidente da Associação dos Docentes da UFRJ.

O Ministério Público e a OAB vão se pronunciar? A imprensa vai mostrar a mesma indignação que aparenta em outros episódios de "discurso de ódio"? Vai ficar por isso mesmo?

O Brasil está completamente hipnotizado. Num país normal, esse tipo de vagabundo estaria respondendo judicialmente por essas declarações, no mínimo. Aqui, tem emprego público e platéia para defender paredões e assassinatos como seus ídolos fizeram ao longo da história.

- Mauro Iasi no Facebook https://www.facebook.com/mauro.iasi
- Mauro Iasi no Twitter https://twitter.com/mauroiasi

AMEAÇAS DE FUZILAMENTO FEITAS POR UM COMUNISTA‏



 Link do vídeo para facilitar compartilhar no face esse absurdo.

https://www.facebook.com/video.php?v=1534954546745207
 
 ATENÇÃO!!!!
 
Mauro Iasi (PCB) defende em público o assassinato de todos da "direita". Literalmente. E foi aplaudido por um auditório lotado.

Ele foi candidato à presidência do Brasil na eleição do ano passado pelo PCB, partido filiado ao Foro de S. Paulo, e já foi candidato a vice-governador de São Paulo. Não é um participante inexpressivo pinçado no meio de uma manifestação, como a imprensa faz com qualquer lunático em atos contra o PT. É PhD em História pela USP e de 2011 a 2013 foi o presidente da Associação dos Docentes da UFRJ.
 
O Ministério Público e a OAB vão se pronunciar? A imprensa vai mostrar a mesma indignação que aparenta em outros episódios de "discurso de ódio"? Vai ficar por isso mesmo?
 
O Brasil está completamente hipnotizado. Num país normal, esse tipo de vagabundo estaria respondendo judicialmente por essas declarações, no mínimo. Aqui, tem emprego público e platéia para defender paredões e assassinatos como seus ídolos fizeram ao longo da história.

Por Roberto Bitencourt da Silva (*)
 
O Partido Comunista Brasileiro (PCB), fundado em 1922, é a organização partidária mais antiga da história brasileira. Em grande medida, a trajetória do PCB foi marcada por uma atuação na clandestinidade. Décadas seguidas perseguido pelas forças políticas e sociais conservadoras. Nos últimos anos perdeu apelo na sociedade brasileira.
 
Para a eleição presidencial passada,, o PCB lançou como candidato o sr. Mauro Iasi: um paulistano, de 54 anos de idade, historiador (PUC/SP) e doutor em Sociologia (USP), também professor da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ainda jovem, começou a sua militância política em um grupo teatral, em 1976, e ingressou no PCB em 1979. Em seguida, em 1980, acompanhou o lendário “Cavaleiro da Esperança”, Luis Carlos Prestes, em seu rompimento com o partido. Militou no PT, tendo atuado como dirigente municipal e coordenador nacional da Secretaria Nacional de Formação. Em 2004, abandonou as hostes petistas e regressou ao PCB. Entre 2011 e 2013 esteve à frente da entidade sindical dos professores da UFRJ (ADUFRJ-Seção Sindical).
 
A Violência Planejada como Cortina de Fumaça: Qual o maior ladrão? O batedor de carteira ou aquele que está em Brasília? Apesar disso, com qual as pessoas se preocupam mais? Os ladrões de Brasília adoram os bandidos,
porque enquanto o povo estiver com medo nas ruas, em cada esquina, no trabalho e até dentro de casa, preocupado com sua própria segurança, com sua vida e de sua família, a ameaça é mais grave, e até se esquece dos bandidos de Brasília, das Assembléias Legislativas, Câmaras Municipais, dos governos federal, estadual e municipal... a violência serve como uma excelente cortina de fumaça, para desviar a atenção da causa dos nossos grandes problemas. Comunistas são aliados do crime organizado. Desarmaram o povo, só fazem leis para favorecer bandidos, braço armado da revolução.

O que é estratégico?

