Protetores solares faciais: redação testa seis opções para o verão

 


Proteção indispensável

Com a chegada do verão, os protetores solares faciais ganham ainda mais destaque. Essenciais durante todo o ano, eles se tornam protagonistas na rotina de cuidados com a pele. Mas, diante da variedade de marcas e preços, escolher o produto ideal pode ser um desafio.

Pensando nisso, cinco jornalistas do Correio do Povo testaram seis opções de protetores solares, avaliando critérios como textura, absorção, acabamento, resistência, perfume e custo-benefício.

Participaram dos testes: Giovanna Reis, Caroline Souza, Veridiana Dalla Vecchia, Leticia Pasuch e Gabriela Castro, cada uma com diferentes tipos de pele.

Resultados dos testes

🌞 Helioderm – Protetor Facial Sem Cor FPS 70

  • 💲 R$ 40

  • ✍ Testado por Veridiana Dalla Vecchia

🌞 TheraSkin – UV-Less FPS 70 Gel Creme Sem Cor (40g)

  • 💲 R$ 70

  • ✍ Testado por Leticia Pasuch

  • Destaques: acabamento seco e natural, resistente ao suor, textura leve e rápida absorção.

  • Fórmula com Vitamina E e Niacinamida, que protegem contra radicais livres e previnem manchas.

🌞 Sallve – Protetor Solar Bastão Antioleosidade (15g)

  • 💲 R$ 90

  • ✍ Testado por Gabriela Castro

  • Destaques: absorção imediata, toque matte confortável, ótima performance com maquiagem.

  • Contém peptídeos antioleosidade e niacinamida, que regulam a produção de sebo e tratam a pele.

🌞 Natura Solar – Protetor Solar Facial FPS 50 (50ml)

  • 💲 R$ 50

  • ✍ Testado por Giovanna Reis

  • Destaques: versões para peles oleosas e para peles normais a secas.

  • Textura adaptável, rápida absorção, acabamento aveludado e resistente ao calor.

  • Fórmula com ativos antioxidantes e calmantes, FPS UVB 50 e FPUVA 20.

Conclusão

Os testes mostraram que há opções eficazes em diferentes faixas de preço e para variados tipos de pele. Do acabamento matte ao efeito hidratante, cada produto oferece benefícios específicos, permitindo que consumidores escolham o protetor solar que melhor se adapta à sua rotina e necessidades.

📌 O verão é a época de maior exposição ao sol, mas a proteção deve ser prioridade o ano inteiro.

Correio do Povo

Grêmio obtém efeito suspensivo e terá Kannemann e Marlon contra o Fluminense

 


Liberação dos jogadores

O Grêmio conseguiu nesta segunda-feira (1º) o efeito suspensivo que garante a presença de Kannemann e Marlon no duelo contra o Fluminense, válido pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, nesta terça-feira, às 21h30min, na Arena.

  • Kannemann havia sido suspenso por uma partida.

  • Marlon recebeu punição de dois jogos pelo STJD.

  • Ambos foram denunciados por incidentes na derrota para o Red Bull Bragantino, por 1 a 0, em 4 de outubro.

Situação da equipe

Com os dois liberados, o técnico Mano Menezes tem o time praticamente definido. As únicas baixas são Amuzu e Carlos Vinícius, suspensos pelo terceiro cartão amarelo.

Provável escalação

  • Tiago Volpi;

  • Marcos Rocha, Wagner Leonardo, Kannemann e Marlon;

  • Dodi, Arthur e Edenilson;

  • Alysson, Willian e André Henrique.

📌 A decisão do STJD dá fôlego ao Grêmio, que terá força quase máxima para enfrentar o Fluminense em jogo decisivo na reta final do Brasileirão.

Correio do Povo

Ex-presidente do Santos sugere que Juventude “entregue” jogo para rebaixar o Inter

 


Contexto da partida

Na próxima quarta-feira (3), o Juventude enfrenta o Santos no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time gaúcho já está rebaixado para a Série B, enquanto o Santos ocupa a 16ª posição e ainda luta para escapar da queda.

Uma vitória do Juventude poderia beneficiar diretamente o Internacional, que está em 17º lugar e é adversário direto do Santos na disputa contra o rebaixamento.

Declaração polêmica

O ex-presidente do Santos, Orlando Rollo, usou as redes sociais para pedir que o Juventude “entregue” a partida, citando a rivalidade histórica entre o clube gaúcho e o Inter.

