Uma legítima indígena brasileira sendo vacinada. Veja as imagens.







Governo de Minas dá ultimato e fecha negociações com Vale por dano em Brumadinho

 MG decidiu deixar a mesa de negociações após ouvir contraproposta da Vale de R$ 29 bilhões



Depois de mais uma audiência sem acordo, o Governo de Minas, Ministério Público e Defensoria Pública de Minas Gerais deixaram a mesa de negociações e decidiram encerrar a tentativa de conciliação com a Vale.

A gota d'água foi a contraproposta da mineradora, de R$ 29 bilhões, quase metade do pedido apresentado pelo Governo de Minas. O valor diz respeito a reparações econômicas e danos sociais causados pelo rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, em janeiro de 2018.

O governo estadual esperava receber uma contraproposta próxima dos R$ 40 bilhões, mas a mineradora não concordou com o valor.


R7 e Correio do Povo


Reservas do Santos jogam mal e perdem para o Fortaleza no Castelão


Olimpíadas de Tóquio serão disputadas em 2021, diz presidente do COI à agência japonesa


Com show de Vina, Ceará vence mais uma fora e afunda o Goiás no Brasileirão


Felipão não confirma que fica após Cruzeiro se manter na Série B do Brasileiro


Fifa não reconhece Superliga Europeia e ameaça tirar clubes e atletas de torneios


Renato justifica escalação de Thaciano para ter um meio campo "mais alto" no Grêmio



Diniz diz não temer demissão: "Não trabalho pensando em segurar emprego"


Brasileirão supera Espanhol e Alemão e é eleito 3º campeonato mais forte do mundo


Abel Braga afasta empolgação por título no Inter, mas admite: "Sorte de campeão"



Cruzeiro vence Operário-PR e garante permanência na Série B

Câmara aprova projeto que isenta empresas de ônibus de dívidas relativas ao ISS

 Os valores são referentes aos dias em que a PLC que isenta o serviço público de ônibus dos impostos até dezembro de 2022 levou para ser sancionado.



A Câmara de Porto Alegre aprovou, com 26 votos favoráveis e 10 contrários, o projeto encaminhado pelo Executivo que prevê o perdão das dívidas geradas, em função de impostos, entre os dias 1 e 5 de janeiro de 2021, as empresas de ônibus da cidade. A justificativa apresentada no texto esclarece que os valores são referentes aos dias em que o projeto de lei complementar, já aprovado, que isenta o serviço público de ônibus dos impostos até dezembro de 2022, levou para ser sancionado. 

A oposição apresentou quatro emendas, que foram rejeitadas. Elas previam, entre outros pontos, o congelamento no aumento das passagens pelo mesmo período em que as empresas estariam isentas do pagamento de imposto. "Sem contrapartida, o projeto de isenção é absurdo", criticou o vereador Pedro Ruas (PSol), líder da oposição. "Não tem porque a prefeitura abrir mão de impostos. Porto Alegre ficou décadas sem licitação do transporte público e, quando foi feita, os mesmos empresários continuaram à frente. Qual o montante que eles têm de lucro anos após ano?", questionou o vereador Matheus Gomes (PSol). 

Os parlamentares favoráveis ao projeto questionaram as emendas da oposição afirmando que a proposta tratava apenas de uma medida já prevista por lei. "Esse projeto do ISS, de quatro dias, é apenas para corrigir um lapso de tempo que o prefeito deixou de assinar (o PLC). Acho que é importante discutir (sobre o transporte público), mas nesse caso não tem como", explicou o vereador Idenir Cecchim (MDB), líder do governo na Casa.


Correio do Povo


Biden quer extensão de cinco anos de acordo sobre armas nucleares com a Rússia


Governo do Japão decide que Jogos de Tóquio devem ser cancelados, diz jornal


Inter quer tirar Grêmio da zona de conforto para voltar a vencer Gre-Nais


Biden diz que passageiros que viajarem aos EUA deverão fazer quarentena ao chegar


Dólar sobe a R$ 5,36 com temor de piora fiscal


Com gol contra "incomum", Flamengo vence o Palmeiras e "esquenta" briga pelo título



