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Venezuelanos pelo mundo comemoram a captura de Maduro
🚨 URGENTE: Trump invade a Venezuela e prende Maduro!
Frio fora de época marca primeiro fim de semana de 2026 no RS
O Rio Grande do Sul iniciou 2026 com uma queda acentuada nas temperaturas, resultado da entrada de uma massa de ar frio e seco no estado. O domingo (4) terá mínimas próximas de 5ºC e possibilidade de geada em algumas regiões.
☀️ Condições do domingo
De acordo com a MetSul Meteorologia, o sistema de alta pressão garante um dia de céu claro e muito sol, após uma sequência de dias quentes e abafados.
Sul, Campanha, Serra e Aparados devem registrar mínimas abaixo de 10ºC.
Em baixadas dos Aparados, os termômetros podem marcar 5ºC ou menos, com chance de geada.
Em Porto Alegre, as temperaturas variam entre 16ºC e 27ºC. Apesar do frio atípico para o verão, a tarde será agradável e aproveitável.
⚠️ Alerta da Defesa Civil
A Defesa Civil estadual emitiu alerta para o declínio das temperaturas:
No sábado (3), o frio já começou a se intensificar na Campanha, Sul e Serra, com mínimas entre 8ºC e 14ºC.
Nas demais regiões, os registros ficaram entre 15ºC e 19ºC.
O amanhecer de domingo deve ser o mais frio do período, com mínimas entre 5ºC e 13ºC na maior parte do estado.
No Oeste, Missões, Sul, Litoral e região metropolitana, os valores ficam entre 14ºC e 17ºC.
As máximas sobem um pouco, variando de 16ºC a 26ºC.
📌 Segunda-feira (5)
O frio persiste nas primeiras horas do dia:
Na Serra, mínimas entre 4ºC e 9ºC.
Nas demais regiões, entre 10ºC e 17ºC.
À tarde, as temperaturas se elevam, com máximas entre 21ºC e 28ºC.
🌡️ Frio passageiro
Segundo a Defesa Civil, a queda de temperatura é passageira e típica de incursões de ar frio mesmo em meses mais quentes.
“Apesar do frio fora de época, seguimos no verão”, destacou o órgão.
Fonte: Correio do Povo
Trump diz que EUA irão administrar a Venezuela até transição política
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu novos detalhes neste sábado (3) sobre a operação Absolute Resolve (Resolução Absoluta), que resultou na captura de Nicolás Maduro. Em coletiva de imprensa em Palm Beach, Trump afirmou que seu governo pretende administrar o território venezuelano até que seja estabelecido um processo de transição.
📌 Transição e liderança
Segundo Trump, a transição será conduzida por uma equipe formada pelo secretário de Estado Marco Rubio e pelo chefe do Pentágono Peter Hegseth, em colaboração com a oposição venezuelana.
“Nós vamos fazer isso corretamente e faremos com um grupo. As pessoas que participarão ainda serão designadas e vocês saberão disso em breve”, disse.
🛢️ Estrutura petrolífera
Trump destacou que parte da infraestrutura de petróleo da Venezuela está deteriorada e precisa ser reconstruída. Ele afirmou que permitirá a entrada de petroleiras americanas para explorar os campos venezuelanos:
“Nossas companhias investirão bilhões de dólares, repararão a infraestrutura gravemente deteriorada e começarão a gerar dinheiro para o país.”
🌎 Domínio na América Latina
O presidente americano declarou que, de acordo com a nova estratégia de segurança nacional, o “domínio dos Estados Unidos na América Latina nunca mais será questionado”. Ele justificou o ataque dizendo que a Venezuela protegia adversários estrangeiros e adquiria armas ofensivas que ameaçariam os interesses dos EUA.
👤 María Corina Machado
Questionado sobre a líder opositora e Nobel da Paz María Corina Machado, Trump afirmou que ela não possui apoio suficiente para governar:
“É uma mulher muito gentil, mas não inspira respeito. Seria muito difícil para ela estar à frente do país.”
🇨🇴 Alerta à Colômbia
Ao comentar sobre a região, Trump disse apoiar alguns presidentes eleitos na América Latina. Porém, fez críticas ao presidente colombiano Gustavo Petro:
“Ele está produzindo cocaína e a estão enviando para os Estados Unidos. Então sim, ele tem que cuidar do próprio traseiro.”
Fonte: Correio do Povo
Operação dos EUA para capturar Maduro mobilizou mais de 150 aeronaves
A operação militar Resolução Absoluta, que resultou na captura e retirada de Nicolás Maduro de Caracas, exigiu “meses de planejamento e ensaios” e contou com o uso de mais de 150 aeronaves dos Estados Unidos, afirmou neste sábado (3) o chefe do Estado-Maior, general Dan Caine.
📌 Complexidade da missão
Em coletiva de imprensa ao lado do presidente Donald Trump, Caine destacou a dimensão da ação:
“A palavra integração não é suficiente para descrever a enorme complexidade de uma missão desse tipo, uma extração tão precisa: envolveu a decolagem de mais de 150 aeronaves em todo o hemisfério ocidental.”
