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📰GENERAL DE LULA ENTREGAVA MALETAS DE PROPINA, POR ISSO SUBIU NA CARREIRA MILITAR!
Governo Lula fracassa em meta de alfabetização e culpa o clima
O ministro da Educação, Camilo Santana, culpou as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul pelo fracasso
Dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Ministério da Educação (MEC), apontam que apenas 59,2% dos alunos da rede pública foram alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental em 2024.
O desempenho ficou abaixo da modesta meta de 60% prevista pelo governo Lula (PT), por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA).
A desculpa do tempo
O governo Lula correu para apontar um culpado pelo fracasso: as chuvas que devastaram o Rio Grande do Sul.
Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, “se o Rio Grande do Sul tivesse mantido o desempenho do ano anterior, a meta nacional teria sido alcançada”.
Em 2024, o número de crianças alfabetizadas no estado caiu de 63,4% para 44,7%.
Ainda conforme os dados, Ceará (85,3%), Goiás (72,7%), Minas Gerais (72,1%), Espírito Santo (71,7%) e Paraná (70,4%) atingiram os maiores percentuais de alfabetização do país.
Entre os estados que superaram seus objetivos pactuados, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso (60,6%) apresentam os melhores indicadores.
Oito estados têm menos da metade das crianças alfabetizadas:
- Amazonas, com 49,2%;
- Alagoas, com 48,6%;
- Pará, com 48,2%;
- Amapá, com 46,6%,
- Rio Grande do Sul, com 44,7%,
- Rio Grande do Norte, com 39,3%,
- Sergipe, com 38,4%,
- Bahia, com 36%.
O único ente federado que ainda não implementou o sistema estadual de avaliação e, portanto, não apresenta dados no indicador, é Roraima. O estado, porém, já pactuou sua participação na próxima medição.
Acre e Distrito Federal iniciaram sua participação na avaliação na edição de 2024. Veja aqui a tabela com os resultados completos por UF.
Diário do Poder
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Eslováquia aprova mudança na Constituição, reconhece apenas os sexos masculino e feminino, proíbe barriga de aluguel, adoção por casais homossexuais, limita educação sexual nas escolas
A pergunta que ecoa após a recente mudança constitucional na Eslováquia é simples, mas perturbadora: uma Constituição pode congelar a complexidade da vida humana em duas categorias fixas — masculino e feminino?
A aprovação das medidas, que reconhecem apenas dois gêneros, inviabilizam a adoção por casais homossexuais, proíbem a barriga de aluguel e restringem a educação sexual, revela mais do que um alinhamento político. Mostra a tentativa de legislar sobre identidades e afetos.
Em teoria, Constituições são marcos de estabilidade. Na prática, quando passam a ditar papéis íntimos da vida privada, transformam-se em instrumentos de controle social.
A decisão eslovaca não surge isolada. Ela se insere em uma onda conservadora que percorre o Leste Europeu, marcada pelo receio da erosão de valores tradicionais frente a agendas globais de direitos civis.
No entanto, o discurso da “proteção da família” precisa ser examinado com cuidado. Ao definir família de forma excludente, o Estado não apenas preserva tradições, mas cria cidadãos de segunda classe.
A proibição da barriga de aluguel, por exemplo, não afeta apenas casais homoafetivos. Também atinge casais heterossexuais com problemas de fertilidade, demonstrando que o alvo declarado e o impacto real raramente coincidem.
Ao inviabilizar a adoção por casais do mesmo sexo, o que está em jogo não é apenas a moral tradicional, mas o destino de centenas de crianças que poderiam encontrar lares estáveis e amorosos.
A educação sexual, quando limitada, deixa de ser um instrumento de prevenção e se torna uma lacuna perigosa. Menos informação significa maior vulnerabilidade a abusos, doenças e gravidez precoce.
Nesse ponto, a analogia é inevitável: restringir conhecimento é como apagar placas de sinalização em uma estrada movimentada. O risco não desaparece; apenas aumenta.
O reconhecimento exclusivo dos gêneros masculino e feminino parece, à primeira vista, apenas reafirmar o óbvio biológico. Mas ignora avanços científicos sobre identidade de gênero e invalida juridicamente pessoas que não se encaixam nesse binário.
Curiosamente, o argumento central dos defensores é a defesa da “ordem natural”. Mas a história mostra que o que hoje se chama “natural” já foi, em outros tempos, motivo de perseguição — do divórcio ao casamento interracial.
O movimento político por trás dessas medidas tem uma lógica estratégica. Ao tocar em temas emocionais, como família e educação, desloca o debate público das crises econômicas e da corrupção endêmica.