   Adriano Benayon * - 16.10.2015

Demonstrando abissal ignorância sobre o que é, ou não, estratégico, ou então desprezo pela segurança nacional, os falsos desenvolvimentistas, desde JK (1956-1960), consideraram que bastava ter sob comando nacional as telecomunicações, a energia, notadamente o petróleo, e a área nuclear.

2. Se olhassem com seriedade para a História, teriam percebido que nenhum país foi capaz de se defender, tendo entregado sua economia e suas finanças a controle estrangeiro. Isso se tornou cada vez mais nítido, à  medida que a capacidade bélica foi ficando mais dependente da indústria e da tecnologia.

3. Mas, mesmo antes do século XVIII, quando a sorte nas armas se vinculou à mecânica pesada e às indústrias básicas -  que lhe fornecem insumos -, as guerras, sempre foram movidas a dinheiro, tal como a política.

4. Revela-se, pois, enorme e múltipla a leviandade dos dirigentes do País, uma vez que o “modelo econômico brasileiro”, de JK aos governos militares, se caracterizou, não só pela dependência tecnológica, mas também pela dependência financeira.

5. Depois, isso continuou a agravar-se, culminando com as manipulações eleitorais que levaram às presidências de Collor e FHC, nas quais, além de tudo, as Forças Armadas foram deliberadamente debilitadas.

6. E por que isso foi possível? Porque quem monopoliza o dinheiro grosso e comanda a mídia submissa, determina as políticas.  Claro que essas não foram as de interesse do País.

7. Acaso? Não, mas, sim, algo que se desenhou com o  golpe de agosto de 1954, quando as decisões econômicas foram entregues a “técnicos” do agrado dos centros financeiros angloamericanos.

8. Desde o final dos anos 50, o domínio dos carteis multinacionais sobre a economia resultou em enormes déficits de transações correntes: esses carteis transferiram ao exterior – principalmente como despesas - lucros de fato, decorrentes dos preços elevadíssimos, no mercado interno, dos bens aqui produzidos e dos importados, e preços baixos na exportação.

9.  Daí derivou absurda dívida externa,  inflada também com os juros e demais despesas decorrentes do financiamento externo de investimentos públicos e privados efetuados no País.

10. Afora os colossais pagamentos do serviço da dívida externa, ao exterior, ainda maiores nos anos seguintes à  Constituição de 1988, parte dessa dívida foi transformada em interna, a qual passou a crescer exponencialmente, em função de juros e correção monetária absurdos - mais um sinal de que o País não tem autonomia política.

11. Montou-se, assim, a engrenagem viciosa, através da qual a dependência política alimenta o crescimento da dependência econômica, a qual acentua a submissão política,  e assim por diante.

12. O conceito adotado por pró-imperiais assumidos e inconscientes, era que se deveria abrir às grandes transnacionais, com matrizes no exterior, as indústrias de transformação – consideradas não-estratégicas -  como  a de bens de consumo durável, inclusive veículos automotores,  o ridículo carro-chefe da arrancada para o falso desenvolvimento.

13. Tão grande foi a irresponsabilidade para com o País e seu futuro, que - através das Instruções da SUMOC, a partir de janeiro de 1955 -  propiciaram subsídios desmedidos para que os carteis industriais estrangeiros se assenhoreassem facilmente do mercado brasileiro, que nunca lhes esteve fechado.

14. Ademais, permaneceram abertas as brechas que permitiram crescente penetração do capital estrangeiro no sistema financeiro do País.

15. Sessenta anos depois, passados numerosos governos aparentemente diferentes, deu-se a desnacionalização praticamente completa, a causa da desindustrialização.

16. O balanço é o pior possível: a) a dívida interna, que continua crescendo exponencialmente, por efeito da capitalização de absurdos juros, já atingiu mais de R$ 3,8 trilhões; b)  boa parte dos títulos pertence a residentes no exterior; c) o passivo externo financeiro bruto – onde avultam os investimentos estrangeiros diretos (IEDs) - supera US$ 1 trilhão.