🌙 Captura durante a noite
Segundo informações da CNN, Maduro e sua esposa Cilia Flores foram surpreendidos enquanto dormiam e retirados de seu quarto por integrantes da Força Delta, grupo de elite do Exército americano.
Não houve registro de mortes durante a operação.
O plano vinha sendo preparado desde meados de dezembro, mas foi adiado por fatores como condições climáticas e pela decisão de Trump de atacar a Nigéria no período do Natal.
🗳️ Transição política
Fontes consultadas pela CNN afirmaram que o plano dos EUA também considerava a instalação de um governo de transição antes da convocação de novas eleições na Venezuela.
Fonte: Correio do Povo
Ataque dos EUA atinge complexos militares na Venezuela e resulta na captura de Nicolás Maduro
Explosões e sobrevoos de aeronaves sacudiram Caracas na madrugada deste sábado (3), marcando o ápice de quatro meses de pressão militar contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro, de 63 anos. Os ataques, dirigidos contra o Fuerte Tiuna — maior complexo militar do país — e uma base aérea, terminaram com a captura e prisão de Maduro pelas forças dos Estados Unidos.
📌 Contexto da ofensiva
Maduro, considerado ilegítimo por Washington, chegou ao poder em 2013 após a morte de Hugo Chávez e foi acusado de fraude nas últimas eleições.
Em 2020, os EUA o acusaram formalmente de narcotráfico, oferecendo uma recompensa de R$ 272 milhões por sua captura.
Além da capital, os ataques atingiram os estados de La Guaira (onde fica o aeroporto de Caracas), Miranda e Aragua.
⚠️ Clima em Caracas
A cidade amanheceu deserta, mas logo surgiram filas em supermercados, que passaram a vender produtos através das grades para evitar saques.
Bairros cheiravam a pólvora, enquanto policiais encapuzados e fortemente armados patrulhavam prédios públicos.
Cerca de 500 simpatizantes de Maduro se reuniram em frente ao Palácio de Miraflores com bandeiras e retratos do presidente.
O governo denunciou que os bombardeios atingiram civis, sem apresentar provas.
📺 Imagens e reações populares
O canal estatal VTV exibiu ônibus incendiados e grades derrubadas em La Carlota, base aérea de Caracas. Moradores relataram medo e comoção:
“As explosões me levantaram da cama à força. Pensei: ‘Deus, chegou o dia’, e chorei”, disse María Eugenia Escobar, de 58 anos, moradora de La Guaira.
🛡️ Resposta venezuelana
O governo decretou estado de comoção externa, concedendo poderes especiais diante do conflito.
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, anunciou um “desdobramento maciço” das forças militares.
O chanceler Yván Gil pediu reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.
O ministro do Interior, Diosdado Cabello, declarou: “Ao final desses ataques, nós venceremos. Leais sempre! Traidores nunca!”.
🌍 Repercussão internacional
Rússia, China, Irã e Cuba rejeitaram os ataques e exigiram a libertação de Maduro.
Brasil, Chile e México também condenaram a intervenção militar.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o precedente perigoso de desrespeito ao direito internacional.
A União Europeia pediu contenção.
O presidente colombiano Gustavo Petro mobilizou tropas na fronteira e reivindicou reuniões imediatas da OEA e da ONU.
Fonte: Correio do Povo
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Trump divulga foto de Nicolás Maduro após captura por forças dos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste sábado (3) uma suposta foto do líder venezuelano Nicolás Maduro, após sua captura durante a ofensiva militar americana contra a Venezuela.
📌 Divulgação da imagem
A foto foi compartilhada em rede social, acompanhada da legenda: “A bordo do USS Iwo Jima”.
⚠️ Operação militar
Segundo Trump, Maduro foi retirado do país após um “ataque em grande escala”, que o presidente americano disse ter acompanhado “como um programa de televisão”.
A ofensiva incluiu cerca de uma hora de bombardeios em Caracas e em outras regiões venezuelanas.
⚖️ Processo judicial
Trump anunciou que Maduro será levado a julgamento em Nova York, acusado de narcotráfico e terrorismo. O presidente americano também afirmou que não permitirá que integrantes do círculo de Maduro retomem o poder na Venezuela.
Fonte: Correio do Povo
Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e pede resposta internacional
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou neste sábado (3) sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro. Em publicação no X (antigo Twitter), Lula classificou a ação como uma “afronta gravíssima à soberania venezuelana” e alertou para os riscos à ordem internacional.
📌 Condenação ao uso da força
Segundo o presidente, os bombardeios representam um precedente “extremamente perigoso” e violam princípios básicos do direito internacional:
“Atacar países em flagrante violação do direito internacional é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, escreveu.
🌎 Contexto histórico
Lula destacou que a posição brasileira é consistente com a defesa da paz e da não intervenção em conflitos internacionais. Ele comparou a ação americana aos “piores momentos de interferência na política da América Latina e do Caribe”, ressaltando que tais episódios ameaçam a preservação da região como zona de paz.
🤝 Diplomacia e cooperação
O presidente reafirmou que o Brasil seguirá atuando pela via diplomática e pela cooperação internacional.
“A comunidade internacional, por meio da ONU, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover o diálogo e a cooperação”, concluiu.
Fonte: Correio do Povo

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