Prisão de Cunha não interfere em votações do Congresso, diz Temer

O presidente Michel Temer avalia que a prisão do ex-deputado e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não interferirá nas votações de interesse do governo no Congresso Nacional. Essa foi a sinalização repassada pelo porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, ao responder a questionamentos sobre o tema.

De acordo com Parola, a Operação Lava Jato é "da alçada" do Poder Judiciário e não terá a interferência do Executivo. As investigaçõs, disse, são um "sinal de amadurecimento democrático". O porta-voz declarou que Temer não antecipou sua volta ao Brasil do Japão devido à notícia da prisão preventiva de Cunha.

Brasília - O porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, durante briefing no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)

O porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, disse que a Operação Lava Jato é "da alçada" do Poder Judiciário e não terá a interferência do ExecutivoValter Campanato/Agência Brasil

"O presidente tomou conhecimento da prisão preventiva de Cunha quando já estava em voo de regresso ao Brasil. A decisão de antecipar o regresso, aliás, foi tomada na noite anterior", diz Parola.

Uma das questões levadas até o presidente foi se a prisão do peemedebista poderia prejudicar a aprovação em segundo turno da proposta que cria um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos. "A agenda política de recuperação e reconstrução do Brasil não se confunde com as investigações levadas adiante pela Justiça. A agenda de reformas e modernização econômica, social e política responde a uma urgência do povo brasileiro", disse o porta-voz.

Eduardo Cunha foi preso ontem (19), em Brasília, pela Polícia Federal, depois que o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, emitiu a ordem de prisão preventiva.

 

Agência Brasil

 

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Impeachment mantido

Pedro Ladeira/Folhapress

O ministro do STF Teori Zavascki negou o pedido da ex-presidente Dilma Rousseff para anular o processo de impeachment que cassou o mandato dela. Foi o mais recente movimento da defesa da petista no Supremo para tentar suspender os efeitos da votação no Senado, realizada no dia 31 de agosto.
Teori, que é relator do caso, argumentou que o tribunal não pode interferir em uma decisão política do Legislativo, a menos que o resultado representasse uma ameaça às instituições brasileiras. Leia mais

 

 

Disputa pelas prefeituras

Arte UOL

Marcelo Crivella, do PRB, continua liderando a corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro, com 46% das intenções de voto. Já Marcelo Freixo, do PSOL, aparece com 29%. Os dados são da pesquisa Ibope.
O instituto também divulgou sondagem referente a Belo Horizonte e apontou empate técnico entre Alexandre Kalil e João Leite. O candidato do PHS aparece com 41% das intenções de voto, contra 35% do adversário, que é do PSDB. Leia mais

 

Tem mais do que diz

Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo

A força-tarefa da Lava Jato aponta que Eduardo Cunha pode ter um patrimônio até 53 vezes maior do que o declarado, além de contas ainda não descobertas nos Estados Unidos.
As suspeitas aumentaram com informações enviadas pelo Ministério Público da Suíça, que identificou novas contas em nome do ex-deputado e da mulher dele no país. Leia mais

 

 

Responsáveis por tragédia

Neno Vianna/Efe

O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas da empresa Samarco e das controladoras, Vale e BHP Billiton, pela tragédia de Mariana (MG), no ano passado. Elas são acusadas de homicídio com dolo eventual (quando se assume o risco de matar) por causa do rompimento da barragem de Fundão, que deixou 19 mortos.
A Procuradoria também denunciou um engenheiro da consultoria VogBR e a empresa sob a suspeita de apresentarem laudo falso. Em nota, a Vale repudiou a decisão do Ministério Público. Leia mais

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