O ÓDIO RECALCADO DA ELITE DE ESQUERDA PELO POVO QUE VAI ÀS RUAS CONTRA LULA - 21.09.22

 Por


J.R. Guzzo


As manifestações populares em massa do dia Sete de Setembro, quando mais de 1 milhão de cidadãos cobriram as ruas de verde e amarelo, por livre e espontânea vontade, para declarar o seu apoio e o seu voto em favor ao presidente Jair Bolsonaro, tiveram de imediato um efeito altamente instrutivo para o entendimento do Brasil como ele é. Trouxeram à plena luz do sol, mais que em qualquer momento recente, um fato essencial da vida política deste país: o horror puro, simples e recalcado da elite em geral, e da esquerda em particular, pelo povo brasileiro. Em geral isso é escondido por trás de filosofança hipócrita, barata e pretensiosa, em seminários de ciência política e em mesas redondas com “especialistas” na televisão. Desta vez, porém, ficou escancarado demais, e declarado em todas as letras. É mais do que horror - é ódio mesmo.


 


É indiscutível que a multidão toda que estava na rua no dia Sete de Setembro era o povo brasileiro. Se não era, de onde teria vindo, então, toda aquela gente – de Marte? Também é indiscutível a tempestade de ira que a presença do povo na praça provocou de imediato na esquerda. O ex-presidente Lula foi o mais insultuoso: comparou as manifestações a uma ”reunião da Ku Klux Klan”, a sociedade secreta dos racistas norte- americanos (ou “Cuscuz Klan”, pelo que deu para entender do que ele disse.) É isso o que Lula pensa do povo do Brasil quando este povo se declara contra ele – é tudo “racista”. Já o ministro Luís Roberto Barroso disse que os manifestantes eram “fascistas” – segundo ele, o dia Sete de Setembro serviu para mostrar “o tamanho do fascismo” no Brasil. A mídia se cobriu de editoriais aflitos com a “ameaça à democracia” representada pelo fato de que a população foi às ruas de todo o país, em demonstrações sem um único ato de desordem ou incidente de qualquer tipo.


 


Em geral isso é escondido por trás de filosofança hipócrita, barata e pretenciosa, em seminários de ciência política e em mesas redondas com “especialistas” na televisão


 


O fato, e esse é o único fato que interessa, é que na comemoração dos 200 aos da independência do Brasil o povo brasileiro cometeu o crime de ir para a rua sem pedir licença à Lula, aos ministros do STF, aos jornalistas e ao resto da elite. Pronto: está tudo amaldiçoado como manifestação de extrema direita – racista, fascista e “antidemocrática”. O que poderia provar com mais clareza o ódio deles todos pelo povo? A possibilidade de Lula levar às ruas do Brasil uma multidão comparável é zero. Ele e PT sabem perfeitamente disso. Resultado: reagem automaticamente, então, com a hostilidade compulsiva por tudo o que não está debaixo das suas ordens.  Como não podem dizer que aquela massa toda não era o povo brasileiro, dizem que o povo brasileiro está errado em sair à praça pública para manifestar as suas preferências políticas. A democracia que defendem para o Brasil é isso. O adversário não pode abrir a boca.


 


A dificuldade, para Lula e para a esquerda, é que a população de verdade só vai mesmo para rua para se manifestar contra ele – e, neste momento, a favor do presidente da República. Lula, na verdade, não sai jamais – e nem o PT consegue juntar gente para uma manifestação de massa, além de umas miseráveis aglomerações com a do lançamento da sua “Carta aos Brasileiros”. Ficam fechados com grupinhos de sindicalistas, artistas e mais do mesmo; é este o seu mundo. É extraordinário, positivamente, que o candidato que se apresenta como “popular” não possa ir, sequer, a um estádio de futebol, porque tem medo de levar vaia; não foi a um único jogo Copa de 2014 no próprio Brasil, em pleno reinado de Dilma Rousseff e do seu partido. Na ocasião ficou escondido em casa. Hoje, com o mesmo medo de aparecer em público, chama de racistas os brasileiros que não querem votar nele.


