Prefeitura assina contrato para construir residências de moradores da Tronco

Retirada vai permitir o prosseguimento de obras na avenida de Porto Alegre

Retirada vai permitir o prosseguimento de obras na avenida de Porto Alegre | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

Retirada vai permitir o prosseguimento de obras na avenida de Porto Alegre | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

O contrato com a Caixa Econômica Federal que libera R$ 31,3 milhões para a construção de três empreendimentos destinados ao reassentamento das famílias que optaram pelo aluguel social na primeira etapa da obra da avenida Tronco, foi assinado na tarde desta sexta-feira, na Prefeitura de Porto Alegre. Serão 356 unidades em três condomínios (Jacuí, Banco da Província e Dona Zaida) que devem ser entregues em um prazo de 18 a 24 meses. A empresa vencedora da licitação e que será responsável pela obra é a Cienge Engenharia, de Brasília. Os projetos são assinados pelos arquitetos Oscar e Juliana Escher, da Capital.

De acordo com o prefeito Nelson Marchezan Júnior, a obra é fundamental para dar qualidade de vida para a comunidade. Segundo ele, agora os investimentos poderão ser realizados, já que as famílias terão um destino definitivo. “Essa obra começou em 2012, no início de 2016 teve suspensão por falta de recursos e, em 2018, reiniciou. Essa assinatura permite que haja uma continuidade”, destacou. A expectativa é de que a burocracia seja vencida e os empreendimentos sejam entregues dentro do prazo estipulado.

Conforme o diretor-geral do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), Mário Marchesan, o reassentamento é fundamental para o andamento dos trabalhos. “Essa obra trará soluções de mobilidade e incluirá a região na malha urbanizada da cidade”, ressaltou. Segundo ele, a obra garantirá que os bairros Cruzeiro e Cristal tenham a infraestrutura melhorada e a região urbanizada. A superintendente executiva de Habitação Região Sul da Caixa Econômica Federal, Elodia Maria Osmarin Borba, salientou a importância da parceria entre Município e União. “O envolvimento de todos os entes fez com que desse certo. Quando situações como essa ocorrem, é fruto de uma parceria de vários entes. Tendo em vista que, em média, cada família tem quatro membros, pela nossa contagem, um número elevado de porto-alegrenses serão beneficiados”, reforçou.

Para a obra é preciso a remoção das 1.469 famílias do traçado da avenida. As famílias tinham a opção de aluguel social ou bônus moradia. Nesta primeira etapa, 918 famílias foram atendidas. Além das 356 famílias que vão para as unidades a serem construídas, outras 195 receberão bônus moradia. O aluguel social é fixado em R$ 500 e a indenização de R$ 78.889,65. Cerca de 20 famílias não aceitaram negociar e serão tomadas medidas jurídicas cabíveis.


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