“Sejam inteligentes e levem o Internacional com vocês (para a Série B). Não cometam o mesmo erro que o Santos fez em ressuscitar o Palmeiras em 2014, quando impediu o rebaixamento de um rival”, escreveu.

📌 A declaração gerou repercussão, já que envolve diretamente a luta contra o rebaixamento e apela para rivalidades regionais e históricas do futebol brasileiro.

Correio do Povo

Bolsonaro e Clezão

 por Alexandre Garcia

O agravamento da facada foi sentido por Bolsonaro por esses sete anos. Agora o confinamento vai potencializar as sequelas, mostra o Dr. Caixeta. O ex-presidente corre sérios riscos.

Transitado em julgado, findou o processo destinado a condenar Bolsonaro e começa a execução da pena de 27 anos. A defesa do ex-presidente julgou inútil usar o último recurso, como foi inútil qualquer defesa, desde o primeiro dia, pois a condenação já era anunciada pelos ministros mais falantes do Supremo. Mais do que uma sentença de prisão, Bolsonaro enfrenta agora, com a imobilidade do confinamento, o risco de uma sentença de morte.


A facada de Adélio Bispo nunca cessou de agredir o corpo de Jair Bolsonaro. Depois dela, bisturis tiveram que entrar meia dúzia de vezes, na tentativa de corrigir as aderências; mas provocaram mais cicatrizações que causam aderências, dificultando os movimentos do aparelho digestivo. O suco gástrico sobe em vez de descer e à noite tira o sono, com risco de broncoaspiração, que pode causar pneumonia. Por isso tantas hospitalizações de emergência. Os riscos aumentam a cada dia e, agora, com a imposição de vida sedentária, na limitação de um pequeno quarto na Polícia Federal, o agravamento é turbinado, com risco de infarto, AVC, colapso respiratório no sono ou deterioração psiquiátrica grave, como está num relatório médico pormenorizado, feito pelo Dr. Marcelo Caixeta, citando 30 fontes de pesquisa. Fico pensando se não foi esse o histórico do Clezão, que morreu depois de muitos pedidos para ir à prisão domiciliar.


O drama que começou no atentado de 6 de setembro de 2018 ainda não encontrou soluções. Nem na apuração do crime, nem nas consequências da facada. Impossível que Adélio tenha agido sozinho, já que alguém, na Câmara dos Deputados, registrou a presença dele num gabinete de deputado, enquanto Adélio estava em Juiz de Fora. O deputado e delegado federal Alexandre Ramagem, em entrevista na Florida, revelou que estavam num caminho importante de apuração, quando veio a desativação de seguimento da pista. O agravamento da facada foi sentido por Bolsonaro por esses sete anos. Agora o confinamento vai potencializar as sequelas, mostra o Dr. Caixeta. O ex-presidente corre sérios riscos.


Onix Lorenzoni, parlamentar por 30 anos e várias vezes ministro de Bolsonaro, convocou as maiores bancadas – do agro e evangélicos – a se mobilizarem por anistia. O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcanti, conta já 280 votos. O movimento acontece num mau momento para o governo se opor. Na Câmara, o presidente Hugo Motta se declara rompido com o líder do governo, Lindberg Farias. No Senado, o presidente Davi Alcolumbre afasta-se do líder do governo Jacques Wagner, porque Lula indicou Messias sem nem sequer avisar Alcolumbre, que defendia a indicação de Rodrigo Pacheco.


Lula passa por outros maus momentos. A COP foi tiro pela culatra; foi vitrine, sim, mas das mazelas da região norte, e projetou o Brasil como um país bagunçado como a reunião do clima. Os impostos continuam crescendo. Até outubro, o governo federal arrecadou 2,4 trilhões de reais dos pagadores de impostos, mas não mostrou a eles bons serviços públicos; só gastou mais do que cobrou do contribuinte; até agosto há um déficit de 86 bilhões. Os Correios estão em situação desesperadora. As facções criminosas ocupam partes do país e o presidente critica ações da polícia. A COP revelou a Amazônia dominada por narcotraficantes nacionais e estrangeiros – além das ONGs estrangeiras habituais. As viagens ao exterior parecem uma fuga dos problemas internos que o presidente não consegue resolver. E que vão se acumulando para o ano eleitoral.