Pontocritico.com

CONFISSÕES OPORTUNAS

 CONFISSÃO DE NELSON RODRIGUES

Em entrevista que concedeu à revista Veja, em 1969, o inesquecível cronista, dramaturgo e romancista Nelson Rodrigues fez a seguinte (e muito oportuna) confissão: - Eu sou um anticomunista que se declara anticomunista. Geralmente, o anticomunista diz que não é. Mas eu sou e confesso. E por quê? Porque a experiência comunista inventou a antipessoa, o anti-homem. Conhecíamos o canalha, o mentiroso. Mas, todos os pulhas de todos os tempos e de todos os idiomas, ainda assim, homens. O comunismo, porém, inventou alguém que não é homem. Para o comunista, o que nós chamamos de dignidade é um preconceito burguês. Para o comunista, o pequeno burguês é um idiota absoluto justamente porque tem escrúpulos”. 


LIBERALISMO

Pois, a título de esclarecimento confesso que sou um dos poucos brasileiros que contrariou por completo a velha lógica que diz; "Quem tem 20 e não é socialista é porque não tem coração. E quem tem 30 anos ou mais e segue sendo socialista é porque não tem cérebro". Na real, desde a minha adolescência fui capaz de discernir, com exatidão e clareza, o quanto o LIBERALISMO é melhor para todos. 


JOVEM IDIOTA

Nelson Rodrigues, para quem não sabe, tinha uma visão que soava bem negativa da juventude. Rodrigues entendia que “o jovem, justamente por ser mais agressivo e ter uma potencialidade mais generosa, é muito suscetível ao TOTALITARISMO.  A vocação do jovem para o totalitarismo, para a intolerância, é enorme. Eu recomendo aos jovens: ENVELHEÇAM DEPRESSA, deixem de ser jovens o mais depressa possível; isto é um AZAR, UMA INFELICIDADE”. Justificando a sua posição -declarada-, o cronista fazia questão de dizer: “eu amo a juventude como tal. O que eu abomino é o JOVEM IDIOTA, o JOVEM INEPTO, do tipo que escreve nas paredes ‘É PROIBIDO PROIBIR’ e carrega cartazes de Lênin, Mao, Guevara e Fidel, autores de proibições mais brutais”


DRAGÃO DO MAL

Na real, como se percebe com nitidez absoluta, o povo brasileiro sempre foi levado a acreditar que o LIBERALSIMO era um -DRAGÃO DO MAL-, que não apenas devorava as criancinhas como, com enorme e indisfarçável prazer apavorava os conservadores. Esta lamentável conjugação de esforços liderados pelos SOCIALISTAS E/OU COMUNISTAS, apontando os LIBERAIS como verdadeiros carrascos da sociedade, faz com que muita gente se una para combater o ainda tênue LIBERALISMO experimentado ao longo do governo de Jair Bolsonaro. De novo: governo este que apenas deu o pontapé inicial para deixar o BRASIL e os BRASILEIROS com melhores e efetivas condições para a obtenção do perseguido sucesso. 


LISTA DE CANDIDATOS

De novo: eis aí a -MINHA- LISTA DE CANDIDATOS PARA OS PODERES -EXECUTIVO E LEGISLATIVO. 


1- PRESIDENTE DA REPÚBLICA: JAIR BOLSONARO- 22.


2- GOVERNADOR DO RS, meu Estado: ONIX LORENZONI- 22.


3- SENADOR DO RS: HAMILTON MOURÃO-100. 


4- DEPUTADO FEDERAL DO RS: MARCEL VAN HATTEM-3030; FÁBIO OSTERMANN-3000; FELIPE PEDRI-2228; LASIER MARTINS-1901; OSMAR TERRA-1522; SANDERSON-2210. 


