segunda-feira, 6 de junho de 2022

ELETROBRAS: A MAIS NOVA E IMPORTANTE -CORPORATION-

 OFERTA DE AÇÕES

Da mesma forma como a VALE, LOJAS RENNER e B3, por exemplo, empresas que se transformaram em -CORPORATION - sociedade anônima listada nas Bolsas de Valores onde a figura do CONTROLADOR deixa de existir por força de uma PULVERIZAÇÃO das ações no mercado, o governo está prestes a transformar a ELETROBRAS, nos próximos dias (próxima 2ª feira, 13) na mais nova -CORPORATION-, por conta de uma fantástica OFERTA PRIMÁRIA DE AÇÕES incluindo aí os títulos representados por ADRs no mercado americano.


EFICIÊNCIA E COMPETITIVADE

Pois, para aqueles que ainda resistem às PRIVATIZAÇÕES e/ou às DESESTATIZAÇÕES, muito por desconhecimento e/ou porque se deixam influenciar por ideologistas do atraso, o fato é que empresas que deixam de ser estatais ganham um grau de eficiência e competitividade do tipo que nenhum governo -bom ou mau-, mesmo obedecendo fielmente o que manda a importante LEI DAS ESTATIAS, é capaz de oferecer. 


A PERDA E O GANHO

Aliás, como bem diz o presidente anterior da estatal e hoje CEO da Vibra, Wilson Ferreira Jr., em entrevista que concedeu ao Estadão, a PERDA do -controle acionário governamental- vai significar, com enorme folga, um GANHO extraordinário em termos de INVESTIMENTOS, combustível absolutamente necessário e/ou indispensável para que a Eletrobras possa, enfim, atuar como uma real e eficiente empresa de energia. 


TRIPLICAR A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO

Disse mais Wilson Ferreira: - Com a privatização, a Eletrobras poderá TRIPLICAR SUA CAPACIDADE DE INVESTIMENTO e ter maior acesso ao mercado de capitais. Hoje, se quiser ter uma participação numa usina, ela não vai conseguir porque o governo é obrigado a colocar dinheiro na companhia, mas não tem estes recursos. Isso trava o crescimento. Hoje, a Eletrobras tem capacidade de investir R$ 4 bilhões por ano, mas precisa de R$ 15 bilhões só para manter sua participação de mercado. Como a capacidade de investimento do governo é de cerca de R$ 30 bilhões por ano, ele teria de direcionar para a Eletrobras 1/3 de tudo o que tem. Teria de deixar de investir em saúde e em educação para atender às necessidades de investimento da Eletrobras.


VALOR MÉDIO DE MERCADO

Mais ainda - Hoje, o VALOR MÉDIO DE MERCADO das empresas listadas na Bolsa de São Paulo é equivalente a 150% do valor patrimonial. Enquanto isso, a Eletrobras é negociada a 80% do VALOR PATRIMONIAL, porque o investidor não vê um futuro promissor no horizonte. Com a privatização, isso deve mudar, a considerar que a Eletrobras vai contar com uma administração privada com foco na gestão inteligente de custos e investimentos.


Pontocritico.com

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