#SanatórioGeral: Pior não fica

Dilma prova com um palavrório na Sorbonne que continua incapaz de dizer coisa com coisa

Por Augusto Nunes

A ex-presidente Dilma Rousseff tenta visitar o ex-presidente Lula na sede de Polícia Federal, em Curitiba (Vagner Rosário/VEJA.com)

“Bolsonaro não tem o chip da moderação. Ele é neofascista porque não é nacionalista — ao contrário dos fascistas, ele bate continência pros EUA. E é importante sinalizar que, quando o neofascismo se junta com o neoliberalismo, é fundamental que o aspecto democrático seja ressaltado, porque é ele que cria a contradição. Os apoiadores de Bolsonaro passam a ter uma certa incômodo com a… o fato de ele ser tosco, com o fato de ele ser misógino e fazer o que fez com a Brigitte Macron, o que ele faz… fez com a Michelle Bachelet, comigo e com várias outras pessoas, porque ele defende tortura e assassinato político”. (Dilma Rousseff, ao discorrer numa conferência realizada na Universidade Sorbonne o tema “O Brasil ainda é o país do futuro?”, deixando claro, em dilmês castiço, que o futuro do Brasil não conseguirá ser pior que o passado recente, quando a nação foi governada por uma mulher que jamais consegue dizer coisa com coisa)


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