5- DEPUTADO ESTADUAL DO RS: DRA. ANA CORONEL-30230; FABIANO RHEINHEIMER-22210; FELIPE CAMOZZATO-30000; FERNANDA BARTH-20022; GIUSEPPE RIESGO-30500; GUSTAVO VITORINO-10022; RAMIRO ROSÁRIO-45200; RINALDO-22250. 


PRIME NEWS



FOME



Pergunto: - dentre os -alegados- 33 milhões de brasileiros que estão passando fome há algum funcionário público ativo ou inativo???


 


EXPOCONGREGARH


 


Durante os três dias de CONGREGARH 2022, o público poderá conferir as novidades, compartilhar ideias e realizar networking na EXPOCONGREGARH. Com visitação gratuita, a feira reúne empresas dos mais variados segmentos, sendo uma vitrine e uma oportunidade de novos negócios para empresários e líderes do setor. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS), acontece na próxima semana, entre os dias 21 e 23 de setembro, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre. A programação completa, bem como as inscrições, podem ser encontradas no site www.abrhrs.org.br/congregarh.


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Quarta é dia de mercado: Ofertas até 50%! 😜

 

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Bolsonaro promete desonerar folha de pagamento de mais categorias do setor produtivo

 Presidente diz que medida pode facilitar geração de empregos e estimular a economia e que vai conversar com o ministro Guedes

Presidente diz que medida pode facilitar geração de empregos e estimular a economia e que vai conversar com o ministro Guedes 

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (20) que quer ampliar a quantidade de setores da economia que são contemplados com a desoneração da folha de pagamento. A desoneração beneficia as empresas, porque reduz os encargos trabalhistas que são pagos por elas.

A medida possibilita às companhias pagar a contribuição previdenciária dos trabalhadores sobre o faturamento com alíquota de 1% a 4,5%, e não de 20% sobre os salários. 

Uma lei aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado e sancionada por Bolsonaro garante a desoneração a 17 setores da economia até o fim de 2023, como indústria (couro, calçados, confecções, têxtil, aves, suínos e derivados etc.), serviços (TI & TIC, call center, hotéis, design houses etc.), transportes (rodoviário de carga, aéreo, metroferroviário etc.) e construção.

"Nós estamos batendo recordes de arrecadação no Brasil. A gente não precisa voltar a cobrar o que seria 20% na folha de salário. Pode continuar [com] 1 a 4,5% [para os] 17 setores. Pode, no meu entender, agregar mais alguns setores. Você até simplifica essa questão toda. Quanto menos imposto a gente cobra, a arrecadação aumenta", comentou Bolsonaro durante um evento promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

O presidente comentou que vai conversar sobre o assunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, mas informou que ele não deve se opor à ampliação da iniciativa.

"A minha opinião, se bem que eu só decido uma coisa depois que falo com o respectivo ministro, acredito que dê para você colocar mais setores dentro dessa pauta da desoneração da folha. Facilita a vida de todo mundo. No meu entender, gira com maior facilidade a economia, cria-se mais emprego”, analisou.

"Acredito que Paulo Guedes vai aceitar a inclusão de mais categorias dentro dessa pauta da desoneração. Até porque estamos batendo recorde de arrecadação", completou Bolsonaro.

R7 e Correio do Povo

STF forma maioria para barrar decretos que facilitam acesso a armas

 Ministros referendam decisão de Edson Fachin, que limitou normas para a compra de munições e o porte de armas

Ministros referendam decisão de Edson Fachin, que limitou normas para a compra de munições e o porte de armas 

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta terça-feira (20), para confirmar três decisões do ministro Edson Fachin que suspenderam trechos de decretos assinados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilitavam a aquisição de munições e a posse de armas.

Com seis votos a favor, as decisões de Fachin não podem ser revertidas. Seguiram o entendimento dele os ministros Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Rosa Weber. 

Ao barrar trechos dos atos assinados por Bolsonaro, Fachin citou risco de violência política no país em virtude do período eleitoral. Segundo ele, o "início da campanha eleitoral exaspera o risco de violência política" no país e urge a concessão de medida cautelar "à luz dos recentes e lamentáveis episódios de violência política".

