Paes afirma que Rio será "a cidade mais segura do mundo"

J.P. Engelbrecht/PMRJ

Eduardo Paes (PMDB), prefeito do Rio de Janeiro

Eduardo Paes: "segurança e mobilidade são as questões mais importantes para nós, mas não mudamos nada em função do atentado de ontem" disse prefeito

Do Estadão Conteúdo

Rio - Um dia após um atentado terrorista matar 84 pessoas na França, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), afirmou que durante a Olimpíada o Rio será "a cidade mais segura do mundo".

A afirmação foi feita aos jornalistas no intervalo de uma reunião na sede do Comitê Organizador da Rio-2016 em que Paes esteve com o presidente do Comitê, Carlos Arthur Nuzman, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e autoridades públicas das áreas de segurança e transporte.

Segundo Paes, a reunião não foi marcada em razão do atentado - ela estava prevista há duas semanas - e não houve nenhuma discussão especial sobre segurança.

"Segurança e mobilidade são as questões mais importantes para nós, mas não mudamos nada em função do atentado de ontem [quinta]", disse o prefeito. "Se os responsáveis pela segurança determinarem alguma alteração, ela será feita."

A declaração de Paes nesta sexta contrasta com a resposta concedida em entrevista ao canal de TV norte-americano CNN, no início do mês de julho.

À ocasião, o político afirmara que o trabalho de segurança pública do Rio estava em "um momento horrível". O prefeito ainda declarou que "esse é o assunto mais sério do Rio, e o Estado está fazendo um trabalho terrível, horrível.

O governo está falhando completamente em seu trabalho de polícia, em tomar conta da segurança pública".

Poucos dias depois, Eduardo Paes recuou e disse que foi mal interpretado na entrevista. Ele ainda anunciou que sua "atuação como comentarista de segurança pública já se encerrou".

As palavras também não foram bem recebidas pelos auxiliares de Michel Temer, presidente em exercício do País e um líderes do partido de Paes, o PMDB. De acordo com pessoas próximas, as críticas foram "como um tiro no próprio peito".

Em outra entrevista, uma semana depois, ao jornal britânico The Guardian, Paes voltou a criticar o contexto atual que rodeia a Olimpíada. Segundo ele, "esta é uma oportunidade perdida".

E ainda completou afirmando que "nós não estamos apresentando a nós mesmos. Com todas estas crises econômicas e políticas, com todos esses escândalos, não é o melhor momento para estar nos olhos do mundo. Isto é ruim".

Para Eduardo Paes, as atuais crises mancharam a imagem do País no cenário mundial. Apesar dos prejuízos financeiros sofridos pela cidade-sede dos Jogos Olímpicos deste ano, ele entende que a população mais pobre não foi ignorada pelos investimentos no Rio de Janeiro.

 

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Fies: taxa de administração será paga pelas universidades, e não pelo governo

 

Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil

As instituições privadas de ensino superior passarão a pagar a remuneração administrativa dos bancos na concessão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A determinação está na Medida Provisória 741, publicada na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União. O custo será de 2% sobre o valor dos encargos educacionais liberados.

Até agora, os bancos eram remuneradas pelo Tesouro Nacional por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE), autarquia do Ministério da Educação, no mesmo percentual de 2%.

De acordo com o MEC, a mudança vai representar uma economia de cerca R$ 200 milhões para os cofres públicos neste ano e uma economia média de R$ 400 milhões anuais, levando em conta o número atual de contratos. O recurso economizado será aplicado no programa e também na educação básica, de acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho. “Essa economia será preservada dentro da educação. Todo recurso preservado será investido em mais vagas para o Fies e educação básica”, disse o ministro em entrevista coletiva.

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Segundo o ministro, sem a mudança, a sustentabilidade e continuidade do programa ficariam comprometidas pela escassez de recurso provocada pelos cortes no orçamento da pasta feitos na gestão da presidenta afastada Dilma Rousseff. “Não poderíamos renovar os contratos existentes e ofertaríamos zero vagas do ponto de vista dos novos contratos de financiamento.”

Mendonça Filho disse que as instituições concordaram em não repassar o custo administrativo que passarão a ter para as mensalidades, para não penalizar os estudantes. “Não admitimos repasse do ônus para os estudantes.”

