quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Renato elogia atuação do Santos e vê Grêmio vivo na Libertadores

 Treinador reiterou que está "tudo em aberto" no confronto para a partida de volta na próxima quarta-feira



Após ver sua equipe não fazer uma boa partida e ser dominada dentro de casa, o técnico Renato Portaluppi elogiou o trabalho de Cuca e o desempenho do Santos nesta noite, na Arena, pela ida das quartas de final da Libertadores. Segundo o comandante gremista, o Brasil está "muito bem" representado com os dois times na competição e tudo está "em aberto" no mata a mata depois do empate em 1 a 1 em Porto Alegre.

"A gente tem que dar os parabéns para o Cuca e pela atuação do Santos. Fizeram uma boa partida e tentaram anular o Grêmio. A gente já sabia que seria um jogo difícil, como foi. Antes, eu havia dito que o Brasil estaria muito bem representado neste confronto pois tratam-se de duas belas equipes", apontou na coletiva. "Nem sempre o Grêmio vai jogar bem, não é que o Grêmio jogou mal hoje, mas é uma partida difícil da Libertadores", acrescentou. 

Para a partida de volta, o técnico frisou que ambos estão vivos e "qualquer um" poderá passar para a próxima fase. "Temos mais 90 minutos para jogar lá na Vila, temos uma grande equipe, assim como o Santos também tem (...) O melhor time do mundo não vai jogar todas as partidas bem. Se o Grêmio não foi tão bem e conseguiu o empate, estamos vivos na competição. Quem pode garantir que o Santos terá outra grande atuação? É Libertadores. Não tivemos um jogador importante, eles também não, faz parte", afirmou. 

Sem Jean Pyerre e com dificuldades para criar, Renato negou que o Grêmio sinta a dependência do meia para criar lances de ataque. "Na última partida o Pinares foi o melhor em campo, o Jean é um grande jogador, mas em outros bons resultados ele não estava presente". 

No jogo de volta, às 19h15min, na Vila Belmiro, o Tricolor se classifica em caso de vitória simples, ou empate com mais de dois gols marcados fora de casa. Se o 1 a 1 se repetir. a decisão será nos pênaltis.


Correio do Povo

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