O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira (2) que não pretende abrir mão de seu cargo na Polícia Federal, após portaria publicada pela corporação determinar seu retorno imediato ao posto na Delegacia de Angra dos Reis (RJ).
📌 Declarações
Em vídeo publicado no X (antigo Twitter), Eduardo disse:
“É óbvio que não tem condição de retornar ao Brasil agora. Ficarei firme. Vou lutar pelo meu cargo na Polícia Federal. Sei que querem pegar minha aposentadoria da PF, meu porte de arma e minha pistola Glock, que ainda é brasonada da corporação. Querem me prejudicar.”
O ex-parlamentar também criticou a direção da PF:
“Não abdiquei de todos os privilégios parlamentares para me sujeitar aos caprichos dos bajuladores de tiranos. Que a ‘Gestapo’ faça o que bem entender com meu concurso público, jamais trocaria minha honra por um emprego na burocracia pública.”
⚖️ Contexto da decisão
A medida da diretoria de gestão de pessoas da PF foi tomada após a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarar a perda do mandato de Eduardo Bolsonaro em razão de faltas. Com isso, foi encerrado o afastamento que lhe permitia exercer mandato eletivo.
👥 Relação com Jair Bolsonaro
No vídeo, Eduardo alegou não ter condições de retornar ao Brasil, citando o fato de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ter voltado à carceragem da PF em Brasília após receber alta médica. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão pela condenação relacionada ao golpe de Estado de 2022.
🔎 Alegações de perseguição
Eduardo reiterou que é alvo de perseguição política e reforçou críticas à cúpula da corporação da qual faz parte, mantendo o discurso de resistência contra a ordem judicial.
Fonte: Correio do Povo

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