quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Macron com coronavírus; Moderna perto da aprovação; As ideias para o seu 2021

 

Na corrida pelas vacinas, a vacina da Moderna na FDA e as declarações do Ministério da Saúde sobre o plano de vacinação brasileiro são temas do dia nesta quinta-feira, assim como a notícia do diagnóstico de coronavírus do presidente francês Emmanuel Macron. E a nova edição da EXAME traz as 21 ideias para guiar o seu 2021. Boa leitura.

Emmanuel Macron: presidente francês é mais um dos líderes diagnosticados com coronavírus | Getty Images
1 - MODERNA APROVADA?

A FDA, órgão regulador de medicamentos dos Estados Unidos, se reúne para avaliar o uso emergencial da vacina da americana Moderna. A vacina de Pfizer/BioNTech, que também usa RNA mensageiro, foi a primeira aprovada e já começou a ser aplicada nesta semana nos EUA. No Brasil, a atenção é pela informação de que o Ministério da Saúde vai comprar ainda nesta semana 45 milhões de doses da chinesa Coronavac, segundo afirmou o governador do Pará, Helder Barbalho. O Ministério ainda não confirmou. Ontem, o governo divulgou mais detalhes do plano de imunização no Brasil, que deve durar 16 meses, os quatro primeiros para os grupos prioritários, mas ainda sem datas. Também nesta quinta-feira, a Câmara deve discutir a MP das Vacinas, liberação para compra das vacinas da Covax Facility, da ONU. A MP não deve incluir a ideia do presidente Jair Bolsonaro da assinatura de um termo de responsabilidade por parte do paciente. Leia mais


2 - AGORA VAI?

Nos mercados, o tom é de otimismo com o pacote de estímulo americano cada vez mais próximo de uma aprovação, com valor em torno de 900 bilhões de dólares. O líder republicano no Senado, Mitch McConnell, que já foi um entrave para um acordo bipartidário, passou a articular a favor da medida -- afirmando que ela pode aumentar a popularidade dos republicanos em tempo do segundo turno do Senado na Geórgia, em janeiro, que vai definir a maioria na Casa. Os índices europeus e asiáticos passaram a madrugada em leves altas, após máximas históricas nos EUA ontem, puxadas também por discurso do Fed de que seguiria injetando estímulos na economia. No Brasil, onde o Ibovespa fechou em alta de 1,47%, estreiam hoje na bolsa as ações da Neogrid e a Vale tem uma nova audiência sobre indenizações de Brumadinho. Leia mais.


3 - FUNDEB VOLTA À CÂMARA

Da lista de pendências do Congresso para o fim do ano, a quinta-feira deve trazer na Câmara um veredicto sobre o Fundeb, fundo da educação básica. O Senado barrou os destaques que autorizavam uso dos recursos por instituições privadas sem fins lucrativos, como escolas religiosas e sistema S. Essas possibilidades foram incluídas pela própria Câmara, mas houve pressão popular para que o Senado retirasse os termos. A leitura é de que os recursos atuais para a educação já são insuficientes para a rede pública, que atende 80% dos alunos brasileiros no ensino básico. O uso de recursos por instituições privadas pode tirar do Fundeb quase 16 bilhões de reais, o equivalente a tudo que a União colocou no fundo no ano passado. Leia mais


4 - ECONOMIA NO FUTURO

A Organização pela Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), clube de nações desenvolvidas do qual o Brasil quer fazer parte, promove nesta quinta-feira um debate virtual para divulgar os resultados de seu relatório anual sobre a economia brasileira. O texto projeta que o PIB brasileiro cairá 5% neste ano, e traz também o que a organização avalia serem reformas necessárias, como tributária e administrativa, para o país acelerar o seu desenvolvimento – e, de quebra, ingressar na Organização. A OCDE defende, por exemplo, que não existe no Brasil uma rede universal de segurança social efetiva: isso porque tanto o FGTS quanto o seguro-desemprego, que custam cerca de 1% do PIB, são limitados aos trabalhadores do setor formal. O webinar acontece às 14h30. Leia mais e veja como assistir
 