Corinthians reage com vitória sobre o Sport e mantém sonho da Libertadores



Mil Milhas abrem temporada do automobilismo em Interlagos

Tentativa de roubo a banco coloca Brigada Militar em estado de alerta em Porto Alegre

 Ação de uma quadrilha foi frustrada no Santander, na avenida São Pedro, no bairro São Geraldo



A Brigada Militar emitiu um alerta para todos os batalhões e reforçou o policiamento ostensivo nas zonas áreas bancárias de Porto Alegre, após uma tentativa de roubo a uma agência ocorrida na manhã desta quinta-feira. A mobilização inclui o efetivo das Patrulhas Especiais do 1º Batalhão de Polícia de Choque (1º BPChq) que percorre as zonas onde existem bancos na cidade. O objetivo é prevenir novas ações dos criminosos.

O alvo dos bandidos seria a agência do Santander, na avenida São Pedro, no bairro São Geraldo, antes da abertura do expediente externo. No entanto, o gerente percebeu a chegada dos assaltantes e agiu rápido, adotando todas as medidas preventivas, como o fechamento do local para impedir o acesso. Os criminosos desistiram e fugiram em um veículo, de cor branca, ainda não identificado. Policiais militares realizaram buscas na região.

A BM informou o mesmo grupo com o veículo teria sido visto rondando antes a frente da agência do Santander na avenida Benjamin Constant, no bairro São João, mas sem registro de alguma tentativa de ataque.

O caso da tentativa de assalto da agência na avenida São Pedro já está sendo investigado pela Polícia Civil através da 1° Delegacia de Polícia de Repressão a Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Testemunhas estão sendo ouvidas. Os agentes buscam ainda imagens de câmeras de monitoramento, entre outras diligências.


Correio do Povo

Vacinas chegam da Índia; Conselho do BB mantém demissões; Yellen no Senado

 

As preocupações com a alta do coronavírus no mundo (e no Brasil) já pesam novamente nas bolsas, em dia de PMI com contração na Europa e aguardo por novas vacinas no Brasil. A Desperta destaca ainda a audiência de Janet Yellen no Senado dos EUA e a posição do conselho do BB sobre governança. Boa leitura.

Alberto Fernández: presidente argentino se vacinou nesta quinta-feira em meio aos debates sobre uso da Sputnik V | Esteban Collazo/Reuters
 
1 - DIRETO DA ÍNDIA

A novela das vacinas brasileiras tem mais capítulos nesta sexta-feira. As duas milhões de doses da vacina contra a covid-19 de AstraZeneca/Oxford estão a caminho do Brasil hoje vindas do Instituto Serum, na Índia, o maior produtor de vacinas do mundo. A informação foi confirmada pelo secretário de Relações Exteriores da Índia. As doses se juntarão às seis milhões da Coronavac que já foram distribuídas aos estados e devem acabar nos próximos dias. Em outra frente, a Anvisa deve avaliar também hoje o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da Coronavac. Embora mais que bem-vindas, as doses ainda são pouco para vacinar os grupos prioritários. Outro desafio brasileiro será a vinda da China de insumos (o chamado IFA) para que Butantan e Fiocruz envasem mais doses. O governo brasileiro e o governo paulista, no caso da Coronavac, estão em contatos para acelerar a exportaçãoLeia mais


2 - ATIVIDADE ENCOLHE

Os índices futuros americanos recuam na manhã desta sexta-feira, após o S&P 500 e o Nasdaq cravarem novos recordes no último pregão. Além de uma realização de lucros nos EUA, que vinha de três dias de alta, preocupações sobre as novas medidas para conter o coronavírus pesam negativamente no mercado internacional. Na agenda do dia, a Europa divulgou nesta manhã contração no PMI (índice gerente de compras, que serve como termômetro da economia antes dos índices oficiais), com a indústria chegando ao pior patamar em sete meses. O PMI dos EUA também será divulgado hoje. Ainda nesta sexta-feira, deve ser realizado o leilão da fibra óptica da Oi. Nos debates sobre o coronavírus no Brasil, além da demora nas vacinas, o governo de São Paulo deve endurecer a quarentena na região metropolitana. Leia mais


