Governo federal arrecada mais de R$ 17 milhões com leilões de bens do tráfico em setembro

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1236529083795126

Sebastião Melo oficializa apoio a Onyx do "MDB raiz"

Lorenzoni chamou de "MDB do bem e da ética" ala da sigla presente em ato na Capital

Onyx recebeu Sebastião Melo e outros integrantes do MDB em seu escritório de campanha. 

A campanha de Onyx Lorenzoni (PL) no segundo turno ganhou, de forma oficial, o apoio de um aliado de peso, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo. Ele participou de reunião na tarde desta quinta-feira no escritório de campanha de Onyx com uma ala do MDB composta por integrantes dos diretórios municipais da Capital e Gravataí, que já haviam anunciado suas decisões, bem como integrantes da sigla de cidades como Cachoeirinha e Sapucaia do Sul. 

Chamando Onyx de "governador", Melo iniciou a fala cumprimentando os presentes do que definiu como "MDB raiz". "Tem um governador e um vice atrás do toco. Eu não podia ficar atrás do toco", afirmou, lembrando sobre a falta de posicionamento de Eduardo Leite (PSDB) no âmbito nacional das eleições. Além disso, citou nomes do petista Tarso Genro e de Manuela D'Ávila (PCdoB) como apoiadores do tucano. "Não posso estar com Eduardo Leite porque o PT está apoiando ele", afirmou.

O MDB está coligado na chapa de Leite, tendo o vice Gabriel Souza como representante da sigla na candidatura. A escolha veio após fortes discussões entre alas do partido que queriam a candidatura própria e outras que defendiam desde o início a coligação com o tucano.

Melo elencou pautas a serem encampadas por Onyx, caso eleito, relacionadas a Porto Alegre, como a segurança, a saúde e, principalmente, o transporte público. Neste último caso, não só na Capital, mas na Região Metropolitana, no transporte intermunicipal. 

"Bem vindo MDB do bem, MDB ético. São incontáveis as lutas lado a lado. Esse MDB é uma referência para todos nós", afirmou Onyx, lembrando a eleição de Antônio Britto e da atuação do deputado federal reeleito Osmar Terra, presente no ato, junto ao governo federal. 

Voto em Bolsonaro

Dizendo não ser "bolsonarista, mas brasileiro" e que a afronta à democracia não está em Jair Bolsonaro (PL), a quem "nunca viu rasgar a Constituição em quatro anos", ele justificou o voto em âmbito federal, fazendo mais críticas a Lula e ao PT. Ele destacou casos que definiu como "censura à imprensa" e criticou decisões do TSE quanto a direitos de resposta na campanha eleitoral.

"Somos MDB, a eleição vai terminar e vamos sentar e conversar. Sempre tivemos divergências. Fiquei calado no primeiro turno. Votei na Simone Tebet, não a condeno, mas repúdio a decisão dela (em apoio a Lula)", revelou.

Integrantes do MDB estiveram ao lado de Melo e Onyx.
Integrantes do MDB estiveram ao lado de Melo e Onyx. Foto: Mauro Schaefer
 

Demais apoiadores

Patrícia Alba, deputada estadual reeleita, ressaltou que a soma de Melo à campanha fará com que o apoio chegue às bases da sigla. Seu marido e ex-prefeito de Gravataí, Marco Alba, rechaçou que o grupo seja uma dissidência, dizendo que dissidentes são os que contribuem para um "projeto pessoal de Leite, buscando a presidência da República". 

O deputado estadual Tiago Simon foi em uma linha semelhante criticou Leite por não apoiar Jair Bolsonaro (PL) em âmbito nacional, optando pela neutralidade, que dá margem para a aproximação de aliados de Lula (PT). Ele afirmou que a ala do partido que apoia Onyx e Bolsonaro é "o verdadeiro MDB". 

Além deles, participaram nomes como o presidente da Câmara de Vereadores da Capital, Idenir Cecchim, o vereador de Porto Alegre Cezar Schirmer, o secretário-geral do diretório municipal do MDB da Capital, Pablo Melo, além de integrantes do PL, partidos de Onyx.

