JB em Capinas. Todos unidos pelos nossos irmãos do Rio Grande do Sul!

 



Já são mais de 300 toneladas arrecadadas.

Fonte: https://www.instagram.com/p/C7jr_m8uXGz/?e=940efd5a-2895-41e4-9cb5-3bc2182c82fc&g=5

Painho "pisa" nos professores em greve

 



Fonte: https://www.facebook.com/claudiagomes.araujo.5/videos/470889291978508/?idorvanity=235193055077454

Mesmo sem pandemia, rombo fiscal no Brasil bate recorde e atinge R$ 1,043 trilhão

 




Mesmo sem estar enfrentando uma pandemia, o setor público consolidado do Brasil – que inclui União, Estados, municípios e estatais – registrou um déficit nominal recorde de R$ 1,043 trilhão nos 12 meses até abril. O Banco Central divulgou os dados nesta quarta-feira (29).

Esse rombo nas contas públicas superou pela primeira vez o pico de R$ 1,017 trilhão registrado durante a pandemia da Covid-19.

O déficit nominal do setor público considera o saldo entre receitas e despesas, incluindo o pagamento de juros da dívida. Segundo o Banco Central, o déficit de R$ 1,043 trilhão representa 9,41% do PIB. A despesa com juros da dívida, que alcançou R$ 776,3 bilhões no acumulado de 12 meses até abril, é um dos principais fatores para o aumento do déficit. O valor é o maior registrado na série histórica.

A alta taxa básica de juros (Selic), mantida em níveis elevados por um período prolongado, encareceu a dívida pública e contribuiu para o déficit nominal maior. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, uma taxa considerada restritiva, destinada a controlar a inflação e as expectativas futuras.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, externou as incertezas em relação ao cenário externo, a possibilidade de mudança na meta de inflação e as dúvidas sobre a credibilidade do novo arcabouço fiscal.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por sua vez, alega que a meta de inflação é extremamente exigente e critica o que chama de “fantasminhas” que promovem a ideia de uma situação econômica deteriorada no Brasil.

Fonte: https://www.instagram.com/p/C7keUm-NG6y/?e=18ccd23e-5f20-4d87-bfe2-09aaadbad243&g=5

Trensurb retoma operações em 13 estações nesta quinta-feira

 Está descartada a reativação das estações Mercado, Rodoviária, São Pedro e Farrapos antes do final do ano

Estação Mercado Trensurb segue alagada nesta quarta-feira 

As operações da Trensurb serão retomadas nesta quinta-feira, nas 13 estações existentes entre a de Mathias Velho, em Canoas, e a de Novo Hamburgo, contemplando ainda a linha para a Unisinos. O anúncio foi feito pelo diretor-presidente Fernando Marroni, em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira.

Com intervalos de 30 minutos entre as composições, as viagens vão durar também 30 minutos, ante 12 minutos neste trecho em períodos normais, antes da enchente.

A operação ocorrerá diariamente das 8h às 18h. A previsão é de transportar 30 mil pessoas por dia, um quarto da média de 120 mil usuários. Sem possibilidade de cobrar a tarifa, em razão de o sistema de bilhetagem ter sido afetado pela enchente, o acesso às composições será gratuito. De acordo com Marroni, o governo estadual se comprometeu a garantir a segurança pública nas estações.

Marroni afirma haver recebido um crédito de R$ 168 milhões do Palácio do Planalto para o que chamou de “Operação Trilho Humanitário”. “O limite da Trensurb, a médio e curto prazo, é chegar à estação Farrapos”, disse, salientando que atender o Aeroporto Salgado Filho “é muito estratégico”. O acesso ao aeroporto demanda também a reativação do aeromóvel. Na avaliação de Marroni, a iniciativa será necessária para levar trabalhadores envolvidos com a reconstrução do terminal aéreo.

No momento, as estações Mercado, Rodoviária, São Pedro, Farrapos, Aeroporto, Anchieta, Niterói, Fátima e Canoas não serão reativadas. Está descartado, antes do final do ano, a retomada da linha entre o Mercado e a Farrapos, cujas estações devem passar por processo de limpeza, por questões sanitárias, e terem seus acessos lacrados a partir disso.

