Equipes tentam retirar água para resgatar crianças sem mergulho na Tailândia

Morte de socorrista evidenciou riscos de submergir meninos e técnico sem preparação

Morte de socorrista evidenciou riscos de submergir meninos e técnico sem preparação | Foto: Mohd Rasfan / AFP / CP

Morte de socorrista evidenciou riscos de submergir meninos e técnico sem preparação | Foto: Mohd Rasfan / AFP / CP

A evacuação por mergulho dos 12 meninos e seu treinador de uma caverna inundada na Tailândia "não é aconselhável", anunciaram nesta sexta-feira as autoridades após a morte de um ex-membro da Marinha tailandesa que trabalhava na operação de resgate. "As crianças não podem mergulhar por enquanto", explicou Narongsak Osottanakorn, governador da província de Chiang Rai e que também atua como chefe da célula de crise.

As autoridades reconhecem que o tempo para o resgate do grupo preso na caverna de Thuam Lang, localizada no norte da Tailândia, na fronteira com Mianmar, é limitado. Além disso, a morte do socorrista mostra a dificuldade de um resgate sem colocar em perigo a vida dos meninos e de seu treinador de futebol, presos há 13 dias na caverna. "A princípio, pensávamos que as crianças poderiam ficar durante muito tempo. Mas a situação mudou, e agora nos resta um tempo limitado", declarou o comandante da Marinha, Apakorn Yookongkaew, um dos coordenadores da célula de crise.

Yookongkaew também explicou que cilindros de oxigênio foram espalhados ao longo da caverna para tentar abastecer as crianças e seus acompanhantes, incluindo o treinador do time de futebol. Mas ele não citou uma tentativa de resgate nesta sexta-feira, quando a meteorologia prevê o retorno das chuvas de monção nesta região montanhosa da Tailândia.

A informação foi divulgada poucas horas depois da morte do mergulhador tailandês. "Após ter entregue uma reserva de oxigênio, ficou sem ar em seu retorno", declarou o vice-governador da província de Chiang Rai, Passakorn Boonyaluck. "Perdeu a consciência no caminho de volta, seu companheiro de mergulho tentou ajudá-lo e carregá-lo", revelou o oficial da Marinha Apakorn Yookongkaew.

A tragédia recorda a dificuldade do caminho que precisa ser percorrido, debaixo d'água, para chegar aos 12 meninos e seu treinador, bloqueados na caverna inundada.  As equipes de emergência tentavam avançar o máximo em seus preparativos de resgate, antes do retorno da chuva. Os socorristas esperam conseguir, com a ajuda de máquinas, reduzir o nível da água de modo suficiente para que os meninos consigam sair da caverna sem a necessidade de mergulhar, ou com mergulhos apenas em pontos específicos.


AFP e Correio do Povo


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