As instituições de ensino foram comunicadas da mudança ontem (15) pelo ministro.

Fies 2016

Na edição do segundo semestre de 2016, o Fies ofertou 75 mil financiamentos. O programa recebeu 294 mil inscrições, de acordo com balanço divulgado pelo MEC. A partir de hoje (15), os estudantes pré-selecionados devem concluir a inscrição no Sistema Informatizado do Fies (SisFies). A etapa é necessária para que o estudante garanta o financiamento. O prazo para que isso seja feito vai até a próxima quinta-feira (21).

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante.

 

Agência Brasil

 

 

Mudança no Fies terá "inegável impacto", diz setor privado de ensino superior

 

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Mudança nas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) terá "inegável impacto" no setor privado de ensino superior, especialmente nas instituições "que mais depedem do Fies", segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Por meio de nota, a entidade diz que espera que esta medida seja passageira.

A mundança está na Medida Provisória 741, publicada na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União. A MP estabelece que as instituições privadas de ensino superior passarão a pagar a remuneração administrativa dos bancos na concessão do Fies. O custo será de 2% sobre o valor dos encargos educacionais liberados. Até agora, os bancos eram remunerados pelo Tesouro Nacional por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE), autarquia do Ministério da Educação, no mesmo percentual de 2%.

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De acordo com a ABMES, que representa mais de 1,2 mil instituições de ensino superior, com a implementação deste novo abatimento, as instituições terão uma dedução total de 13,25% de cada mensalidade contratada pelo Fies – que inclui os 5% de desconto obrigatório para o aluno, mais 6,25% de contribuição para o Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC).

Além desse desconto, a instituição de ensino superior é responsável solidária em 15% das inadimplências acima de 90 dias decorrestes do não pagamento do financiamento por parte do aluno. "Somando as duas taxas, em muitos casos as instituições chegam a arcar com 28,25% dos créditos liberados pelo Ministério da Educação (MEC)", diz a nota. A ABMES diz ainda que a manutenção do programa é importante nesse momento de crise e se coloca à disposição para colaborar com o governo na busca por soluções que não inviabilizem o Fies.

O diretor jurídico do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), José Roberto Covac diz que as entidades represetativas do ensino privado não foram procuradas para discutir a mudança. Agora, elas devem medir o impacto e buscar reverter ou amenizar a medida durante a tramitação no Congresso Nacional. "Sabemos o quanto o Fies é importante e o quanto precisa de ajustes, mas é preciso rever os impactos que isso pode ter para que não afete o programa", diz.

Fies

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Mais de 2,1 milhões de estudantes são beneficiados. Na edição do segundo semestre de 2016, o Fies ofertou 75 mil financiamentos. O programa recebeu 294 mil inscrições.
De acordo com o MEC, a mudança vai representar uma economia de cerca R$ 200 milhões para os cofres públicos neste ano e uma economia média de R$ 400 milhões anuais, levando em conta o número atual de contratos. O recurso economizado será aplicado no programa e também na educação básica.

 

Agência Brasil

 

 

Tanques, caças e militares

Emrah Gurel/ AP

Uma tentativa de golpe instalou uma situação de caos na Turquia. Militares tomaram as ruas da capital, Ancara, e de Istambul, e declararam lei marcial – que suspende liberdades fundamentais da população e veta manifestações.
Em nota, os militares afirmam que tomaram o poder para proteger a ordem democrática e manter os direitos humanos. O presidente do país, Recep Tayyip Erdogan, pediu para que a população vá às ruas e resista ao golpe. Leia mais

 

 

"Ameaça a todos"

AFP

Em pronunciamento, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou apoio ao governo francês após o atentado em Nice, que deixou 84 mortos. Segundo Obama, o ataque representa uma "ameaça a todos".
Obama fez ainda uma referência ao Estado Islâmico e afirmou que a organização terrorista será destruída. Leia mais

 

Reflexos na Rio-2016

Vanderlei Almeida/AFP

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o atentado na França deve mudar as medidas de segurança durante os Jogos Olímpicos no Rio.
Jungmann disse que o governo vai revisar procedimentos e ampliar revistas e barreiras, e que isso pode afetar o público. Leia mais

 