Para além da política doméstica, há também um recado para Bruxelas. A Eslováquia, como outros países do bloco, tensiona sua relação com a União Europeia ao desafiar normas de direitos humanos universalmente reconhecidas.
A questão central, portanto, não é apenas o que muda na lei, mas o que se instala na cultura política: a ideia de que maiorias parlamentares podem legislar sobre existências que não vivem dentro de suas próprias casas.
Esse tipo de mudança constitucional cria precedentes. Se a identidade pode ser regulada, por que não também a orientação religiosa, a expressão cultural ou mesmo a liberdade de imprensa?
O impacto humano é imediato: famílias marginalizadas, jovens sem acesso à informação, casais impedidos de adotar, mulheres privadas de opções reprodutivas. Cada artigo aprovado se traduz em vidas interrompidas.
Do ponto de vista simbólico, a mensagem é ainda mais corrosiva. O Estado passa a dizer quem “merece” existir plenamente e quem deve se resignar à invisibilidade.
A longo prazo, esse tipo de política cria um paradoxo. Ao tentar preservar valores tradicionais, pode gerar o oposto: jovens cada vez mais distantes de um Estado que não os reconhece.
Não é exagero afirmar que a disputa em curso não é sobre biologia, mas sobre democracia. Trata-se de definir se a Constituição é um espaço de garantias ou uma trincheira de exclusão.
O caso eslovaco nos obriga a encarar uma questão incômoda: até que ponto uma sociedade está disposta a sacrificar liberdades individuais em nome de uma “ordem” que talvez só exista no imaginário político?
Se o futuro das democracias é medido pela sua capacidade de incluir, a Eslováquia nos dá um alerta sombrio. O próximo capítulo dependerá de como cidadãos, cortes e instituições europeias reagirão.
E a pergunta que resta para todos nós é direta: quando o Estado define quem você pode amar, como pode se chamar e de que forma deve aprender sobre si mesmo, ainda estamos falando de democracia — ou apenas de poder?
Maetips
Pluto TV anuncia novos canais e programação especial para outubro de 2025
A Pluto TV é mais uma das plataformas de streaming que divulgou as novidades para o mês de outubro. Nesse sentido, a companhia apresento uma série de novos itens para as opções disponíveis, além do canal dedicado a Pokémon, já lançado desde o primeiro dia do décimo mês do ano.
Porém, o serviço terá também uma programação em celebração ao Dia das Crianças, bem como uma seleção temática de terror, chamada de Plutoween. Além disso, foi anunciada a transmissão da CONMEBOL Libertadores Feminina 2025 no Brasil pelo quarto ano consecutivo durante as próximas semanas.
Confira tudo o que será adicionado ao catálogo:
- Já disponível
- Pokémon
- TikTok Radio Brasil
- Pluto TV Zumbis
- MTV Halloween
- Pluto TV Junior (6 a 12 de outubro)
- Abelha Maya
- Peixonauta
- Pluto TV Kids (6 a 12 de outubro)
- Max Steel
- Talking Tom and Friends
- Pluto TV Kids Club (6 a 12 de outubro)
- O Clube das Winx
- Luluzinha
- Pluto TV Desenhos Clássicos (6 a 12 de outubro)
- Denis, O pimentinha
- Inspetor Bugiganga
- Pluto TV Cine Família (11 e 12 de outubro)
- Sábado:
- 15h20: Rugrats e os Thornberrys Vão Aprontar
- 17h: O Rei Macaco
- 18h45: 100% Lobo
- 20h40: Sargento Stubby: Um Herói Americano
- Domingo:
- 12h10: Um Monstro em Paris
- 14h: Um Lobo em Pele de Cordeiro
- 15h30: Os Thornberrys - O Filme
- 17h15: Ozzy
- Sábado:
- Pluto TV Cineminha
- Jogos Mortais: Jigsaw
- O Grito
- O Grito 2
- O Grito 3
- Sobrenatural: Capítulo 2
- Sobrenatural: A Origem
- Sobrenatural: A Última Chave
Tudo Celular
Gigante alimentícia fecha centenas de lojas, faz demissões em massa e anuncia plano de reestruturação
A Starbucks anunciou o fechamento de centenas de lojas e uma nova rodada de demissões corporativas como parte de um plano de reestruturação de seus negócios. A medida foi apresentada pelo CEO Brian Niccol, que está à frente da rede há cerca de um ano. A medida havia sido sinalizada na última quinta-feira (24). Nesta quarta-feira (1) uma nota atualizada lista o processo de reformulação que passará a ser adotado pela companhia.