Correio do Povo

"Não se pode permitir a volta de censura", diz Cármen Lúcia ao comentar decisões do TSE

 Magistrada demonstrou preocupação com decisões da corte sobre liberdade de expressão durante a campanha

"Não se pode permitir a volta de censura", diz Cármen Lúcia ao comentar decisões do TSE 

A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que "não se pode permitir a volta de censura" no Brasil. Ela demonstrou preocupação com decisões tomadas pela corte em razão da campanha do segundo turno das eleições deste ano. Durante a sessão desta quinta-feira, a corte validou uma liminar que impede a exibição do documentário "Quem Mandou Matar Jair Bolsonaro", produzido pela produtora Brasil Paralelo. O tribunal também confirmou a desmonetização de canais do YouTube que fariam propaganda eleitoral para o presidente Jair Bolsonaro. 

O TSE também aprovou, por unanimidade, uma resolução que reduz o tempo para a remoção de notícias falsas das plataformas digitais, das atuais 48 horas para duas horas, após as decisões da Corte. Em caso de descumprimento do novo prazo, a multa é de R$ 100 mil por hora, a partir da notificação

Em seu voto, Cármen Lúcia disse que, embora concorde com a resolução até o dia 31 deste mês, o mecanismo não deve ser usado para aplicação de censura. "Este é um caso que ainda que em sede de liminar é extremamente grave, porque de fato nós temos uma jurisprudência no STF na esteira da Constituição no sentido de impedimento de qualquer forma de censura. Medidas como esta, mesmo em fase de liminar, precisam ser tomadas como algo que pode ser um veneno ou um remédio", disse.

"Não se pode permitir a volta de censura sob qualquer argumento no Brasil. Este é um caso específico e que estamos na iminência do segundo turno das eleições. A proposta de inibição é até o dia 31 de outubro para que não haja comprometimento da higidez, segurança e da escolha do eleitor. Mas se, de alguma forma, isso se comprovar, se desdobrando para uma censura, deve ser imediatamente reformulada essa decisão", completou a magistrada.

Outra decisão do TSE proíbe os comentaristas do grupo Jovem Pan de se refererirem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como "descondenado" e "ex-presidiário" . A medida foi vista com preocupação por entidades de imprensa e como censura pela empresa de comunicação.

Em editorial publicado na tarde desta quarta (19), a Jovem Pan sinalizou aos seus espectadores que repudia as decisões impostas pelo TSE, mas que vai obedecer às decisões tomadas pelas cortes da Justiça. A emissora chama atenção para o fato de que "justamente aqueles que deveriam ser um dos pilares mais sólidos da defesa da democracia estão hoje atuando para enfraquecê-la e fazem isso por meio da relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, promovendo o cerceamento da livre circulação de conteúdos jornalísticos, ideias e opiniões".

R7 e Correio do Povo

Artista de 74 anos faz exposição na Câmara de Vereadores de Porto Alegre

 Exposição conta com mais de 30 quadros e objetos pintados em cerâmica

A artista Lígia Werlang e o vereador Alvoni Medina na exposição. 

Como parte da programação do Outubro Prata, mês do idoso, a exposição “O Sonho do Universo Paralelo”, de Lígia Werlang, está aberta ao público  de 20  a  28, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.Mais de 30 quadros e objetos com temas diversos, desde detalhes da natureza, animais e personalidades da história estão expostos. Além disso, objetos  com tintura em cerâmica também integram o espaço. Todos os materiais expostos estão à venda.

Lígia Werlang tem 74 anos, dedica-se à pintura e às artes plásticas desde os 60 anos e considera-se autodidata. “Não tenho formação, foi uma paixão que foi me envolvendo, é uma terapia”, disse. Ela, que mora em Guaíba, é casada há 53 anos e tem filhos,  conta que já fez exposições de menor porte no interior. “Nunca pensei que teria uma exposição na Câmara de Vereadores, estou muito feliz”, destacou. 

