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A sobretaxa de 55% anunciada pela China sobre a carne bovina brasileira, válida entre 2026 e 2028, poderá ter efeitos menos intensos no Rio Grande do Sul em comparação ao restante da pecuária nacional, especialmente na região do Brasil-Central, principal polo exportador. A análise é do professor Júlio Barcellos, coordenador do Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (NESPro) da UFRGS.
A sobretaxa será aplicada às importações que ultrapassarem 1,1 milhão de toneladas.
Em 2025, o Brasil exportou 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para o mercado chinês.
O RS responde por apenas 1,5% das exportações brasileiras, cerca de 40 mil toneladas em 2025.
Para a China, os embarques gaúchos foram de aproximadamente 11 mil toneladas em 2024 e 15 mil em 2025.
Segundo Barcellos, apenas uma indústria gaúcha exporta carne para a China, o que reduz os efeitos diretos da medida.
“Essa indústria tem outros mercados que poderá redirecionar com extrema facilidade”, afirmou.
No entanto, ele pondera que alterações no preço da arroba no Brasil-Central podem refletir no RS, já que o Estado recebe carne de outros estados via varejo. Apesar disso, o professor acredita que o ciclo atual de recuperação da pecuária gaúcha, com valorização da cria e investimentos em produtividade, deve minimizar impactos locais.
Barcellos alerta que os sinais internacionais podem gerar cautela nos investimentos em tecnologia e produtividade por parte dos produtores gaúchos.
“É uma preocupação mais de âmbito brasileiro do que de grandes efeitos locais”, destacou.
Em nível nacional, autoridades e entidades do setor buscam alternativas para reduzir os impactos da medida chinesa. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), coordenada pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), articula junto ao Itamaraty e diplomatas brasileiros em Pequim para renegociar os termos da taxação.
Moreira ressaltou a importância da mobilização:
“Somos um player de sucesso. Precisamos estar presentes agressivamente, abrir novos mercados e continuar a negociação para garantir a competitividade da pecuária brasileira.”
Fonte: Correio do Povo (correiodopovo.com.br in Bing)
Há 23 anos, em 19 de dezembro de 2002, a Emater/RS-Ascar conquistou a certificação ISO 9001 para seu Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), tornando-se a primeira empresa do setor de classificação de produtos vegetais no Brasil a receber o selo. Desde então, a instituição mantém o compromisso com a padronização e melhoria contínua de processos.
Durante a Reunião de Abertura da Auditoria Externa Periódica do SGQ – ISO 9001:2015, realizada no Escritório Central em Porto Alegre, o gerente de Classificação e Certificação (GCC), Mateus Rocha, destacou:
“Isso demonstra nosso compromisso com a qualidade e conformidade com as normas nas 22 unidades de classificação da Emater pelo Estado.”
Participaram da reunião representantes da presidência, diretoria técnica, gerências administrativas, de TI, RH, comunicação e unidades de classificação, além da equipe da GCC.
O auditor da DNV Business Assurance, Fabiano Pereira da Silva, explicou que o objetivo da auditoria é verificar a aderência dos processos ao Manual da Qualidade e identificar oportunidades de melhoria. A análise incluiu documentação e entrevistas com profissionais das unidades de Porto Alegre e Rio Grande.
Para o coordenador do Núcleo de Certificação de Produtos da GCC, Filipi Fagundes dos Santos, a certificação reforça a credibilidade e confiança dos clientes nos serviços da Emater/RS-Ascar:
“A renovação do certificado confirma nosso processo contínuo de melhoria, buscando novas tecnologias de gestão para atender clientes e parceiros.”
O certificado ISO 9001 da Emater/RS-Ascar abrange:
Classificação de Produtos Vegetais (análises físicas e físico-químicas) destinados à alimentação humana.
Acompanhamento de nacionalização, exportação e compras públicas.
Controle da qualidade da matéria-prima em embarques e desembarques.
Segundo o gerente adjunto da GCC, Gilceu Antonio Cippolat, a auditoria externa evidencia a evolução do sistema de gestão e contribui para a implantação de melhorias que permitem atender melhor os clientes e garantir maior transparência nos processos.
Fonte: Correio do Povo (correiodopovo.com.br in Bing)
Se Maduro abrir o bico, muita gente cai. Ex-chefe da inteligência da Venezuela cita Lula em esquema internacional de financiamento ilegal. A história é antiga, mas com Maduro preso, a sujeira veio à tona.
Postagem do Deputado Giovani Cherini
Fonte: https://www.instagram.com/reels/audio/25090103554002844/?e=f00d7f56-776d-4dad-b15a-63238d228594&g=5