Reforço na Lava Jato

Gabriel de Paiva/ Agência O Globo

A força tarefa da Polícia Federal na Operação Lava Jato em Curitiba informou que terá dez novos integrantes a partir do próximo dia 25. Com isso a equipe passará a contar com 57 agentes.
A medida é tomada em um momento em que setores da PF afirmam que a equipe da Lava Jato está sob risco de desmanche. Leia mais

 

Mercado financeiro

Daniel Marenco/Folhapress

A Bolsa de São Paulo subiu 0,18%, com 55.788,24 pontos. A alta foi puxada pelas ações do Banco do Brasil e da elétrica Cesp. Este é o maior valor de fechamento da Bovespa desde maio de 2015. A Bolsa termina a semana com valorização de 4,59%.
No mercado de câmbio, o dólar caiu 0,16%, cotado em R$ 3,254. Esta é a quarta baixa seguida da moeda americana, que encerra a semana com queda de 1,22%. No ano, o dólar desvalorizou 17,57%. Leia mais

 

Problemas habitacionais

Lucas Lima/UOL

A gestão Fernando Haddad na Prefeitura de São Paulo anunciou que quer acabar com o modelo atual do bolsa-aluguel. O beneficio é um auxílio no valor de R$ 400 mensais concedido pela prefeitura para famílias transferidas de áreas de risco ou em processo de reintegração de posse, por exemplo.
O objetivo é que o pagamento direto, em dinheiro, para bancar a nova moradia deixe de existir gradativamente em seis anos.  Se a mudança sugerida for aprovada na Câmara Municipal, os atendidos terão de aceitar viver nos prédios determinados pela prefeitura.Leia mais

 

Medida sobre o Fies

Alan Marques 
- 16.jun.2016/Folhapress

E a mudança na forma de pagamentos de taxas do Fies aos bancos públicos vai gerar uma economia de cerca de R$ 400 milhões ao Tesouro Nacional. Quem declarou isso foi o ministro da Educação, Mendonça Filho, ao explicar a Medida Provisória 741 publicada hoje pelo governo.
Mendonça também afirmou que o dinheiro poupado irá ser usado no próprio Fies e na educação básica. Leia mais

 

China ataca novamente

Marcello Zambrana/AGIF

Depois de Calleri, o São Paulo tem mais uma baixa no elenco esta semana. O atacante Alan Kardec recebeu e aceitou uma proposta do clube chinês Chongqing Lifan.
Os envolvidos tinham pressa no acerto, já que a janela de transferências na China se encerra hoje. O São Paulo não oficializou a transação, mas admitiu que o negócio estava encaminhado. Leia mais

 

Satisfaction

Junior Lago/UOL

Aos 73 anos, Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, será pai pela oitava vez. A namorada do cantor, a bailarina Melanie Hamrick, de 29 anos, está grávida de três meses. Os dois estão juntos desde 2014.
Até agora o filho caçula de Jagger era Lucas, de 17 anos, fruto do relacionamento com a apresentadora Luciana Gimenez. Leia mais

 

Pousos simultâneos serão novamente liberados no aeroporto de Brasília

 

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

Depois de quatro meses de suspensão, o Aeroporto de Brasília voltará a realizar operações simultâneas de pouso na próxima segunda-feira (18). As decolagens simultâneas poderão voltar a ser realizadas em agosto.

Em março deste ano, as operações simultâneas foram suspensas depois do registro de dois incidentes, quando aeronaves quase colidiram no terminal. Após estudar os relatos dos voos, o Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta I) refez todas as análises de risco necessárias para retomar as operações de pousos e decolagens simultâneos.

Os controladores de tráfego aéreo passaram por uma reciclagem, com treinamentos em simuladores. Foram também divulgadas informações aeronáuticas aos pilotos e operadores, redesenho e publicação das cartas de pousos e decolagens do aeroporto.

Segundo a Aeronáutica, o aeroporto de Brasília é o único do país que tem pistas paralelas com uma distância segura para realizar pousos ou decolagens simultâneas independentes. Atualmente, o aeroporto tem capacidade para realizar 62 decolagens por hora na capital federal, e a operação independente permite ampliar a capacidade para até 80 decolagens por hora.

 

Agência Brasil

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