quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Porto Alegre tem a segunda cesta básica mais cara do País

 


O custo da cesta básica aumentou em 11 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em setembro na comparação com agosto. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (06), Porto Alegre tem a segunda cesta mais cara do País: R$ 672,39

São Paulo lidera o ranking de maiores preços, com R$ 673,45. Em terceiro lugar, está Florianópolis (R$ 662,85). As maiores altas ocorreram em Brasília (3,88%), Campo Grande (3,53%), São Paulo (3,53%) e Belo Horizonte (3,49%).

As cestas básicas mais baratas estão na Região Nordeste: Aracaju (R$ 454,03), João Pessoa (R$ 476,63) e Salvador (R$ 478,86).

As maiores altas de preços em setembro na comparação com agosto foram registradas em Brasília (3,88%), Campo Grande (3,53%), São Paulo (3,53%) e Belo Horizonte (3,49%). Na comparação com setembro de 2020, os valores do conjunto de alimentos básicos subiram em todas as cidades pesquisadas.

Entre os itens que puxaram as altas, está o açúcar, que teve aumento de preço em setembro em todas as capitais, sendo que as maiores altas foram verificadas em Belo Horizonte (11,96%), Vitória (11%), Brasília (9,58%) e Goiânia (9,15%). Segundo o Dieese, a falta de chuvas afetou a produção de cana-de-açúcar, reduzindo a oferta do produto.

O café subiu em 16 das 17 cidades pesquisadas no mês passado, com as maiores elevações em Goiânia (15,69%), Campo Grande (14,79%), Brasília (10,03%) e Natal (9%). O óleo de soja teve alta em 15 capitais.

O Sul

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