sábado, 24 de abril de 2021

Passam de 16 mil as pessoas que tomaram vacinas diferentes contra a Covid-19

 Segundo o Ministério da Saúde, troca de fabricantes entre a 1ª e a 2ª dose é considerada erro de imunização


Um levantamento divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério da Saúde, com base em dados do Data Sus, revelou que pode passar de 16,5 mil o número de pessoas no país que receberam vacinas de fabricantes diferentes entre a primeira e a segunda dose da imunização contra a Covid-19.

Na maioria dos casos, os pacientes receberam inicialmente a vacina Astrazeneca/Oxford e, depois, a Coronavac. Porém, a determinação da pasta é que o paciente receba as duas doses do mesmo fabricante, pois a troca é considerada por médicos como um erro de imunização.

Em Brasília, a técnica de enfermagem Luana Carolina Cavalcanti só percebeu o erro ao conferir a carteira de vacinação. "Acho que elas colocaram errado ou eu não vi. Fiquei indignada", contou. No entanto, a secretaria de saúde do DF nega a troca de doses.

A cidade de Santo André, na Grande São Paulo, seria a primeira colocada entre as que mais apresentaram falhas desta natureza — o estado paulista também estaria na frente nesta relação. No entanto, a prefeitura andreense justificou que a falha teria ocorrido na transmissão de dados. "Podemos garantir que não houve, até o momento, nenhum registro de vacinas trocadas entre a primeira e a segunda dose. O que ocorreu foi um erro na plataforma alimentada pelo governo do estado que transmite as informações que nós registramos para o Ministério da Saúde, frisou Márcio Chaves Pires, secretário municipal de saúde de Santo André.

Já a coordenadora-geral do Programa Estadual de Vacinação de São Paulo, Regiane de Paula, avaliou que na maioria dos casos, principalmente no município em que foi relatado um grande quantitativo de pessoas que teriam tomado doses diferentes, ocorreu um erro de registro. "Esse erro de registro ja foi corrigido. Inclusive na plataforma VaciVida nós já revisamos e que não tinha sido informado ao Ministério, porque quando percebemos isso, já tinham sido imputados os dados ao Ministério da Saúde", rebateu.

Diferenças entre os imunizantes

As vacinas têm intevalos diferentes de aplicação das doses. No caso da Coronavac, são 28 dias. Já para a Astrazeneca/Oxford, são estabelecidos três meses para a imunização completa.

A tecnologia usada no processo de fabricação também não é a mesma. A Coronavac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, usa o vírus inativo. Já a Astrazeneca/Oxforde, de responsabilidade da Fiocruz, utiliza outro vírus para carregar informações genéticas do novo coronavírus e estimular o sistema imunológico.

Ainda não há estudos que apontem as consequências nas pessoas que tomam uma dose de cada imunizante. Os médicos avaliam que essa pessoa não está imunizada. E, por isso, terá que tomar uma terceira dose de vacina de um dos fabricantes. "O correto é [que] essas pessoas que receberam vacina de outro laboratório, que elas recebam a vacina do primeiro laboratório. O ideal, talvez, seja esperar em torno de duas semanas pra fazer a aplicacao da vacina correta, do primeiro laboratório, como recebeu anteriormente", explicou o infectologista Marcelo Otsuka.

O que diz o Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde informou que a base de dados do SUS é alimentada por informações das secretarias estaduais. A pasta foi notificada sobre 481 ocorrências de trocas de fabricantes e reforçou também que cabe aos estados e municípios o acompanhamento de possíveis reações adversas em um prazo de 30 dias.


R7 e Correio do Povo


Sábado começa com sol, mas chuva avança ao longo do dia no RS


Prefeitura vai à Justiça pelo retorno de aulas presenciais em Porto Alegre


RS segue todo em bandeira preta pela nona semana seguida


300 por Hora: Ricardo Maurício projeta defesa de título e analisa mudanças da Stock Car


Lewandowski libera a Renan Calheiros acesso a mensagens vazadas de Moro


Feliz por voltar ao Inter, Taison diz que retornou para conquistar títulos no Colorado


Grêmio avança conversa para transferência de Jean Pyerre à MLS


Moraes prorroga por 90 dias inquérito "Moro x Bolsonaro"


Brasil ultrapassa 386 mil mortes pela Covid-19


Ex-presidentes da Corsan divergem sobre privatização


Dois homens são presos com cocaína e explosivos em Rosário do Sul


Bolsonaro zera verbas para MCMV e obras de 200 mil casas vão ser paralisadas


Fiocruz aponta que crescimento da Covid-19 segue entre mais jovens


Presa dupla suspeita de centenas de golpes com dinheiro falso em Canoas


Bancada negra registra ocorrência contra homem vestido com traje semelhante ao da Ku Klux Klan


Dólar sobe no dia a R$ 5,49, mas tem quarta semana seguida de queda


Seleção Brasileira irá enfrentar o Equador no Beira-Rio, pelas Eliminatórias da Copa de 2022


CRMV-RS faz campanha contra maus-tratos de animais



De muletas e sorridente, Tiger Woods surge dois meses após o acidente de carro



Mulher se apresenta como ganhadora de prêmio esquecido da Mega da Virada em SP


Grêmio pega o Brasiliense e o Inter enfrenta o Vitória na terceira fase da Copa do Brasil


Pfizer prepara vacina mais fácil de preservar "para o verão"


Biden marca primeira viagem internacional para reuniões de G7, Otan e UE, em junho


Banco de Alimentos inicia distribuição de 30 toneladas de alimentos arrecadados em campanha


Rafinha exalta interino Thiago Gomes em semana turbulenta do Grêmio: "Fez milagre"


Grêmio estreia na Sul-Americana com vitória diante do La Equidad


Thiago Gomes comemora experiência no Grêmio e prevê "grande trabalho" do sucessor



Independiente Medellín revela acerto de meia Juan Manuel Cuesta com o Inter



Lanús vence o Aragua na Venezuela pelo grupo do Grêmio na Sul-Americana


Taison deve reestrear no Inter contra o Olímpia, no Beira-Rio, no terceiro jogo da Libertadores


Conmebol informa que vacinas da Covid-19 doadas chegam ao Uruguai no dia 28 de abril


Tiago Nunes está regularizado no BID e deve comandar Grêmio no sábado


Taison desembarca em Porto Alegre para reforçar o Inter

Nenhum comentário:

Postar um comentário