Whisky Old Parr Grand Escocês 12 anos 1L

 


Para os amantes da sofisticação encontrada em Whiskys, nada melhor do que harmonizar sabores e combinações das mais variadas possibilidades que essa bebida mágica nos apresenta. Por isso, o Whisky Old Parr Grand é perfeito para grandes momentos. Esse Whisky Escocês 12 anos é um verdadeiro ícone, reconhecido como uma inspiração para todas as outras marcas da categoria. Criado em celebração à vida de Thomas Parr, é um blend elegante e vibrante, com notas profundas e personalidade suave, porém marcante. Nessa embalagem de 1 litro, temos o produto ideal para compartilhar em qualquer ocasião, seja um encontro com amigos ou uma noite inesquecível.

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Cobrança de taxas em compras do exterior deve ser ampliada

 #JornalJP | Cobrança de taxas em compras do exterior deve ser ampliada; fiscalização mais rígida terá como principal alvo lojas chinesas como Shein e Shopee




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=772622554130855

Governo Lula (PT) completa 100 dias. E agora?

 Beth Szafir: "Infelizmente, o que eu tenho visto é uma grande miséria no Brasil [...] Empresas fechando, gente passando fome e muita violência urbana. Nunca vi nada igual"




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=458370599788326

Brasil deve reduzir a maioridade penal para impedir jovens infratores de cometerem crimes?

 Por José Américo (PT): “Não vai adiantar de nada, o que temos que fazer é investir em uma educação de qualidade para as crianças e adolescentes”




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=6002931179814235

Serviço de segurança dos EUA ajudará Ministério Público a apurar ataque à creche em Santa Catarina; trabalho busca identificar usuários que planejam crimes parecidos

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=2546274402191959

Vichy Dercos Energizante Kit - Condicionador + Shampoo Refil

 


O Kit contém: 1 Condicionador - Vichy Dercos Energizante- 150ml 1 Shampoo Refil Vichy Dercos Energizante – 200 ml Dercos Condicionador de Vichy os cabelos recuperam o vigor e a vitalidade, desde a raiz até as pontas. Inovação antiqueda Dercos - com Aminexil, molécula Antiqueda patenteada, auxilia na redução do processo de rigidificação do colágeno, fenômeno ligado ao envelhecimento prematuro das raízes. Eficácia antiqueda comprovada. A queda do cabelo é acompanhada geralmente de uma rigidificação dos tecidos que envolvem a raiz. Comprimida, a raiz fixa-se menos no couro cabeludo e é alimentada com uma quantidade inferior de energia. Enfraquecida, ela produz uma fibra mais fina. Progressiva o cabelo afina-se, degrada-se e repele-se não nascendo mais. O couro cabeludo torna-se visível. Indicado: Cabelos enfraquecidos ou com queda capilar. Benefícios: • Ação antiqueda; • Cabelos mais fortes; • Restaura a vitalidade do cabelo; • Não resseca os fios. Resultados: • 78% dos usuários afirmam que deixa uma sensação de cabelos mais fortes. • 76% dos usuários afirmam que deixa uma sensação de cabelos revigorados. Modo de Usar: • Para uma melhor absorção do produto, massageie mecha por mecha e deixe agir por 1 minuto; • Enxaguar; • Uso Frequente. A linha Dercos Energizante é o tratamento Vichy para cabelos enfraquecidos e com queda. Pelo seu ativo patenteado Aminexil, o Shampoo Dercos Energizante promove ação antiqueda, além de também fortalecer os fios enfraquecidos, por conter complexo de vitaminas PP + B5 + B6. É o shampoo antiqueda mais recomendado por dermatologistas e agora em opção de refil mais sustentável, com -87% de plástico. Beneficios: -Ação Antiqueda Reforçada -Fortalece A Fibra Capilar -Hidrata E Dá Resistência Aos Fios Modo de usar: Despeje o conteúdo do refil em uma embalagem de Shampoo Dercos Energizante e utilize diariamente. A Super Ampola Capilar Dercos Energizante de Vichy é um tratamento capilar concentrado com ação antiquebra fortalecedora dos fios para hidratar profundamente e fortalecer o cabelo de dentro para fora. Indicada para todos os tipos de cabelo. Os cabelos ficam hidratados instantaneamente, mais fortes e resistentes à quebra e agressões externas desde o primeiro uso. Os resultados são potencializados em tratamento de uso continuo, uma vez por semana. Em maior ou menor intensidade, cada cabelo sofre perda de força e quebra. Por isso a importância de uma solução que vá além de um efeito superficial e fortaleça os fios, de dentro para fora.