O ano da vacina, virada na energia, parte 2 de Bolsonaro, startups na bolsa, LGPD, batalha do 5G: fazer do novo ano o início de um novo ciclo é um lugar-comum de todo dezembro, mas esta geração nunca teve um fim de ano como este. A última edição do ano da Revista EXAME traz uma seleção das ideias que devem nortear o noticiário (e seu dia a dia) em 2021, para te ajudar a tomar as melhores decisões.

Acesse todas as reportagens da edição neste link e, se ainda não é assinante, assine a partir de R$ 15,90 por mês para ter acesso ilimitado

O presidente francês Emmanuel Macron foi diagnosticado com covid-19 nesta quinta-feira. A informação é de que Macron passa bem e seguirá trabalhando isolado. O presidente se junta à lista de líderes que já tiveram covid, como Jair Bolsonaro, Boris Johnson e Donald Trump.

Também na França, o governo divulgou que o país pode receber a vacina Pfizer/BioNTech neste mês se a aprovação avançar no regulador europeu. O mesmo disse a Alemanha, onde fica uma das fábricas. 

A Pfizer também entregou à Anvisa os resultados dos testes de sua vacina, antes de solicitar uma aprovação emergencial. O governo brasileiro negocia a compra de 70 milhões de doses, mas o negócio ainda não foi finalizado.

O Brasil chegou a 7 milhões de casos de covid-19. No boletim de quarta-feira, foram ainda 965 novas mortes, novamente acima do patamar de 900 vítimas, o maior em três meses. Veja os números

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, votou para que haja restrições a quem não se vacinar contra o coronavírus, como proibição de frequentar certos lugares. O julgamento do tema continua no STF.

O Ministério da Saúde abriu licitação para a compra de 331 milhões de agulhas e seringas. A compra foi criticada por só começar agora, em meio a uma preocupação de falta de insumos na aplicação de vacinas.

Com meses de atraso, o Congresso aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), necessária para garantir o planejamento orçamentário de 2021. Já a votação do orçamento de fato, a LOA, só deve ficar para o ano que vem.

Em café da manhã com jornalistas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que o ministro Paulo Guedes perdeu força e questionou a agenda econômica do governo

Após bater na trave por três anos, o bitcoin ultrapassou a aguardada faixa dos 20.000 dólares pela primeira vez na história nesta quarta-feira. Veja as análises para o ativo.

Posso colocar experiência fora da minha área no CV? Veja as dicas no novo episódio do podcast Entre Trampos e Barrancos

A Via Varejo abriu seu primeiro programa de trainee e aceita inscrições de qualquer curso

O Fleury lançou um teste genético que detecta chances de câncer.


Estudo aponta que menores para ricos trazem poucos benefícios.

A nova "guerra" entre Facebook e Apple

O fundo que comprou 600 milhões de dólares em bitcoin


E por que evitar os piores fundos imobiliários é mais eficiente do que buscar o melhor

HOJE | Xangai / +1,13%
Tóquio / +0,18%
Londres / -0,13% (às 7h)


ONTEM | Ibovespa / +1,47%
S&P 500 / +0,18%
Dólar / 5,11 reais (+0,34%)

Ano novo, novos hábitos, saúde mental melhor. Para 2021, a Netflix promete também uma forcinha nessa frente: o guia de meditação Headspace, que é sucesso como aplicativo, estreia como série em 1º de janeiro. Com oito episódios, a série irá explorar como a meditação pode nos ajudar a estar mais presentes e menos distraídos. Leia mais e veja o trailer.

Headspace em série: meditação na Netflix | Foto: In Pictures Ltd./Corbis/Getty Images

Nenhum comentário:

Postar um comentário