“As estações não são o problema. O problema é a linha férrea”, explicou. “Pela experiência que temos, teremos de trocar todo o leito, pois, transformado em lama, perde a sustentação”, complementou. Marroni desconsiderou a possibilidade imediata de erguer uma via elevada entre as estações Mercado e Farrapos, o que exigiria, nas previsões do diretor-presidente, de quatro a cinco anos de trabalho. Os recursos federais disponibilizados no momento são insuficientes para a recuperação do leito e das estações inundadas em Porto Alegre. Nesta quarta-feira, o acesso à estação Mercado, no centro da Capital, seguia completamente tomado pela água e por detritos.

Entre as dificuldades apontadas por Marroni para a reconstrução da linha em Porto Alegre estão desde o fornecimento de dormentes à compra de uma nova “máquina socadora”, fundamental para a atividade. A atual, de acordo com Marroni, foi danificada na catástrofe climática e não pode ser consertada.

Correio do Povo

Instituto Ling, em Porto Alegre, retoma programação cultural em junho

 Centro cultural concentrou seus esforços em desenvolver ações em prol da comunidade atingida pelas enchentes



O Instituto Ling (rua João Caetano, 440), em Porto Alegre, inicia a partir de junho a retomada da programação de cursos e atividades artísticas. A instituição não foi atingida pelas chuvas e se concentrou em desenvolver ações para auxiliar o Rio Grande do Sul e as famílias afetadas pelas enchentes com o Reconstrói RS, iniciativa com foco em obras de recuperação da infraestrutura nas regiões diretamente abaladas; além de ter se transformado em um dos pontos do projeto coletivo Cozinha Solidária, do SOS Cozinhas; e de ter começado a levar dois dos seus programas educativos, a Oficina de Choro e o MPB nas Escolas, para dentro dos abrigos que acolhem vítimas das chuvas.


A primeira programação do mês de junho é o curso A verdade absoluta e os mestres da suspeita, que acontece nos dias 6, 13 e 20, quintas-feiras, às 19h, com os psicanalistas Felipe Karasek e Rafael Werner Lopes trazendo reflexões sobre a humanidade a partir dos pensamentos de Karl Marx, Friedrich Nietzsche e Sigmund Freud.


Sem deixar de lado as iniciativas solidárias, o centro cultural volta a oferecer programações em diversas áreas do saber: de feira do livro especial para apoiar livrarias e editoras gaúchas atingidas pelas enchentes a cursos que abordam temas como história e psicanálise, passando ainda por workshops de gastronomia e atividades culturais que vão de shows musicais a programações infantis. A agenda completa está disponível no site.

Correio do Povo

Votou no Lula? Se votou já tem certa dificuldade cognitiva

 



Fonte: https://www.instagram.com/p/C7ehEdqur5n/?e=d4717459-d181-4e6e-89a4-74d8f561d0be&g=5

Chuvas danificaram a principal ligação entre Canela e o Vale do Paranhana

 Rota Panorâmica é crucial para o escoamento da produção local, especialmente para os aviários e demais negócios locais

Ponte Passo do Louro foi duramente afetada na Rota Panorâmica, em Canela 

As chuvas torrenciais que atingiram o Rio Grande do Sul recentemente causaram sérios danos à Rota Panorâmica, uma das principais estradas que ligam Canela ao Vale Paranhana. A via, que foi pavimentada recentemente, sofreu danos significativos, que resultaram em um bloqueio total e que impacta diretamente a mobilidade e o acesso das comunidades locais.

Conforme a Prefeitura de Canela, a Rota Panorâmica é crucial para o escoamento da produção local, especialmente para os aviários e a Água Mineral Natural Hortênsias. Com o bloqueio da estrada, a logística e o transporte de mercadorias foram gravemente afetados. Com isso, foi levantada a urgência de medidas emergenciais por parte do poder público para a recuperação da via essencial.

