Da Agência Ansa
O Corpo de Bombeiros da Itália encontrou, no início da noite deste domingo (22), mais um corpo nos escombros do hotel Rigopiano, destruído por uma avalanche na última quarta-feira (18). As informações são da Agência Ansa.
Com isso, subiu para seis o número de mortos na tragédia. Vinte e duas pessoas ainda estão desaparecidas. Até o momento, 11 se salvaram: duas que estavam fora do hotel quando ocorreu o deslizamento e nove resgatadas pelos bombeiros, sendo quatro crianças.
O corpo encontrado neste domingo é de um homem, mas ainda não se sabe sua identidade, já que ele continua debaixo dos escombros. O Rigopiano fica na cidade de Farindola, na região de Abruzzo, centro da Itália, em plena cordilheira dos Apeninos, espécie de espinha dorsal que corta a península no sentido norte-sul.
Essa zona do país tem sido afetada por constantes terremotos desde o último dia 24 de agosto, quando um tremor devastou a cidade de Amatrice e deixou 299 mortos. O Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), órgão responsável pela medição de atividades sísmicas na Itália, alertou que novos fenômenos até mais fortes podem acontecer, embora seja impossível prever quando.
O país está localizado sobre as placas tectônicas africana e eurasiática, que se chocam constantemente. Além disso, a primeira se move cerca de dois centímetros por ano rumo ao norte, movimentando a Cordilheira dos Apeninos.
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Exposição reúne obras inspiradas na convivência urbana
Paulo Virgílio – Repórter da Agência Brasil
Niterói – A exposição Fronteiras e Impermanências reúne seis artistas visuais atuantes no cenário carioca. Na imagem, obra de Margaret de CastroImagem de divulgação/Espaço Cultural Correios Niterói
A proposta de lançar um olhar sobre a convivência com o diverso e sobre a interação entre grupos distintos no ambiente das grandes cidades levou seis artistas visuais atuantes no cenário carioca a se unirem para montar a exposição Fronteiras e Impermanências, que pode ser vista até o dia 11 de março, no Espaço Cultural Correios, em Niterói.
A mostra reúne trabalhos dos artistas José Luiz Schaefer, Marcelo Rezende, Margaret de Castro, Patrícia Tavares, Silvia Neves e Mário Camargo – que assina a curadoria da exposição. São cerca de 20 obras, entre pintura, colagem e fotografia, concebidas a partir de textos dos filósofos Gilles Deleuze (1925-1995) e Felix Guattari (1930-1992), segundo os quais “as tribos se organizam em territórios e criam identidades próprias que incluem ou excluem os indivíduos”.
Com poéticas próprias, os artistas trabalham em suas obras as fronteiras entre esses grupos como os espaços de contato onde culturas diferentes colidem ou coexistem e se influenciam. "A exposição retrata isso, mostrando a verdade de cada um, de cada artista, a respeito do momento em que vivemos. A convivência com o diverso é a marca da contemporaneidade”, ressalta o curador Mario Camargo.
Segundo ele, o público pode perceber essa convivência nas obras, que abrangem pinturas figurativas, abstratas, geométricas e também fotografias: “o traçado pode ser um risco no mapa, um muro ou uma ponte com sua abstração metafórica. É uma amostragem de tudo o que vemos dentro de uma fronteira”.
Fronteiras e Impermanências pode ser vista de segunda-feira a sábado, das 11h às 18h, com entrada franca. O Espaço Cultural Correiros fica na Avenida Visconde do Rio Branco, 481, no centro de Niterói.
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