quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Como o islamismo se infiltrou quase sem oposição no tecido da Europa

 



Por Theodore Dalrymple

Ataques terroristas, como problemas, raramente acontecem isoladamente. Eles estão sujeitos à sua própria versão do efeito Werther, assim chamado em homenagem ao herói do romance de Goethe, que se matou por amor não correspondido. A publicação do livro foi seguida por uma onda de suicídios de jovens românticos.

Na noite anterior ao último ultraje islâmico na França, no qual um terrorista matou três pessoas na Basílica de Notre-Dame de Nice, eu estava lendo um pequeno livro sobre o terrorismo islâmico na Europa, preparando-me para escrever um artigo sobre a decapitação — por um checheno refugiado — de Samuel Paty, o professor que havia usado os cartuns de Maomé em aula para ensinar sobre liberdade de expressão, há duas semanas.

O livro é de Hamid Zanaz. O autor é de origem argelina, um filósofo que não apenas abandonou sua religião ancestral, mas agora se opõe a ela em todas as suas formas. Seu livro relata uma história que explica como o islamismo foi capaz de penetrar, quase sem oposição, no tecido da Europa.


Quero continuar a ler a reportagem completa.


Gazeta do Povo

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