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Tradição de se analisar os primeiros 100 dias de um governo começou com o mandato de Franklin Roosevelt, nos EUA

 Desde então, o período é considerado um termômetro para avaliar qualidade e ações das administrações ao redor do mundo; parlamentares opinam sobre início de gestão do presidente Lula (PT)




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=763583098560593

O ABRAÇO DA SUCURI - 10.04.23

 Por Pedro jobim


 


Na semana passada, Lula editou decretos que, se mantidos, desmontam o Marco legal do saneamento, que representou possivelmente o maior avanço nas políticas públicas do país nos últimos anos. No curto período desde sua aprovação em 2020, a nova lei viabilizou mais de 20 licitações, em seis estados diferentes, que envolvem a contratação de R$ 80 bilhões em investimentos. O pouco tempo de sua operação não foi, é claro, suficiente para reverter as estatísticas medievais do saneamento no Brasil, forjadas ao longo de todos os séculos desde Cabral em que a responsabilidade por este esteve a cargo quase exclusivo de empresas estatais.


 


Não entraremos, neste artigo, nos detalhes de redação dos decretos que fazem com que os mesmos revertam, na prática, as regras de concessão dos serviços de saneamento ao status anterior ao novo marco. Estes já foram destrinchados em ótimos artigos nos últimos dias, como os de Paulo Uebel e Diogo Mac Cord, entre outros. Também não exploraremos este e outros retrocessos do presente governo do ponto de vista da notável consistência existente entre as políticas propostas e as promessas de campanha do atual mandatário, que já exploramos em artigo anterior , e como também resume Adolfo Saschida em excelente post. Nosso objetivo consiste em discutir a motivação por trás de ações desta natureza, por parte deste governo.


 


Por que, afinal, esta administração insiste em reinstituir políticas que se revelaram incapazes de melhorar indicadores sociais e sanitários, como a entrega dos serviços de saneamento a empresas estatais, ou que comprovadamente contribuíram para o desastre econômico de 2015-16, como o aparelhamento político de empresas estatais? Afinal, resultados sociais e econômicos insatisfatórios, que sejam identificados com políticas governamentais seriam, em princípio, desfavoráveis para a perspectiva de continuidade deste ou de qualquer outro governo.


 


Não há como a resposta a esta pergunta não passar pelo histórico de apropriação do estado pelo estamento burocrático - a camada de funcionários, contratadores e beneficiários de recursos públicos que, na definição de Raymundo Faoro, desde os tempos coloniais orbita o poder e usa de sua proximidade para auferir vantagens para si. Em artigo anterior , argumentamos que no período compreendido entre a chegada de Vargas ao poder, em 1930, e o fim do primeiro período do governo do PT, em 2016, a simbiose entre governo central e o estamento desenvolveu-se de forma mais ou menos crescente e estável. Este equilíbrio foi abalado pelo impeachment de Dilma, e o abalo aprofundou-se com o resultado da eleição de 2018.


 


Ainda que o governo Bolsonaro tenha se utilizado de práticas populistas, por exemplo, ao aumentar o tamanho dos programas de transferência de renda, é também verdade que este desmamou setores importantes do estamento, ao promover o desaparelhamento político das empresas estatais, a redução das verbas de publicidade para veículos de mídia, a intensificação da desalavancagem do BNDEs, e o fim de seus empréstimos subsidiados. A aprovação do marco do saneamento, em 2020, representaria um golpe importante contra as burocracias estaduais do setor e também contra todos aqueles políticos que se beneficiam, de uma forma ou de outra, da existência, em pleno século 21, de 100 milhões de brasileiros sem acesso a esgoto sanitário, e de 35 milhões sem acesso a água potável.


 


Como também detalhamos no referido artigo, a reação estamental ao governo Bolsonaro foi fortíssima, tendo a mesma se intensificado nos meses que antecederam a eleição de 2022.