Para o ministro, "qualquer política pública que envolva acesso a armas de fogo deve observar os requisitos da necessidade, da adequação e da proporcionalidade". Ele também frisou que "ainda que a Constituição da República não proíba universalmente a aquisição e o porte de armas de fogo, ela exige que estes ocorram sempre em caráter excepcional, e sejam justificados por uma particular necessidade".

Dessa forma, Fachin determinou que a posse de armas de fogo só pode ser autorizada para pessoas que demonstrarem, por razões profissionais ou pessoais, efetiva necessidade. Além disso, o ministro ordenou que o quantitativo de aquisição de munições deve se limitar ao que for necessário à segurança dos cidadãos.

Ainda de acordo com Fachin, a aquisição de armas de fogo de uso restrito só deve ser autorizada para ações de segurança pública ou de defesa nacional, e não em razão de interesse pessoal.

No seu voto, o ministro disse que cabe ao poder público garantir a segurança da sociedade. Segundo ele, não é admissível que a União flexibilize o acesso a armas de fogo sob o argumento de que isso possibilitará maior proteção pessoal aos cidadãos.

"São incompatíveis com o texto constitucional expedientes generalizados de privatização da segurança pública. O Estado não pode alegar uma impossibilidade fática para se desincumbir do dever de segurança, determinando que os cidadãos velem por suas próprias vidas e patrimônios", afirmou.

R7 e Correio do Povo

Com categoria 3, Furacão Fiona atinge as Ilhas Turcas e Caicos

 Até agora, fenômeno deixou cinco mortos e sérios danos materiais


O furacão Fiona, de categoria 3, atingiu as Ilhas Turcas e Caicos, no Caribe, nesta terça-feira (20), após causar mortes, inundações e sérios danos materiais ao passar por Porto Rico e República Dominicana. "O furacão Fiona provou ser uma tempestade imprevisível", disse Anya Williams, vice-governadora desse território britânico, à imprensa.

As fortes chuvas e ventos da tempestade não causaram vítimas ou ferimentos graves nas Ilhas Turcas e Caicos, disse Williams, pedindo aos moradores que fiquem dentro de casa.

Fiona se encontra a cerca de 50 km a nordeste de Caicos do Norte, a terceira maior ilha do arquipélago, e avança com ventos máximos próximos de 185 km/h, indicou o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês).

Até agora, Fiona deixou cinco mortos: um no território francês de Guadalupe; dois em Porto Rico e outros dois na República Dominicana.

O presidente da República Dominicana, Luis Abinader, declarou três províncias do leste como zonas de desastre: La Altagracia, que abriga o popular balneário de Punta Cana; El Seibo; e Hato Mayor.

Várias estradas foram inundadas, ou bloqueadas pela queda de árvores, ou de postes de luz nos arredores de Punta Cana, o que deixou a localidade sem energia. Imagens da imprensa local mostraram moradores da cidade litorânea de Higuey com água até a cintura, tentando salvar seus pertences.

"Aconteceu muito rápido", disse Vicente López à AFP, na praia de Puntacanera, em Bibijagua, lamentando a destruição dos estabelecimentos comerciais no local.

O NHC alertou que "chuvas fortes e inundações repentinas localizadas que põem a vida em risco" continuarão nesta terça-feira em áreas da República Dominicana.

Inundações "sem precedentes"

Em Porto Rico, onde o furacão tocou o solo no domingo, o governador Pedro Pierluisi descreveu os danos causados pela tempestade na terça-feira como "devastadores". "Isso é difícil, há muitos danos e ainda estamos avaliando a extensão dos mesmos", disse em coletiva de imprensa.

Fiona causou deslizamentos de terra, bloqueou estradas e derrubou árvores, linhas de energia e pontes ao passar pela ilha de três milhões de habitantes, território livre associado aos Estados Unidos.