Segundo comunicado da gigante alimentícia, cerca de 1% das unidades na América do Norte serão encerradas. A rede possuía 18.734 lojas até o fim de junho deste ano e fechou setembro com aproximadamente 18.300. A empresa estima que os custos da reestruturação alcancem US$ 1 bilhão.
Em carta enviada aos funcionários, Niccol explicou que os fechamentos atingirão cafeterias “incapazes de criar o ambiente físico que nossos clientes e parceiros esperam, ou onde não vemos um caminho para o desempenho financeiro”. Ele reconheceu que a decisão tem impacto em larga escala. “Esta é uma ação que impactará parceiros e clientes. Nossas cafeterias são centros da comunidade, e fechar qualquer loja é difícil”.
Além do fechamento de unidades, a Starbucks anunciou o corte de 900 funcionários corporativos, em complemento às mil demissões realizadas em fevereiro. Os trabalhadores afetados foram comunicados na última sexta-feira (26) e terão acesso a pacotes de indenização e apoio. A empresa também informou que diversas vagas em aberto serão fechadas por tempo indeterminado.
Paralelamente ao enxugamento, a Starbucks planeja investir na renovação de mais de mil lojas, que ganharão novo visual, com cadeiras mais confortáveis, maior número de tomadas e cores mais quentes. A rede pretende retomar o ritmo de expansão após a conclusão dos ajustes.
Desde que assumiu a presidência, Niccol implementou mudanças no cardápio, reduzido em cerca de 30%, além de novos produtos, como croissants reformulados, itens assados e bebidas com coberturas proteicas e água de coco. Também foram reintroduzidas estações de autoatendimento de leite e açúcar e adotada a nomenclatura “Starbucks Coffee Company”, em referência às origens da marca.
Apesar das iniciativas, a empresa ainda não conseguiu recuperar resultados financeiros consistentes. As ações caíram cerca de 12% no último ano, e as vendas permanecem abaixo das expectativas. Algumas mudanças também abriram questionamentos, incluindo ajustes de uniformes que resultaram em processos judiciais e novas bebidas consideradas complexas de preparar em horários de pico,.
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Importante rede de sorvetes anuncia o fechamento de 500 lojas após falência
O fechamento das farmácias Rite Aid deve levar ao encerramento de cerca de 500 balcões de sorvetes Thrifty, já que funcionavam dentro das unidades e não podem ser vendidos separadamente.
Essa limitação ameaça diretamente a presença física da marca no varejo. Ainda assim, os produtos continuam disponíveis em redes como Albertsons, Vons e em alguns pontos do México.
A manutenção dessa distribuição dependerá do interesse de compradores durante o processo de falência da Rite Aid.
A Thrifty Ice Cream tem chance de sobreviver à falência da Rite Aid?
A continuidade da Thrifty Ice Cream está vinculada à venda de ativos no processo judicial. Caso um comprador enxergue valor na marca, poderá manter a produção e distribuição, assegurando a permanência no mercado.
Existem diferentes cenários: o novo dono pode usar a fábrica para outros produtos, preservar a marca ou até encerrá-la definitivamente. A escolha será decisiva para o futuro da sorveteria, que acumula décadas de tradição.
— L.A. in a Minute (@LaInaMinute) May 8, 2025For nearly a century in L.A., a trip to Thrifty’s meant a scoop-of that iconic, cylinder-shaped Thrifty Ice Cream.
But now that Rite Aid, current owner of Thrifty, will close its stores, fans are left wondering: what’s going to happen to Thrifty Ice Cream?!?
Let's get into it! pic.twitter.com/6jzD4PgxUW
Quais impactos essa falência pode gerar no mercado de sorvetes?
A saída de uma rede tão tradicional abre espaço para a entrada de novos concorrentes ou fortalece marcas que já dominam o setor.
A reputação de inovação em sabores da Thrifty pode servir de inspiração para outras empresas ampliarem seus portfólios.
- Consumidores perdem a experiência dos balcões exclusivos nas farmácias Rite Aid.
- Outros varejistas podem expandir a oferta de sorvetes premium.
- Novos players podem assumir o nicho deixado pela marca.
Qual pode ser o futuro da Thrifty Ice Cream no mercado?
O futuro da marca dependerá da visão dos compradores interessados em sua base de clientes fiéis. A continuidade da produção está diretamente ligada às negociações dentro da falência da Rite Aid.
Um detalhe curioso: especialistas apontam que marcas com forte apelo nostálgico tendem a atrair investidores. Esse fator pode ser decisivo para que a Thrifty Ice Cream preserve sua tradição e qualidade, mesmo diante de um cenário desafiador.
O Antagonista

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