17.  Os IEDs acumularam-se principalmente com recursos estatais,  subsídios governamentais e reinvestimento de lucros, o que denuncia a natureza autorretroalimentada do processo de desnacionalização.

18. Finaliza-se o processo, com o enfraquecimento e maior infiltração da própria Petrobrás por interesses forâneos, além de preparar-se luz verde a petroleiras transnacionais para apoderar-se das reservas descobertas pela estatal. Além disso, deterioraram-se e desnacionalizaram-se infra-estruturas essenciais, como as de energia, transportes e comunicações.

19. Não bastasse isso tudo, a engenharia,  último ramo sobrevivente com tecnologia competitiva,  está sob fogo interno, teleguiado do exterior,  para que os mercados que conquistou no Brasil, e fora dele, também caiam sob controle de empresas estrangeiras.

20. O Brasil está inerme, com seus recursos terrestres, águas e subsolo, dotado de minerais preciosos e estratégicos, tudo aberto ao saqueio das corporações estrangeiras.  Grande parte do território amazônico foi subtraído à jurisdição efetiva do País, sob o pretexto de demarcar terras supostamente indígenas.

21. Que aconteceria se mudasse de política? A violência das intervenções imperiais na Líbia, Iraque e Síria, entre outras, deveria  alertar para reverter  as políticas levianas aqui praticadas, há mais de 60 anos.

22. Mauro Santayana afirma que o Brasil talvez seja o país mais indefeso do mundo, e o pouco que ainda tem de empresas nacionais na indústria bélica está sendo  adquirido  por grupos estrangeiros,  ou controlado por estes mediante associações, principalmente as firmas  que desenvolveram tecnologia militar, nos últimos anos.
23. A vulnerabilidade decorre também do baixo conteúdo local das peças do equipamento de defesa, mesmo no caso de blindados ligeiros. Que dizer das carências em tecnologia eletrônica, até mesmo chips desenhados e fabricados no País?
24. Esse é o resultado da entrega, favorecida pelos governos, do controle do grosso da economia a empresas e grupos financeiros  transnacionais.  Era questão de tempo a entrega também dos setores ditos estratégicos.

25.  Em vez de "lideranças" civis e militares cuidarem disso, ignoraram que o  desenvolvimento econômico verdadeiro só se faz com capital nacional e tecnologia nacionais.

26.  Além disso,  tiveram a visão ofuscada pela crença que lhes foi inculcada, de que o inimigo estratégico seria o comunismo, termo em que foi abusivamente englobado tudo que desagradasse o império e seus adeptos locais.

27. Nas lideranças e cidadãos, em geral, foram incutidas divergências  ideológicas que se tornaram fossos intransponíveis, geradores de exclusões, perseguições e conflitos envenenados.

28. Assim, além da economia dominada, o que, mormente após a pseudo-democratização de 1988, levou os interesses antinacionais a controlarem o sistema e as decisões políticas, acelerando a desindustrialização e primarização da economia, a falência estratégica  foi acentuada pela falta de coesão nacional.

29. Para esta deficiência estratégica contribuiu a abertura ao arrasamento da cultura e dos valores éticos, através da permissividade das “autoridades” para com os  meios de comunicação mundiais e locais, acompanhada da deformação dos fatos políticos e econômicos em todo o mundo.

30. Se é que o poder emana do povo, que poder emanaria de um povo submetido a processos de psicologia aplicada e a outras intervenções destinadas a apassivá-lo?

31. Machiavello  ensinou que “o poder emana do ouro e das armas.” Nesta vertente, como o  Brasil precisa ter poder para viver com dignidade, e até para sobreviver, impõe-se  entender que:

a)     o desenvolvimento econômico e social é indispensável para a defesa e segurança; b) ele depende de autonomia, tanto nas decisões governamentais como na das empresas.