Na tarde desta terça-feira, apenas 300 mil pessoas tinham eletricidade em suas casas após o apagão geral causado pela tempestade no domingo, informaram as autoridades. Isso representa apenas 20% da população total.

E cerca de 760 mil pessoas permaneciam sem água potável em suas casas como resultado de falta de energia e transbordamento de rios.

Jorge Cintrón, morador de La Parguera, na costa sudoeste do país, sofreu danos materiais em sua casa e em seu negócio, um salão de beleza. "A experiência foi horrível. Foi muito impressionante sentir os ventos e ver como as coisas foram levantadas", contou à AFP por telefone.

"Destruiu o pátio que eu tinha acabado de reformar. Foi aí que eu chorei, porque depois dos sacrifícios que se faz para ter suas coisas, não é fácil perdê-las. Mas vou me levantar. Se eu tenho minha vida e minha mãe está bem, o resto vem como consequência", disse o homem de 57 anos.

Depois de anos de problemas financeiros e de recessão, em 2017, Porto Rico declarou quebra, a maior já anunciada por uma administração local dos Estados Unidos. Mais tarde, neste mesmo ano, o duplo golpe de dois furacões, Irma e Maria, aprofundou a miséria e devastou a rede elétrica da ilha, que há anos sofre grandes problemas de infraestrutura.

A rede foi privatizada em junho de 2021 em um esforço para resolver a ocorrência de apagões, mas o problema persiste. No início deste ano, por exemplo, toda ilha ficou sem luz.


AFP e Correio do Povo

Cama Box (Box + Colchão) Casal Molas - Ensacadas/Pocket 63cm de Altura Plumatex Ilhéus

 


O Colchão de Molas Casal lhéus Plumatex apresenta um grande nível de conforto, sendo confeccionado com sistema de molas pocket ensacadas individualmente de altíssima qualidade, o que confere uma melhor sustentação ao produto, além de gerar maior estabilidade ao colchão. Com o sistema de molejo pocket, a adaptação ao formato do corpo é ainda melhor, pois cada mola responde individualmente à parte do corpo em contato. Outro grande benefício ou vantagem nas molas pocket é que as molas não esbarram uma nas outras, o que diminui a vibração de um lado para o outro. Para os casais com pesos diferentes, este é o maior benefício devido aos movimentos de um não influenciarem no sono do parceiro.


Sua lateral conta com poliframe (cama extra de espuma) de alta densidade, permitindo uma melhor sustentação, além de proporcionar noites de sono muito mais confortáveis e saudáveis. Seu Tampo possui revestimento em Malha de Algodão 60 GM, proporcionando uma grande suavidade ao toque. Suas Laterais são revestidas com Tecido em Chenille; e seu Euro Pillow é revestido com Tecido Aerado de alta qualidade, o qual proporciona a circulação de ar nas camadas internas do Colchão. Seu estofamento é composto por espuma D28 selada de excelente qualidade, e certificada pelo INMETRO. Este colchão possui uma perfeita sustentação para a coluna vertebral, sendo adaptado para todos os Biotipos de usuários. Cuidado, proteção e conforto para um descanso muito mais tranquilo e saudável! Esse colchão conta com medidas de 26x138x188cm.

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Propaganda eleitoral de Lula tem promessas que não foram apresentadas ao TSE

 Ex-presidente não detalhou em plano de governo como pretende isentar de Imposto de Renda pessoas que ganham até R$ 5 mil

Ex-presidente não detalhou em plano de governo como pretende isentar de Imposto de Renda pessoas que ganham até R$ 5 mil 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem feito promessas nas propagandas eleitorais divulgadas na televisão e no rádio que não constam do plano de governo que ele apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nas peças veiculadas no horário eleitoral gratuito, Lula fala em manter o valor de R$ 600 do Auxílio Brasil em uma eventual gestão dele, bem como transferir um adicional de R$ 150 para famílias beneficiárias do programa que tenham filhos de até 6 anos de idade — o bônus seria pago a cada criança dentro dessa faixa etária.