Lula, ungido pelo estamento, e eleito por pequena margem, tem agido, como previsto, no sentido de anular todos os pequenos avanços contra o garrote estamental, conquistados, a muito custo, pela sociedade, neste breve interstício de sete anos. O reaparelhamento das estatais será viabilizado pela alteração na respectiva lei, já encaminhada ao congresso. Veremos que tipo de resistência o parlamento oferecerá aos decretos que modificam o marco do saneamento, que em tese se subordinam à lei aprovada em 2020. O governo Lula já manifestou, também, intenção de retroceder nos avanços conquistados pela reforma trabalhista - em especial, no que se refere ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. Também agirá, dentro das possibilidades, para reverter a privatização da Eletrobrás, a ex estatal que consumiu mais de R$ 200 bilhões de recursos públicos em capitalizações, no período entre 2003 - quando o PT a retirou do programa de desestatização, até 2022, quando enfim foi privatizada. Lula recentemente afirmou que seu governo “não fará nenhuma privatização”, e, embora não tenha explicitado, está evidente que fará, também, o que estiver a seu alcance para dificultar os programas de privatização dos estados.


 


O recém divulgado novo marco fiscal também precisa ser compreendido à luz da lógica do  patrimonialismo brasileiro. O governo anterior conseguiu algo difícil de ser observado no Brasil e no mundo das últimas décadas: queda de impostos e de despesas, mesmo em meio à situação de pandemia. Como qualquer governo de esquerda, a atual administração propõe aumento de impostos e de despesas, através de um marco fiscal que só fica de pé se o PIB crescer implausíveis 2,5% por ano e a carga tributária for elevada em cerca de 0,5% do PIB, também anualmente. Sempre justificando a perspectiva de crescimento de despesas sob o argumento de necessidade de maior redistribuição de recursos, o estado brasileiro, na verdade, apenas retomará seu protagonismo como extrator de rendas junto aos pagadores de impostos, e do correspondente oferecimento destas rendas a seus clientes: os grupos estamentais de interesse, como funcionários públicos, executores de obras públicas (“bônus de investimento”), etc. O reestabelecimento do voto de qualidade no CARF por medida provisória, prejudicando os pagadores de impostos, e a proposta de anulação das multas às empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção da Lava-jato também são medidas consistentes com a retomada da extração sistemática de rendas da sociedade em direção ao estamento.


 


De forma complementar à consolidação da reação estamental, medidas como o retrocesso no marco do saneamento se explicam, também, pelo interesse de governos de esquerda nos dividendos eleitorais representados pela manutenção de uma elevada parcela da população como dependente de transferências governamentais. Não é por outro motivo que a Argentina não consegue se livrar do populismo de esquerda, ainda que possua 50% da população abaixo da linha da pobreza. Mesmo a ditadura Venezuelana goza de popularidade junto às camadas mais miseráveis da população.


 


Raymundo Faoro ilustrou o garrote do estamento na sociedade como um parasita numa árvore, que faz com que seus frutos cresçam cada vez menos suculentos, e suas folhas , cada vez mais secas, cuidando para que, no entanto, a árvore não pereça, pois que com ela pereceria também o parasita. Neste novo capítulo de nossa triste história de patrimonialismo, os “Donos do Poder” de sempre, atiçados pelos poucos anos em que o abraço pareceu afrouxar-se, atiram-se à presa com a força que uma sucuri envolve um velho boi. É difícil pensar num outro momento de nossa história em que, como hoje, os objetivos de um governo fossem tão cristalinos quanto incompatíveis com aqueles dos pagadores de impostos. Sem perspectiva quanto a nova interrupção neste processo, o país seguirá sua rota de baixo crescimento, o que ampliará a pobreza e a desigualdade, gerando resultados opostos àqueles alegadamente perseguidos por este governo.


Pontocritico.com

LUA DE MEL ENCERRADA

 LUA DE MEL

Hoje, 10, o presidente da República e os governadores dos Estados do nosso imenso Brasil completam os primeiros 100 dias de mandato. Este período, como manda a velha tradição, é destinado para a LUA DE MEL, onde -ELEITORES E GOVERNANTES- comemoram a união com troca de carinhos, compreensão sem limites e promessas de amor eterno. 

CRESCENTE DESAPROVAÇÃO  

Entretanto, se levarmos em conta as imagens, falas e decisões que foram tomadas pelo presidente Lula durante a LUA DE MEL, tudo leva a crer que a ardente PAIXÃO INICIAL nutrida pelos ELEITORES que se deixaram embriagar pelo ÓPIO do POPULISMO, vive um momento pra lá de delicado. Pelo que dizem as pesquisas de opinião pública, o sentimento geral dos apaixonados deu lugar à muita FRUSTRAÇÃO, DISCUSSÃO E SENTIMENTO DE TRAIÇÃO, que resultam em notória e CRESCENTE DESAPROVAÇÃO.