 Foto: Ricardo Giusti

O vereador Alvoni Medina, propositor do evento, afirma que Lígia é uma inspiração e mostra que a realização de sonhos não depende da idade. “É muito importante mostrar para os idosos que podem fazer o que querem ou o que sonharam independente de idade. Estamos falando de uma senhora de 74 anos que está apresentando o seu belo trabalho em um espaço público pela primeira vez e isso é muito gratificante para mim, como presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa na Câmara”, disse. 

Correio do Povo

O Programa Tempo de Aprender do MEC avança

 - Desfazendo as fakenews pra variar, ignoradas e restabelecendo a verdade: O Programa Tempo de Aprender do MEC avança! Presente em mais de 5 mil municípios, estamos trabalhando na alfabetização no Brasil.





Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=679407740467394

Quatro comerciantes do Viaduto Otávio Rocha aceitam se mudar para o Mercado Público

 Outros cinco empreendedores seguem em tratativas com a gestão municipal



Após mais uma reunião entre prefeitura, Associação do Comércio do Mercado Público Central de Porto Alegre e Associação Representativa e Cultural dos Comerciantes do Viaduto Otávio Rocha, o futuro de quatro comerciantes que estão no local pode ser definido brevemente. Um espaço no Mercado Público foi ofertado à eles e uma vistoria será realizada nesta sexta-feira, às 10h.

“Estamos caminhando para o término das negociações, sempre baseados no diálogo. Buscamos a solução do impasse social, minimizando o máximo possível qualquer prejuízo para os comerciantes durante a obra”, explicou o secretário municipal de Administração e Patrimônio, André Barbosa. 

Outros cinco comerciantes seguem em tratativas com a gestão municipal. A ideia da prefeitura é desocupar todas lojas do viaduto em dez dias, para começar a obra de revitalização. Para eles, serão ofertados outros locais - que já estão sendo negociados.

Correio do Povo

Moraes pedirá "mais civilidade" nas redes sociais aos advogados de Lula e de Bolsonaro

 Presidente do Tribunal Superior Eleitoral vai convidar as equipes jurídicas para uma reunião ainda nesta quinta-feira


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, afirmou, nesta quinta-feira, que convidará os advogados dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Jair Bolsonaro (PL) para uma reunião sobre o combate às notícias falsas e que pedirá "mais civilidade" nas redes sociais.

"Aqui estão presentes os advogados dos dois candidatos à Presidência da República e ambos, já adianto, serão convidados para uma reunião hoje para tratar desse assunto, para que possamos trazer mais civilidade à campanha no segundo turno, principalmente nas redes sociais", disse Moraes durante sessão nesta quinta-feira.

"Todos vêm acompanhando que, a partir do segundo turno, houve uma proliferação não só de notícias fraudulentas, mas da agressividade dessas notícias, desse discurso de ódio, que sabemos que não leva a nada, mas a uma corrosão da democracia. E exatamente por isso a necessidade de um tratamento mais célere no enfrentamento à desinformação", acrescentou.

Durante a sessão, o presidente do TSE contou que houve um aumento de 1.671% de denúncias de desinformação encaminhadas às plataformas digitais com relação às eleições passadas.

Resolução

A declaração ocorreu durante sessão plenária que aprovou, por unanimidade, uma resolução que reduz o tempo para remoção de notícias falsas das plataformas digitais, das atuais 48 horas para até duas horas, após decisões da Corte. Em caso de descumprimento do novo prazo, a multa é de R$ 100 mil por hora, a partir da notificação.

Às vésperas do pleito eleitoral, o prazo, segundo a resolução, deve ficar ainda menor. As plataformas deverão retirar as notícias em até uma hora — regra valerá entre 48 horas antes da votação e três dias após o segundo turno. Nesses casos, a multa também é de R$ 100 mil.

Pela nova resolução, fica proibida ainda propaganda eleitoral na internet — a que não for gratuita — no período de 48 horas antes do dia da votação e 24 horas seguintes. Se houver qualquer monetização, a multa é de R$ 100 mil por hora de descumprimento.