Correio do Povo

O CONFISCO QUE ESTRANGULA O PAÍS - 28.11.25

 Por Alex Pipkin, PhD em Administração


A história econômica, quando examinada com seriedade, não tolera fantasias. Sempre que o Estado avança sobre a renda do indivíduo, tributando mais, controlando mais, gastando mais, o resultado é conhecido. Têm-se menos atividade econômica, menos investimento, menor produtividade. Impostos altos não são política pública; são um freio moral e estrutural ao desenvolvimento.

O Brasil vive hoje a degeneração mais explícita desse mecanismo. O que o país precisa, de maneira urgente, é de crescimento econômico, a única fonte real de autonomia, prosperidade e dignidade. Mas o desgoverno lulopetista insiste no caminho inverso, numa máquina tributária voraz, empenhada em confiscar para alimentar um Estado pesado, improdutivo e permanentemente sedento de arrecadação. Pior, às perspectivas para 2026 são ainda piores, com mais tributação para tapar os rombos e a corrupção nas estatais.

Há uma dimensão moral incontornável aqui. É profundamente imoral retirar, de modo compulsório, parcelas crescentes do trabalho de milhões para financiar programas assistencialistas que não libertam ninguém. Vendem isso como “inclusão”, mas entregam dependência. Fingem combater a pobreza enquanto fabricam tutelados. Eles prometem emancipação enquanto consolidam controle. O Estado se proclama salvador, mas opera como curador da estagnação.

O mais chocante disso é a absoluta ausência de qualquer preocupação com redução de despesas, corte de gastos ou diminuição da máquina pública. Nada é reformado, nada é enxugado, nada é modernizado. O Estado não cogita ter disciplina; apenas exige mais dos que produzem. A obsessão tributária, repetida como mantra ideológico, tornou-se a muralha que impede o crescimento econômico. Enquanto o país clama por produtividade, investimento e eficiência, o governo captura recursos, inviabiliza negócios e desestimula o futuro. A política econômica foi convertida num sistema deliberado de estagnação.

A economia, no entanto, responde com lógica cristalina. Onde os impostos são menores, o bem-estar aumenta. Estudos recentes apenas reiteram o que séculos de experiência já provaram, ou seja, quando o indivíduo retém a maior parte do que produz, a roda gira com mais força. Investimentos florescem, a inovação acende, a produtividade avança. A prosperidade nasce do indivíduo, não do Estado.

No Brasil tingido de vermelho, verde e amarelo, escolheu-se o oposto. Aqui o confisco se transformou em pilar de governo e a dependência em estratégia de poder. O resultado é inevitável; menos renda, menos emprego, menos futuro. A alta tributação não é simples erro técnico; é um projeto político, e como todo projeto ideológico, produz miséria enquanto se proclama virtuoso.

Impostos excessivos violam a liberdade, sabotam a iniciativa e corroem o que ainda resta de dinamismo. 

Isso é imoral! São imorais, são ideológicos e são desastrosos. Impedem, de forma consciente, que o Brasil empreenda o único caminho que o poderia nos “salvar”, o caminho da produtividade, da autonomia e do crescimento.

O país não precisa de protetores autoproclamados, necessita de liberdade. Não precisa de confisco, precisa de eficiência. Não suporta mais a dependência que nega um futuro para as gerações mais jovens. Precisamos de vergonha na cara. 

Todo o resto é ruído ideológico. E ruído, por mais estridente que seja, nunca construiu civilização alguma. Nenhuma novidade.


Pontocritico.com

UM TEMA OPORTUNO

 TEMA DO FORUM DA LIBERDADE 2026

Nesta manhã a direção do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) emitiu nota informando que -O BRASIL TEM JEITO- é tema da 39ª edição do FÓRUM DA LIBERDADE, que acontecerá nos dias 9 e 10 de abril, no Centro de Eventos da PUC, em Porto Alegre. Segundo diz a nota, a força do tema do evento está na sua AMBIGUIDADE. O BRASIL -TEM JEITO- pode ser analisado de DUAS FORMAS: a CONVICÇÃO de que O BRASIL PODE DAR CERTO e o CONJUNTO DE CARACTERÍSTICAS que formam o JEITO DE SER BRASILEIRO.


VIRTUDES E VÍCIOS

Mais: ao mesmo tempo em que reconhecemos as -VIRTUDES- do povo brasileiro - trabalhador, criativo, resiliente e capaz de transformar escassez em solução –, também somos levados a reconhecer seus VÍCIOS -personalista, patrimonialista, corporativista, entre outros “istas”, que podem ser condensados no -JEITINHO BRASILEIRO- de fazer as coisas.