A equipe técnica do Departamento de Projetos da Prefeitura trabalha na elaboração de um laudo detalhado sobre os danos. Aproximadamente 13,6 quilômetros da estrada foram comprometidos, com rachaduras, destruição parcial da pavimentação e quedas de barreiras. A situação é grave, como explica o prefeito Constantino Orsol. “É desanimador, há uma série de estragos. Está muito perigoso, há rochas por cair, deslizamentos e novos pontos com rachaduras”, relata.

Orsolin destaca que, em parte da Rota Panorâmica, o trânsito está liberado, principalmente para os atrativos turísticos localizados ao longo do trajeto, mas pede atenção dos motoristas, pois nestes locais acontece intervenções de limpeza.

Apesar de os esforços para conter os danos, as chuvas persistentes continuam a causar novos deslizamentos e colapsos. O cenário, conforme a Prefeitura, coloca em evidência o grande desafio que o município enfrenta na reconstrução da Rota Panorâmica. A Ponte do Passo do Louro está totalmente interditada e torna mais grave a situação de mobilidade na região, além de isolar algumas áreas.

A empresa Água Mineral Natural Hortênsias contribuiu ao doar o laudo e o projeto da ponte, que foram cadastrados pela Defesa Civil Municipal no sistema do Governo Federal para a obtenção de recursos. A boa notícia é que, na tarde de terça-feira, a Defesa Civil Nacional informou que, nos próximos dias, o projeto será aprovado, com um investimento de mais de R$ 975 mil reais. A Prefeitura já está trabalhando no contrato para a contratação imediata da empresa responsável pela recuperação do local. O poder público informou, ainda, que está avaliando diversas medidas emergenciais para restaurar a funcionalidade da Rota Panorâmica e Ponte do Passo do Louro.

Correio do Povo

Primeiro lote de habitações disponibilizado pelo governo federal terá cerca de 2 mil imóveis já prontos

 Ainda sem data fixa para o lançamento, Rui Costa garantiu que todos municípios serão contemplados ao mesmo tempo



Promessa do governo federal, o primeiro lote de habitações disponibilizado aos afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul contará com 2 mil unidades já prontas. As moradias são oriundas de duas modalidades adotadas pela União: a aquisição de imóveis desocupados que estavam para leilão na Caixa Federal, Banco do Brasil e demais bancos privados; e a compra de imóveis prontos de construtoras.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, em coletiva de imprensa em Porto Alegre, nesta quarta-feira, não divulgou a data de lançamento. Segundo ele, algumas avaliações ainda estão sendo feitas pela Caixa, que ficou encarregada das vistorias naqueles imóveis adquiridos via leilão. Mas a expectativa é que seja 'em breve'.

Com a aquisição de imóveis já construídos, o governo pretende acelerar o processo habitação de famílias desabrigadas, problema esse classificado por Costa como o 'mais sensível'. Naqueles imóveis adquiridos via leilão em que, por algum motivo, necessitarem de alguma melhoria – como uma pia ou um chuveiro – a Caixa disponibilizará para os novos donos um cartão com o valor necessário para a reforma (segundo orçamento realizado pela própria instituição). Já os oriundos das construtoras estão prontos para morar.

As habitações serão distribuídas de forma equânime entre os municípios, ou seja: nenhuma cidade receberá 'antes' do que a outra. Entretanto, haverá uma ordem entre as famílias. Aquelas com o maior número de filhos terá prioridade ante aquelas que não tem filhos, por exemplo, segundo detalhou o ministro.

O governo federal também irá contar com outras modalidades de aquisição de imóveis para contemplar os desabrigados. Futuramente, garantiu Rui Costa, além das construtoras poderem realizar ofertas daqueles imóveis enquadrados nas exigências (até R$ 264 mil reais); pessoas físicas também poderão ofertar seus empreendimentos. Unidades serão avaliadas pela Caixa e, caso enquadradas, serão compradas pela União.