PLANO DE GOVERNO

É preciso admitir, antes de tudo, que todos aqueles que diziam, e seguem dizendo, que Lula & Cia ainda não têm um -PLANO DE GOVERNO-, estão completamente equivocados. Uma coisa é mais do que certa: o PT e seus aliados nunca negaram que estavam PRONTOS E DISPOSTOS a colocar o nosso Brasil, no menor espaço de tempo possível, no caminho trilhado pelas DITADURAS COMUNISTAS LATINO-AMERICANAS, tipo Cuba, Venezuela e outras tantas. 

UNASUL

Pois, dentre várias iniciativas, a mais recente dá conta do Decreto, assinado por Lula no último dia 7/4, formalizando o retorno do Brasil à UNASUL. Vale lembrar que a UNASUL foi criada em 2008, quando os países da região eram governados -majoritariamente- por presidentes de esquerda, entre os quais Lula, Cristina Kirchner (Argentina), Hugo Chávez (Venezuela) e Michelle Bachelet (Chile). Como tal, o objetivo era o de fomentar e consolidar o ideário COMUNISTA LATINO-AMERICANO. 

HERANÇA BENDITA DESPREZADA

Como se vê, os 100 DIAS DE GOVERNO LULA, como bem resume Fernando Jasper, editor de Economia da Gazeta do Povo, estão marcados por QUEDA DE POPULARIDADE, CRISES INTERNAS, RELANÇAMENTO DE VELHOS PROGRAMAS E REVERSÃO DE AÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO. Nessa toada, a nova administração vem desprezando uma HERANÇA BENDITA- da gestão anterior. Estão parados no Congresso vários projetos capazes de melhorar o ambiente de negócios, ampliar a produtividade e facilitar a vida de empresas e empreendedores. O maior obstáculo a essa pauta está justamente na falta de interesse de Lula, que prefere outras abordagens – em especial, a ATUAÇÃO DIRETA DO ESTADO NA ECONOMIA.


PRIME NEWS



VACINAÇÃO CONTRA GRIPE



A campanha de imunização contra gripe começa nesta segunda-feira (10) em todo o País. Em Porto Alegre, poderão ser vacinados, no início da campanha, idosos com 60 anos ou mais. A meta é atingir 90% de cada grupo prioritário até o fim da campanha, previsto para 31 de maio. Na Capital, esses grupos representam cerca de 717 mil pessoas.


À medida que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) receber maior quantitativo de doses, haverá ampliação para outros grupos prioritários. Todas as unidades de saúde municipais terão oferta de doses e o horário de funcionamento varia de acordo com a unidade.


As vacinas influenza trivalentes, utilizadas no Brasil neste ano, são produzidas pelo Instituto Butantan e protegem contra complicações causadas pelas cepas de vírus Influenza A (H1N1), a (H3N2) e B. Elas podem ser aplicadas junto de outras vacinas do calendário oficial do Programa Nacional de Imunizações ou de medicamentos.


Grupos prioritários



- Idosos com 60 anos ou mais de idade: deverão receber a vacina influenza, mediante apresentação de documento que comprove a idade;


- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);


- Gestantes: apresentam maior risco de doenças graves e complicações causadas pela influenza, podem ser vacinadas em qualquer idade gestacional. Para este grupo não haverá exigência quanto à comprovação da situação gestacional, sendo suficiente para a vacinação que a própria mulher afirme o seu estado de gravidez;


- Puérperas: todas as mulheres no período até 45 dias após o parto estão incluídas no grupo alvo de vacinação. Para isso, deverão apresentar documento que comprove o puerpério (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros) durante o período de vacinação;


- Professores do ensino básico e superior: deverão receber a vacina influenza, mediante apresentação de documento que comprove sua vinculação ativa como professor seja das escolas do ensino básico (creche, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA) e superior, de caráter público e privado;


- Povos indígenas: todos os povos indígenas aldeados, a partir dos seis meses de idade;