Por enquanto, o petista não explicou como vai fazer para repassar os valores dessas despesas. Na proposta de governo entregue ao TSE, Lula apenas comenta que quer renovar e ampliar o antigo Bolsa Família, que foi extinto para dar lugar ao Auxílio Brasil. Segundo ele, isso é necessário "para garantir renda compatível com as atuais necessidades da população".

Desde que o período de campanha eleitoral teve início, Lula afirmou que, caso eleito, vai ampliar a faixa de isenção do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física. Segundo o ex-presidente, a ideia é poupar da contribuição pessoas que ganham até R$ 5 mil. Essa proposta também não está no plano de governo e Lula ainda não detalhou como será feita.

A única menção a imposto de renda no plano apresentado ao TSE é de que um eventual governo dele quer fazer "os muito ricos pagarem imposto de renda". De acordo com Lula, os recursos arrecadados serão usados "para investir de maneira inteligente em programas e projetos com alta capacidade de induzir o crescimento, promover a igualdade e gerar ganhos de produtividade". 

Antes de entregar a proposta de governo ao TSE, Lula formulou, em junho, um documento com diretrizes para o que ele definiu como "programa de reconstrução e transformação do Brasil", assumindo diferentes compromissos em áreas como educação, saúde, segurança pública, economia, entre outras. 

À época, a campanha dele explicou que o material tinha apenas ideias iniciais em relação a cada tema e não abrangia propostas específicas. Segundo o PT, o documento seria disponibilizado em uma plataforma virtual para receber propostas e sugestões. A partir disso, o partido construiria "um programa de governo aos moldes das candidaturas modernas, enxuto, didático e inovador", que seria entregue ao TSE até 10 de agosto.

No entanto, o PT não cumpriu a promessa e enviou ao tribunal o mesmo documento apresentado em junho. O R7 pediu uma manifestação ao partido, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

R7 e Correio do Povo

Imóvel onde desabamento deixou ao menos nove mortos está em situação irregular, diz prefeitura

 Empresa em Itapecerica da Serra não tem licença municipal e ainda regularizava sua situação junto à Cetesb

Empresa em Itapecerica da Serra não tem licença municipal e ainda regularizava sua situação junto à Cetesb 

O imóvel da empresa Multiteiner, onde o desabamento da laje de um mezanino deixou ao menos nove mortos em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, na terça-feira (20), estava irregular, segundo informações da prefeitura.

Em nota, a administração afirmou que o galpão está em uma área de proteção e recuperação de mananciais e que, por isso, é necessário um licenciamento da Cetesb (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) antes da licença municipal. No entanto, o projeto aprovado pela Cetesb acabou “irregularmente alterado” pelo proprietário.

Assim, a empresa ainda não havia concluído a fase de regularização junto à Cetesb e não tem, portanto, licença municipal. Ainda assim, operava normalmente e recebia até eventos públicos.

A queda da laje deixou ao menos nove mortos, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros. Outras 31 pessoas foram resgatadas com vida, segundo os bombeiros. Já a prefeitura contabilizou 28 resgatados, sendo que três tiveram alta, segundo a administração.

A Multiteiner, localizada na estrada Ferreira Guedes, abrigava no momento um evento para cerca de 70 pessoas. Uma arquibancada montada no mezanino recebeu os visitantes e acabou desabando com o restante da estrutura, quando o evento já estava em seu final, por volta das 9h.

Entre os presentes estavam os candidatos aos cargos de deputado estadual  - Jones Donizette , do Solidariedade - e a deputada federal  - Ely Santos, do Republicanos. Eles tiveram ferimentos leves e não correm risco de vida.

Na tarde de terça, a ocorrência ainda não havia acabado de ser registrada na Delegacia de Itapecerica da Serra.

Procurada, a empresa não se manifestou.