Outras unidades poderão ser adquiridas em parceria com os governos municipais que já estejam em processos de contratação (via ata de preços) para novas habitações. Essas medidas, contudo, devem demorar mais, uma vez que as obras ainda não iniciaram. Nesse sentindo, o ministro também garantiu que a União está atrás de construtoras que ofertem modalidades mais rápidas e tecnológicas, a exemplo das construções em 'blocos'.

Correio do Povo

São José perde para o Volta Redonda por 3 a 1 no retorno do futebol em Porto Alegre

 Partida válida pela Série C foi a primeira na Capital após elevação do nível do Guaíba e tragédia das enchentes

São José não conseguiu superar o Volta Redonda no Passo D'Areia 

O futebol voltou em Porto Alegre. A derrota do São José para o Volta Redonda por 3 a 1 na noite desta quarta-feira, no Passo D'Areia, pela Série C, marcou a primeira partida na Capital após a elevação do nível do Guaíba no Rio Grande do Sul.

Por uma questão de logística e um pedido das autoridades, o jogo foi disputado com portões fechados. Foi a reestreia do técnico Pingo no comando do Zeca.

Os gaúchos sentiram o longo período parado e viram os cariocas abriram o placar e ampliar rapidamente: Marcos, aos 20, e Douglas, aos 22, construíram o 2 a 0 ainda na primeira etapa.

Na volta do intervalo, Ítalo marcou o terceiro aos 5 minutos. Rafael Carrilho descontou para os donos da casa. Com somente três jogos, o São José tem três derrotas e zero pontos. Está na vice-lanterna.

Correio do Povo

Governo federal anuncia até R$ 15 bilhões em financiamentos para auxiliar empresas do RS

 Anúncio compreende empreendimentos de diferentes portes do Estado



O governo federal anunciou diferentes linhas de crédito para auxiliar na reconstrução de empresas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. As medidas foram anunciadas nesta quarta-feira, em coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

O anúncio principal inclui até R$ 15 bilhões de financiamento, com três linhas diferentes:

1 - Compra De Máquinas, Equipamentos e Serviços

Taxas: custo base de 1% ao ano + spread bancário (diferença entre os juros que o banco cobra ao emprestar e a taxa que ele mesmo paga ao captar dinheiro)

Prazos: até 60 meses com carência de 12 meses

2 - Financiamento a Empreendimentos: projetos customizados incluindo obras de construção civil

Taxas: custo base de 1% ao ano + spread bancário

Prazos: até 120 meses com carência de 24 meses

3 - Capital de Giro Emergencial

Taxas: custo base de 4% ao ano para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) e 6% ao ano para grandes empresas + spread bancário

Prazos: até 60 meses com carência de 12 meses

As operações possuem limites de R$ 300 milhões para as linhas de compra de máquinas e financiamento a empreendimentos. Já a linha de crédito para capital de giro emergencial de pequenas empresas tem limite de R$ 50 milhões, enquanto grandes empresas podem financiar até R$ 400 milhões.

Investimentos de Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Além disso, a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que a administração irá investir R$ 1,5 bilhão com taxas menores via cooperativas de crédito, como Banrisul e BRDE. Metade do valor é para micro, pequenas e médias empresas.

A ministra Luciana destacou ainda que as companhias afetadas pelas enchentes poderão usar até 40% do empréstimo como capital de giro associados aos investimentos em infraestrutura. Empresas que receberam financiamento da Emprapii, BNDES, Lei do Bem ou Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) nos últimos dez anos estão elegíveis para esta modalidade.

Preocupação envolvendo burocracias

Durante a coletiva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo trabalha de forma a fazer os financiamentos e investimentos poderem realmente sair do papel. “Nossa preocupação é fazer com que não haja nenhum empecilho burocrático que atrapalhe as decisões do governo”, ressaltou.

O presidente afirma que o trabalho feito pelo governo federal em socorro ao Rio Grande do Sul deve servir de lição para as demais gestões no Brasil. “Se nós trabalharmos juntos, vamos ter resultados muito mais eficazes”, pontuou.

Correio do Povo