- Trabalhador da Saúde: todos os trabalhadores da saúde dos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade. São considerados trabalhadores da saúde aqueles que atuam em espaços e estabelecimentos de assistência e vigilância à saúde, sejam eles hospitais, clínicas, ambulatórios, laboratórios e outros locais - médicos; enfermeiros; nutricionistas; fisioterapeutas; terapeutas ocupacionais; biólogos, biomédicos; farmacêuticos; odontologistas; fonoaudiólogos; psicólogos; assistentes sociais; profissionais de educação física; médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares – quanto os trabalhadores de apoio, como recepcionistas, seguranças, pessoal da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias e outros, ou seja, aqueles que trabalham nos serviços de saúde, mas que não estão prestando serviços diretos de assistência à saúde das pessoas. Incluem-se, ainda, profissionais que atuam em cuidados domiciliares como os cuidadores de idosos e doulas/parteiras. A vacina também será ofertada aos estudantes da área da saúde que estiverem prestando atendimento na assistência dos serviços de saúde;


- Profissionais das Forças de Segurança e Salvamento: Inclui policiais federais, militares, civis e rodoviários; bombeiros militares e civis; e guardas municipais. Deverão comprovar sua vinculação ativa nas forças de segurança e salvamento;


- Profissionais das Forças Armadas: membros ativos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), que deverão comprovar o vínculo ativo;


- Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade. 


Pontocritico.com

LULA E O VERGONHOSO DESMANCHE DA SOBERANIA BRASILEIRA NA AMAZÔNIA

 


General de Brigada Veterano Luiz Eduardo Rocha Paiva[1]

Brasília, 2 de março de 2023

O Presidente Lula [em nossa] última audiência [-] disse que estava sendo pressionado pela USP, OEA e pelas ONGs europeias[2] - Senador Mozarildo Cavalcanti em 23/09/2005.

Antes, em 1991, Collor demarcara a Terra Indígena (TI) Ianomâmi na Faixa de Fronteira com a Venezuela, sob uma forte pressão estrangeira, inclusive dos EUA. Daí em diante, em três décadas de uma estratégia de ações sucessivas, reunindo potências estrangeiras apoiadas por organismos internacionais (ONU, OEA e outros) e ONGs, toda a Calha Norte do Rio Amazonas, inclusive a Faixa de Fronteira, ficou coberta de TI e Unidades de Conservação que englobam territórios de países vizinhos, agravando a ameaça à soberania.

O erro estratégico de 1991 resultou, em 2015, na proposta do Corredor Ecológico Triplo A, a ser estabelecido por tratado internacional. Se o Brasil aceitá-lo, a soberania na Calha Norte, toda incluída no Corredor, estará fulminada com perda total de autonomia para explorar o patrimônio nacional na região.

Na campanha eleitoral de 2022, Lula declarou que as decisões tomadas em foros internacionais voltados à governança global, particularmente o Conselho de Segurança da ONU, deveriam ser adotadas sem passar pelos legislativos das nações. O atual presidente, ao arrepio da Constituição Federal, quer submeter nossa soberania a instâncias internacionais, cujos membros não são eleitos por nós, não conhecem o Brasil e têm interesses diferentes ou conflitantes com os nacionais. O País tem um presidente sem noção de Pátria, que negocia soberania em troca do aplauso da comunidade global, sem perceber seu papel de fantoche para satisfazer interesses de potências estrangeiras e de atores do globalismo apátrida. Soberania não é mercadoria de balcão de negócios ou de promoção pessoal e sim uma questão de dignidade nacional. Está em curso a retomada da balcanização do País, pois serão demarcadas novas 13 TI ainda em janeiro[3].

Lula, mal assumiu o governo, foi prestar vassalagem ambiental ao patrão globalista em viagem aos EUA. Joe Biden não esperou e mandou John Kerry se reunir com a Ministra Marina Silva, para apresentar “a conta” a ser paga pelos recursos a serem depositados no “pires na mão” que lhe foi estendido. Kerry disse em 28/02/2023, no Brasil, que: “A Amazônia é um tesouro extraordinário que pertence a todos”[4]. Está claro ou precisa desenhar? Nada a estranhar, pois, em 30/09/2020 Biden, então candidato a Presidente dos EUA, assim ameaçou: “o Brasil enfrentará ‘consequências econômicas significativas’, caso o país não pare a destruição da floresta e se ele for eleito”.[5] Não faltarão aliados. Emmanuel Macron, Presidente da França, disse em 26/08/2019 que: “o status internacional da Amazônia é tema que ‘permanece aberto”[6]. Outras potências europeias também concederão créditos que vão se transformar em déficits de soberania para o Brasil.