CRISES HISTÓRICAS

“Segundo afirma o presidente do IEE, Tiago Dinon Carpenedo, entre VIRTUDES que nos impulsionam e VÍCIOS que nos desviam, o Fórum da Liberdade 2026 propõe uma reflexão sobre as NOSSAS RAÍZES CULTURAIS e os DESAFIOS QUE NOS MANTEM AQUEM DO NOSSO POTENCIAL. Mais: o tema do Fórum não se restringe a QUEM SOMOS, mas a QUE PAÍS QUEREMOS SER E QUAL, DE FATO, O JEITO para que o Brasil DÊ CERTO. O cenário que se apresenta hoje, no Brasil, vem na ESTEIRA DE CRISES HISTÓRICAS, como CRESCIMENTO INSTÁVEL, EDUCAÇÃO DE BAIXA QUALIDADE E VIOLÊNCIA ONIPRESENTE. Mais recentemente, se somaram os ataques à LIBERDADE DE EXPRESSÃO e ao ESTADO DE DIREITO, e uma CRISE INSTITUCIONAL AGUDA. 

REFLEXÃO DE FÔLEGO

Para que o Brasil -TENHA JEITO- é indispensável que haja uma reconexão da população com os nossos verdadeiros valores, utilizando-nos do melhor que há do jeito brasileiro. Se queremos prosperar, o jeito característico do brasileiro precisa ser utilizado para empreender e criar, e não para enganar e transgredir. Precisamos reafirmar com convicção as virtudes que nos impulsionam e encarar com lucidez os vícios que nos imobilizam, recuperando a confiança como brasileiros e como país. O Fórum da Liberdade 2026 propõe, enfim, uma reflexão de fôlego: quais as causas-raiz dos nossos desafios e quais oportunidades estão ao nosso alcance, a fim de nos transformarmos no país do futuro que chegará? A questão será debatida em busca dos melhores caminhos para um país que, sim, tem jeito.


Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 01.12.2025

  O verdadeiro objetivo da censura é silenciar os que incomodam, não os que mentem.

- George Orwell

A maioria do povo não vê legitimidade para o STF julgar Bolsonaro

 


O Supremo esqueceu sua função de guardião da Constituição e passou a agir como tribunal político. Essa perseguição escancarada só mancha ainda mais a imagem do Judiciário no Brasil.

Fonte: https://web.facebook.com/reel/760809116746709

Intenção de uso do 13º para quitar dívidas cresce em 2025, revela pesquisa da Serasa

 

Consumidores podem aproveitar últimos dias do Feirão Serasa Limpa Nome e negociar dívidas com condições especiais até domingo (30);

·       Intenção de uso do 13º para quitar dívidas cresce entre os consumidores;

·       Pesquisa da Serasa e Opinion Box investiga intenção de uso do 13º salário e comportamento dos brasileiros com o pagamento;

·       Para 74% dos brasileiros, o pagamento é uma oportunidade de reorganizar as finanças;

  • ·       66% dos entrevistados planejam o uso do 13º com antecedência.        

Novembro de 2025 – Às vésperas do pagamento da primeira parcela do 13º salário, consumidores de todo o Brasil podem aproveitar o valor para quitar suas dívidas nos últimos dias do Feirão Serasa Limpa Nome, que se encerra às 23h59 deste domingo (30). Segundo pesquisa realizada pela empresa, em parceria com o instituto Opinion Box, entre quem pretende usar a quantia recebida, 4 em cada 10 pretendem quitar as dívidas e finalizar o ano com mais tranquilidade financeira.

 

De acordo com o levantamento, 81% dos trabalhadores pretendem usar o valor integral ou parcial do 13º salário. Destes, 39% têm como principal objetivo quitar dívidas, um aumento de oito pontos percentuais em relação ao ano passado. Já 19% desejam pagar contas básicas e 18% devem limpar o nome.

 

 

“Com milhões de ofertas disponíveis, esta é uma oportunidade concreta para quem deseja usar o 13º salário de forma estratégica e iniciar 2026 com mais tranquilidade financeira”, afirma Aline Maciel, diretora da Serasa.

 

O levantamento também aponta que 19% dos entrevistados pretendem guardar integralmente o benefício, mesmo indicador levantado em 2024. Entre os que planejam poupar total ou parcialmente o valor, 27% querem formar uma reserva de emergência, número que em 2024 era 29%; 26% têm intenção de investir (em 2024 era 38%); e 15% devem direcionar o valor à poupança (em 2024 era 21%). 

