Dnit garante verbas para que obras da segunda ponte do Guaíba continuem

Autarquia confirmou empenhos para o segundo semestre

Autarquia confirmou empenhos para o segundo semestre | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

Autarquia confirmou empenhos para o segundo semestre | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

O Dnit garantiu, na tarde desta sexta-feira, que não há possibilidade de paralisação das obras da segunda ponte do Guaíba por falta de dinheiro público. A autarquia apontou que um total de pouco mais de R$ 67 milhões estão disponíveis para a fase atual da obra, com pagamentos realizados mensalmente, conforme a medição de execução dos serviços. Em média, a empresa vem empregando cerca de R$ 12 milhões mensais na construção da estrutura.

Dessa forma, o Dnit garante que o repasse de verbas para os próximos meses permite que as obras continuem, pelo menos até o fim do ano. O Departamento não soube informar se os valores referentes ao mês de agosto já foram liberados, mas garantiu que foram empenhados quase R$ 73 milhões com esse fim, restando ainda cerca de R$ 156 milhões para a obra na lei orçamentária de 2017.

Até agora, apenas cerca de 50% das obras foram concluídas. Os entraves na execução, a cargo da construtora Queiroz Galvão, começaram devido ao atraso no repasse de recursos da União, ainda no fim de 2015. Em 2016, o departamento atualizou o prazo de entrega para 2018.

Apesar do orçamento estar sob controle, questões como desapropriações e reassentamento de famílias que hoje vivem no entorno da estrutura podem fazer com que o cronograma atrase. Um levantamento do Movimento Ponte do Guaíba revela que o prejuízo anual pela não construção da estrutura chega a R$ 1,6 bilhão para a economia do Rio Grande do Sul.

A segunda Ponte do Guaíba vai medir 12,3 quilômetros de extensão, incluindo os acessos, e 28 metros de largura, em pista dupla com duas faixas de tráfego em cada sentido. O valor atual da obra, segundo o departamento, é estimado em R$ 750 milhões.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


Mário Corso: gaúcho ou guasca
Quando gaúcho veio substituir guasca, usou a mesma veia. Somos do campo, rudes, não totalmente domados pela civilização.

Daniel Scola: sorte grande
Ganhador da Mega Sena em 2010, Ortenilo João Nicolau quer ganhar de novo. Descubra por quê.

Giane Guerra: o colono que estudou para ser padre e se descobriu comerciante
Fundada em 1979, a Dullius possui 21 lojas e vai investir R$ 3,8 milhões no segundo semestre em sete novas operações.

Lya Luft: construir, tecer
Mil detalhes que constituem um ser humano, e que nem sempre podemos mudar.

Luciano Potter: de modelo a toda terra
Dia da Revolução Farroupilha terá show da drag Pabllo Vittar em Porto Alegre.

Flávia Requião: bendito fruto
Conheça o único homem na previsão do tempo da Globo.

Carolina Bahia: a Lava-Jato nada ensinou
Com o recibo das votações contra a denúncia debaixo do braço, partidos do chamado Centrão estão mandando recados ao Palácio do Planalto.

Marta Sfredo: aceno de reformas, entrega difícil
Ministro da Fazenda diz que vai tentar mudar Previdência e pagamento de impostos, mas corre risco de frustrar expectativa.

David Coimbra: simples
O brasileiro agora quererá leveza.

Paulo Germano: o prazer de se irritar com uma idiotice qualquer
Não sei vocês, mas eu gosto de me irritar com bobagens. Com coisas mais graves, aí não vale a pena - não se pode levar a vida tão a sério.

Vanessa Scalei: estreia bem-sucedida
Série de Cláudia Abreu faz sucesso entre a gurizada e ganhará segunda temporada no Gloob em 2018.

Júlia Alves: o fim do marasmo dominical
Eleven Dinner Room lança projeto de festas neste domingo.

Diogo Olivier: os filhos de Abel
Solidariedade anônima ao drama vivo pelo técnico do Fluminense, que perdeu o caçula em tragédia doméstica, comove o país.

Pedro Ernesto: Grêmio misto ou reserva?
O único jogador escalado publicamente por Renato Portaluppi para o jogo contra o Atlético-MG é o goleiro Paulo Victor.

Leonardo Oliveira: o risco do Inter ao acomodar D'Alessandro e Camilo
Técnico Guto Ferreira cogita escalar os dois meias contra o Guarani.

Tulio Milman: inovação
O seu futuro está aqui.

Flávio Tavares: a flauta muda
Pode um parlamento transformar-se em obstrutor da Justiça?

Nenhum comentário:

Postar um comentário