Onde estão as forças vivas da Nação, as instituições e as lideranças nacionalistas? Porque o silêncio e a omissão? Onde está a revolta dos patriotas?

Em situações complexas, delicadas e de alta relevância, homens de bem se impõem decisões de caráter moral. Nesses casos, uma autoridade pública corre o risco de ser questionada por uns e, ainda que defendida por outros, sofrer consequências pessoais e profissionais. Determinadas decisões, discutíveis em situações de normalidade, são necessárias para evitar um mal maior quando o silêncio, a inércia, a inconsequente servidão à burocracia e a covardia moral resultarem em perdas, injustiças e danos morais e materiais em níveis inaceitáveis aos cidadãos, às instituições e à dignidade da Nação.

O General Augusto Heleno, quando Comandante Militar da Amazônia declarou, em 16/04/2008, que a política indigenista brasileira estava dissociada do processo histórico de colonização do Brasil e precisava ser revista com urgência porque “não deu certo até hoje, [e] é lamentável, para não dizer caótica”[7]. O General Villas Bôas, quando Comandante Militar da Amazônia, disse em 23/10/2013: “Para que servem tantas ONGs na Amazônia? Nosso governo ama as ONGs internacionais, dá-lhes dinheiro e poder e elas se tornam cada vez mais ‘donas’ da mais rica região do país. [-] as ONGs [são] um dos grandes males da região amazônica ‘muitas vezes atuam no sentido contrário aos interesses brasileiros"[8].

Ao contrário de líderes civis, chefes militares não podem se manifestar publicamente sobre decisões de governo, mas com certeza o fazem reservadamente e com firmeza, pela cadeia de comando, pois são conscientes do compromisso de lealdade total e exclusiva à Nação. Não sendo ouvidos, se decidirem manifestar publicamente uma posição, por imperativo de consciência, estão cientes dos riscos de punição ou perda de cargo, tendo a opção de pedir exoneração ao se pronunciar ou aguardar a decisão superior após fazê-lo. O artigo A Segunda Chance[9] diz: “Franqueza e coragem moral caminham juntas. [quando] uma decisão política final seja tomada, [o oficial] tem a obrigação de apoiar essa decisão como se ela fosse sua, [-] com uma grande exceção: questões que envolvam os profundos princípios - dever, honra e pátria - não nos podem submeter a outros compromissos”.

O cenário na Amazônia Brasileira tem elevados níveis de complexidade e ameaças, cujas consequências não serão omitidas por lideranças civis e militares comprometidas com a Nação, ao assessorarem o governo nas questões que envolvem a soberania na Amazônia.

 “Se não te apercebes para integrar a Amazônia na tua civilização, ela, mais cedo ou mais tarde, se distanciará, naturalmente, como se desprega um mundo de uma nebulosa – pela expansão centrífuga de seu próprio movimento” - Euclides da Cunha.


[1] Ex Comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e do 5º Batalhão de Infantaria Leve Aeromóvel, membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil e Diretor de Geopolítica e Conflitos do Instituto Sagres.

[2] Diário do Senado, 23-09-2005, pag. 31758. Discurso deplorando a demarcação da TI Raposa Serra do Sol em área contínua e não em “ilhas”.

[3] https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/governo-lula-vai-demarcar-13-terras-indigenas-neste-mes-saiba-quais

[4] Rodolfo Costa, Gazeta do Povo,.

[5] https://www.defesanet.com.br/ffff/noticia/38300/Biden-ameaca-Brasil-com-sancoes-por-Amazonia-e-propoe-US%24-20-bi-para-floresta/

[6] Veja de 26/10/2019: https://veja.abril.com.br/mundo/status-internacional-da-amazonia-e-tema-que-permanece-aberto-diz-macron/

[7] globo.com – EXTRA: https://extra.globo.com/noticias/brasil/general-diz-que-politica-indigenista-do-governo-um-caos-alerta-para-risco-soberania-496435.html

[8] Sergio Pires (newsrondonia.com.br): http://www.defesanet.com.br/toa/noticia/12776/Para-que-servem-tantas-ONGs-na-Amazonia--quer-saber-o-general-/  

[9] Tenente David A. Adams da Marinha dos EUA - um ensaio sobre liderança. Publicado na Military Review.