 

Mesmo assim, o uso consciente do benefício exige atenção. Para 74% dos consumidores, o 13º representa uma oportunidade concreta de reorganização financeira, e 66% afirmam planejar previamente como irão utilizá-lo. Por outro lado, 41% reconhecem que a ausência do pagamento comprometeria o orçamento, podendo gerar atrasos em contas e nas compras de fim de ano.

 

“Receber este benefício é sempre uma oportunidade importante para reorganizar o orçamento, mas o recurso precisa ser usado com consciência”, reforça Aline. “Priorizar dívidas, contas essenciais ou a construção de uma reserva de emergência ajuda a trazer mais estabilidade financeira para o ano seguinte. Com um bom planejamento, o consumidor transforma o 13º em uma ferramenta real de alívio e não em um impulso de gasto que pode comprometer o ano anterior”.

 

Últimos dias do Feirão Serasa Limpa Nome


Em sua reta final, as condições especiais do principal mutirão de negociação de dívidas do país estarão disponíveis até este domingo (30). Ao todo, são mais de 660 milhões de ofertas, com descontos que chegam a até 99% e possibilidades de parcelamento. Para consultar as oportunidades, consumidores de todo o país podem consultar os canais oficiais:

●     Site: http://www.serasalimpanome.com.br

●     App Serasa no Google Play e App Store

●     Whatsapp: Número oficial (11) 99575-2096

Correios: 7 mil agências pelo Brasil, com isenção de taxas até 30 de novembro. Para o atendimento, basta que o titular apresente um documento oficial com foto. As ofertas e condições disponíveis nas agências são as mesmas que constam no site e aplicativo da Serasa.

 

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 17 e 31 de outubro de 2025, contando com 1.131 entrevistas com brasileiros de diferentes regiões, faixas etárias e classes sociais. Margem de erro de 2,9 pontos percentuais.

 

Informações à imprensa

ngf imprensa e assessoria (51)991236847 e (51) 996537333

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Sobre a Serasa

Com o propósito de revolucionar o acesso ao crédito no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo voltado para a melhoria da saúde financeira da população por meio de produtos e serviços digitais. Mais informações em www.serasa.com.br e via redes sociais no @serasa.

Abel Braga assume o Inter para evitar rebaixamento e estreia contra o São Paulo na Vila Belmiro

 


Missão decisiva

O técnico Abel Braga comandará o Internacional em seu 341º jogo nesta quarta-feira (3), contra o São Paulo, na Vila Belmiro. Diferente das conquistas históricas que marcaram sua trajetória no clube, desta vez a missão é evitar o rebaixamento no Brasileirão.

Convocado no sábado, Abel desembarcou em Porto Alegre no domingo e já dirigiu o primeiro treino no CT Parque Gigante. Em sua apresentação, destacou:

“O maluco assumiu porque confia.”

O presidente Alessandro Barcellos anunciou que Abel trabalhará sem receber salário, reforçando o caráter simbólico de sua volta.

Substituição no comando

Abel retorna após a demissão de Ramón e Emiliano Díaz, desligados depois da goleada sofrida por 5 a 1 para o Vasco, na última sexta-feira. Oficialmente, o treinador comandará o time contra o São Paulo e também diante do Red Bull Bragantino, no domingo, no Beira-Rio, encerrando a temporada. Duas vitórias seriam suficientes para garantir o Inter na Série A.

Mudanças e confiança

Apesar do tempo curto, Abel prometeu alterações tanto táticas quanto emocionais já para o duelo contra o São Paulo. Ele disse ter ficado impressionado com a rápida assimilação das ideias pelo grupo após apenas um treino.

“Precisamos de uma equipe confiante. Uma equipe de verdade. Tenho convicção de que o Inter será muito forte na quarta-feira.”

Conta pessoal com o clube

O treinador revelou que aceitou o desafio também para se reconciliar com sua própria história. Em 2016, recusou convite para voltar ao Inter, que acabou rebaixado naquele ano.

“Isso me marcou. Voltei agora porque acredito que podemos reverter.”

Preparação para a decisão

O Inter antecipou a viagem para São Paulo, embarcando já nesta segunda-feira. A delegação colorada chega reenergizada e esperançosa para a primeira das duas grandes decisões da temporada. Só a vitória interessa para manter vivo o objetivo de permanecer na elite do futebol brasileiro.

Correio do Povo