Cetesb

A Cetesb afirmou que realiza a análise das questões ambientais e índices ocupacionais do imóvel - área permeável e edificada - não avaliando as questões estruturais e a utilização do espaço para eventos públicos ou privados. O imóvel onde ocorreu o acidente está inserido em Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais Reservatório da Guarapiranga, sendo necessário, portanto, um alvará da Cetesb. 
 
"A empresa possuía aprovação para o uso do local, porém, atualmente, se encontra em avaliação um pedido de licenciamento com vistas à regularização do empreendimento", relatou a companhia estadual.

Funcionários

Dois colaboradores da empresa Multiteiner afirmaram ao R7 que a estrutura que desabou era nova e servia de auditório. De acordo com um dos profissionais, que preferiu não se identificar, a empresa tinha diversas políticas de segurança e, por isso, em determinados locais era necessário que usassem EPI's (equipamentos de proteção individual). Além disso, havia também técnicos de segurança para a fiscalização.

Entretanto, ainda segundo ele, todo o material que era carregado lá é "muito pesado". "Nós trabalhamos com estrutura metálica pesada, não sei se alguma coisa bateu em alguma parte do auditório para acontecer isso. Nunca vi nenhum indício de que a estrutura estava danificada", disse.

O outro colaborador, que também preferiu não ter o nome divulgado e trabalha na firma há oito anos, diz que houve acidentes anteriormente na empresa, justamente por conta dos metais pesados com que trabalham, "mas não foi nada grave, socorreram e conseguiram fazer um acordo com a pessoa ali mesmo".

Mesmo assim, o homem afirma que sempre ficou na parte de cima do auditório, onde ocorreu o acidente, e nunca notou nem uma rachadura sequer. "Quando dá indícios de que pode haver um acidente, a gente fica em alerta, mas, nesse caso, não tinha nada. Realmente não esperava por isso."

R7 e Correio do Povo

Desabamento de laje: "Conhecia todos os mortos", diz ex-funcionária

 Acidente aconteceu em edificação em Itapecerica da Serra, deixando nove mortos e 31 pessoas feridas

Acidente aconteceu em edificação em Itapecerica da Serra, deixando nove mortos e 31 pessoas feridas 

Incrédulos, familiares e amigos dos nove mortos e 31 feridos no desabamento em um auditório na Multiteiner, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, correram para a porta da empresa desde a manhã desta terça-feira (20). Para o caseiro Danilo Moraes César, de 25 anos, não havia mais o que esperar. Sua irmã Julcimara de Moraes César, de 35 anos, é uma das vítimas.

“Ela trabalhava aqui tinha só sete meses. Não tinha mais do que isso”, afirmou. Abraçado à esposa, ele aguardava que outra irmã fizesse o reconhecimento do corpo. Não havia mais nada para fazer ali.

O acidente ocorreu na manhã desta terça-feira quando cerca de 70 funcionários da empresa estavam em uma reunião com candidatos a deputado no auditório do local. De acordo com testemunhas, o lugar em que se reuniam tinha uma mezanino com cadeiras.

Em nota, a prefeitura disse que “o projeto anteriormente aprovado pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) foi irregularmente alterado, e sua regularização junto aos órgãos públicos estava em trâmite”.

A empresa não se manifestou até a publicação deste texto.

O prédio em que ocorreu o acidente funcionava dentro de um galpão com cerca de 10 mil metros quadrados. Dos 31 feridos, três foram resgatados em estado grave. “Faz uma semana que saí da empresa, conhecia todo mundo que morreu”, diz Josi Meneses de Andrade, de 39 anos. “Foi um livramento ter saído.”

Enquanto esperava notícias dos colegas, Josi via mais familiares das vítimas chegarem. “O que a gente pode falar? Melhor entrarem para ficarem sabendo pelos bombeiros…”

Na porta da empresa, enquanto funcionários e familiares se desesperavam, era grande também o movimento de autoridades municipais e pessoas ligadas aos candidatos. Por volta das 16h, o Corpo de Bombeiros encerrou as buscas no local.

Alguns familiares e amigos permaneceram no local chorando seus mortos.

Agência Estado e Correio do Povo