3 - AGORA É PRA VALER

A Comissão de Finanças do Senado americano se reúne nesta sexta-feira para avaliar a nomeação de Janet Yellen como secretária do Tesouro, cargo-chave para a condução da política econômica do novo governo Biden e equivalente ao de ministra da Economia. A reunião acontece três dias depois de Yellen participar de outra audiência na mesma comissão. Na ocasião, ela defendeu as políticas de estímulo econômico e o pacote de 1,9 trilhão de dólares apresentado dias antes por Joe Biden, antes mesmo da posse. Agora, já empossado, o desafio do governo Biden no Congresso será aprovar o plano trilionário, uma das prioridades dos primeiros 100 dias de governo. A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, disse que a Casa pode aprovar o projeto em 1º de fevereiro, mas o Senado (dividido em 50 a 50) será desafio maior. A receptividade dos senadores a Yellen hoje pode dar o tom. Leia mais


4 - ARMAS NUCLEARES

Entra em vigor, nesta sexta-feira, o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares. Teoricamente, o acordo veta o desenvolvimento, a venda ou simplesmente a posse e o armazenamento disse tipo de armamento. Na prática, há dúvidas sobre a efetividade da ação. O tratado foi negociado por 130 países, e mais de 80 assinaram o documento, incluindo o Brasil, em 2017. O número de 50 países ratificando o documento, necessário para que entrasse em vigor, foi alcançado só em outubro do ano passado, com as ratificações por Jamaica, Nauru e Honduras – o Brasil ainda não aprovou a assinatura no Congresso. O problema é que nenhum dos nove países detentores de armamentos nucleares sequer assinou o tratado. Também ficaram de fora os membros da OTAN. A principal crítica ao acordo é que ele não traz uma alternativa viável para o desarmamento. Leia mais
 
Entre a pandemia e as incertezas na economia brasileira, uma coisa é certa: o mercado financeiro seguirá abrindo oportunidades de trabalho neste ano. Veja como se preparar para aproveitá-las — os salários para analistas podem começar em R$ 7.900

O conselho de administração do Banco do Brasil publicou ata dizendo que o plano de demissões segue, conforme "as melhores práticas de governança", apesar dos embates com o Planalto. Veja aqui.

Dos balanços de quinta-feira no exterior, a IBM divulgou queda na receita e no lucro, mas o destaque do setor de nuvem reforça a aposta da empresa para os próximos anos. Já a Intel, no trimestre após romper com a Apple, anunciou leve queda na receita e trocará de presidente. 

Com a saída da Ford e fim da comercialização de alguns carros, o fechamento de concessionárias da marca pode chegar a 160 unidades, dentre as 280 hoje no país, segundo a EXAME apurou. 

A Anvisa se reuniu nesta quinta-feira com representantes da União Química, que deseja produzir a vacina russa Sputnik V. A agência frisou a necessidade de testes feitos localmente para registro emergencial e disse que precisa de mais dados. Uma nova reunião deve ser agendada até o final do mês

Ainda sobre a Sputnik V, o presidente argentino Alberto Fernández se tornou ontem o primeiro mandatário latino-americano imunizado. A Argentina usa a Sputnik V desde dezembro. Veja os países em que a vacina foi aprovada.

Empresa familiar, a União Química ganhou os holofotes em meio ao trabalho para trazer a Sputnik V. Mas, antes disso, a empresa já atuava na fabricação de medicamentos como o anticoncepcional Ciclo 21. Leia a entrevista à EXAME.

A renomada agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) publicou relatório afirmando que o bitcoin tem “muitas similaridades” com o ouro e que o medo dos consumidores está diminuindo. Leia aqui
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HOJE | Xangai / -0,40%
Tóquio / -0,44%
Londres / -0,67% (às 7h)


ONTEM | Ibovespa / -1,10%
S&P 500 / +0,03%
Dólar / 5,31 reais (+0,77%)
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Nomeada ao prêmio Pulitzer e ganhadora de medalhas de Barack Obama e Bill Clinton, Maya Angelou será uma das homenageadas pela Mattel na série Mulheres Inspiradoras da Barbie, que terá ainda nomes como Frida Kahlo. Na foto, por exemplo, a boneca carrega o livro Eu Sei Por Que O Pássaro Canta Na Gaiola, autobiografia de Angelou de 1969. Veja mais sobre as bonecas.

Maya Angelou: série Mulheres Inspiradoras da Barbie | Foto: Divulgação