* - Adriano Benayon é doutor em economia pela Universidade de Hamburgo e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

Afeganistão: EUA não se retirará do país

Washington – O presidente Barack Obama anunciou ontem que os Estados Unidos vão prolongar a permanência de suas tropas no Afeganistão, mantendo 9,8 mil soldados no país em 2016 e 5,5 mil em 2017, já depois de terminar seu mandato. “As forças afegãs ainda não são tão fortes quanto deveriam”, opinou Obama. Segundo ele, a situação de segurança no Afeganistão continua “muito frágil”.
Obama ressaltou que a presença militar norte-americana – de treino, aconselhamento e apoio às forças afegãs - “pode fazer uma verdadeira diferença”. O dirigente, que nas campanhas eleitorais de 2008 e 2012 prometeu pôr fim à presença de seu país no Afeganistão, afirmou ontem que rejeita a ideia de “uma guerra sem fim”, mas que atrair a retirada americana “é o correto”. No início de 2017, quando um novo presidente tomar posse nos EUA, deverão estar no Afeganistão cerca de 5,5 mil soldados – o que estava planejado era manter mil militares naquele país.
O recrudescimento dos ataques dos talibãs nos últimos meses se tornou recorrentes as declarações de responsáveis – sobretudo militares americanos – sublinhando a necessidade de reverter o atual plano de retirada. Há duas semanas, os talibãs conseguiram a sua maior vitória militar desde a invasão dos EUA, em 2001, capturando a cidade estratégica de Kunduz.



Fonte: Correio do Povo, página 8 de 16 de outubro de 2015. 

Dilma Rousseff corta até salário, mas não o helicóptero presidencial

O desembolso dos gastos dos voos é feito na conta da FAB
Foto: Givaldo Barbosa/Agência O Globo
CORREIOBRAZILIENSE.COM.BR|POR CORREIO BRAZILIENSE

Acidente fatal na Dona Augusta: a tragédia anunciada que só a EPTC não sabia, por Lúcio Machado Borges*

Infelizmente, o acidente fatal ocorrido entre um Lotação da Linha Menino Deus e um veículo Ford Fiesta não chega a ser nenhuma novidade para os moradores do bairro Menino Deus e arredores. O pior disso tudo é que a Prefeitura de Porto Alegre e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) sabiam que os moradores estavam temerosos que pudesse ocorrer um acidente fatal no local e que isso era apenas uma questão de tempo.
A EPTC emitiu uma nota “lamentando o fato ocorrido” e dizendo que os seus engenheiros de tráfego estão fazendo um estudo técnico e após o término das fortes chuvas que estão castigando o Rio Grande do Sul, irão melhorar a sinalização no local.
Não precisava consultar os engenheiros de tráfego da EPTC. Era só ter dado ouvidos aos moradores da região. Mas como sempre acontece no Brasil, precisa morrer alguém para que o poder público acabe tomando uma providência.
Só que eu quero alertar a EPTC de uma coisa e espero que eles tomem alguma providência: ali na esquina das ruas Miguel Couto e Dona augusta é apenas a “ponta o iceberg”. Temos dois pontos importantes, que infelizmente vai ocorrer mortes em pouco tempo, se nada for feito: o primeiro ponto é na Dona Augusta, esquina com a rua Barão do Cerro Largo. Neste local tem uma escola de Ensino Fundamental e pela manhã, várias crianças estudam ali. Outro ponto crítico e na minha opinião, extremamente perigoso, que é na rua Dona Augusta, esquina com a Barão do Guaíba.
Este ponto é extremamente perigoso e neste local, toda a semana ocorre acidentes graves. Já teve caro pegando moto, caminhão pegando automóvel, que acabou capotando e tendo perda total. É só a turminha da EPTC ir ali neste local que eu estou dizendo e verão que ali sempre tem pedaços de para-choque, de sinaleira de automóveis.
Espero que a EPTC toma as devidas providências o mais rápido possível para que depois não haja a necessidade da EPTC largar uma nota na imprensa, apenas “lamentando o ocorrido”.

*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 10 de outubro de 2015. 

Presidente eleito argentino quer que a Venezuela seja suspensa do Mercosul