R7 e Correio do Povo

Eleições 2022: pesquisa mostra como está a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul

 Onyx Lorenzoni (PL) e Eduardo Leite (PSDB) estão concorrendo no segundo turno pelo comando do governo do Rio Grande do Sul



Pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra como está a corrida pelo comando do Palácio Piratini neste segundo turno. De acordo com o levantamento realizado pela Paraná Pesquisa e contratado pela Record TV, Onyx Lorenzoni (PL) aparece na liderança no cenário estimulado, com 47,5%, enquanto que Eduardo Leite (PSDB) soma 43,1%. 

O levantamento foi realizado entre os dias 16 e 20 de outubro, com 1.540 eleitores em entrevistas pessoais. Os dados atingem um nível de confiança de 95,0% para uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para os resultados gerais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-02302/2022 para o cargo de governador. 

Estimulada

Onyx Lorenzoni (PL): 47,5%
Eduardo Leite (PSDB): 43,1%
Nenhum/Branco/Nulo: 4,7%
NS/NR: 4,7%

Espontânea
Onyx Lorenzoni (PL): 39,7%
Eduardo Leite (PSDB): 35,5%
Nenhum/Branco/Nulo: 4,2%
NS/NR: 20,7%

Votos válidos
Onyx Lorenzoni (PL): 52,5%
Eduardo Leite (PSDB): 47,5%
 
Rejeição*
Eduardo Leite (PSDB): 41,1%
Onyx Lorenzoni (PL): 38,1%
Poderia votar nos dois:12,0%
NS/NR: 9,5%
*resposta múltipla

Correio do Povo

Audiência de Bolsonaro é maior que de Lula em podcast

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1209979639567082

TSE coloca lenha na fogueira

 Corte aprovou novas normas a menos de dez dias das eleições

Taline Oppitz



A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tomada por unanimidade, que reduz o tempo para remoção de notícias falsas das plataformas digitais, das atuais 48 horas para duas horas, serviu como lenha na fogueira para o ambiente bélico em que a Corte tornou-se protagonista. Em caso de descumprimento do novo prazo, a multa é de R$ 100 mil por hora, a partir da notificação. Ainda de acordo com a decisão, às vésperas do dia 30, data do segundo turno, o prazo será ainda menor, de até uma hora. A nova regra valerá entre 48 horas antes da votação e além, vigendo inclusive três dias após o segundo turno. A multa em casos de desobediência também será de R$ 100 mil.

O TSE, assim como o Supremo Tribunal Federal, por provocação, ou movimentos próprios, têm se colocado como protagonista das crises política, institucional e, agora, do cenário eleitoral. Os problemas começaram de forma mais efetiva em 2018 e, de lá para cá, apenas se agravaram. Há decisões corretas, equivocadas juridicamente e, em alguns casos, marcadas pelo viés praticamente pessoal. Alexandre de Moraes, ministro do Supremo e presidente do TSE, está no centro da crise devido às sucessivas críticas, realizadas nominalmente, pelo presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Em alguns casos, diga-se, com razão. As controvérsias são tantas que investidas foram deflagradas em diversos setores, como de ala de juristas e também de partidos.

Nesta quinta-feira começou a tramitar na Câmara dos Deputados projeto batizado de “Anti-Censura Eleitoral”. O texto propõe alterar a legislação eleitoral e a de abuso de autoridade para vedar as censuras jornalística, prévia e de ofício. Os parlamentares Gilson Marques e o gaúcho Marcel van Hattem, ambos no Novo, assinaram a proposta. Segundo eles, a iniciativa é uma resposta à escalada de decisões do TSE contra veículos de imprensa e criadores de conteúdo nas semanas que antecedem o segundo turno das eleições presidenciais. A proposta sustenta que opiniões jornalísticas, “ainda que favoráveis ou desfavoráveis aos candidatos, devem ficar livres de qualquer censura durante a disputa”. 

Correio do Povo